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História Fallen Leaves - Jeon Jungkook - Capítulo 1


Escrita por: e Charlie_T


Notas do Autor


Olá a todos, aqui é a Izzy com a última fanfic, daqui pra frente é somente atualização!
Huhuehuehueehuhue
GARERA, CHARLIE LINDONA CHEGANDO COM MAIS UMA ONE MARAVILHOSAAAAAAAAA, AGARREM A PROSA E VENHAM COMIGO!

Recado da madame:

"Oi gente, aqui é a Charlie 😁 estamos chegando com mais uma one. Mais uma vez quero agradecer as adms do projeto por me darem muiiito suporte para mais uma putariazinha. Espero que gostem! É diferente e se acharem que merece um finalzinho alternativo me deixem saber ok!?
E dessa vez eu usei duas musiquinhas para escrever e vou deixar aqui como recomendação 👏🏻👏🏻
Hailee Steinfield - Wrong Direction e Elliot Moss - 99"

— Conteúdo proibido para menores de idade!
— Todos os personagens aqui presentes são maiores de idade!
— Este universo pertence exclusivamente a autora e ao projeto. Não toleramos plágio!
— Boa leitura!

Capítulo 1 - Único; Nine Nine


Fanfic / Fanfiction Fallen Leaves - Jeon Jungkook - Capítulo 1 - Único; Nine Nine

As cortinas quase soltaram-se de seus trilhos quando fui encostada na parede de vidro que elas deveriam estar cobrindo. Começaríamos mais uma guerra naquele momento, fechar as janelas e cortinas não era o mais importante, porque Jungkook sabia como acabar com todas as minhas defesas.

O corpo alto e forte me segurava como se nunca mais fosse voltar para casa. Como se aquela fosse nossa última batalha. As mãos grandes prenderam-se na parte de trás dos meus joelhos me levantando, como se o peso do meu corpo fosse nada. O olhar de fome gelava a barriga como se tudo estivesse acontecendo pela primeira vez.

Os lábios quentes e grossos se encostavam nos meus, mas nunca permaneciam por muito tempo. Minha punição era nunca tê-lo por completo. O calor que se desprendia de seu corpo poderia esquentar até o inferno, sua respiração trazia à tona toda a necessidade daquele dia.

Mesmo com suas roupas, eu podia sentir seu desejo. E tudo que eu podia fazer era esperar que aquele homem tivesse piedade e me deixasse ser sua. Minhas costas nuas deixavam o rastro de calor no vidro por onde passavam, e as mãos dele permaneciam sem se mover um milímetro em minha pele, as unhas fincavam-se ali lentamente, causando dor e prazer.

O cheiro de perfume fraco se misturava com o cheiro da grama recém cortada e com um longo dia de trabalho. Os olhos azuis e brilhantes, ali, não pareciam distantes. Ali não eram tristes. E sua vontade não tinha limite. Ele estava em sua maior luta. Me amar.

Quando finalmente se desprendeu de mim, vi sua primeira peça de roupa tocar o chão. O olhei como se o pecado fosse doce. Então mais uma vez fui atacada por seu olhar devastador e decidido. E mais uma vez me tornei uma peça de seu xadrez pessoal ao ser lentamente arrastada até seu sofá. O dia ainda claro parecia noite, pois o desejo deixava tudo mergulhado em penumbra.

Olhá-lo me fazia perder o controle de mim mesma. Minhas costas desgrudaram-se do couro do sofá, quando suas mãos alcançaram meus pés e escorregaram lentamente por minhas pernas, acariciando-as com cuidado. Podia ver seu corpo tremer tanto quanto o meu, mas seu controle era invejável.

O ar quente de sua boca arrepiava cada pelo do meu corpo, deixando que ele falasse por se mesmo com gemidos convenientes. Ele sabia me fazer cair. Os lábios sempre molhados pela língua, chupavam a pele de minhas coxas com delicadeza. Sempre se escondendo atrás da falsa doçura.

— Você cheira a amor. — Disse com um sorrisinho nos lábios. — Mas eu só quero sexo. — O veneno em suas palavras não me machucava porque logo em seguida vinham seus toques quentes.

O peso de seu corpo fez o sofá ranger e, como eu tanto esperei, senti sua língua quente alcançar seu destino. Instintivamente levei minhas mãos aos seus cabelos escuros e macios, o afundando mais entre minhas pernas. Sentindo ainda mais de sua vontade de estar dentro. Meus seios eram cuidadosamente apertados por ele, que parecia se segurar para não quebrar seu brinquedo favorito.

Lábios vermelhos e molhados foram o que vi quando seus olhos voltaram-se a mim. Com um movimento felino, o vi se levantar e desafivelar o cinto, tão devagar quanto conseguia, tão devagar que doía. O executivo parecia um deus, eu era capaz de venerar cada respiração sua. E foi por um longo suspiro que fui recebida, quando finalmente toquei a pele de seus quadris. Quando beijei as linhas de seu abdômen definido.

A pele orvalhada tinha gosto de desejo e calor de fogo. Mas sua mão segurava meus cabelos com firmeza, como fazia antes com minhas coxas marcadas por seu descontrole controlado. Me segurando firme como se tivesse medo que eu fugisse dali. Como se eu não o quisesse delirantemente.

Como uma prece atendida, seu corpo se distanciou o suficiente para que seu membro tocasse meus lábios, como um pedido silencioso o passei pela língua, sentindo seu gosto sutil e de novo nos lábios, depois deixando deslizar vagarosamente para dentro. As coxas fortes agora me serviam de apoio e meu deleite, quando seu pênis escorregava para dentro e para fora da minha boca, sem pressa.

Os gemidos contidos preenchiam o espaço entre nós. Seus olhos cheios de algo além do desejo, mediam cada movimento meu e o sorriso leve parecia nunca deixar seu rosto bonito. Mais rápido e mais fundo, o ritmo do seu desejo era uma ordem não pronunciada.

Em uma conversa corporal que poucos tinham o prazer de conhecer, estávamos em uma bolha delirante e desejosa. Com leves carinhos que nunca revelavam suas reais intenções, ele me afastou. Como se quisesse exibir sua presença forte, fui mais uma vez manipulada para nosso prazer.

E com aquele movimento, mesmo perdendo todo meu orgulho e mais uma batalha, fui virada. Sentindo seu peito encostar-se em minhas costas suadas, senti-o me controlar como bem queria. Segurando meus dedos entre os seus, meus joelhos encontraram o frio do azulejo e minhas mãos o tampo da mesa de centro.

Assim senti seus lábios em meu pescoço outra vez, por baixo dos cabelos. Minha cintura era sua vítima agora, apertada a cada movimento que seu pênis fazia entre minhas pernas, aumentando a expectativa de tê-lo de verdade, por inteiro.

Minha impaciência o divertia, sua respiração atiçava cada sentido do meu corpo. E com as coxas escorregadias por ser instigada por sua falsa penetração, o enchia de satisfação por me deixar tão vulnerável.

— Eu te quero tanto quanto você me quer! — Disse apertando mais seu corpo ao meu. — Talvez um pouco mais.

Minhas mãos se prenderam com mais força à mesa quando fui finalmente invadida. Deixando escapar um gemido alto e desejoso. Sua maior arma, era meu desejo pelo inimigo. E eu estava presa entre seu corpo e a mesa, dominada por seu desejo e sua força. 

O vai e vem de nossos corpos tirava a mesinha do lugar, causando um ruído agudo. E parecia que isso o fazia ainda mais selvagem. Todo carinho e cuidado sumia e o verdadeiro Jungkook aparecia quando delirantemente, possuía meu corpo e corrompia minha alma.

Os olhos fechados e as palavras incompreensíveis esquentavam ainda mais a sala. Sua mão alcançou meus cabelos outra vez, puxando-os, como se estar dentro de mim não fosse o suficiente. Nossas peles escorregadias tornavam seus movimentos ágeis e sensuais.

— Olha para mim? — Me sentou na mesa. — Deixa eu ver você.

Seu olhar queimava meu rosto, quando meu corpo voltou a ser devorado por seu desejo. Com minhas pernas enlaçadas a sua cintura voltamos a nos enfrentar. O suor já escorria por minhas têmporas e a bagunça que nos tornamos era deliciosa, sublime.

Podia ver os sentimentos misturados em sua expressão de prazer. Automaticamente levei minha mão para seu pescoço o trazendo para mais perto, mais para mim e finalmente tomei seus lábios em um beijo muito esperado. Pelo calor do momento fui arduamente correspondida.

Agora já não éramos donos de nós mesmos, éramos um do outro. Ele de olhos fechados mordendo o lábio inferior era como um furacão de emoções, vinha devagar e letal. Eu sabia que por baixo de tudo o que eu podia ver, existia fragilidade disfarçada em força. A composição de tudo se tornando cada vez mais encantadora.

As bochechas avermelhadas pelo esforço, a pele quente, os sinais de unhas em sua pele, pareciam uma obra. Uma obra de arte que meus dedos tocavam e meus olhos admiravam. Assistir seu desejo reprimido, sua fome e sua necessidade de mim, me maravilhavam.

Com suas mãos firmes em minha cintura, fui levada junto ao seu corpo de volta ao sofá. Jeon me deixaria tomar o controle por um momento, era assim que funcionávamos. Suas coxas fortes me apoiavam, enquanto suas mãos grandes me apoiavam com o cavalgar lento. Seu rosto descansava entre meus seios e minha respiração era sua guia.

— Com força! — Eu disse. — Como eu gosto.

Então minhas pernas foram agilmente levantadas, alcançando seus ombros, e suas mãos me seguraram para não me deixar cair, me levando a seu domínio mais uma vez, um domínio ainda maior ao que nós já vivíamos, um domínio ao qual resistíamos dia após dia em nossa guerra de egos particular.

JungKook se colocava cada vez mais forte em mim, seu membro enterrava-se em meu íntimo com vontade, como um inimigo que recusava-se a perder o controle de seu melhor combatente. Os pequenos tremores em seus braços e sua respiração forte, mostrava que logo nosso jogo chegaria ao fim e que Jeon me levaria ao céu, mesmo que o classificassem como o caminho da perdição.

Eu podia sentir facilmente sua euforia. Sentia sua adrenalina, em estar comigo, em mim, naquele momento. Mas o controle no fundo era o que mais lhe importava, não se deixar, não se entregar.

Como efeito de uma droga viciante e entorpecente, meu desejo por ele tomou todo meu corpo, me fazendo inconscientemente apertar seu pescoço com as pernas, o levando também ao paraíso, após um esforço gratificante.

Ainda em uma posição incomum, que agradava nós dois, o vi sorrir. Um sorriso tímido e gentil. Me sentei em seu colo outra vez, sem todo o desejo, sem toda a névoa que nos envolvia. A casa já tinha a iluminação leve do pôr do sol e toda sua organização agora tinha o pouco de outra pessoa.

Com um leve empurrão, Jeon me levantou mostrando que ali acabava nosso contato. Assim, preguiçosamente peguei minhas roupas e mesmo sem me lavar, me vesti, queria ter seu cheiro leve pelo menos até chegar em casa, eu queria sua presença por mais tempo.

— Tenha um bom dia de trabalho amanhã Jeon!

— Você não vai trabalhar? — Perguntou.

— Tenho um voo às 04:00 horas da manhã para Boston. — Disse chegando à porta. — Caso Valasse.

— Difícil! — Brincou. — Boa Sorte.

— Obrigada!

Caminhei até o carro olhando para o celular, pois sabia que tinham pessoas me olhando. Por um momento antes de ligar o motor, me deixei imaginar se o tivesse conhecido antes de toda a dor pela qual passou, se eu o tivesse conhecido há 4 anos, ele conseguiria me amar? Ele conseguiria esquecê-la?

Talvez amor não seja esquecível.

Com esse pensamento o resto do dia se passou e o cheiro que se prendeu a minha pele, se foi com a água e com o estresse de um caso complicado e importante, se foi a lembrança do calor de seu toque e a lembrança de sua presença. Como esperado, os dias se passaram sem ligações ou palavras carinhosas. Não éramos um casal. Sempre o mesmo final. E só voltaríamos a nos ver, quando a carência fosse mais forte. Então outra batalha começaria e nós dois perderíamos outra vez.

Dias se passaram desde nosso último encontro. Tínhamos experimentado de algumas reuniões juntos e poucas trocas de olhares, não era como se não fôssemos adultos ou que a empresa proibisse relacionamentos entre funcionários. A distância era imposta por ninguém além de nós mesmos. Até que o nós não mais importasse.

— Precisamos conversar! — Disse ao entrar em sua sala de vidro.

— Tenho uma reunião em alguns minutos. — Disse sem me olhar.

— Já chega disso! — Disse nervosa. — Sua reunião só acontece em uma hora.

— É importante? — Se levantou para fechar a porta

— Me escuta e diga você!

— Escutando.

— Me desculpa. — Pedi antecipadamente. — Eu vou falar coisas que vão te magoar, mas já está na hora de colocar alguns pingos nos Is. — Eu não podia mais fugir. — Eu sei que você sente falta deles! Eu sei como é perder as pessoas que você ama, eu sei o que é ser deixada. Eu sei que toda essa amargura, essa pose de mau é mentira! JungKook por que você não se dá a chance de ser feliz novamente? — O olhei nos olhos quando ele se encostou em sua mesa.

— Você não tem o direito de falar essas coisas! – Ali estava todo seu controle.

— Sim, eu tenho! — Não tinha. — Já faz um ano que estamos nos encontrando. Mas eu amo você a muito mais que isso. E você usa esse sentimento para me machucar. Você se diverte com isso, Jeon. Você me pune por amar você.

— Pare!

— Você não merece ser amado? Você não merece ter uma segunda chance? – Minha lágrimas só podiam ser vistas por ele. Mas a discussão já podia ser escutada pelas pessoas em sua sala de espera.

— Não faz isso. — Abaixou a cabeça e segurou entre as mãos. — Não aqui.

— Então quando? — Disse. — Quando? Quando nosso bebê nascer? Quando eu já estiver em Londres a milhares de quilômetros daqui? — Seus olhos se voltaram a mim. — Será o suficiente?  Tempo suficiente para você decidir se eu sou boa ou não para estar ao seu lado? Porque para mim já foi o suficiente, esperar ser amada por alguém que não ama a si mesmo.

JungKook mantinha-se estático no lugar. Seus olhos não se desviavam e sua respiração se descontrolou, ele perdeu sua pose. Ele tinha se perdido em minhas palavras.

— O que você disse? — Falou baixo.

— Eu volto para Londres manhã. Minha avó quer que eu trabalhe na empresa dela e eu decide aceitar. Eu resolvi aceitar a segunda chance que a vida está me dando. Queria que você tivesse ao menos aberto o e-mail que mandei há uma semana. Não teríamos chegado a esse ponto.

— Precisamos conversar. — Disse desnorteado.

— Eu tenho uma reunião em alguns minutos, senhor Jeon. Não tenho mais tempo para você.

Ainda com o rosto vermelho e com o coração partido como uma adolescente, me retirei de sua sala. O caminho até minha própria foi o mais longo que já tinha feito em toda minha vida. Podia sentir os olhares sobre mim. Mas elas não podiam sentir minha dor.

Participaria de uma reunião de fim de contrato, o fim não seria apenas de um trabalho, mas também o fim da guerra. Eu estava me retirando do campo de batalha, mas eu tinha ganhado uma família, a qual eu tanto quis por tantos anos. Uma prova de que eu seria amada e que amaria mais que a mim mesma.


Notas Finais


"Obrigada pra quem teve paciência e leu tudinho!
Eu sei é meio frustante saber que o JK foi um babaquinha e deixou o amor ir.
Mas quem sabe ele não arrume a bagunça né 🌚"

Huehehuehuehuehueheu! E aí, comeu?
TOTOSO DEMAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIS!

Agradecimentos a @Min_Ruth pela capa maravilhosa, pela @baesilvx pela betagem marota e claro, pela @Charlie_T unnie xuxu, pela obra de arte perfeita demais! Incrivel <333

Enfim aqui me despeço! Semana que vem eu volto com as atualizações das fanfics que faltam, incluindo Kim's Pallace, Abracadabra e Still Got Time! Quem está ansioso?? Eu mesma! HEUHEHEUHEUEHEUHE

Aqui quem vos falou foi a @Taeciturna e até a próxima! Kissus! <33


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