História Fake Love - Attraction The Series - Capítulo 14


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin)
Tags Jikook, Vmin
Visualizações 40
Palavras 1.448
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Capítulo XIII


Fanfic / Fanfiction Fake Love - Attraction The Series - Capítulo 14 - Capítulo XIII

Tão fácil. As próximas vítimas de Jeon tinham sido um alvo fácil, segundo o próprio. Tinha sido como caçar coelhos indefesos. Tudo o que foi preciso foi sedar os homens num beco sem saída e escuro, no caso de alguns. Noutros teve de recorrer a métodos mais elaborados, mas no fim o que importava era o resultado a que chegara. 

Carregar os corpos sozinho seria um grande desafio... Se não tivesse a ajuda de Jackson e não coergisse Taemin. A casa para onde ia não era nenhum luxo, era uma casa de apenas uma divisão, não que isso fosse importante para Jeon. A localização era, por sua vez, perfeita: no interior do Brasil, no meio de uma floresta de um pequeno vilarejo. No meio de tantos hectares de árvores e mais árvores, encontrar aquela casa era como encontrar uma agulha no palheiro: muito improvável.

Mal chegou e se instalou dispensou todos durante dois dias, esse era o tempo que precisava e essas eram as condições e as regras. Ninguém se atrevia a aproximar-se de Jeon em momentos de pura loucura, ele cegava e matava quem se atrevesse a intrometer-se. Nem mesmo Jackson que operava no Mercado Negro há tantos anos, se arriscava. Portanto, já desacompanhado, abriu os caixões e preparou a mesa com os materiais que precisaria. Tudo esterilizado e perfeitamente alinhado, à espera de ser usado. Uma obsessão, talvez.

- Jimin, Jimin... Achas que podes ser feliz? Olha o que eu faço por ti. - Com a sua máquina fotográfica, tirou várias fotografias dos corpos arrefecidos e sem vida, um a um. Os seus olhos ardiam de contentamento, num sentido de justiça retorcido. Ele fazia questão de guardar não só na sua memória os seus feitos, tinha álbuns de fotografia cheios só com as suas vítimas - uma fonte alimemtadora de um ego desmembrado e desequilibrado. Mas aquelas eram vítimas muito especiais, porque para Jeon ter matado o grupo de Bullies era uma grande prova de amor... Que muito em breve poderia mostrar a Jimin. - Agora ninguém se ri, pois não? Sabes como me imploraram para que não os matasse?

Das formas menos dignas possíveis...

Qualquer outra pessoa, mesmo um médico legal, se veria incomodado com a maneira como Jeon manuseava os corpos. Não havia gentileza, respeito ou qualquer atributo humano, agia como se fosse um robô sem emoções. O que ele pretendia era aceder ao cérebro dos homens e retirá-los, mas isso há muito que não o incomodava. que daí até conseguir instalar um sistema de luz azul na massa cinzenta foram apenas umas horas. A última coisa a fazer era pendurá-los no tecto, como se fossem candeeiros, o que foi bastante mais rápido do que o previsto. Agora era só deixar pistas à mão de semear e voltar a ir embora. Dessa vez não deixaria nenhum recado, apenas um vídeo que sabia que iria enfurecer Taehyung e humilhar Jimin.

Por falar no casal, o mesmo estava no funeral do pai de Jimin, uma semana depois do corpo ser recuperado na Suíça. Não estavam muitas pessoas, apenas família e amigos mais próximos. Era uma cerimónia um tanto agitada, minada se seguranças e forças de segurança. Que ridículo, pensava Jeon, de regresso à Coréia e a ver tudo atrás de uma árvore. Jimin chorava no ombro de Taehyung, com uma grande barriga.

Mesmo dali conseguiu ver o seu Jimin. Sabia que estava tudo bem com ele e com as suas filhas. Jimin já sentia as meninas mexerem-se muito e conversava com elas largos minutos num tom dócil e materno, o tom que sabia ser aquele que iria ouvir consigo em breve... Desse por onde desse. Cada vez maia convencia-se que a sua ideia tinha sido uma muito boa ideia, afinal Jimin fora feito para ser pai, mais do que uma vez... Esses eram os pensamentos de Jeon, que mesmo àquela distância conseguia ver que provavelmente o seu gatinho não iria até ao final da gravidez, as suas filhas iriam nascer um pouco antes. Sabia isso, porque a barriga já estava muito descida. Talvez mais um mês e as bebés nasciam. Em breve chamariam a uma nova casa lar... Entretanto, não conseguiu evitar sorrir sádico ao ver os seios demarcadamente maiores, anca alargada e rabo ainda mais cheio,  redondo e empinado de Jimin. Em breve, muito em breve.

A sua última vítima encontrava-se bem ali, no funeral, mas primeiro queria que a polícia chegasse aos presentes deixados na cabana. Mal podia esperar para descobrir as reações, Jeon parecia uma criança curiosa, só que nada inocente.

Não demorou muitas horas a que a polícia brasileira seguisse os rastos que deixou. Patético! Como é que achavam que alguém como ele se descuidava assim? Tudo o que teve de fazer foi simular movimentos com o seu cartão multibanco, em seu nome, num bilhete de avião para o Brasil e numa viagem de táxi até à zona. Depois deixou algumas pegadas pela floresta. Tão simples... Tão fácil...

Os seus planos não envolviam, porém, um acontecimento tão singular como um polícia das forças especiais ser corrupto. O seu plano não envolvia uma humilhação àquela escala, porém não se podia queixar, tudo tinha ficado mais interessante. Ainda não tinham tido tempo de acabar de recolher alguns indícios e o vídeo que Jeon deixara já circulava nas redes sociais. Parecia que tinha um admirador... Interessante. Cheirava a oportunidade e novas alianças ou talvez brincasse um pouco com o homem amador e fascinado. Até lá esperaria para ver os próximos movimentos.

Numa questão de minutos, Taehyung recebeu uma notificação também no seu telemóvel. No início ignorou, ele recebia milhares de notificações por dia, ser nomeado o homem mais bonito do mundo tinha as suas desvantagens. As pessoas não sentiam vergonha pelos conteúdos que enviavam? E a exposição?

Eventualmente grunhiu de irritação e parou de preparar o lanche para o seu Mochi esfomeado e abatido. A tarde tinha sido bastante difícil, entre os abutres dos jornalistas (e paparazzi) e o misto de sentimentos dos presentes no funeral... Viesse o diabo e escolhesse. Por um lado havia um ressentimento com o homem que abandonou a sua família nas horas mais difíceis, mas depois todos concordavam que a sua morte tinha sido mais do que cruel. Jimin e a sua Omma viram-se no centro de atenções que não queriam ver voltadas para si. Para piorar tudo, a dificuldade em entender a situação do seu marido irritava-o ainda mais. Talvez por isso se tenha chateado algumas vezes e mandado calar alguém muito mesquinho e de mente muito quadrada e pequena, que não tinha noção do sofrimento pelo qual o seu familiar ou amigo de família passara. No fim, Taehyung sentiu-se aliviado por ter sido apenas algumas horas. Ainda bem que a sua família não era deveras assim.

- Tae, o que se passa?

- Não sei, estou farto de receber notificações e... A minha irmã enviou-me um mail. Se calhar voltou a enganar-se e em vez de enviar para ti enviou para mim as fotos dos berços de que falou contigo. - Jimin, apenas de camisa e calcinhas vestidas, abraçou o tronco de Taehyung por detrás, com o ipad na mão. - Cheiras bem, amor.

- Obrigado, usei o teu gel de banho. Daddy...

Taehyung parou nesse mesmo instante. Adorava o seu novo apelido. Se não tivesse lido a palavra urgente no assunto do mail... De certo que teria assaltado os lábios, pescoço e clavícula do marido manhoso e carente.

- Pequeno, adorava de brincar agora contigo mas há qualquer coisa estranha a acontecer. Não foi a engano. - Jimin parou de imediato os beijinhos que depositava no pescoço de Taehyung e pôs-se ao lado do amado. - Estou preocupado.

E abriu o email, com poucas palavras escritas, mas com um vídeo anexado: "Tae, não queria ser eu a ter que enviar isto, mas... Todos já sabem, está por todo o lado. Lamento imenso". Assustado e sem perceber o que se estava da facto a passar abriu o vídeo. Os seus olhos e coração iam-se partindo junto com o vidro do aparelho eletrónico. Era um vídeo de... de Jeon a... Violentar Jimin, cheio de marcas e a sangrar.

Bastaram alguns segundos para que Taehyung lançasse o ipad contra a parede. O menor só não caiu porque foi agarrado. As dores que sentiu no baixo ventre quase que o cegaram e o fizeram perder a cabeça. A última vez que se sentira assim quase que perdeu as suas meninas. Mas agora era mais do que isso, a sua bolsa de líquido amniótico rebentou e sentia tantas contrações que achava que morreria de dores. Tinha chegado a hora!

- Tae, eu não aguento mais! Estou cheio de dores! Ajuda-me. É agora!



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