História Fake Love - Attraction The Series - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin)
Tags Jikook, Vmin
Visualizações 87
Palavras 1.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo III


Fanfic / Fanfiction Fake Love - Attraction The Series - Capítulo 4 - Capítulo III

Mesmo depois de um dia tão cansativo, mesmo depois de desejar adormecer e ter um sono sem sonhos ou pesadelos, o sono teimava em chegar. Era assim desde que tinha acordado do coma e desde que tinha sido resgatado da ilha, era como se o meu corpo não quizesse adormecer, com medo de não acordar nos braços do Taehyung, há muito adormecido e a respirar profundamente na curvatura do meu pescoço, com os braços envolta da minha barriga. Pensei em inúmeros cenários impossíveis e fantasiosos, pensei em nada em concreto e pensei que nada resultava. Ao final de uma hora desesperante, decidi fazer uso do meu último recurso, o chocolate quente – a bebida milagrosa anti insónias. Levantei-me, cuidadoso para não acordar o Tae, e dirigime para a cozinha.

Ao abrir um dos armários altos senti um arrepio passar por todo o meu corpo, como um vento repentino gélido. As terriveis memórias dos eventos da ilha atormentavam demasiadas vezes, mais do que aquelas que admitia para qualquer outra pessoa. Por vezes jurava ver o senhor Jeon atrás de mim, quando me via ao espelho. Por vezes, via o seu fantasma no jardim… Mas depois recordava-me que ninguém estava lá e era tudo produto da minha mente traumatizada. Mesmo assim, para descansar o meu querido, adorável e primitivo cérebro reptiliano, virei-me para trás para verificar se estava tudo bem. Além dos objectos habituais nada estava fora do sítio, ninguém além de mim estava naquela cozinha. Revirei os olhos por estar a perder tempo com tal parvoíce, e voltei à minha tarefa. Pior decisão da minha vida.

Mal me pus em biquinhos dos pés e agarrei na chávena com desenhos de um filme de animação da Disney, pela visão periférica vi-o encostado à porta da dispensa, de braços cruzados a olhar intensamente para mim. Sacudi a cabeça e apercebi-me que era mais uma das artimanhas da minha mente, por isso virei-me para a bancada de novo… Até ouvir o som de passos e ver uma sombra pelo canto do meu olho. Não! Era demasiado real!

Tentei fingir que não tinha visto nada e pousei a chávena na bancada de granito preta. Com as mãos a tremelicarem abri a gaveta do talher e tirei uma faca das grandes. Com cautela virei-me para trás, frenete a frente com o senhor Jeon, e adotei uma postura defensiva. No meio da luz fraca que vinha do candeeiro, só percebi o sorriso sádico que ocupou as suas expressões faciais, totalmente descobertas.

- Baixe a faca. – Falou rude e com total autoridade na voz. Eu acenei que não com a cabeça e olhei em volta à procura do telemóvel que tinha deixado algures na bancada. – Tudo bem…

Descruzou os braços e caminhou na minha direção, passo após passo. Fui recuando até bater com as costas no frigorífico e a faca que tinha na mão ser-me retirada e apontada ao pescoço, deixando-me totalmente imobilizado e horrorizado. Era agora não era? Era agora que eu ia morrer! Era agora que iria ficar a não sei quantos metros do solo, a ser comido por bichos, se isso importasse… Com os braços tentei proteger a minha barriga, em primeiro estavam as minhas bebés, as minhas filhas. Fechei os olhos com força e tentei me teletransportar para uma dimensão da minha imaginação perfeita, para o cenário mais feliz e utópico. Recusava-me a morrer a olhar para aquele homicida e a pensar no medo de morrer. A ideia pareceu-me boa até sentir a lâmina afiada da faca rasgar a pele sensível e calva do meu pescoço numa tortura lenta. Queria gritar de agonia, contudo tal era impossível, se o fizesse podia ser o meu fim definitivo e das crianças na minha barriga.

E de um momento para o outro a tortura cessou. Aquele homem sem sentimentos e emoções tapou com uma das mãos a zona que com certeza sangrava e com a outra a minha boca.

- Eu disse para baixar a faca… Diga-me Jimin, como estão as nossas filhas? Eu disse que ficaria lindo assim, com a barriga cheia dos meus filhos, bem redondinha… Incrível, não? Logo na primeira vez e gémeas, duas meninas. E como você ficou mais gostoso com os seios a crescerem, os bicos dos mamilos mais sensíveis, prontos para darem de mamar. As suas ancas. Olhe para as suas ancas e coxas, tão fartas e lisinhas. Ontem parecia bastante esfomeado e carente. Era o toque do Tehyung ou o meu que ansiava? – Senti a sua mão deslizar até à camisa e puxar o tecido para cima, deixando ao descoberto a minha lingerie e barriga. – Eu vou voltar…

E do nada quem estava ali à minha frente era o Taehyung, a chamar-me e abanar-me desesperado.

- Jimin, amor, o que se passa? Jimin? Consegues ouvir-me?

- Tae? – Perguntei confuso, assustado e com o coração aos saltos, finalmente conseguindo focar-me nos seus olhos, quando verificava antes todo o espaço à nossa volta. Ele tinha estado ali e tinha escapado de novo! – Tae, o Jungkook… ele esteve aqui!

- Mochi, está tudo bem. – Aninhou-me nos seus braços enquanto eu chorava e soluçava. Como é que podia estar tão calmo de repente. Aquele monstro tinha entrado na nossa casa, já o tinha feito antes! – Foi apenas uma ilusão tua, eu estive aqui o tempo todo. Vamos, magoaste-te com a faca nos dedos, eu não conseguia tirar-ta e quando tentei tu cortaste-te. 

Olhei para a sua mão que desinfetava um corte que fazia o meu dedo indicador e do meio, grande e a jorrar sangue para o chão e roupas. Eu… mas eu tinha-me cortado também no pescoço! Ele precisava de cuidar do corte no pescoço! Levei os dedos à zona e nada, nem uma gota de sangue, nenhum corte… O que é que se estava a passar? Eu estava a ficar confuso, muito confuso.

- Jimin, que tal irmos comer qualquer coisa? Vamos tomar o pequeno-almoço no jardim, já é de dia, talvez te ajude apanhares ar fresco. – De dia… Olhei pela janela e um lindo dia ensolarado se levantava com todo o esplendor, algumas andorinhas a passear pelo céu. Tinha perdido a noção do tempo. – Também vou contactar um psicólogo ou psicóloga, já o devia de ter feito E talvez seja boa ideia parares um pouquinho anjo, o Hoseok e o Jin disseram-me que tens estado muito stressado com os preparativos do casamento.

Não acreditava em mim. Eu sabia o que tinha acontecido…

- Mas Tae, tu trabalhas o dia inteiro e é já daqui a duas semanas o casamento. – Fiz um beicinho, a tentar esquecer tudo o que se passara naquela cozinha há uns minutos. – Eu tenho fome, as nossas filhas têm fome!

- Com certeza, senhor Park. Ninguém o quer ver chateado por causa de comida. Vou mandar preparar tudo o que tu gostas. Que tal ires vestir outra coisa, porque  colado a mim desse jeito, contra a parede, eu vou ficar com um grave problema em conseguir resistir à tentação. 



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