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História Fall. - Capítulo 15


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Notas do Autor


Oie gente, tudo bem?
Cheguei com mais um capítulo! Essa semana ainda tem cap. extra, então, aguardem!

Boa leitura!

Capítulo 15 - Recomeço


31 DE DEZEMBRO DE 1998

O passos eram macios pela neve acumulada no grande jardim em frente à mansão. Hermione abraçava o próprio corpo contra o frio, já que apenas a sua roupa de inverno não era suficiente para aquelas horas da manhã.

Naqueles dias como hóspede, ela descobriu que gostava muito do espaço aberto que tinha acesso na casa do namorado. Ele mesmo caminhou com ela por ali nas duas manhãs que acordaram juntos, mas naquela em especial Hermione não quis acordá-lo, viu que ele ainda dormia pesado e não podia culpa-lo, considerando a noite longa que tiveram. Ela sorriu e sentiu o corpo responder à lembrança dos braços dele cercando-a na cama, e de como ele pintava seu corpo nu e descoberto com a ponta dos dedos, como se guardasse cada detalhe dela enquanto conversavam, para depois tirar o seu fôlego novamente.

Todo segundo era uma surpresa para Hermione na mansão. Narcisa a recebeu de braços abertos, deu espaço para que ela se instalasse como fosse melhor, foi sempre muito educada e até mesmo procurou agradar a nora preparando sua comida favorita no café da manhã, embora Hermione ainda pudesse ver um resquício de profunda tristeza nos detalhes.

Ela descobriu ali pessoas completamente diferente das que conheceu a vida inteira e encontrou na guerra. Draco era curioso, perguntava sobre o mundo trouxa, torcia o nariz e reclamava de uma coisa ou outra, o que na maioria das vezes arrancava gargalhadas da castanha. No primeiro dia, ele a acompanhou em cada cômodo, era paciente, a amparava quando sentia o passado sombrio daquelas paredes a atingirem, trazendo os dolorosos momentos com Bellatrix à tona, e naquela mesma noite antes de caírem no sono, Hermione o ouviu sussurrar um apelo que a fez se aninhar em seu peito: "Desculpe por quem eu era."

Hermione lembrou da feição de imensa surpresa quando contou aquilo para Ginny no dia anterior. Na verdade, aquela era uma expressão recorrente quando o assunto era Draco Malfoy, visto que fora ele inclusive quem sugeriu à Hermione que convidasse a ruiva para uma tarde na mansão.

- Você tem amigos, Hermione. E tem privacidade aqui. Chame-a. – Ele disse enquanto tomavam o desjejum, vendo Narcisa assentir em concordância.

Assim como Hermione, Ginny foi muito bem vinda. Passaram a tarde na grande biblioteca, momento em que finalmente a castanha pôde compartilhar com detalhes o que estava acontecendo.

- Eu não acredito que estamos falando da mesma pessoa! – Ginny dizia.

- Acredite, estamos. – Hermione não conseguia conter o sorriso.

- Então... Ele é tão bom quanto os rumores em Hogwarts indicavam? – A ruiva piscou para a amiga, fazendo-a corar.

- É melhor. – Ela respondeu entre risos.

- Hermione Jean Granger!

Lembrar dos dias na mansão faziam o coração aquecer, e Hermione pôde fechar os olhos para sentir o vento gelado sem tremer de frio. Passos atrás de si chamaram a atenção, fazendo-a voltar para onde estava. Os olhos claros ainda sonolentos alcançaram os seus.

- Bom dia. – Ela disse com um sorriso.

- Bom dia. – Draco se aproximou a abraçando calorosamente – Por quê não me acordou também?

- Você parecia cansado, não quis te tirar do seu sono.

- Bem, uma parte disso é culpa sua. – Ele disse brincalhão, desfazendo o abraço.

- Não quer fazer mais? – Ela perguntou no mesmo tom zombeteiro, o encarando curiosa.

- Não se atreva a dizer um absurdo desses.

Hermione gargalhou com a resposta, sendo envolta pelo braço do namorado em seu ombro, trazendo-a para mais perto, esquentando seu corpo. Draco acompanhou a risada dela, a convidando para uma xícara de chá.

O dia passou rápido com os três preparando diversos detalhes para a íntima noite de festa.

- Isso é realmente necessário?

- É claro, querido. – Narcisa respondeu sem olhar para Draco, enquanto testava com sua varinha diversas cores diferentes para as cortinas do salão de jantar.

- Hermione...? – Ele buscou pelo reforço dela em sua dúvida.

- Nem mesmo tente, eu sempre adorei o final do ano, em casa adorávamos assistir aos fogos de artifício. – Respondeu a castanha, decorando a mesa de jantar e recebendo um olhar carinhoso de Narcisa – E você só precisou limpar o salão, não foi tão difícil não é?

- Está brincando? Minhas mãos estão ardendo! Achei que nunca mais precisaria limpar qualquer coisa desde os castigos de Filch.

Derrotado, Draco se levantou da cadeira na ponta da mesa, percebendo uma meia risada de Hermione.

- Está bem... – Ele continuou, dando um beijo carinhoso na têmpora da namorada – O que mais tenho que fazer?

Narcisa e Hermione formavam uma ótima e improvável dupla em decorações. O salão estava impecável, com adereços em dourado e prata, além de uma refeição deliciosa preparada pela mais velha.

Hermione insistiu em se aprontar no quarto de hóspedes apesar dos protestos de Draco. Enquanto se olhava no espelho preparando com a varinha um penteado simples para os cachos meio úmidos, ela sentiu paz pela primeira vez em muito tempo.

Ao se levantar olhou demoradamente para o vestido de ombro único que estava vestindo, permitindo que um sorriso satisfeito marcasse o rosto de maquiagem leve. Respirou fundo ao abrir a porta, e seguiu pelo corredor até alcançar a escadaria. Já no Hall, na ponta da escada, ela avistou Draco impaciente olhando o relógio de bolso que ela lhe deu, e pigarreou para chamar a atenção do loiro.

Quando os olhares se encontraram, Hermione sentiu seu corpo formigar. Sorriu abertamente enquanto descia cada degrau, reparando que Draco mal piscava.

- Você está... – Ele engoliu em seco, enquanto a via pousar no último degrau – Fascinante.

- Obrigada. Você também está maravilhoso. – Ela respondeu envergonhada, recebendo um beijo apaixonado.

Draco entrelaçou suas mãos e a guiou até a sala de jantar já totalmente pronta e com um aroma delicioso vindo da refeição.

- Oh, querida, você está incrível! – Narcisa elogiou ao reparar na nora entrando no espaço.

- Obrigada, Sra. Malfoy. A Sra. também está muito elegante.

- Ora, muito obrigada. – Ela sorriu, passando a mão pela saia do vestido azul marinho – E por favor, me chame de Narcisa.

Hermione assentiu envergonhada, sendo levada por Draco à primeira cadeira do lado direito da mesa. Todo o ambiente estava iluminado por velas encantadas e castiçais lustrosos na mesa, o que destacava o brilho na toalha de mesa e da louça posta para o jantar.

Draco mal conseguia manter o foco na conversa. Seus olhos eram atraídos como ímãs para a mulher à sua frente. Pensou que jamais se sentiria desta forma por alguém, até conhecê-la, realmente conhecê-la.

Conforme os assuntos fluíam e o trio terminava sua refeição, a meia noite se aproximava.

- Tem um lugar da mansão que você ainda não conheceu. – Narcisa falou se dirigindo à Hermione, lançando um olhar em cumplicidade para Draco.

- É mesmo? – Ela franziu a testa. Desde que chegou, Draco deu total liberdade à ela para explorar a mansão.

- Mãe...

- Vamos querido, você sempre gostou desse lugar! – Narcisa falou, sentindo a repreensão no tom de voz do filho.

Draco virou os olhos, o que Narcisa tomou como autorização para continuar.

- Venham! – Ela continuou, se levantando da ponta da mesa, esperando que o casal a seguisse.

Eles subiram pela escadaria e continuaram até o final do corredor, alcançando uma nova escada que dava acesso ao andar superior. Caminharam por um novo corredor iluminado apenas pela luz da lua, onde na metade do mesmo, pararam em frente a uma estante de livros. Narcisa alcançou sua varinha e proferiu um feitiço que Hermione não conseguiu distinguir qual era. Deste movimento, a estante se afastou, revelando novos degraus.

- Lumos. – Foi a vez de Draco iluminar o caminho, seguindo na frente, segurando Hermione carinhosamente pela mão.

A castanha se assuntou com o barulho alto da estante voltando ao seu lugar original, e sentindo a cada passo um ar gelado abraçar seu corpo.

Chegaram a uma grande e grossa porta de madeira, Hermione podia ouvir o assobio do vento passando por algumas frestas. Draco tirou o paletó, colocando-o nos ombros da namorada, que agradeceu com o olhar. Narcisa passou pelos dois, abrindo a porta após um feitiço silencioso.

Com passos lentos Hermione passou pela porta e os olhos admiraram a extensa vista.  

- É nosso terraço. - Draco falou. 

Mesmo com a pouca luz, ela percebeu que dali conseguia enxergar tudo o que cercava a mansão, além de notar ao longe algumas luzes do povoado vizinho.

- Isso é incrível! – Ela exclamou.

- Obrigada, querida. Eu e Draco costumávamos vir aqui aos finais de ano... Você verá o motivo.

Draco alcançou a cintura de Hermione, trazendo-a para perto. Ela notou a respiração pesada do namorado, vislumbrando um semblante franzido dele. Em poucos minutos, o primeiro barulho a fez virar o rosto rapidamente em direção ao som.

Um seguido do outro, fogos de artifício de diversas cores rasgaram o céu escuro, o que deixou Hermione ainda mais encantada com o espaço. Draco desviou o olhar para admirar a surpresa e felicidade que eram tão claras no rosto da castanha. Ela notou que era observada, e se voltou para ele com um sorriso.

- Acho que este é meu lugar favorito no mundo todo. 

Apesar do barulho, Draco a escutou em alto e bom som. Talvez ele mesmo pudesse refazer as memórias que tinha da mansão.

- Feliz Ano Novo. - Ele desejou ao vento. 

04 DE JANEIRO DE 1999

Naquela manhã de segunda-feira Narcisa acordou com os raios de sol invadindo seu quarto. Em pouco minutos sentiu a barriga roncar pelo perfume do café sendo feito no andar de baixo. Lembrou que aquele seria o dia da sua primeira visita ao mundo trouxa, daria enfim continuidade no que começou com Hermione no St. Mungus. Nos últimos dias ela tentou desviar da responsabilidade, dizia não ver necessidade de ir tão longe sendo que se sentia muito melhor. “Você sabe o que Bennett disse e Hermione também: é importante que continue o que começamos”, era o que Draco falava.

Narcisa se aprontou e desceu até a cozinha onde encontrou o casal conversando distraidamente.

- Bom dia. – Narcisa cumprimentou.

- Bom dia. – Responderam juntos.

- Está animada para hoje? – Draco perguntou, já esperando a resposta atravessada da mãe, que rolou os olhos, servindo com a varinha uma xícara da bebida escura e forte.

- Você pode imaginar... – Respondeu.

- Nós estaremos lá com você. – Hermione disse, tentando melhorar o humor da mais velha – Se não gostar, não voltamos.

Narcisa assentiu devagar, respirando fundo. Ao terminar de se alimentar, os três partiram para a Londres trouxa, em direção à Harley Street. Hermione era quem indicava o caminho.

Entraram em um edifício de fachada clássica, e logo foram indicados a subir no primeiro andar do prédio.

- No corredor à esquerda, última porta a direita. – A recepcionista indicou com um sorriso.

Narcisa estava nervosa, mas não demonstrou em nenhum momento. Manteve os passos firmes até chegar à porta de número 110. Foi neste único momento que ela hesitou. Hermione percebeu o breve momento de choque, e tomou a frente batendo levemente na porta. Quem a abriu foi uma mulher que aparentava poucos anos mais velha que a castanha.

- Sra. Malfoy? – Perguntou cordial com um sorriso simples, recebendo um sonoro “sim” da mais velha – Entrem, o Dr. Williams está terminando um atendimento.

Hermione olhou para Draco, sinalizando o nervosismo da mãe. Ele colocou a mão gentilmente nas costas de Narcisa, de forma a apoia-la para entrar. Na pequena sala de espera, os três se sentaram no sofá marrom escuro de couro ao lado de um aquário com alguns poucos peixes.

Narcisa e Draco rastrearam o local com curiosidade. Em cima da mesinha de centro, encontraram um tipo de jornal e outros materiais de leitura, estranhando a falta de movimento nas fotos. O lugar era todo muito branco, com quadros estáticos, e o barulho dos carros na rua incomodou Narcisa.

Em poucos minutos um senhor bem vestido com óculos tão redondos quanto o grande relógio no pulso esquerdo, veio de encontro aos três, acenando um adeus para outro homem que aparentava a mesma idade de Narcisa.

- Bom dia. – Ele disse cordial, estendendo a mão para Draco – Eu sou Hector Williams, vocês devem ser os Malfoy, estou certo? Meu filho comentou que viriam hoje. – Ele passou os cumprimentos para Hermione e por último para Narcisa – E você é Narcisa.

- Exatamente. – Ela respondeu.

- Bem, quando estiver pronta, podemos entrar.

Ele se afastou alguns passos para que ela pudesse passar. Mirando o chão, ela se pôs ao lado do homem, seguindo para onde ele indicou com a mão esquerda.

- Quanto tempo isso dura? – Draco perguntou, um pouco ríspido, recebendo um olhar de aviso da namorada.

- A sessão? Aproximadamente uma hora. Vocês podem esperar aqui, temos chá, café, e algumas revistas como podem ver.

- Algumas o que? – Draco perguntou, recebendo um sorriso compreensivo do homem.

- Vamos esperar aqui, Dr. Obrigada. – Hermione falou, segurando na mão do namorado para que se sentassem.

Narcisa entrou na ampla sala iluminada pela luz natural vinda da grande janela atrás da mesa de madeira clara. Pôde ver uma cadeira confortável atrás da mesa, e outras duas poltronas na frente desta. Dois sofás um de frente para o outro, uma estante com muitos livros do lado direito, e um divã do lado esquerdo. Ficou de pé, quando ouviu o homem atrás de si fechar a porta.

- Fique a vontade. – Ele disse.

Ela seguiu para o sofá do lado direito, vendo-o se acomodar no outro.

- Ambos são seus filhos? – Ele perguntou, se referindo a Draco e Hermione.

- Não, apenas o menino.

- E a garota é...

- É.. Minha nora. – Ela pigarreou, um pouco desconfortável. Era diferente para Narcisa estar em um lugar onde não conheciam sua família. Um diferente bom.

- Ah sim. – Ele sorriu, e diante do silêncio, continuou – E o que posso fazer por você, Narcisa?

*

Hermione estava desperta e agradeceu imensamente por Draco ter tido a mesma ideia que ela e acompanha-la em uma grande caneca de cerveja amanteigada antes de se despedirem. Foram dias deliciosos, e a castanha sentia que precisava daquele descanso nos braços de quem amava. Entraram no Três Vassouras de mãos dadas, o que atraiu os poucos olhares curiosos que ali estavam. Ele achava graça do espanto que a aparição dos dois como um casal causava nas pessoas, já ela tinha todo o vermelho-grifinória nos olhos de quem demorasse muito a desviar a atenção.

Sentaram em uma mesa um pouco mais afastada, já com a bebida em mãos.

- Então, foi um dia e tanto, não é? – Ela começou.

- Sim. Minha mãe me surpreende cada vez mais. Achei mesmo que ela desistiria de ir à Londres hoje.

- Ela é uma mulher muito corajosa.

- De fato. Espero que tudo isso realmente a ajude. – Draco já estava chegando na metade da sua bebida.

- Irá. – Hermione sorriu esperançosa – E obrigada. Por estes dias. Foi realmente muito especial.

- Hermione, acredite, o prazer foi todo meu. – Ele tomou a mão da namorada, depositando um beijo gelado e demorado, arrancando uma risada tímida dela.

Ao terminarem a bebida, relutante, Draco acompanhou Hermione até seu chalé, tentando de diversas formas fazê-la mudar de ideia e voltar para a mansão. Passava das 22h, e não havia mais do que 5 pessoas por todo o caminho.  

- Você vai se cansar de mim desse jeito. – Ela brincou, apoiando-se no pequeno muro que cercava sua casa.

- Nunca. – Ele disse com firmeza, beijando a bochecha avermelhada pelo frio.

Hermione ficou na ponta dos pés e passou os braços pelo pescoço dele, se agarrando aos últimos minutos juntos naquele dia. Ela mantinha os olhos fechados naquele abraço, mas algo em seu coração a despertou. Um sentimento angustiante, e ao abrir os olhos percebeu atrás de Draco uma figura que tão rápido quanto apareceu, sumiu.

Draco percebeu a tensão repentina nos músculos dela, desfazendo o abraço devagar.

- O que houve? – Perguntou preocupado.

- Eu... Eu não sei, eu acho que... Vi alguma coisa. – Ela disse, afastando-o devagar, apertando os olhos na direção do chalé em frente ao seu. Tudo era escuro.

- Como assim? – Ele se virou, olhando para onde ela indicava.

- Ali... Mas sumiu.

Draco voltou o olhar para ela com uma sobrancelha arqueada em dúvida.

- Talvez a cerveja amanteigada não tenha sido uma boa ideia. – Brincou.

- Pare com isso, estou falando sério! – Ela reclamou, mas não evitou o sorriso.

Apesar de sentir sempre o clima muito mais leve quando estava com Draco, naquele momento se sentiu com um mundo nos ombros, e um arrepio que há muito não sentia, voltou. Medo.

- Será que... Será que pode ficar aqui esta noite? – Ela perguntou.

- Claro. Você não está se sentindo bem?

- Não... Sim... Quer dizer, não sei. Mas ficarei bem se você ficar.

Ele a abraçou novamente e beijou sua testa demoradamente.

- Venha, vamos entrar. – Ele a guiou para dentro do chalé que pelos feitiços ilusórios não passava de um casebre mal cuidado.

Todas as noites que passava com Draco eram mágicas. Ele sabia exatamente do que ela gostava, como ela gostava e o quanto gostava. Mas a madrugada passou arrastada para Hermione. Mesmo com ele ao seu lado, aquele sentimento ruim ainda estava nela, como que impregnado. Cada estalar de madeira a assustava, e a sombra que era feita pela janela de repente passou a assustá-la. Quando finalmente caiu no sono, nem mesmo seus sonhos a deixaram respirar em paz.

A manhã seguinte foi preguiçosa, mas talvez era apenas de descanso que ela precisava, pois se sentiu renovada. Eles tomaram o café da manhã juntos e combinaram de se encontrar no dia seguinte.

Hermione subiu para o quarto novamente planejando dormir um pouquinho mais, e ao se deitar reparou na cômoda ao seu lado o anel de Draco com o brasão de Sonserina, que ele certamente havia esquecido. Sorriu ao pega-lo e vesti-lo no dedo indicador, como uma lembrança de que tudo que vivia com ele era verdadeiro. Ali dormiria e nos seus sonhos continuaria a ser completamente dele. 


Notas Finais


Aposto que vocês já tem um palpite do que está atormentando a Mione! Quem tenta adivinhar?
E Narcisa aceitando ajuda trouxa, gente! Quem te viu quem te vê né? Hehehe. O casal estreitando os laços *-*, fofinhos!

É isso, pessoal! Nos vemos logo logo.
Beijos!


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