História Fall of alliance - 5sos - Capítulo 5


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Candice Accola, Demi Lovato, Megan Fox, Zayn Malik
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Candice Accola, Dallas Lovato, Demi Lovato, Luke Hemmings, Megan Fox, Michael Clifford, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Queda, Romance, Sobrenatural, Vampiro
Visualizações 9
Palavras 3.540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Four


Fanfic / Fanfiction Fall of alliance - 5sos - Capítulo 5 - Four

I got an itch in my throat
I don't know which way to goI keep on switchin', I know
Nervous - The Neighbourhood.


O local estava lotado como todas as noites de sábado, Mitchy estava cansado demais para prestar atenção em todos os rostos que entravam ali e lhe dirigiam a palavra. Suas responsabilidades em casa estavam o deixando mais neurado possível, mesmo dividindo quarto com Jordan, e esse por sua vez não aparecia em casa já faziam dias.

- Boa noite. - uma voz doce invadiu o ouvido do loiro em meio aquele caos. - Uma dose de whisky por favor? Sem gelo.

- Uau! Sem gelo? - ele arqueou uma sobrancelha e sorriu.

- Algum problema quanto a isso?

Mitchy não lembrava a última vez que havia se interessado por alguma mulher, mas aquela ali na sua frente o fez realmente pensar na possibilidade. O poder que ela emanava era forte, mesmo sendo um pouco mais baixa que ele, ela era muito linda e tinha um cabelo roxo que fez os olhos do loiro brilharem.

Ele se apressou em buscar a garrafa de whisky mais antiga que havia ali. A mulher aguardava impaciente, pois ela precisava sanar a sede que estava sentindo naquele momento, e por mais que aquele bar fosse o lugar ideal para se alimentar, sua vinda para aquela cidade não podia ser notada ainda.

- Sua dose. - a voz do bartender a trouxe para a realidade.

- Obrigado... - ela buscou o nome no crachá de identificação e sorriu, pela primeira vez naquela noite. - Mitchy.

- Estou a disposição... Eu não sei seu nome. - ele respondeu com tristeza na voz.

- Iana. - ela estendeu a mão na direção dele que apertou sorrindo de volta.

Perth poderia não ser uma cidade grande, como ela estava acostumada a morar, mas de uma coisa ela tinha certeza, muitas coisas boas aquele lugar iriam lhe proporcionar.

Talvez apenas por aquela noite ela pudesse se permitir curtir um pouco, sua consciência tentava por na balança, uma noite apenas nada mais. Seu objetivo podia esperar um pouco quem sabe? A verdade é que ele nem imaginava que ela estaria ali, tão perto dele.

Ainda sentada na banqueta do bar, a vampira percebeu que o jovem Mitchy a encarava enquanto servia algum humano qualquer e insignificante. O humano não era de se jogar fora, as tatuagens do braço foram as primeiras que ela percebeu, sem contar o óculos de lente amarelada que o loiro usava.

Ele percebeu que a mulher de cabelo roxo o encarava de volta e sorriu convidativo.

- Meu intervalo é daqui a cinco minutos. - ele disse se aproximando.

- E o que eu tenho a ver com isso? - ela arqueou uma sobrancelha girando a cadeira na direção da voz dele.

- Não se faça de desentendida. - ele pousou a mão no braço, coberto por uma camisa de mangas compridas, da mulher. - Me encontra ali perto do banheiro.

Ela não estava acreditando na audácia daquele rapaz, mas a verdade era que seu ego gritava para ir ao encontro dele. Depois de alguns segundo se questionando, a vampira desceu da banqueta e caminhou elegantemente até o banheiro feminino.

Se controlar, esse era o seu desafio aquela noite.

- Só uns beijos, Iana, nada mais. - ela disse para si.

Mitchy esperava encostado na parede com um cigarro na boca. A vampira fechou os olhos tentando gravar aquela cena, pois aquela combinação era tudo que ela mais gostava.

- Pensei que você não viria. - ele disse e depois deu um último trago profundo.

O loiro soltou a fumaça lentamente tanto pela boca quanto pelas narinas enquanto encarava a vampira, ela sentiu a garganta arde mais uma vez, os olhos dela já tomavam o tom carmesim e por sorte as luzes do pub estavam mais fracas hoje, então aquela sensação dele desconfiar de alguma coisa desapareceu no exato momento que o rapaz a puxou pela cintura, depois de jogar o resto do cigarro numa lata de lixo qualquer que havia ali.

A forma como ele apertava a cintura dela era incrivelmente sedutora, uma mordida foi deixada na orelha do loiro que soltou um suspiro, ouvido apenas pela vampira. Um sorriso de satisfação brotou nos lábios carnudos dela e aquilo era a oitava maravilha do mundo podendo tomar o lugar da primeira no ranking.

Uma pena que Mitchy não percebeu que naquele sorriso angelical havia muitas outras intenções, como por exemplo, as presas dela foram liberadas assim que ele beijou o contorno do rosto. Iana se perguntava como ele não notará sua pele esbranquiçada, mas esse pensamento foi mandado para longe assim que o loiro ficou a centímetros da boca dela. A respiração dele era pesada e completamente descompassada, para ele aqueles olhos eram hipnotizantes e lindos demais.

Ela tentou disfarçar fingindo uma respiração falha, mas a vampira de cabelo roxo se sentia daquela forma. A guerra que acontecia internamente foi silenciada assim que o loiro tocou o rosto pálido e fosco dela, tudo o que aconteceu depois desse gesto simples foi registrado na memória eterna dela.

O doce dos lábios dele misturado com o gosto amargo do cigarro fizeram a vampira se perguntar porque relutou tanto em deixar ele se aproximar. Se ela pudesse, esqueceria definitivamente do seu propósito, mas isso não estava nos seus planos, pelo menos não ainda.

As línguas travavam uma eterna batalha por um pequeno espaço na boca dos dois, era exatamente o calor da boca dele sobrepondo o frio dos lábios dela. Aquela era a melhor sensação para ambos.

- Não faça barulho.- ela diz e ele fica parado feito uma estátua assim que o comando foi dado e quando as presas da vampira vão de encontro com sua jugular proporcionando a deliciosa sensação de poder e de vitalidade correndo dentro de si, um gemido de prazer escapa dele e é ouvido apenas pela vampira.

" fazia tanto tempo que não sentia você, alma" - esse foi o pensamento que passou pela mente de Iana ao sentir o calor enquanto sugava o sangue daquele humano. O gosto dele era convidativo demais, doce demais, ela não poderia se dar ao luxo de mata-lo ali, não ainda.

"Foram apenas alguns amasso, beijos e chupões" - ela disse assim que o loiro a olhou nos olhos.

- Quando vamos repetir? - ele disse sorrindo enquanto a puxava para ficarem abraçados.

Sera que um dia ela conseguiria superar a falta que aquele amor ainda fazia em sua vida? Já faziam tantos anos que eles não se viam, a última vez foi meses antes dele sumir no mundo, e depois de um tempo alguns amigos dele que lhe contaram o seu paradeiro, mas isso já faziam anos.

- Sabe o que eu mais gosto em você? - ele perguntou no ouvido da vampira, que estava entretida vendo o show que acontecia ali.

- Não, diga ai. - ela respondeu dando de ombros.

- Você é despedaçada igual a mim. - ele sussurrou e um arrepio passou por todo corpo dela.

- O que te leva a crer nisso?

Ela não podia estar ouvindo aquilo, não de um desconhecido, não de alguém que ela nunca viu na vida. Sua mente começou a dar muitas voltas, as lembranças da despedida, do começo, da guerra. O sorriso fácil daquele homem que desgraçou seu coração ainda estavam presentes e o pior, tudo ainda era muito forte.

- A sua reação... mas relaxa, se você quiser eu posso ser seu pino de segurança. - ele disse e depois deu um beijo no pescoço da vampira.

E de modo relutante ela se afastou do garoto, mesmo que o desejo fosse se alimentar um pouco mais.

- Que tal a gente sair daqui? - ela sugeriu vendo um sorriso cínico brotar nos lábios do humano.

- Ainda tenho que terminar meu turno - ele beijou o pescoço dela. - Se você me esperar, podemos ir la pra casa, meu colega de casa não da as caras tem uns dias então, vamos ter muito tempo a sós.

- Por mim, tranquilo.

...

A mulher de cabelos roxos respirava fundo, por mais que não precisasse. Sua ansiedade estava a consumindo e tudo o que conseguia pensar era em como aquela noite era crucial para as coisas que havia deixado em aberto. Já faziam anos que ela não se via envolvida dessa forma, desde que ele a deixou, desde que ele decidiu evaporar e deixar um coração quebrado pra trás.

- Você me parece meio nervosa - Mitchy falou assim que atravessaram a porta da casa do rapaz.

- O que te leva a crer nisso? - petulante, a vampira arqueia a sobrancelha e joga a bolsa no sofá e dá uma olhada na sala: grande o suficiente pra ter dois sofás de dois e três lugares, uma mesinha de centro, um rack com a TV e um videogame que agora ela não saberia dizer.

- Sua postura - o rapaz sussura ao ouvido dela, que passa suas mãos por trás da cabeça dele e sorri.

Ele começa a distribuir beijos pela pele fria da garota, mas realmente não liga para a temperatura da pele dela, pois ele acha que isso se deve ao vento frio que pegaram pelo caminho. Os dois ainda grudados, sobem as escadas com cuidado, a garota se deliciando com os toques firmes dele, e ele com a maciez da pele dela.

No meio da escada, ela se vira para ele que a suspende de surpresa, fazendo ela entrelaçar suas pernas na cintura dele. O calor que há muito tempo não sentia, começa a se fazer presente no corpo da vampira, que beija com avidez a boca do homem. Ela consegue sentir a frieza do piercing labial, e isso causa uma sensação estranha.

Finalmente Mitchy acha a porta do seu quarto e abre, com dificuldade e quando entra, empurra-a com o pé. Joga a garota na cama e ataca seu pescoço com beijos e mordidas, não se importando se iria deixar marca ou não. Estava se sentindo vivo como há tempos não se sentia com uma mulher.

- Aqui tem algum som, ou algo assim? - a vampira pergunta entre os gemidos

- Tem, porque? - o rapaz pergunta, confuso.

- Surpresa, Mitchy... - a garota deixa uma risada escapar e empurra o corpo másculo de cima de si, fazendo o homem rir confuso.

A garota pega o celular que se encontrava no seu bolso, abre o aplicativo de músicas e procura por uma playlist específica. Conecta rapidamente o celular à tv dali e se permite mais uma vez olhar o local. Quarto amplo em tons escuros e de madeira, tendo como destaque o teto alto e o lustre aparentemente caro e delicado no centro do quarto. A música começa a ecoar pelos auto-falantes da TV e se volta para o rapaz que a admirava com um sorriso adornando seus lábios rosados.

- Agora você vai assistir ao meu show especial, Mitchell, sinta-se privilegiado - a garota sussurrou e mordeu o lóbulo da orelha dele.

A batida era sensual e leve. Nervous era sua música preferida e escolheu justamente essa para dançar para o homem ali presente. Dançar sempre foi sua libertação, sua válvula de escape, e dançar sensualmente para alguém, no conceito da vampira, significava que a noite renderia. Se Jesse soubesse o que ela estava aprontando aqui, com certeza ficaria feliz.

A garota mexia os quadris no ritmo cadenciado da musica, a voz fina do seu amigo a fazia sentir a letra, passava a mão pelo corpo, mordia os lábios e olhava com seus olhos castanhos para Mitchy, que apenas observava com ganas de poder tocar a garota. Conforme a música ia sendo reproduzida, ela se aproximava dele, que estava sentado na beirada da cama. Ela virava, sentava no colo do homem e rebolava de acordo com a música, o deixando excitado com os movimentos em si.

A garota o puxou para fora da cama e o fez sentar em uma espécie de puff que havia ali fazendo parte da decoração; assim, ela teria mobilidade para fazer o que tinha em mente. Seus saltos batiam contra o assoalho de madeira, e ela conseguia rebolar e sorrir sem deixar a sensualidade de lado.

Ela ainda vestia sua jaqueta quando começou a tirá-la, mas lembrou-se que ali havia um pirulito. Veja bem, alguns vampiros traziam consigo vícios da vida humana. Os seus eram pirulitos e café. A morena não resistia quando alguém lhe oferecia o doce ou uma xícara de café, quente e forte como ela. A garota retirou o doce do bolso da jaqueta e arremessou a peça longe, ficando apenas com a blusa e o sutiã.

Rodopiou algumas vezes na frente de Mitchy e desembalou o pirulito de morango. Colocou o doce na boca e rodou algumas vezes o palito, sabendo que sua língua ficaria rosada. Continuou dançando com o doce na boca e retirou o mesmo fazendo um barulho típico.

A sanidade de Mitchy já estava comprometida e sabia disso, sua calça ficava cada vez mais apertada a cada rebolada da garota. Ela era quente, ao contrato da sua pele. Sua mente pensava em várias formas de fodê-la até o amanhecer, e tudo piorou quando a música acabou e começou a tocar Wicked Games. A garota sentou de frente para ele, em uma de suas coxas e passou a rebolar conforme a batida da música, encostando sua coxa no membro rijo do pobre rapaz, que apertava a cintura da vampira com tamanha força, que teria certeza que ficaria a marca de seus dedos ali, impressos na pele pálida dela. Depois de provocá-lo mais um pouco, ela tirou o doce da boca e passou-o pelos lábios do homem, melando-os com a sua saliva doce. Ele estava caindo aos poucos, e o brilho intenso no olhar da vampira o deixava hipnotizado.

Ela rodava o doce em sua boca, fazendo o gosto se tornar mais forte. Era quase pornográfica a forma como ela chupava o pirulito, beirava a um sexo oral e Mitchy notou que estava louco para sentir a quentura da boca dela em seu membro. Mais uns minutos torturando Mitchy com sua dança extrema e perigosamente provocativa, a garota começou a beijá-lo, rebolando dessa vez em cima do membro do homem. Os dois eram uma bagunça de corpos, não sabiam onde começavam e onde terminavam, ela, completamente concentrada no doce dos lábios dele, e ele, completamente fissurado no corpo ainda coberto dela.

A essa altura, a música não importa mais, e ela começou a tirar a blusa que usava, deixando-a jogada pelo quarto. Ele repetiu o ato e levou suas mãos aos seios médios da garota. "Como eu gosto", pensou ele. Distribuiu beijos e mordidas pela região acima dos seios, fazendo a garota soltar alguns sons de aprovação. A ergueu novamente e a deitou na cama, aproveitando a posição e desceu os beijos para a barriga dela. Pôs a mão no botão da calça e procurou o olhar da garota, que apenas se levantou e tirou a calça, ficando apenas de calcinha e sutiã pretos e rendados.

O corpo da vampira não era aqueles de dar inveja: haviam uma ou outra gordurinha aqui ou ali, herança da sua vida de humana, mas isso não a fazia menos feia, ela era linda e Mitchy se via cada vez mais envolvido por aqueles cabelos roxos e o olhar penetrante.

Ela o fez deitar e repetiu o mesmo que ele havia feito, beijou e mordeu o pescoço do homem, resistindo à vontade de perfurar o pescoço dele com suas presas caninas. Desceu pelo corpo do rapaz, beijando e mordiscando por onde sua boca passava. Desfez o cinto dele e abriu o zíper da calça que ele usava, deixando o desenho do pênis rijo debaixo da cueca boxer vermelha à mostra. Puxou a calça, dando a entender que queria tira-la, e ele levantou o quadril, ajudando-a a se livrar da peça indesejada.

Tendo tirado a calça do rapaz, a garota observou o corpo do seu parceiro. Algumas tatuagens enfeitavam seus braços, seu corpo másculo e suas coxas convidaticas tiraram a vampira de órbita por alguns segundos. Tiriu da cabeça todos os pensamentos relacionados a ele e atacou com mordidas as coxas do homem, fazendo-o soltar um gemido alto de dor. Subiu mais um pouco e depositou um beijo no membro ainda coberto, e sorriu safada para ele.

Ele colou seus corpos novamente, tendo a oportunidade para tirar o sutiã da garota, que foi tirado em um movimento rápido. Ela sentou nas coxas dele e ele pode sentar na cama, podendo assim beijar e chupar os seios dela. A vampira sentia a quentura da língua dele passando pelos seus mamilos vermelhos e sensíveis, a forma como ele chupava e lambia seus seios e isso a fazia rir por dentro.

Ela puxava os fios da nuca dele, em um sinal claro de aprovação. Gemia e as vezes murmurava alguma coisa sem sentido. De olhos fechados , sentiu seu corpo sendo girado e posto sobre a cama, os beijos imcessantes pela barriga e agora sentia a respiração dele bater contra sua intimidade coberta pela renda preta, causando-lhe um arrepio involuntário.

Sentiu beijos sendo depositados sobre a renda, e apertou seus dedos entre os lençóis acima de sua cabeça. Sua calcinha foi tirada com delicadeza e cada vez ficava mais surpresa com Mitchy. Ele beijou a parte interna das coxas da garota, suspirando a cada vez que se aproximava da intimidade dela. Quando finalmente chegou, rodeou sua língua pelo lugar mais sensível dela, fazendo-a gemer arrastado. Trabalhou sua língua alguns segundos ali, segurando suspiros e gemidos de satisfação. A vampira era deliciosa para ele, perfeita como ela era.

Depois de algum tempo chupando-a, deixou um beijo nos lábios dela, fazendo-a sentir seu gosto na língua dele. Ela correu suas unhas pelas costas dele, e voltou as mãos para frente, pegando o membro do rapaz e masturbando-o e torturando-o, assim como ele havia feito minutos antes.

- Eu tô louco pra foder você - o homem sussurrou no ouvido da vampira, que sorriu.

- Então o faça - ela falou, maia uma vez como uma provocação.

Ele mandou o resto de sua sanidade para a puta que pariu e colocou apressadamente a camisinha que ele havia pego na mesa ao lado da cama, e colou seu corpo quente ao corpo frio da vampira.

- Você é tão gostosa, Iana, e nem faz ideia disso - ele provocava, passando a ponta de seu membro na vagina da garota, que já se contorcia abaixo dele, quase implorando para que a distância mínima entre dos dois acabasse. Ela queria senti-lo dentro dela. Ela queria se sentir viva outra vez.

Ele acabou com a tortura e introduziu seu membro rijo na vagina da garota, causando gemidos nos dois. Ele começou a se movimentar de forma cadenciada, deixando beijos pelos ombros dela. Ela por sua vez, areanhava as costas dele e entrelaçava suas pernas ao redor da cintura dele, dando-o mais acesso à intimidade dela.

Os dois gemiam e se beijavam como nunca, parece que a cada movimento eles iam se entrelaçando, se preenchendo e se completando. Como ele disse, ele sendo seu pino de segurança. Por um segundo ela teve certeza que não iria conseguir mais esquecer esta noite, a primeira de muitas em Perth.

Inverteram as posições e ela cavalgava com maestria em cima dele, fazendo seus seios pularem como os movimentos. Ele, que apaertava as coxas dela, sorria e mordia os lábios, se sentindo abençoado pelos deuses por ter aquela garota montada em si. Sentiu o característico formigamento na barriga, e tentou retardar a ejaculação ao máximo, tentando gravar na memória os movimentos da garota e a sua cara de prazer. Puxou-a de encontro ao seu corpo, fazendo seu membro ir mais fundo dela, que gemeu contra sua boca.

Ela, já sentindo suas pernas cansarem da posição, parou alguns segundos e sentiu ele arremeter contra seu corpo, podendo ela "descansar". Deixou beijos pela pele suada do homem e sorriu satisfeita, sentindo seu orgasmo próximo.

Os gemidos se transformaram em gritos de prazer, a sua vagina se contraia, apertando o membro do rapaz, que por sua vez, abria a boca apenas para dizer o quanto ela era gostosa e o quanto queria repetir esta noite. Os dois, levados pelo momento, acabaram gozando quase ao mesmo tempo, ela primeiro, e ele logo após. Os corpos suados, a respiração pesada de ambos deixava o ambiente mais quente. Pela primeira vez na noite, Mitchy sentiu a pele da garota tomar uma temperatura mais elevada. Ela agarrou ao corpo dele, que apenas saiu de dentro dela, e tirou a camisinha, amarrando-a e jogando-a em qualquer canto perto da cama.

- Isso foi... Uau! - ela declarou, com um sorriso nos lábios.

Ele apenas riu e os cobriu com o lençol, dando um selinho na garota. A noite com certeza não findaria ali. Ele ainda tinha muito o que fazer, e tinham muito tempo até o amanhecer.

A vampira se levantou tentando não acordar o humano que dormia serenamente, seu celular piscava indicando que havia recebido uma mensagem. Faltava pouco menos de uma hora para o amanhecer, então ela teria que enrolar Mitchy durante o dia inteiro, nada que uma alimentação e uns jogos sexuais não resolvesse o tédio que seria aquele dia.

Sua atenção se voltou novamente quando o celular vibrou, um sorriso brotou nos lábios da vampira por notar de quem era a mensagem.

rutherfordj: gostou da música?

me: obrigado por ela, me serviu muito bem!


rutherfordj: o que você aprontou Dahl?

me: nada que fará você me dar um sermão, pelo contrario...


Notas Finais


Oi loves,

O que vocês acharam de Itchel?

E o que acham que essa vampira nova em Perth quer?

Quem pegou as  referências?

all the love,
Drica sz


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