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História Falha no sistema - Capítulo 1


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Notas do Autor


Hehehe espero que gostem, para descontrair o clima pesado, espero que riam...

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Falha no sistema - Capítulo 1 - Prólogo.

Meu nome é (s/n). É, mais uma (s/n), normal e repetitiva. E daí? 

Sou Otaku desde que me conheço por gente. Enquanto minhas amigas estavam brincando com Barbies ou colecionando Monster Highs, EU estava jogando Beyblade com os meninos que elas chamavam de nojentos. Engraçado é que depois disso, os meninos cresceram e elas correram para cima deles.

Tenho muito azar no amor. Sério. Além de ser uma viciada em animes e uma fujoshi de carteirinha, sou azarada no quesito companhias amorosas. As únicas pessoas perfeitas que eu encontrei até hoje, NÃO EXISTEM.

E o que é que otakus fazem quando estão frustrados? Isso mesmo! Maratonam animes.

Agora estou no sofá da minha casa, comendo meu terceiro pacote de Doritos e olhando Noragami. Yato está sentado no chão, e Hyori oferece um guarda chuva para ele

– Por que esse tipo de coisa só acontece em animes? – pergunto, jogando o pacote vazio de Doritos pelo ar. Nem sei onde foi parar. Dou pause no anime, pego minhas pantufas e vou até a cozinha pegar um sorvete de flocos pela metade. Começo a comer o dito cujo, mas quando me viro, não encontro mais a minha casa.

Encaro aquela sala desconhecida novamente, certa de que estou vendo coisas. Porém a sala estranha continua lá.

– Meu Deus... – murmuro, chegando mais perto.

O problema, não é a minha sala, pois a sala ainda é a mesma. O problema é que de repente ela está arrumada e limpa. É um milagre! 

– Quem quer que seja o duende que limpou a minha sala, obrigada! – digo, sorrindo e me jogando no sofá. Largo o sorvete ao meu lado e procuro o controle para dar play. Porém quando olho para a televisão, me decepciono. – Poxa, para que desligar meu anime cara? Eu tava olhando, que saco. – jogo o controle no sofá, com raiva.

E repentinamente, dois meninos caem rolando da minha escada que desce para a sala. Ambos aparentemente estão brigando, um loiro e outro... Com os cabelos verdes.

– SEU DESGRAÇADO NERD DE MERDA! – grita o loiro, batendo no de cabelos verdes. Eles estão de uniforme escolar.

– Kacchan! Se acalme!

– CALA A BOCA, DEKU! – grita ele, e eu infelizmente começo a rir. Ambos param de trocar socos, e olham para mim, que estou no sofá rindo.

– Desculpa, desculpa. – digo, recuperando o fôlego. – É que a atuação de vocês fazendo Cosplay de Katsuki e Izuku é muito boa. – digo, tirando uma lágrima do olho. Ambos ainda me olham perplexos. – Porém o que eu queria saber mesmo, é: o que dois meninos usando Cosplay estão fazendo na minha casa? – pergunto, e o loiro chega perto de mim me encarando.

– Cosplay? – pergunta ele, soltando pequenas explosões pelas mãos. Fico de boca aberta.

– Nossa, como você conseguiu imitar até as explosões dele?! – pergunto, virando e revirando a mão do loiro tentando achar o dispositivo que cria essas mini explosões.

– Você me deixa puto. – fala ele, puxando a sua mão do meu alcance.

– Como é seu nome? – pergunto para ambos, que me encaram. – O que foi? Eu tô assistindo animes, e DO NADA dois caras caem rolando da minha escada. O mínimo que eu tinha que fazer era chamar a polícia, mas não estou fazendo isso, porque vocês parecem ser apenas dois estudantes fazendo Cosplay de um anime que eu amo. Vamos, desembuchem. O nome de vocês.

– Prazer em te conhecer! Meu nome é Izuku Midoriya, e aquele é Katsuki Bakugo. Desculpe pelos gritos dele. – diz o tal "Midoriya", coçando a nuca.

– Tá bom, então eu sou a Mary Jane. – digo, sarcástica.

– Muito prazer, Mary Jane. – diz "Midoriya", se curvando. Reviro os olhos, pegando meu celular e discando o número da polícia.

"Este número está desligado, ou fora da área de cober..."

– Merda. – exclamo, ligando para a polícia de novo. Saio para fora para ver se tem algum sinal, e levo um susto. Há uma espécie de parede gelatinosa roxa em volta de toda minha casa.

"Este número está desligado, ou fora da..."

– Eu já ouvi, porra. – digo, desligando o aparelho com raiva. Chego perto da parede, e quando encosto nela, sou jogada para trás.

– Mary Jane! – exclama o "Midoriya", que vem correndo me ajudar, enquanto o "Katsuki" percebe a parede roxa e começa a tentar explodir a cuja. Meu Deus, eu fui chamada de Mary Jane de verdade.

– Você é idiota ou o quê? – pergunto, levantando. O cara de cabelo verde tenta me ajudar, mas recebe um tapa. – Não encosta! E meu nome não é Mary Jane, aquilo foi sarcasmo. – digo, limpando minhas roupas.

– Aquela barreira não dá para destruir. Ela absorve todas as minhas explosões. – grita o tal Katsuki. E de repente percebo que a voz deles é igual a dos personagens. E as roupas. E as ações. E - droga - não dá para fingir aquelas explosões.

– Aí meu Deus. Vocês são o Deku e o Kacchan.

– É o que eu estava dizendo antes.

– AI MEU DEUS. – digo, entrando em pane. Agarro os braços do Deku, aperto seu rosto e levando do chão como uma lunática, entrando na minha casa. – Eu devo estar sonhando. Isso não é possível. Parece uma fanfic zoada. – Olho para as escadas, que estão... Congeladas? O meu cérebro está trabalhando rápido demais, enquanto eu tento entender de onde vem aquele gelo. Começo a subir as escadas para o segundo andar.

Chegando no segundo andar, encontro uma cena muito estranha.

Todoroki está sendo imobilizado por Yuno e Asta, Naruto e Sasuke estão brigando, enquanto Hyori está ao lado de Yukine, que segura o corpo desmaiado da moça em seu colo. Yato está PENDURADO NA CORTINA, e Hinata e Kageyama estão escondidos.

– QUE BAGUNÇA É ESSA NA MINHA CASA?! – exclamo, e todos param o que estão fazendo para me encarar. – TODOROKI, DESCONGELA A PERNA DO MENINO ASTA, PELO AMOR DE DEUS.

– Quem é você? – perguntam Kageyama e Sasuke ao mesmo tempo.

– A dona da casa que vocês estão DESTRUINDO! – grito, colocando as mãos na cabeça. – Yato, por favor, dá para descer da cortina? Todoroki, dá para descongelar a minha casa? – pergunto, entrando recinto a dentro. – Naruto e Asta, TIREM O DEMONIO DO CORPO. E PAREM DE TENTAR COMETER UM HOMICÍDIO DENTRO DA MINHA CASA! – grito, e a casa fica toda em silêncio. Todoroki descongela a perna de Asta, e devagar, o demônio sai do corpo dele. Naruto e Sasuke também se acalmam, mandando os capirotos passearem. Yato vai descendo da cortina devagar, e logo, todos ficam quietos me encarando. Esperando que eu fale alguma coisa.

– Mary Jane! – grita Katsuki, vindo da parte de baixo da casa.

– Meu nome não é Mary Jane, seu cabelinho de espeto! – grito de volta. Deku e Bakugo sobem as escadas, mas travam ao ver todo mundo ali.

– Meio a meio? – pergunta Bakugo. – Seu cuzão, o que está fazendo aqui? – pergunta ele, gritando com Todoroki e partindo para cima dele.

– Escuta aqui, Bakugo! – digo, entrando no meio dos dois. – Essa é minha casa. Não sei o que vocês estão fazendo aqui, mas pelo amor de Deus, parem de quebrar as coisas e de se socar!

– Eu nem sei o seu nome, pirralha. Você acha que manda em mim? – pergunta ele, me ameaçando.

– Ugh. Queria poder te dar um socão agora, Katsuki. – digo, e de repente, eu REALMENTE dou um socão nele, que voa para a parede. – MEU DEUS. – digo, olhando para minha mão e depois para Bakugo.

– Deus a jato! Serviço fácil, rápido e confiável! – diz Yato, aparecendo em minha frente. Encaro-o. – Não foi uma boa hora? 

– Eu acordo depressiva, vou maratonar animes e comer porcaria. Do nada, eu encontro dois caras caindo da minha escada. Ligo para a polícia, mas ela não atende, então vou ver se eu não estou sem sinal. Quando saio de casa, tem uma amoeba roxa gigante em volta da minha casa, eu não posso nem pedir uma pizza. De repente, eu subo para o segundo andar, e lá tem várias pessoas tentando se matar e/ou destruir meu lar doce lar. – digo, tentando não pirar. – COMO QUE ESSA VAI SER UMA BOA HORA, YATO-SAN? – pergunto, e Yato vai saindo de fininho para não me irritar.

– UOOOWW, como você fez isso?! – pergunta Hinata, chegando perto da mim, seguido por Kageyama.

– Também não sei, mas acho que se o Katsuki ainda não me matou, é porque ele desmaiou com meu soco. – digo, observando Midoriya socorrer o semi-morto Kacchan.

– Aquilo foi incrível, ttebayo! – grita Naruto, vindo para perto de mim, seguido de Sasuke.

– Sim, sim! Foi tipo: booom! E daí ele fez: crack! Na parede, e daí eu fiquei tipo: UOOOOOWW – grita Asta, fazendo vários gestos com as mãos. Yuno da um soco na cabeça do menor.

– Obrigada? – pergunto, rindo. Há pouco tempo eles estavam cometendo homicídio coletivo aqui em cima, e agora já estão amiguinhos. – Vou lá ver como estão os outros, depois... A gente discute o que fazer.

Sorrio para eles, e saio de perto dos mesmos. Meu Deus. Eu vou pirar. Eu tô conhecendo eles de verdade? Deve ser um sonho.

– Oi. – digo para Hyori, Yukine e Yato. – Querem uma cama para deixar o corpo da Hyori enquanto ela está fora dele? – pergunto.

– Acho que não preci...

– Sim! Obrigado! – diz Yato, interrompendo Hyori. Ela o olha feio, mas ele nem percebe. Yukine levanta, com o corpo de Hyori em seu colo.

– Onde eu posso deixar o corpo dela? – pergunta ele.

– No meu quarto. Venha comigo. – digo, indo para o outro lado do corredor. Porém, me assusto novamente. – Minha casa não tem tantos quartos. – digo, abrindo um por um. Cada um tem um tema ou decoração diferente. Encontro um quarto rosa. – Pode deixar ela aqui, por enquanto. Eu não faço a mínima ideia do que está acontecendo, mas tudo bem. O que é um peido para quem já está cagado?


***


E assim, começou a temporada dentro da minha casa, com os personagens que eu tanto amo.




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