História Fake Smile - War Princess - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, EXO, G-Dragon, Mamamoo, Stray Kids
Personagens Hwasa, Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Jong-in (Kai), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Felix, Lisa, Lu Han (Luhan), Min Yoongi (Suga), Moonbyul, Oh Se-hun (Sehun), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Seo Chang-bin, Solar
Tags Imagine Bts
Visualizações 4
Palavras 2.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Científica, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - "Meio herói?"


Fanfic / Fanfiction Fake Smile - War Princess - Capítulo 2 - "Meio herói?"

“23 horas depois...”

— Ela ainda está dormindo?

— Sim, já faz quase 24 horas que ela está assim...

— Jungkook?? 

—Sim? 

—Tem certeza que não fez nada nela?

— Eu estava lá, vi que o Golden Maknae não fez nada.

Eu conseguia ouvir algumas vozes masculinas, e um frio em meu corpo, tinha algo duro e frio por de baixo de mim.

—Acho que ela acordou... Olha como pisca os olhos...

—Talvez ela esteja sonhando Hoseok

Abri meus olhos calmamente, vendo uma imagem um tanto embasada de sete garotos, ambos olhavam para mim. O que estava no meio eu já o tinha conhecido, era o misterioso de preto, os outros três em sua esquerda eram como uma espécie de escadinha, vinha primeiro um menor de pele bem clarinha, seus olhos eram caídos, sua expressão facial demostrava insatisfação, mas ele era muito fofo. O outro ao seu lado permanecia com um sorriso sexy para ser exata, vestido com uma regata, deixando seu bíceps à amostra, e os seus olhos davam a memória uma onça de tão ousados.

E subindo a escada, um maior me olhava sério, quase nem piscava os olhos, tinha cara de ser o mafioso, com seus cabelos caídos, onde pouco se via sua orelha, mas pelo que vi, era cheia de piercings.

No lado direito do misterioso, mais uma fileira de três rapazes me observava em silêncio. O primeiro era o mais alto de todos os outros garotos, seu olhar era amigável, sorria fechado destacando covinhas perfeitas, ele era muito magro, foi o único que me olhou de forma simpática. Encostado nele outro me olhava cheio de deboche, ele era muito lindo também, parecia mais um ator ou modelo, e seus lábios carnudos me chamaram bastante atenção.

— Vai continuar nos encarando? -indagou o misterioso, quando me fitava cheio de raiva.

— Sério? - respondi cheia de sinismo, eu queria chegar logo ao ponto. — Por que não deixamos de enrolação e vamos direto ao ponto? Hum?

— Gostei dela. - o menor respondeu sorridente, indo até mim e se agachando.

— Você sabe quem nós somos?

Sério? De todas as perguntas ele veio logo com essa? Como eu poderia saber? Se eu soubesse ele acha mesmo que eu continuaria nessa?

— Claro, que não sei. Mas... Vocês sabem quem eu sou. Não é verdade? - franzi um pouco minha testa.

— Sim. Claro que sabemos quem é você. Por favor nos deixem a sós. - o misterioso novamente ataca, dessa vez mandando os garotos saírem dali e me deixar a sós com ele.

O mesmo esperou que os rapazes saíssem, não fiquei muito a vontade com isso, parecia que com os outros garotos por perto eu estava mais segura, isso me agonizou um pouco.

— Então Sr.Bonitão o que quer comigo? - indaguei ousadamente, o confrontando mesmo fraca, esperando uma resposta brusca ou até mesmo grossa, mas ele me surpreendeu com o silêncio.

Ficando de costas por um longo momento em silêncio, fiquei inconformada, suspirando. Meu olhar ficou a correr aquela sala assombrosa naquele momento, o chão era frio, o piso preto tinha algumas rachaduras, o teto estava mofado, as paredes pareciam úmidas e a tintura estava descascada, aquele lugar parecia ter sido abandonado por muito tempo.

— Me chamo Taehyung, Kim Taehyung.

Novamente me surpreendendo, tomei quase um susto quando ele quebrou o silêncio.

—Taehyung: Você deve ter muitas dúvidas, não posso responder todas, mas... Serei gentil e irei tentar.

Meu estômago doía de fome, não sei que caralho ele tinha na cabeça ou do que se tratava tudo aquilo, eu só queria voltar a viver minha vida normal de antes.

—Taehyung: Eu, Namjoon, Seokjin, Yoongi, Hoseok, Jimin e o Jungkook, trabalhamos para sua mãe, você sabe quem é sua mãe?

Como eu não saberia? Minha mãe era a pior pessoa da face da Terra, sabe Hitler, Estaline, Leolpoldo, ela se encaixava exatamente nessa classe.

—Sim eu sei.

Anos após anos meu pai me contava histórias sobre minha mãe, ela era um monstro nas historinhas infantis, um pesadelo em meus sonhos, e a tragédia de minha vida, de tudo que meu pai me contava, o que eu mais temia era de um dia encontra-la.

—Taehyung: Sua mãe precisa de você, Moonbyul, a todos esses anos a única coisa que ela sonhava e amava mais do que o dinheiro era você, a filhinha de ouro.

—Bom... Pensando bem, agora mesmo já não sei de quem você fala.

—Taehyung: Me escute, a todos esses anos seu pai pode ter te contado coisas sobre ela, coisas ruins talvez, porém sua mãe é a mulher mais incrível que eu já conheci, ela está doente e precisa de você mais do que nunca.

Bravo! Bravo! Bravo! Quase me comovi com essa história, mas após anos ouvindo histórias sádicas e doentias de quem era minha mãe pelo meu pai, o Kim Taehyung acha mesmo que eu cairia naquele papo furado de doença? Afinal tanto ele, como aqueles garotos e minha mãe, não passam de desconhecidos.

—Taehyung: De acordo com os cálculos do médico, ela tem apenas duas semanas de vida para sobreviver.

— Por que está me contando tudo isso? E ainda mais agora? - arquiei minha sobrancelha, eu estava tão perplexa.

—Taehyung: Dois dias atrás eu e o Jin descobrimos que o maior desejo de sua mãe era de te conhecer, por isso te encontramos.

Tudo aquilo poderia ser um bando de blefes, minha mãe poderia realmente está doente, mas euperna.encontrava nenhum motivo daquela mulher querer me ver, não sem segundas intenções, na verdade nada se encaixava.

—Por quê?

Observei a testa do Kim Taehyung franzir com o meu "por quê?" ele parecia não entender ou se fingia de desentendido.

—Taehyung: Por quê o quê?

Respirei fundo pedindo paciência sem falar.

—Por quê ela deseja me ver? Não é meio sem sentido? Tudo na minha vida é um caos, parece até que eu sou azarada, até.... Até eu lembrar que sou filha da Malévola e ela faz de tudo para acabar com minha felicidade, não é estranho isso?

Novamente o vi se fazer de desentendido, confesso que ele atua bem, até na forma de passar a mão na nuca.

—Taehyung: Por isso que seria bom que vocês se encontrassem, não sou bom para responder certas perguntas, a melhor pessoa para te explicar e responder melhor seria sua mãe, me entende?

A quem eu queria enganar? Eu não estava entendendo bolufas de nada, sobre alguma hipótese fosse realmente bom conhecer pessoalmente minha mãe, vendo-a cara a cara, as coisas iriam ser exclarecidas melhor.

—Quando poderei vê-la?

Sorriu novamente, vindo em minha direção se agachou, ficando na minha altura, colocou um dos fios de meu cabelo atrás de minha orelha e acaraciou meu rosto, sua mão era bastante macia.

—Taehyung: Em breve. Você dormiu por quase um dia, não comeu, tomou banho nem bebeu água, você fede e tem olheiras fundas, assim que ficar mais saudável... E limpa, vai ver sua mãe.

Idiota, que vontade que tive de estapeia aquele garoto, o Kim Taehyung era definitivamente o filho do capiroto.

—Eu não estaria nessa situação se não fosse por você e seu amigo idiota.

—Taehyung: Quem? O Maknae? Você tem que aprender a se virá sozinha, se não ticesse desmaiado estaria agora em um hotel de luxo, eu não poderia te levar daquele jeito.

Ele se levantou e deu as costas, andando sutilmente até a porta, mas antes de sair.

—Taehyung: Se levante e me siga.

Mandão idiota, só ele que não percebia que eu estava fraca de mais para isso? Só em virar minha cabeça eu já sentia tontura, mas também não dei a ele o gostinho de que eu era fraca.

Tentei me apoiar nas paredes e no chão, pegando um pouco de impulso para ficar totalmente em pé.

—Taehyung: É tão lenta, se precisa de ajuda por quê tem que ser tão orgulhosa?

Fui me arrastando pelas paredes sem nem exitar na minha resposta que já estava na ponta da língua.

—Porque você tem que ser tão arrogante.

Terminei de falar passando em sua frente, tendo a visão de uma escadaria, e uma luz branca muito forte no início do lugar.

—Aonde estamos de verdade?

Perguntei sem olhar nos olhos do Taehyung, se ele visse meus olhos, iria logo perceber como eu estava insegura de subir aquelas escadas naquele estado.

—Taehyung: A parte de cima é um estacionamento, foi o único lugar que pensei em te trazer.

—Então, estamos no porão mofado de um estacionamento? Foi esse lugar que minha adorável mãe permitiu me trazer?

Aprovetei logo a oportunidade para dizer uma pequena verdade, e não economizei no sinismo e sarcasmo.

—Taehyung: Não, tenho certeza que se dependesse dela, um lixão seria muito mais confortável para você.

Olhei de imediato para o mesmo, vendo-o sorrir ladino. Chegando rapidamente próximo de mim, pegou-me pelas pernas, tentei lutar contra ele, mas eu estava fraca de mais.

—Me solta! Me solta! Aishhh!!

—Taehyung: Deixe de ser um pouco orgulhosa, se sinta privilegiada, não sou de carregar garotas em escadas, principalmente as pesadas.

—Aishhh!

Revirei meus olhos e me entreguei por toda para o mesmo, dando logo um fim naquela agonia. Ficando apenas a olhar a escada, enquanto ele subia os degraus.

Chegando no estacionamento ele me pôs no chão sem dizer uma única palavra, agarrou em meu pulso, puxando-me em direção a um carro Gol branco.

—Taehyung: Entra ai..

Abriu a porta para mim e fez sinal para que eu entrasse, fiquei um pouco desconfiada, só que não por muito tempo. Fui logo entrando no carro, e a poltrona era tão macia e acolchoada, que ficar sentada ali era como se meu corpo se dissolvesse.

—Aonde vamos agora?

Kim Taehyung estava sério novamente, colocou o seu cinto de segurança e o meu, deixando-me um pouco desconfortável, ele estava muito perto de meu rosto, sua respiração quente em minha pele, e seus olhos lindos concentrados me desconfigurava, mais que porra, não era para eu ter esses tipos de pensamentos. Desviei meu olhar para o teto do carro e ignorei o moreno da mesma maneira que ele me ignorava.

—Taehyung: Seja gentil, não seja rude.

Voltei meu olhar para o mesmo, fazendo nossos olhares se encontrar.

—Como?

—Taehyung: Com a sua mãe, tente ser mansa, ela ainda é sua mãe.

Me calei por alguns minutinhos observando o moreno ligar o carro e sair do estacionamento.

— Aqueles garotos, o que estavam com a gente, não vou mais ver eles?

Tentei puxar assunto, entretanto Taehyung mantia o olhar na pista, ele segurava o volante deixando a vista suas veias saltadas, e permanecia completamente concentrado no que fazia. Uma gota de suor deslizou por sua testa, realmente estava calor, era verão afinal, e aquele ambiente estava tão s-

—Taehyung: Pare de imaginar coisas estranhas.

—Como?

Desviei novamente o olhar do moreno, desta vez bem nervosa, ele me respondeu sem olhar, como se tivesse super poderes de teleparia ou lêsse pensamentos.

—Taehyung: Estamos chegando. Quando chegarmos, faça suas higienes normais, se alimente e vá dormir, não quero ter muiti trabalho com você.

Senti ele me olhar, mas continuei a olhar à paisagem na janela, além dos carros no retrovisor.

E não demorando muito para chegar, cerca de 3 minutos depois, Taehyung estacionou o carro na frente de uma enorme casa, e bem iluminada. Com tons bege e cinza na faixada.

—É a sua casa?

—Taehyung: Não, é dos meus pais, então não faça bagunça.

Eu já estava quase saturada das respostas curtas dele, mas assenti com a cabeça e sai do carro juntamente ao seu lado. Eperei o mesmo abrir a porta, notei como a casa era clássica, bem organizada e limpa, bem moderna.

—É uma bela casa, seus pais tem bom gosto.

Tirei meus sapatos e calcei uma das pantufas no sapateiro.

—Taehyung: Terminou de se calçar?

—Hum.

—Taehyung: Então me siga.

Fui caminhando atrás do maior que andava em passos largos e rápidos, era tão cansativo ter que segui-lo. Quando por fim ele para, abrindo uma nova porta, onde a primeira visão que tenho é de paredes lilás.

—Taehyung: Esse vai ser seu quarto essa noite, tem uma suíte ai dentro e umas peças de roupa, termine de se limpar e vestir e me encontre na cozinha.

Mal tive tempo de responder e o moreno já foi saindo, ele era muito ignorante, mas também o que eu esperava? Ele trabalha para minha mãe, é um mafioso.

—Aigooo!

Fui entrando sem vontade no quarto, meu corpo não tinha disposição nenhuma, e meu estômago além de doer, roncava como um animal selvagem. Eu tinha que me banhar e me vestir logo.

Tomei um banho rápido e eficaz, uma ducha ao certo, até que o Taehyung não estava errado, eu realmente fedia, mas, agora estou limpa e cheirosa.

Enrolada na toalha, procurei as peças de roupa que ele havia me falo, não encontrando nada além de roupas masculinas, mas que escolha eu tinha? Vesti aquilo mesmo, coloquei em meu corpo um moletom, e uma boxe que me caiu muito bem, como se fosse um short.

Sem calcinha e sutiã, sai do quarto nervosa e tímida, tentei fingir que não dava para ver nada, o moletom era grande de mais, eu quase não tenho peitos, seria normal, tirando a parte que meu quase seqüestrador é homem.

—Taehyung: Por quê ainda está ai?

Eu andava devagar, olhando todos os lados, estilo ninja, quando a voz grave do moreno aparece, congelando minha espinha.

—Fiquei procurando a cozinha...

Indaguei ainda de costas, não me atrevi a virar para ele.

—Taehyung: Está usando minha roupa?

Uê? Só tinha esse tipo de roupa o que ele queria? Esse jeito confuso do Taehyung já tinha me tirado a paciência. Onde me virei para ele por completa, o fitando intensamente,  meu olhar o penetrava o dele.

— Olha só Kim Taehyung, não vou mais tolerar seus joguinhos, se tinha uma roupa para eu vestir, você mesmo devia ter me mostrado, ao invés de ficar bancando o macho alfa.

—Taehyung: Pensei ter sido claro ao falar que eu não queria ter trabalho com você, mas pelo jeito eu estava errado.

O mesmo respirou fundo e passou reto por minha frente, deveria está indo para cozinha, então o segui.

—Vai ficar de novo me dando gelo? Por que você faz isso em?

Enquanto eu falava ele mechia em algumas panelas, fazendo subir um cheiro maravilhoso de sopa.

—Taehyung: Você fala de mais, sua voz me faz doer a cabeça.

—Aishhh! 

Revirei meus olhos e me aproximei do maior, dessa vez eu iria dar um soco nele, nem que eu caísse ali no chão por fraqueza. E quando supendi minha mão, com o punho formado para o soco, a parte larga do moletom ficou enganchada em um fiapo de madeira lascada do armário, tentando puxar meu braço, perdi o equilíbrio, batendo-me na panela, Taehyung me agarrou neste exato momento para que eu não caísse, e toda a sopa derramou em sua perna.


Notas Finais


Gente espero que vocês estejam gostando da história :))


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