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História Fall in Love - (Draco Malfoy) - Capítulo 5


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Notas do Autor


ooi gente espero que gostem desse capítulo.
Postarei o próximo em breve.
Kisses da tia Rafa.🤍
Link da música do capítulo - https://youtu.be/mC9v5FaLt84

Capítulo 5 - 5- "Desobediente"


Fanfic / Fanfiction Fall in Love - (Draco Malfoy) - Capítulo 5 - 5- "Desobediente"

              Summer Point of View

Estou passando o dia evitando Draco, e Cedric. Os dois parecem dois predadores prestes a me atacar como se eu fosse um animal indefeso.

Hermione diz que eles estão agindo como idiotas e eu corcordo em partes, Draco sempre age como um idiota.

Assim que acho um lugar vazio me permito sentar e respirar fundo depois de não parar o dia inteiro.

Tiro um livro de Runas Antigas da bolsa e o abro na página em que marquei na aula de hoje. Estar finalmente sozinha não foi uma dádiva por muito tempo, pois a voz doce de Cedric, me faz puxar meus lábios em linha reta.

— Hey, Summy. – O garoto diz animado e eu levanto o olhar pera o mais alto.

— Oi, Ced. – Digo com um sorrisinho e o garoto se senta ao meu lado.

— O que está lendo? – Pergunta o garoto ajeitando a capa da Lufa-Lufa em suas costas.

— Runas Antigas. A aula foi difícil. – Minto e vejo uma ruga se formar na testa do garoto.

— Ah qual é, você é a aluna mais inteligente. – Ele comenta e parece perceber segundos depois.

— Está fugindo de mim, não é? – O moreno pergunta sem ressentimento na voz.

— Não me entenda mal, só não... – Passo apressados se fazem presentes e eu prendo a respiração ao ver Draco Malfoy caminhar para o corredor com sangue nos olhos.

— Acho que ele não gosta de te ver comigo. – Comenta Cedric e eu solto uma risada leve encarando os olhos de Draco que não desviavam do meu.

— Vaza, Diggory! – A voz do garoto é firme e irritada.

— Não começa, Malfoy! – O Lufano levanta em um pulo e eu começo a observar ainda sentada até ver o maxilar de Draco travado.

— Vai querer que eu arrebente essa sua cara denovo para aprender? – Draco diz com um sorriso presunçoso nos lábios.

— Você que tem que aprender que ela é solteira. – Cedric se refere a mim e o olhar de Draco vem em direção ao meu pescoço que estava coberto por uma blusa de gola alta.

— Vem cá, Evans. Mostra para ele! – Ele se refere ao chupão em meu pescoço e eu reviro os olhos quando levanto e começo a caminhar para longe disso.

— Vocês são muito idiotas. – Resmungo e ouço um soco ser desferido e quando me viro Cedric estava no chão.

— Vou começar a contar quantos ossos o corpo humano tem. – Draco levanta a mão fechando o punho, mas antes que ele acertasse mais uma vez o rosto de Cedric, Adrian e Blaise aparecem tirando Draco de cima do garoto.

— O que está olhando? – Grita o Malfoy para mim e eu volto para ajudar Cedric a levantar. 

— Ei. – Digo para o Lufano que se levanta deixando escorrer sangue do seu nariz.

— Estou bem, Summy. – A voz do garoto é ouvida mais Draco não estava mais no corredor.

— Levanta a cabeça, desculpa por isso eu... – Cedric sorri torto enquanto tiro algodão da minha bolsa para limpar o rosto do garoto.

— O que o Malfoy estava dizendo? – Ele pergunta e eu engulo em seco.

— Ele pediu para você me mostrar alguma coisa, o que era? – Depois de limpar o nariz do garoto eu o encaro e abaixo a gola da camisa onde estava o chupão.

— Você e ele? – A voz do garoto treme e eu sorrio.

— Não temos nada, Cedric. – Comento deixando o algodão na mão do rapaz e saindo de perto dele.

— Te vejo por aí. – Digo antes de sair andando dali em busca de Hermione.

Sem muita demora encontrei a garota saindo da biblioteca sozinha com dois livros na mão e assim que me viu um abriu um sorriso simpático.

Suspiro pesado e começamos a caminhar juntas, as vezes a garota fazia pequenos comentários e eu respondia, sem me interessar muito.

— Vamos comer, você parece cansada. – A voz da morena diz e entramos juntas no salão principal onde ocorrria o jantar.

— Não acredito que ainda estou de detenção. – Comento pegando purê e uma coxa de frango.

— Ele é tão chato assim? – Harry pergunta enquanto Ron parecia concentrado em comer toda a comida que ele via.

— Sim. – Digo rindo, e logo em seguida começo a comer.

— Acho que está na hora de você ir. – Comenta a garota e eu suspiro sabendo que eu teria que tinha muito trabalho a fazer.

Me levanto para a hora da morte e caminho até a biblioteca, me surpreendo quando música tocava, música trouxa. Percebi estar sozinha na biblioteca, a bibliotecaria não estava no lugar, e aparentemente Draco também não.

Mas assim que dei mais alguns passos parar pegar alguns panos, vejo o garoto com uma blusa lisa preta me encarando, seus fios brancos brilhavam com a luz que o ambiente emitia.

— Achei que teria que fazer isso sozinho. – Comenta o garoto chegando próximo a mim e tirando minha capa.

— O que vai fazer? – Pergunto começando a ficar nervosa e vejo o sorrisinho nos lábios do garoto.

— Nada demais, querida. – Ele diz e eu solto uma risada.

Limpamos alguns livros, e pude ver algumas vezes os lábios de Draco subirem ao me ouvir cantar. Mas quando a música Swin começou a tocar o brilho do olhar de Draco escureceu.

— Você foi muito desobediente comigo. – Ele dizia com a voz rouca se aproximando de mim. Resolvi permitir meu coração acelerar como quando sempre o via.

Ele se aproximou tanto de mim que tenho a impressão que ele consegue sentir meu coração acelerado.

— Você é minha! – Ele diz antes de grudar nossos lábios com força, tanta força que meus lábios ficaram inchados. Sua língua pede passagem e eu sedo sem ao menos reclamar. Tê-lo agindo desse jeito comigo me faz ir nas nuvens. 

Sua boca estava torturando a minha, e eu precisei me segurar nos ombros do garoto para evitar de cair. Suas mãos passeavam por todo meu corpo sem pudor algum.

Contenho um gemido de desaprovação quando seus lábios deixam os meus e o garoto se afasta sem dizer nada.

Ele simplesmente vai embora me fazendo ficar perdida, sem conseguir dizer nada, ele apenas foi embora sem virar as costas.

Fico alguns minutos tentando processar o que acabou de acontecer, mas assim que olho o relógio percebo que já poderia voltar para o salão comunal, peguei minha capa e o que restou da minha vergonha na cara e sai da biblioteca.

Minha mente relembrava da boca do Malfoy, o sabor de menta e a força em que suas mãos me agarravam. Saio do meu devaneio quando escuto um gemido no corredor, um gemido com o nome dele...

Draco....

— Hum... Draco... – A voz feminina gemia de forma sofrida e eu dei alguns passos para trás ao ouvir barulhos altos de estocadas. 

— Summy... – A voz do garoto sooa rouca e saio dali correndo em difração ao salão comunal por outro caminho.



Notas Finais




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