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História FAKE LOVE, Teddy Lupin - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Chapter Two: The Banquet


Fanfic / Fanfiction FAKE LOVE, Teddy Lupin - Capítulo 2 - Chapter Two: The Banquet

QUANDO adentrou no Salão Principal, Violet se separou de sua irmã — que foi para a mesa da Lufa-Lufa — e seguiu para a mesa de sua casa, Grifinória. Acompanhada de Roxanne, que vinha conversando animadamente sobre como estava ansiosa para o que iria surgir no nesse novo ano que estava iniciando. A menina de cabelos negros estava distraida apesar de tudo, perdida em seu proprio pensamentos, ela só retornou a realidade quando Roxanne tocou em seu ombro, perguntando se ela estava bem.


— Estou ótima. — sorriu a Dursley, colocando sua mão em cima da mão da Weasley — O que você disse mesmo ?


— Eu perguntei se você tinha ideia do que poderia ser as vestes a rigor que pediram na lista de material deste ano. — a de cabelos castanhos repetiu para a amiga, enquanto as duas se sentaram na mesa da Grifinória, ao lado de Rose Weasley e na frente de James Potter.


— Talvez os mesmos bailes de sempre. — Violet deu de ombros. 


Assim que iniciou seus estudos em Hogwarts, descobriu que a atual diretora — Minerva McGonagall — havia implantado alguns eventos, para de acordo com a mesma, comemorar os dias de paz; Alguns destes era o baile celestial — ao menos fora esse o nome que recebeu no ano passado, pelo o que a menina se lembrava — que ocorria normalmente na primavera.

Violet nunca havia ido ao baile e tinha seus motivos; um desses era o fato de quase ninguém lhe convidar para ir, além da garota achar a ideia de um baile totalmente idiota. E mesmo com as vestes para o baile dentro de seu malão, ela sempre se negava a ir.


— Talvez, — desta vez foi a outra que deu de ombros — mas na lista pedia dois. E desta vez, você vai.


— Claro que não. — a Dursley falou alto, tentando se sobressair sobre o som das palmas quando Lily Potter foi selecionada para a Grifinória, em questão de segundo ela arregalou os olhos, mas voltou a sua expressão anterior em poucos segundos — E nem adianta insistir.


— Violet, por favor…


— Não. — a garota persistiu — Só um milagre para me fazer ir ao baile esse ano. 


Rose, que estava ao lado das meninas e não havia falado nada até o momento, começou a tossir repetidamente, chamando a atenção das outras duas, que ajudaram a mesma no mesmo instante. 


— O que houve ? — questionou Roxanne, com uma expressão de susto. 


— Hugo foi selecionado para a Corvinal. — a Dursley olhou para a mesa ao lado e encontrou o primeiranista, apertando a mão de alguns corvinos, que comemoravam a entrada de um novo membro em sua casa. 


— Nem é tão mal assim. — disse James, com o rosto apoiado na mão; o mesmo indicou em direção a última mesa do grande salão e disse: — Meu irmão é da Sonserina e nem por isso estou com todo esse drama.


No mesmo instante, James e Rose deram início a um tipo de discussão em voz baixa, mas que algumas vezes se exaltava. A Weasley falava, que, por conta dos pais terem sido da Grifinória, ela e o irmão deveriam ser da mesma casa; enquanto o Potter, dizia que apesar de tudo, cada um ia para as casa de acordo com sua personalidade e não pela a dos pais.


Violet observou o Potter a sua frente por alguns segundos e se perguntou como uma pessoa poderia ser tão perfeita — ela definitivamente não conseguia encontrar uma palavra melhor para definir. Na verdade, a menina não achava que James era “perfeito”, quer dizer, ele era apanhador do time da Grifinória, filho dos famosos Harry e Gina Potter — o eleito e da melhor artilheira que o time das Harpias já teve na última década —, todos esses fatores e muitos mais outros que vinham do próprio menino, tornavam o mesmo irresistível para a maioria das garotas; principalmente as garotas do primeiro ao terceiro ano.

Violet Dursley não poderia negar, já teve uma grande queda por James, porém, quando descobriu que Amy Dursley — sua própria irmã — estava namorando com o Potter, o penhasco que a mais velha tinha pelo menino se transformou em uma pequena queda, a qual a mesma tenta esconder de todos.


A garota saiu de seus devaneios quando notou que duas pessoas a observavam. Imaginou ser qualquer uma — talvez Roxanne, Lily ou Rose — mas quando desviou o olhar de James — ela se amaldiçoou por ter olhando tanto tempo para o garoto — e encontra o olhar das pessoas, viu duas meninas primeiranistas a observando e em pausa de alguns segundos, cochichando entre si e dando risadinhas baixas.


Aquilo era estranho e no fundo, ela sentiu que algo daria errado. 

Mas ignorou seus pensamentos e observou a diretora Minerva chamar a atenção dos alunos para dar início a seu discurso de início de ano.


━────── ❖ ──────━


Teddy teve o pior início de ano — em sua opinião e ao que se lembrava — até o momento. Ainda no Expresso Hogwarts, o rapaz deve a infelicidade — ou felicidade se ele tivesse parado para observar a situação de um outro ângulo — de ter dividido a cabine com Victorie Weasley — e sua irmã, Dominique —, sua paixão platônica desde o segundo ano. 

Alguns anos atrás, através de Dominique, o Lupin havia descoberto que a outra garota estava lentamente correspondendo seus sentimentos, mas tudo foi por água abaixo a algumas horas atrás, quando a própria Victorie revelou que estava saindo com um garoto da Corvinal. 

Teddy afundou as mãos nos cabelos, pensando seriamente em fazer alguém plano maluco para tentar inevitavelmente conquistar a sua amada Victorie. Distraído, o garoto só retornou a si quando sentiu um empurrão de leve em seu ombro; olhou para o lado e deu de cara com Lorcan Scamander lhe observando com uma face de curiosidade. 


— 'Tá tudo bem, cara ? — perguntou o garoto, levando a mão à testa do Lupin, fazendo uma menção a medir a temperatura. 


— É estresse do último ano. — uma voz feminina surgiu do outro lado do metamorfomago, o mesmo olhou para o outro lado e encontrou Amy Dursley.


— Não é nada disso, pessoal. — ele balançou as mãos, tentando fazer com que os dois não ligassem para ele. 


— Então, o que é ? — Lorcan questionou, enquanto arqueava uma sobrancelha.


— Bem...— todas as ideias de desculpas que o rapaz poderia dar sumiram de sua mente naquele mesmo instante. Ele, literalmente, foi salvo pela diretora, que iniciou seu discurso ali.


Minerva deu início ao seu discurso com o conhecido “bem-vindos” e a felicitação pelos novos alunos que haviam sido recém selecionados para suas casas.

Era de conhecimento da maioria — ao menos daqueles que tiveram pais que estudaram em Hogwarts antes da guerra — que Minerva tinha apreço e admiração pelo falecido diretor Dumbledore, tanto que se os alunos tivessem escutado alguém discurso do antigo diretor, iriam perceber que a atual diretora fazia discurso de início de ano semelhante ao do antigo. 

A diretora fez uma breve pausa, limpou a garganta — pelo o que os mais velhos sabiam, era um sinal de McGonagall para que recebesse a atenção de todos — e retornou a falar.


— Todos os alunos do quarto ano até o último devem ter notado o pedido de vestes a rigor extras que foram adicionada a lista de materiais necessários desde ano. — a voz firme da diretora ecoou pelo salão — Tenho noção de que devem ter se questionado o motivo do pedido extra na lista e irei lhes revelar agora. — um som de animação surgiu das quatro mesas de Hogwarts e com um aceno de mão da diretora, todos calaram-se novamente — Provavelmente nenhum de vocês deve ter conhecimento sobre um evento que ocorre dentro de nossa escola, chamado “Torneio das Casas”. — murmúrios correram por todo o salão. De fato, ninguém ali conhecia algo do tipo — O Torneio das Casas é um evento de jogos que ocorre entre as quatro casas de Hogwarts, sendo essas já conhecidas por vocês: Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa. O número de participantes por casa é no máximo dois, porém, é quase óbvio que o Cálice irá optar por aquele que ele considerar que tenha mais honra para representar sua casa. Saibam desde agora que apenas alunos do quinto, sexto e sétimo ano podem se inscrever. — Minerva provavelmente nunca viu aqueles alunos tão animados desde que revelará, no segundo ano, que os exames haviam sido adiados. Uma aluna da Sonserina perguntou sobre o baile, se alunos mais novos poderiam ir — Em relação ao baile, alunos mais novos poderão sim ir, contanto que estejam acompanhados de alunos mais velhos. 


A diretora finalizou seu discurso — revelando que o Cálice de Fogo, como era chamado, estaria localizado em uma sala vazia no final do segundo corredor e que ficaria disponibilizado para as inscrições durante uma semana e, obviamente, teria a linha de faixa etária, que permitiria apenas alunos do quinto, sexto e sétimo ano se inscreverem — e liberou que os pratos que estavam sobre a mesa se lotassem de comida e em seguida, tornou a sentar-se na mesa ao lado dos outros professores, deixando — praticamente — todos os alunos das quatro casas animados.


Enquanto seus colegas lufanos se animavam com a ideia de se inscrever para o torneio, Teddy se encolheu. 

Definitivamente, aquele vai ser um longo ano



  




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