História Fallen and cursed - Capítulo 20


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Categorias Fallen, Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha
Tags Gaaino, Naruhina, Sasosaku, Sasusaku
Visualizações 65
Palavras 1.279
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Um Sasosaku pra iluminar essa semana nublada ! Vejo vocês nos comentários

Capítulo 20 - Desmanchada


   “  Escolha suas últimas palavras   

Esta é a última vez

Porque você e eu, nascemos para morrer ”

 

A chalé por dentro era ainda mais intrigante. Havia uma lareira de pedra polida, alguns moveis de madeira antiga compondo uma sala de ar camponês. No andar de cima havia dois quartos além do banheiro, o que fez Sakura se perguntar se haveria lugar para todos na casa.

_ Onde os outros vão ficar? _ Perguntou assim que Sasori abriu uma das portas que pertencia a um quarto de bom tamanho, com uma cama de casal e um guarda roupas.

_ Eles vão passar a noite aqui, conosco. Tem espaço na casa para todos, não se preocupe com isso. _ Sasori colocou sua bagagem na cama e se moveu até a janela que mostrava o principio do crepúsculo se formando. Sakura não havia se dado conta do tempo que se passou desde que deixou a Sword & Cross. Onde estavam os outros?

_ Eles já devem estar vindo... _ Ele disse como se pudesse ler seus pensamentos _ devem estar nos dando um tempo para conversar.

_ Eu ainda tenho perguntas _ Sakura insistiu se aproximando dele, indo até a janela para poder ver melhor o céu.

_ Você sempre as tem, mas isso não significa que poderá obter suas respostas agora.

Sakura observou Sasori, desde os coturnos devidamente polidos até seu sobretudo negro que cobria-lhe todo o corpo sem deixar vestígios de qualquer forma que não fosse impessoal demais. Ele era assim, culto, formal, como um lorde das trevas, impecável. Os olhos castanhos brilharam quando um relance de luz iluminou o rosto e depois lá estava ele bem perto, encurralando seu corpo contra a parede, encarando seus olhos de maneira tão incisiva que Sakura pensou que ele estaria lendo sua alma, ali naquele momento.

Quais seriam os sentimentos de Sasori? Ele a amava? Ele também sentia o tilintar de seu coração mais forte, toda vez que os dois ficavam próximos daquela maneira?

Ela tinha muitas perguntas e quase nenhuma margem de respostas. Era um sentimento que rasgava o peito.

_ Porque você me nega a verdade? _ ela disse em um sussurro

_ Porque ela ainda não é bastante, Haruno.

_ então me dê o que pode bastar agora, qualquer coisa que possa me fazer entender. _ ela implorou.

Sasori passou as mãos por sua cintura e puxou o corpo até que Sakura estivesse presa a ele. Os dedos macios percorreram por sua mandíbula, pressionando um dos dedos sobre o lábio inferior, voltando até a orelha, descendo até o pescoço. Inclinou o rosto para ele e a beijou com brusquidão, exigindo espaço entre as línguas que se acariciavam com a fúria de um desejo escondido. O corpo dela sofreu espasmos quando uma das mãos de Sasori desceu pela cintura até a parte inferior da coxa depositando um aperto na região, se estendendo em um contato mais íntimo e devassador. Sentiu a língua úmida e quente explorar as curvaturas de sua boca em um movimento violento e desnorteador. Gemeu quando um dos dedos de Sasori deslizou para dentro de sua calça até alcançar o ponto mais sensível do corpo.

Ele a corrompia, a pegava pela alma.

_ abra pra mim – ele pediu enquanto desabotoava sua calça jeans em um movimento rápido e sensual.

Seus olhos entregavam um desejo demoníaco velado, na espreita, pronto para devorar cada parte sua.

Sakura obedeceu e sentiu quando Sasori a preencheu com dois dedos, fazendo movimentos circulares capazes de levá-la para fora de todas as orbitas que sua mente conhecia.

_ Sasori ...

Ela sussurrou sôfrega enquanto ele beijava sua clavícula depositando carícias por todo seu corpo. Sakura passou os braços contra a nuca de Sasori e sugou a parte de trás da orelha, descendo a boca até a parte inferior do pescoço desejando que os toques pudessem ser o bastante para sanar tudo aquilo que sua alma impura clamava.

Sentiu o corpo ser erguido e mesmo tendo noção que estavam se movendo pelo quarto, dedicou sua atenção em retirar o sobretudo de Sasori que impedia um contato maior.

Assentaram na cama e Sakura sentiu as bochechas rubras ao constatar o contato que a ereção de Sasori fazia contra sua barriga. Dedicou-se em abrir os botões da camisa que ele vestia enquanto tinha suas calças ainda mais abaixadas, e as coxas expostas. Gemeu alto quando dois dedos lhe invadiram novamente, mostrando o inicio de todo o prazer que poderiam proporcionar.

_ Eu vou corromper sua alma mais uma vez, Sakura. _ ele disse entre uma estocada e outra _ Tudo que você tem me pertence, cada parte boa e ruim.

Sentiu quando ele a penetrou de uma vez, a virgindade sendo rompido, a calor dos corpos se contrastando. As asas de Sasori se abriram, tomando boa parte do quarto enquanto os corpos se uniam em uma dança erótica e única.

- Você é tão bonito _ Ela disse tomando os lábios dele, enquanto se concentrava em se movimentar em seu colo. As asas ordenava seu corpo, como se tivessem a intenção de guardá-la, proteger para sempre.

Sasori se livrou do restante das roupas, fazendo o contato ainda mais íntimo e próprio do encontro de duas almas que se pertenciam. A cada toque áspero, agridoce, Sakura sentia como se estivesse em um paraíso pessoal, como se nada pudesse ser maior do que aquilo.

E nada haveria de ser tão intenso, tão verdadeiro, como a união de dois corpos que precisam coexistir.

As mãos de Sasori subiam e desciam com luxúria pelos quadris de Sakura e ela vagou seus toques pelas madeixas ruivas do demônio, enquanto sentia o suor ganhar o corpo.

Ela perdeu a noção do tempo que passava enquanto Sasori sugava sua pele, quase como se pudesse absorver a essência que seu corpo emitia. Com suas asas ainda abertas ele a virou, fazendo as costas baterem contra seu peito, e então dominou seus fios rosados em um puxão brusco enquanto a preenchia lentamente, de modo quase agonizante, como se quisesse dizer que eles nasceram para fazer aquilo. Sakura sentia Sasori lhe dar todos os prazeres desmanchantes apenas quando ele tocava seu ponto íntimo antes de envolvê-la de novo em sua própria vertigem.

Quis buscar os olhos dele e então se moveu,recebendo os mesmos calafrios constantes que tinha quando o encarava.

_ Faz assim _ ele pediu, indicando pra ela se mover descendo e subindo contra si. Sasori gemeu desnorteado enquanto se entregavam numa onda de prazer frenética.

_ Sasori- kun – Sakura murmurou contra seus lábios a medida que sentia o corpo sofrer espasmos

_ Prometa que não vai partir dessa vez, prometa. _ ele pediu segurando seu rosto com as mãos, encarando seus olhos de forma terna, enquanto investia mais uma vez contra si.

Sasori a amava?

_ eu prometo, prometo! _ ela disse enquanto recebia a mistura das sensações que o corpo emanava em um ápice final.

Deixou seu corpo cair em cima do dele, fechando os olhos em seguida na tentativa de raciocinar e controlar a respiração incerta. Passou os dedos pelas asas ainda abertas ouvindo um fino suspiro escapar dos lábios dele. Sasori abraçou seu corpo, e acariciou seus cabelos enquanto a noite chegava de forma invasiva e nada branda.

_ ainda esta aqui _ ele disse, repetindo a mesma coisa que disse após terem se beijado no cemitério mais cedo.

_ nada me tiraria daqui agora.

_ a morte. Somente ela leva você por mais vezes do que eu fui capaz de suportar.

Sakura se assustou com a informação, mas de uma maneira estranha sentiu o sono domar seus sentidos a tirando dali para leva-la ao fundo de seu inconsciente mais sombrio.

 



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