História Fake Lxve - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Dylan Wang, IKON, Neo Culture Technology (NCT)
Personagens B.I, Bobby, Dylan Wang, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Taeyong
Tags Bangtan Boys (BTS), Drama, Kiznaiver, Mistério, Vhope
Visualizações 11
Palavras 945
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 6 - Perguntas


Fanfic / Fanfiction Fake Lxve - Capítulo 6 - Perguntas

                                         [07:30] 

 Seu corpo amanhecera ainda mais dolorido, já que havia levado uma surra no dia anterior, era de se esperar. Suas costelas doíam e seus olhos ardiam, consequência do choro a noite inteira. A ideia de ter uma arma direcionada a sua cabeça não era algo fácil de se aceitar. Woobin, o mordomo, chamou-o varias e varias vezes, porém Hoseok continuava de baixo da coberta. Não tinha motivos para ir as aulas. O mordomo desistira e se retirou do quarto, aproveitando o momento, se pôs a dormir novamente. 

 

                                      Dylan POV 

                                  [Dia anterior] 

 Era um saco. Taehyung era um saco. Ele só sabia reclamar e xingar. Não adiantava eu dizer nada. Depois de ter mandado eu sair da sala em que estava com Hoseok, o mais novo não parava um minuto de falar. Minha opinião não importava. 

 -Tae Tae! Pela milésima vez, Jung Hoseok não tem nada haver com aquilo. Além do mais, você é doido? Ia atirar nele na frente de todo mundo? -Perguntei, pegando a bola de basquete que estava jogando no chão da quadra. 

 -E importa? Atiraria nele em qualquer lugar. -Disse entre os dentes. Seu olhar parecia mais assustador que o normal. -Ou melhor dizendo, eu VOU atirar nele em qualquer lugar! 

 Nesse momento, Taehyung riu. Era uma risada maliciosa e sádica. Ele não parecia estar brincando. 

 -Você não vai encostar um dedo nele, tá me ouvindo? -O encarei. 

 -Hã??? Ele é o que agora? Sua putinha para estar defendendo assim? Saiba que eu tenho o prazer de foder ele com todas as minhas forças e em todos os sentidos. 

 De todas as vezes em que me provocou, nunca me importei de fato. Ele era debochado e fazia pouco caso com tudo. Porém, hoje não era um dia como os outros, tampouco alguém que eu não deveria me importar. Ele estava me desafiando. Eu joguei a bola na parede e caminhei até o garoto, o segurei pela gola da camisa, erguendo-o sem muita dificuldade. 

 -Olha aqui seu desgraçado, você esqueceu com quem tá falando? Não sou esses lixos que você fala qualquer merda e eles aceitam igual cachorrinhos. É melhor você ficar na sua. Tá ouvindo? 

 Soltei-o. Sua aura parecia menos densa. Havia o colocado em seu lugar. Ele sabia quem eu era e do que era capaz de fazer, e mesmo assim continuava a me provocar. O branco fez um estalo com a língua, baixou a cabeça e se retirou da sala a passos rápidos. Em TIOF, o mais forte predominava, e infelizmente ou felizmente eu era um dos que estavam no topo. Naquela ilha, a bondade era paga com violência. Pecados eram pagos com violência. Violência era paga com morte.  

 Esse assunto tinha me dado sono, então deitei ali mesmo, e na arquibancada adormeci. 

 

                                                 [Horas depois] 

 

 Quando me dei conta, já tinha amanhecido. O sol batia exatamente nos meus olhos. Aparentemente faria bastante calor, o que era um porre. Até andar me dava preguiça, seria uma boa desculpa para não ir as aulas, mesmo já estando no lugar. Alonguei-me e sai do local. Por algum motivo, me sentia desconfiado. Aquele sentimento era ruim, e por isso decidi ir a casa do Hoseok.  As folhas caíam sobre o lago sem vida, repleto de cinzas. O vento que soprava ao norte, bagunçava os fios alheios. O caminho era um tanto quanto silencioso. Ninguém ousava pisar por ali. A floresta era propriedade da família Jung, cujo poder sempre foi imenso. 

 Ao chegar a frente do enorme portão, me impressionei. Nada mudou. A grama verde, a cerca de madeira que percorria toda a extensão da casa, árvores centenárias expostas ao tempo e o que mais chamava atenção de qualquer um: duas esculturas, no canto do caminho de pedra. A primeira era um dragão com lindos detalhes,sua cor era fantástica. A segunda, era um demônio, provavelmente recebendo algum tipo de sacrifício, era de se arrepiar. Ambas esculturas tinham mais de dois metros. A frente da porta, dois seguranças. Eles eram enormes, como lutadores profissionais e portavam ambos um fuzil, mas pelo que conhecia da família Jung, haveriam mais pessoas protegendo a casa, Snipers. Toquei a campainha e sem demora o mordomo apareceu. Já nos conhecíamos, Woobin era extremamente educado e atencioso. Passamos pelos guardas e reparei que no mínimo mediam 2metros. Era assustador. Adentramos e fui cercado por perguntas. Woobin ofereceu comida, bebida e um quarto de hóspede. Recusei educadamente e perguntei por Hoseok. 

 -O jovem mestre ainda não se levantou. 

 -Claro, claro. -Digo subindo as escadas. Era óbvio que estaria abalado. Quem não ficaria? Dei três batidas na porta. -Hope, abre! Sou eu, Dylan. 

Bati mais algumas vezes, mas nada de respostas. 

 -Hope abre essa porra dessa porta antes que eu arrombe ela. 

 Não demorou para que ela fosse aberta. Hoseok estava com os olhos vermelhos, cabelo desgrenhado  e com o travesseiro na mão. O quarto estava todo bagunçado e seu olhar distante, não deveria ter dormido a noite. Já havia passado muito tempo desde a última vez que o vi. Ele estava tão bonito! 

 -Como você cresceu! -Disse. Me aproximei e o abracei. Hoseok estava mais alto que eu. Quando crianças, a diferença de tamanho era de quase 30cm. -Como você está? 

 Nos afastamos. Jung me encarou com um olhar frio antes de se sentar na beira da cama. 

 -O que está fazendo aqui? -Questionou pela segunda vez. Pelo visto, a pergunta não era direcionada ao fato de eu estar no quarto dele e sim ao que eu estava fazendo na Coréia. Ele parecia extremamente sério e ao mesmo tempo nervoso, já que coçava seus braços com certa força. 

 -Por onde começo? -Resmunguei e logo me joguei na cama. Seria uma longa conversa. 


Notas Finais




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