História Fallen Tail - (Interativa) - Capítulo 4


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Hana, Happy, Igneel, Laxus Dreyar, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Macao Conbolt, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Nashi Dragneel, Personagens Originais, The Emperor, The First Emperor, Weisslogia, Wendy Marvell, Zeref
Tags Fairy Tail, Fallen Tail, Interativa
Visualizações 95
Palavras 2.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá a todos, mais um teaser a ser lançado. Espero que gostem e perdoe os erros.

Quero agradecer, aos quase 900 visualizações. É muito gratificante, de verdade, saber que estão gostando do conteúdo.

Sem mais delongas, tenham uma boa leitura.

Capítulo 4 - Teaser - Os magos santos (Parte 1)


X823, 30 de Abril. Local Desconhecido.

Os passos ecoavam como uma sentença amarga, os soldados do conselho mágico secreto de Fiore, fica em posição de sentido quando uns dos seus superiores passavam por eles. Monstros mágicos, mas dentro de suas mentes e almas aliviados e cheios de esperança que aqueles seres libertassem o povo.

Cidades castigadas, vilas destruídas e postos de guardas Imperiais por cada canto que se podia andar, o que deixava bastante recluso os movimentos dos foragidos do Império. As constantes propagandas sobre um Império que trará paz e felicidade para aqueles que forem submissos e inferno e desgraça aqueles que forem contra, com ousadias de muitos oficiais imperiais dizerem que tudo que faziam é culpa do povo protegerem os magos e Guildas secretas, além dos mercenários que cada dia mais aumentava suas recompensas.

As mãos dedilham rapidamente os pergaminhos, todos devidamente atiçados com magias aonde somente aqueles que eram autorizados a ler podia mexer naqueles papéis. Perderam as contas de espiões morrerem com olhos queimados ou sua língua inchar ao tentar roubar alguns daqueles papéis, meditas um pouco exageradas para quem os lia enquanto seguia para o salão principal.

O som das portas grandes serem abertas é facilmente nítido, além de chamar atenção dos presentes desta sala. Em cada cadeira, residia a ultima frota que protegia os interesses de Fiore, os maiores magos que buscam arduamente lutar contra o Império.

– Finalmente, está exatamente três minutos atrasado. – Uma voz partia do centro da mesa, aonde reside o líder e juiz de Fiore. A princesa das fadas, a juíza maldita ou como a chamam costumeiramente e para irritá-la.

– Não seja tão rígida, anã dourada. – Jellal dizia brevemente, enquanto fechava os pergaminhos. Ele respira fundo, cumprimentando os outros magos santos. Se sentando em sua cadeira, enquanto um singelo sorriso surgia em seus lábios por ver a expressão de raiva de Rhanya.

– Eu exijo... – Rhanya diria algo se não fosse interrompida.

– Eu peço encarecido, que possam controlar vossos ânimos. Já que o que será discutido a partir de agora, será de suma importância. Principalmente agora que o Império começou a se mover e ficar em alerta, depois de anos... – Marcos dizia com palavras calmas, sua voz tão única e forte, além de sua nobreza. Seus olhos passam brevemente Rhanya, como se fosse um pedido educado por paciência, que obviamente foi concedido.

– Sempre tão único quem dera meus filhos e filhas pudessem aprender um pouco mais vossa educação. – Elizabeth fala por trás de seu leque negro, escondendo seu sorriso sutil por gostar de ver sua colega irritada por apelidos carinhosos.

– Podemos? Isto está demorando mais do que deveria, temos muitas coisas importantes para resolver, principalmente agora. Ainda não vejo os motivos coerentes para que todos do conselho sejam convocados. – Kaliope suspira forte, com seus pés sobre a mesa de reunião o que demonstra sua impaciência. Principalmente pelas missões que tinha que resolver cada segundo perdido contava para ela.

– O pé, por favor, tire de cima da mesa. – A pequena loira fala pausadamente e de maneira rápida, olhando com um olhar de reprovação.

– Releve um pouco, grande juíza dourada! Pois, todos nós temos nossos jeitos únicos de viver! – Kyubei fazia suas posses exageradas, por vezes irritava os demais. Como se fosse uma reencarnação de alguém...

Um sino toca, revelando que os convidados tinham finalmente chegado para trazer os relatórios. Um singelo sorriso surge no rosto da Rhanya, pois estava algum tempo querendo conhecer mais sobre a mestra da Guilda Fallen Tail. Os magos Santos respiram fundo, ainda mais Jellal por saber que a filha de Natsu estava para se apresentar.

Quando as portas se abrem, os magos santos podiam ver a mestra da Fallen Tail... Socando a cabeça do Edmundo. Quase todos ficaram sem saber como reagir àquela cena, mas bastou um tossir breve de Rhanya para chamar atenção da loira em fúria.

– Oh... Perdoem-me por isso! – Ela ria soltando Edmundo no chão, que ficava inerte. O que Nathaly faz questão de ignorar enquanto adentrava. – Eu quero deixar meus singelos agradecimentos por atender meu pedido de reunião, estamos com muitos problemas com as missões especialmente por muitas delas não serem focadas...

– Um momento garota, vá com calma. Certo? Não está aqui por isso, chamamos por outro motivo. – Kaliope se ajeita na cadeira, usando suas mãos como apoio sobre a mesa. Seu tom era carregado com sarcasmo e superioridade.

– Kaliope, espero que tenha noção que agora, estamos em uma reunião oficial. Ou seja, não me obrigue a provar minha supremacia como juíza declarada, deste conselho. – Palavras diretas da pequena loira, que fala com calma. Ela ajeita os papéis e com um movimento de mão faz com que uma cadeira seja arrastada sozinha até Nathaly. – Sente-se, para que possamos conversar sobre suas atitudes nos últimos dias, em questão.

– Tudo bem, eu prefiro estar de pé... – Nathaly assim cruza seus braços, não gostando de como estava sendo tratada. Mas ao perceber já estava sentada na cadeira. – Mas como...

– Foi uma ordem, senhorita Nathaly. Mestre da Guilda FallenTail, vamos iniciar este conselho sem mais delongas. Jellal Fernadez, por favor, tome a palavra. – Rhanya assim faz um breve mover de mãos, enquanto olhava alguns pergaminhos.

– Certamente... – Jellal olha para Nathaly um pouco, seu ar demonstra sua seriedade e ao mesmo tempo preocupação com a jovem. – Nathaly Dragneel Heartfilia, atualmente mestre da Guilda Fallen Tail. Sua ultima missão foi investigar e se possível, o resgate das crianças e jovens desaparecidas na cidade de Belior, o que resultou no que chamam de maneira popular a batalha de monstros de Belior.

Ouvir aquilo faz a metade loira e rosada deixar um sorriso escapar, jamais deixaria de ter orgulho do que fez.

– Suas atitudes quebraram ordens diretas do conselho e especialmente de seu pai, de não enfrentar o Império até que tivéssemos todos os planos e estratégias em rigor, ao menos sessenta por cento. – Jellal da um breve suspiro, por ter devaneios e pensar que realmente puxou ao Natsu.

– Espera! Eu fiz o que deveria ser feito. Estamos cercados, eles fizeram isso e todos pagaram por seus atos monstruosos. Eram crianças! – Nathaly diz com tom de voz um pouco alterado, indignada pelo conselho a chamar para aquilo.

– Ordem! Eu não vou admitir quaisquer tipos de quebra de regras ou etiquetas neste recinto. Se não eu mesmo vou-te por em estado nulo pelas semanas, até que cumpra o resultado por desobedecer ao conselho. – Rhanya diz ríspida, enquanto encarava Nathaly.

– Continuando... – O azulado continua, ajeitando seus cabelos. – As consequências disto, foram os habitantes da cidade sofrer com mais soldados Imperiais e de um General santo... Estar habitando o local, em consequência... Metade da população foi exterminada e a outra escravizada.

Nathaly ouvia aquilo com amargo em sua boca, seu ódio pelo Império aumentava cada vez mais. Não tinha um dia em que ela não queria destruir a corrupção podre do império de Fiore.

– Uma breve anotação. – Kyubei fala com graça, além de usar suas breve poses para ser o centro da atenção. – Uma figura desconhecida! Sim, um herói mascarado surgiu em meio à noite e libertou o povo! Agora estão espalhados pelas outras vilas e cidades vivendo suas vidas livres!

Um alivio para loira e uma dor de cabeça para a pequena juíza, que fica com sua mão sobre o rosto tendo que aturar seu colega de conselho, ela suspira fundo antes de começar a falar.

– Obrigada... Kyubei Fox, por suas palavras... – Por um breve momento, Rhanya olha para Edmundo, sua expressão de leve descontentamento pelo momento de antes muda para o mais puro ódio, o que faz todos no local ficar bastante alarmados.

– Senhorita Rhanya, vossa excelência está bem? – Elizabeth pergunta um pouco preocupada, sua personalidade gentil faz sempre fazer este tipo de pergunta.

Cat apenas cerra levemente seus olhos, até agora sendo o único mago santo que não se prontificou a falar e apenas observar toda a sessão.

[...]

Os olhos passam brevemente por cada pessoa que aquele corredor tinha, mesmo que por breves segundos. Hank ajeita seu chapéu, acompanhado de um breve suspiro, especialmente por ter que ficar acabar depositando seus olhos nas curvas provocantes daquela escarlate, mesmo que tentasse ao longo do caminho que tiveram que fazer junto com Nathaly. Suas maneiras de tentar alguma aproximação, mesmo que ele não quisesse isso sendo seu jeito natural de ser, nada surtia efeito naquela mulher.

– Já te falei que você parece uma versão do mal e um excelente pedaço de mau caminho da lendária Erza? – Hank diz com breve entonação de sarcasmo, além de girar uma das pistolas como uma maneira de passar o tempo, e evitar deixar o momento mais monótono do que já estava.

O pesadelo e ao mesmo tempo “sonho” de muitos, devido sua beleza luxuriosa, continua emergida em seus pensamentos. Ignorando completamente seu colega, apenas para mostras três dedos levantados de sua mão esquerda, fazendo isso por um breve relapso de gentileza. Talvez por estar no modo automático por exercitar sua paciência por períodos tão longos. Dentro de sua mente, desenvolvia planos para aquele lugar. Além de gravar bem como tudo funcionava, mas ao mesmo tempo tinha impressões fortes de ser observado o tempo todo, tirando seu colega tentando saber um pouco mais que calcinha ela usava.

De fato, Ishtar tomou aquilo como um singelo e breve passatempo se manter sentada em sua posse sempre ereta, quase como se estivesse posando para uma tela de arte. Cada centímetro de seu corpo parecia estar focado em manter sua devida soberania, mas no fundo algo tinha chamado sua atenção. Por todo esse tempo, uma canção típica de seu berço de origem foi cantada, depois de tanto tempo se sentiu imergida em suas memórias antigas e aquela velha e nostálgica sensação de se sentir perto de sua mãe.

– Diga-me, mestiço. Contemple-me com sua sabedoria sobre o rapaz a qual você demonstrou nitidamente ter uma apreciação, beirando a demência de massas mais ignorantes perante seres superiores. – Ishtar finalmente encerra seu silêncio, olhando para Hank. Seus olhos levemente caídos, além de um brevemente ajeitar seus cabelos. Tudo tão natural como a natureza, mas que carregava com toques devidos e suficientes para dar-se a entender.

– Sutil como uma naja do deserto, são somente belas quando seu coro contempla minhas botas ou roupas, não nego que você de cinto seja um desperdício, apesar de sentir que gosta de tirar os cintos. Se é que me entende. – Um breve e abafado riso, mas respondendo ela. – Se quer saber sobre ele, eu sei que ele é um pistoleiro. E de primeira! Rapaz, nunca pensei que veria e conversaria com aquele cara.

Ishtar apenas continua ouvindo, ignorando parte das falas do seu colega. Sua paciência as vezes parecia ilimitada, mas tinha bons motivos para a manter naquele momento.

– Ele é um procurado. Se o que quer saber. Tem muitos nomes... Ghost, No bullet’s, tempestade, e por ai vai. Ele sempre vinha nas tempestades de areia, todo mundo queria a cabeça dele. Até por que uma recompensa de quase cinquenta milhões, não é algo a se ignorar. – Hank apenas nega brevemente com a cabeça, ajeitando seu chapéu. Tentando ignorar a sensação que sentiu perto do Edmundo, como se uma víbora subisse por sua espinha e estivesse com seu chocalho balançando em seu ouvido e pronta para dar o bote no outro. – É o tipo de recompensa que eu com certeza eu vou ignorar, por enquanto.

Óbvio que Hank não disse tudo, principalmente pelo que tinha descoberto sobre Edmundo com sua habilidade mágica, mas por enquanto não tinha razões de usar aquilo. Por enquanto...

Ishtar fica novamente pensativa, agradecendo de maneira educada e logo se levantando para andar um pouco e se manter longe do garoto, claro que isso enfureceu ao máximo Hank principalmente por ter levado um fora sem ao menos ter cortejado a donzela escarlate, que de donzela ao ver dele não tinha é nada.

Ainda sim, ouvir aquela canção, fazia ficar de certo modo incomoda além de intrigada com aquele misterioso rapaz. Os olhares que Edmundo tinha todos sutis e breves. Além de um dia ter recebido um quadro pequeno desenhado a mão por ele, estava embrulhado aceitado por consideração e manter o teatro. O único problema, foi quando abriu o breve presente, ao menos sanaria sua singela curiosidade pelo presente de boas vindas, até acabar tendo uma surpresa.

Um quadro perfeitamente desenhado, cada detalhe e centímetro daquele desenho feito dela. Lembra muito bem, que a única pessoa que conseguiu a chamar atenção foi aquele que tem como objetivo tirar do poder, talvez uma mera coincidência? A escarlate não podia meramente ignorar esta contra parte de seu plano, sua desconfiança estava beirando ao limite da loucura.

– Querida Ishtar ? – Uma voz surgiu por de trás da escarlate, tão doce e gentil de ouvir.

– Mãe? – Um erro fatal, com toda certeza do mundo. Talvez seu lado mais frágil perante sua majestosa muralha fortificada, mas seus ouvidos treinados não podiam ser enganados e ouvir o que foi supostamente a voz de sua mãe, a vez virar subitamente e ter dito aquilo.

– Senhorita Ishtar?  Você está bem? – Era Edmundo, que ao perceber uma breve e pequena lágrima surgir no canto do olho da Escarlate, o fez tirar um lenço de seu bolso. – Bem sei que é de muito atrevimento, mas meu código me força a prestar auxilio a uma dama.

Ishtar continua em silêncio, olhando diretamente nos olhos de Edmundo. Voltando a si, até que ao perceber Edmundo tinha enxugado sua lágrima mesmo que pequena aquele pano... Tão fino e delicado, atendia aos caprichos dela. Ao mesmo tempo, sentia o cheiro tão nostálgico de sua progenitora. Antes de ela indagar tais sensações, Edmundo apenas deixa seu lenço em mãos da bela donzela.

– Temo que devo ir, um mago santo pede um duelo de julgamento. Tenho que atender prontamente. – Edmundo faz uma breve reverência, seguindo seu caminho.

Ishtar observa com calma cada detalhe daquele misterioso rapaz, além de ficar um pouco incomodada e principalmente sentir um arrepio forte.

 

– Olhos dourados... – Em um breve sussurro, dito de maneira inaudível. Mediante as possíveis teorias criadas por Ishtar.

Continua...


Notas Finais


Bem, com tempo mandarei a parte dois. Sim, vocês vão ver um mago santo em ação. Só espero que seja boa a luta que vou escrever.

Até mais, kisses de chocolate!


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