História Fallin' - Capítulo 16


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Categorias SHINee
Personagens Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, KiBum "Key" Kim, Minho Choi, Personagens Originais, Taemin Lee
Tags 2min, Taeminho
Visualizações 31
Palavras 3.015
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


...

Capítulo 16 - Dor Do Peito


Fanfic / Fanfiction Fallin' - Capítulo 16 - Dor Do Peito

Taemin

-Você está bem menino?- a voz do homem soou de repente outra vez.

-Hm?- respondi avoado  o olhando confuso.- Oh Minhae,  acabei me distraindo por um momento.- ri sem graça enquanto coçava a cabeça com vergonha.

-Tudo bem.- sorriu Chung-ho gentil.- Pelo que posso perceber algo lhe perturba, se quiser me dizer fique a vontade.

-Acho que o senhor está certo.- suspirei triste.- Estava pensando em meu Appa para dizer a verdade, foi apenas uma bobagem.

-Eu não diria que é bobagem, seja lá o que for deve ter sido significativo para você.- respondeu ele olhando para a janela com a feição estranha.- Talvez ele tenha errado com você assim como disse, mas vou dizer como Appa que sou. Ele com certeza sente sua falta, todos os dias.- olhou para mim com o rosto tranquilo.- Talvez não haja um dia em que ele parou de pensar.

-Como pode saber?- perguntei piscando os olhos repetidas vezes.- Nem todos os pais podem ser como você, que sentem falta de suas crias.

-Apenas sei que ele sente.- riu fraco.- Pais tem ótimos sentidos.

-Talvez uns mais que os outros.- dei de ombros.

- Menino Taemin, não se engane as pessoas tem seus lados da moeda.- apoiou os braços na mesa antes de continuar.- Basta apenas escolher qual vai escolher observar.

-Por mais sujos que sejam ou limpos, estão ali, abrir os olhos para a verdade talvez seja uma solução.- não sei o por que exatamente mas a imagem de Minho veio em mente quando ele disse aquilo.

-Exato.- concordou sorrindo largo e com os olhos brilhando.- Belas palavras.

-O que foi?- perguntei rindo de sua feição.- Estou com algo no rosto?

-Nada.- riu baixo.- Você é um bom garoto Taemin, sua omma com certeza acertou na sua criação.

-Gomawo.- agradeci alegre.

{...}

            Depois do café dele ter chegado ficamos conversando alegres sobre  assuntos aleatórios enquanto eu ainda aguardava meus amigos, claro que devo dizer que o senhor Chung-ho era de fato um homem sábio e divertido. Para ser sincero eu sentia por ele tão ter contado com o filho, espero de verdade que ele consiga superar essa fase.

Chung-ho era legal de verdade, por mais babo que possa ser  dizer isso, eu do fundo  do coração desejava que meu appa fosse tão bom quanto esse senhor.

-Bom, eu agradeço o papo Taemin, foi muito divertido conversar com você.- sorriu outra vez sem mostrar os dentes.- Mas infelizmente tenho que ir embora, já estou atrasado.

-Oh entendo.- senti por um momento meu coração murchar e  minha voz falhar.- Eu também gostei de conversar com o senhor.- respondi sincero.

-Ei, não fique assim.- segurou em minha mão brevemente em cima da mesa.- Acredito que vamos nos ver em breve outra vez.

            Nada disse a ele apenas assenti sorrindo de fraco, Chung-ho então solta minhas mãos e passa  uma das suas  em meus cabelos os bagunçando de leve em seguida   levantava-se e arrumando seu terno.

-Tenha uma boa manhã Taemin.- desejou de forma graciosa.- Se pudesse dizer algo ao meu filho com certeza seria para sorrir sempre que pudesse mesmo nos momentos tristes.

-Gomawo senhor.- assenti de leve.- Farei meu possível.

            Sem mais nada a dizer o homem  apenas acena com a mão enquanto se afastava de mim aos poucos ainda sem tirar aquele sorriso persistente de seu rosto. Quando  passou pela porta do estabelecimento parte de mim ficou aquecida crendo que talvez nos vessemos outra vez de fato, estranho me sentir assim por alguém que acabara de conhecer, realmente estranho.

Onew

            Meus olhos vagavam pelas ruas de Seul agitadas como sempre se encontravam, estava parado do outra lado da rua  observando as multidões que entravam e saiam daquela cafeteria na qual Tae com certeza me aguardava. Precisava me certificar que estava tudo calmo e seguro  como sempre faço, todo cuidado era pouco com ele, se estão atrás do meu amigo preciso agir rápido e cauteloso.

-Curioso, virou stalker agora Jinki?- aquela voz detestável soou ao meu lado me fazendo ficar sério.- Achei que não fazia seu estilo.

-O que você quer Minho?- o olhei pelo canto dos olhos, o mesmo estava  trajando longas vestes negras e uma boina na cabeça, parecia um típico serial killer a minha visão.

-Nada demais.- deu de ombros.- Estou apenas fazendo meu trabalho, protegendo o Taemin.

            Não pude deixar de rir com sua fala virando para ele, que ainda focava os olhos na cafeteria com atenção total, mais especificamente para Taemin.

-Você protegendo? Essa piada já venceu né Minho, não cola mais como desculpa.- mal pude crer nele, Minho só podia estar zoando com minha cara.- Não sei qual seu truque ou objetivo com esse papo, mas...- porém antes de terminar ele vira me olhando enquanto logo se colocou a falar.

-Não tem truques.- ele sova sério depois de cortar minhas palavras.- Escute Onew, não estou nem ai para o que pensa de mim, no que acha que sabe ou até se vai me matar a qualquer momento, o fato é que não pretendo ferir Tae. Tenho uma tarefa a fazer, preciso dele vivo.

-Isso envolve o pai dele?- perguntei no mesmo.- Não é?

            O moreno nada disse apenas virou o rosto e continuou  encarando meu amigo do outro lado da rua.

- Talvez eu nunca vá te entender mesmo.- respirei fundo antes de continua.- Procurar alguém como o pai dele, coragem sua, ou quem sabe burrice....Duvido que dure 5 minutos quando o vir.

-Veremos meu caro.- sorriu de lado.- Você sabe bem da minha foça, pare de bancar o idiota achando que isso vai me assustar, sei bem que minha força é superior.

-No passado ela não era tão poderosa.- comentei sabendo de sua reação.

-Dobre sua língua para falar do passado.- me olhou feroz com o olhar vermelho.- Isso já não importa mais, esqueça-o para o seu bem.

Nada mais disse para ele sobre o assunto apenas fiquei em silêncio vedo-o voltar seu olhar para frente outra vez.

-  Você poderia ao menos evitar essa matança desnecessária, os humanos não tem culpa de nada, isso é cruel o que estão fazendo!- o olhei agitado.- Jebal, eu imploro, pare com isso, eles não merecem tanta  maldade.

-Não estou os matando.- voltou a me olhar sem mudar o olhar de antes.- Muito menos meu bando que está na cidade, eles são discretos  para comer sabe? Limpam a sugeira que fazem, além de se alimentarem depois de dias.- falou brevemente.- Não sei o que está por trás disso que vem ocorrendo, mas garanto que tem um apetite mais voraz que Ghouls. Ter toda essa atenção da mídia sobre os corpos, não faz meu estilo ou deles, só mato quando preciso.

-E precisava matar a mãe do Tae?- perguntei rosnando enquanto o mesmo ainda me encarava.- Francamente foi terrível aquele banho de sangue, tem noção do quanto ele sofreu pela perda?

-Isso é problema seu querido Onew, tratar do emocional dele está nas suas tarefas e não nas minhas.- respirou fundo parecendo ficar irritado.- Negócios as vezes não saem  tão bem assim mas... Ops aconteceu, já era, por que chorar?

-Por que ainda me preocupo  em conversar com você?- suspirei cansado.- Devia ter parado a anos com isso mas como sempre estou apenas gastando tempo.

-Então me esqueça, finge que somos apenas colegas que se dão muito bem, você está se saindo ótimo com essa interpretação, consegue me aturar por mais tempo afinal vivemos juntos durante séculos não?.

-Você sabe que não posso fingir mais ou ignorar seus passos.- o olhei nos olhos sentindo aos poucos a culpa do passado cair sobre mim.- Queria poder mas não consigo, você sabe que por mais que te odeie, não consigo virar as costas.

-Pelo visto a culpa ainda te consome mesmo.- sua voz estava fria, o ressentimento ainda estava ali vivo.- Me faça um favor, desista de uma vez, somos diferentes agora, não há o que mudar, nunca irá mudar.

            De repente diante de meus olhos ele some deixando-me sozinho outra vez. Não pude deixar de sentir algumas lágrimas cristalinas brotarem em meus olhos, Minho sempre seria meu maior erro,  a presença dele só me lembraria todos os dias de quem eu era e de minha falha. Mesmo se salvasse Taemin, errar com Minho sempre estaria marcado em minha vida, para sempre...

{...}

-Demorou Onew Hyung!- sorriu Taemin largo ao me ver caminhando até próximo a mesa estofada.- Achei que não iria mais vir.

-Você que chegou cedo babo cai da cama?- ri de sua cara.-  Mas e ai, já pediu os cafés?

-Ainda não, estava esperando o Key e você.- contou assim que me sentei  em sua frente.

-O que ficou fazendo esse tempo então?- perguntei curioso franzindo as sobrancelhas.- Não diga que ficou viajando na maionese.

-Nada disso.- negou.- Fiquei apenas conversando com um moço que apareceu por aqui.- explicou simples.- Mas ele já foi embora a um tempo.

-Entendi.- assenti.- Tae, posso te fazer uma pergunta?- sem me segurar acabei soltando tais palavras.

-Claro.

- Você se sente bem comigo?- falei calmo e um pouco sério.- Digo, eu te faço feliz? Te faço sentir protegido?

-Que conversa é essa?- perguntou confuso.- Por que isso agora?

-Não é nada, eu apenas fiquei curioso.- disfarcei o máximo que consegui, mas sabia que foi algo falho.

-Sei.-  ele não tinha engolido essa desculpa com certeza, Tae era meu melhor amigo há anos, o enganar não era tão fácil assim.- Mas respondendo sua pergunta, sim eu me sinto bem com você.- sorriu largo.-  Afinal você é meu melhor amigo bobo, por que seria diferente?

-Que bom.- sorri sentindo um  alivio enorme por dentro.

            De repente uma voz estrondosa soou alto no estabelecimento acabando total com o momento.

-Finalmente!- exclamou Key jogando-se na mesa de repente parecendo totalmente cansado.- Achei que nunca chegaria nesse inferno, que porra de dia.

-Posso saber por que  está desse jeito pobre criança?- perguntei o olhando  sentado ao meu lado.- Perdeu seu sapato da timberland? Não espera, demorou para fazer a chapinha? Ah já sei, a calça furou outra vez?

-Onew só não te meto um murro nessa fuça fedida, pois acabei de fazer as unhas.- me olhou com desprezo fazendo com que as gargalhadas saírem da minha garganta.- Enfim, do que falavam?

-Nada demais.- deu Tae de ombros.- Vai dizer por que se atrasou?

-Digamos que envolveu um secador voando na cabeça da minha vizinha metida a Taylor Swiffit depois da gripe.- bufou o loiro.- Nem queiram saber no que deu depois.

-Tenho até medo de perguntar.- Tae comentou de olhos arregalados, com certeza ele imaginava do que se tratava.

-QUE INFERNO!- berrou Key alto de repente olhando para um lugar qualquer.

-Seu louco não faça isso!- exclamou Tae baixo.- Estamos em um lugar público.

-Que se dane isso.- esbravejou meu amigo.- Olha ali!- apontou para trás de Tae

Quando meu outro amigo se virou deu de cara com um ser baixinho sentado no balcão enquanto estava olhando para nossa mesa com um sorrisinho de deboche no rosto.

- O que ele faz aqui?- perguntou Keu bravo.- Por a caso é perseguição?!

-Estamos em um café.- comentou Tae voltando a olhar para frente.- Aqui é público, ele deve ter vindo apenas relaxar.

-Justo aqui?- perguntou o escandaloso agitado.- Ah não, ele está vindo para cá!- reclamou alto.

            No segundo depois o menino  já estava ao lado de nossa mesa sorrindo largo para Key que apenas bufava de raiva a cada segundo que passava.

-Que surpresa vê-los aqui.- logo disse feliz.- Principalmente você Key, achei que não sairia do salto para vir aqui relaxar e tomar um cafezinho.

-Corta o papo de babo Jonghyun.- rosnou alto.- Por que não vasa daqui e nos deixa em paz? Sua presença me incomoda!

-Não estou a fim, pouco me importo com sua linda opinião.- deu de ombros.- Será que posso me sentar aqui com vocês?

            Respondi sim junto de Tae ao mesmo tempo em que Key negava raivoso, claro que nossas respostas opostas resultou em encaradas feias da Britney Spears ao meu lado. Com animação o menino se sentou ao lado de Tae enquanto Key batia os dedos na mesa agitado claramente incomodado com o  menino

-Ah esqueci de apresentar meu outro amigo.- Tae  exclamou alto, o mesmo logo tratou   de se ajeitar e voltar a falar.- Jonghyun esse é meu melhor amigo Jinki, mais conhecido como Onew.- apontou para mim.

-Prazer, sou Kim Jonghyun.- estendeu a mão com um outro tipo de sorriso que só eu poderia entender.

-Lee Jinki.- sorri da mesma forma.- Ao seu dispor.

 

“- Então, só tenho que proteger um loiro metido a besta?- perguntou enquanto anotava algo  em um de seus papeis em mãos.

-Dá para parar de escrever um minuto?- resmunguei- É importante.

-Já entendi Jinki, não precisa bancar o enfurecido.- parou de escrever me olhando com tédio.- Só ainda não compreendi o por que devo fazer esse serviço para você, que eu saiba  proteção é coisa  sua.

-Não, minha tarefa é o Taemin.- o corrigi.- Preciso que alguém proteja o Key, não posso fazer duas coisas ao mesmo tempo, minha prioridade  agora é o Lee.

-E quer que eu proteja  esse Key por...- me incentivou a falar.

-Por que se o Minho resolver cometer uma loucura  e resolver atacar, você estará lá para ajudar.- expliquei rápido.- Simples.

-Ele não fará nada disso.- garantiu.- Conheço Minho a séculos o suficiente para saber que quando ele tem um foque não liga para outros, você devia saber disso.

-Não acredito nisso, algo me cheira mal vindo dele.- cruzei os braços preocupados.- Mesmo que Minho não o machuque acredito que outros seres sim, isso é importante Jong, não pediria se não fosse. Você sabe que é o único em quem confio o suficiente.

- Mas por que salvar outro humano?- ergueu uma das sobrancelhas.- Que eu saiba temos que nos preocupar apenas com os impostos a nós.

-Isso é problema apenas meu.- bufei irritado.- Vai fazer o que disse ou não?

-Ye, eu vou fazer.- revirou os olhos.- Vai ser a última, vai ficar devendo na conta mais uma vez, entendeu?

-Entendi.- sorri feliz por sua resposta.- Gomawo, de verdade.

-Pode deixar.- sorriu junto.- Somos amigos por isso.”

            Depois de nossas mãos se desgrudarem começamos a conversar todos juntos de modo agradável, até mesmo que Key por mais que  estivesse rabugento com Jong, ambos conversavam amigavelmente. Naquele momento senti que tudo poderia estar seguro apenas ali juntos.

Autora

Dia Seguinte

- Tae essa música é horrível.- Minho reclamou enquanto dirigia o carro junto de Taemin ao  lado.- Troca dessa rádio pelo amor de deus!

-Nem pensar.- resmungou em pirraça o menor.- Ela está na topo 100 na Coreia, quero ouvir.

-Droga, eu juro que se não tirar desse caralho agora, eu te jogo para fora carro.- o olhou brevemente.- Sabe bem que posso fazer isso.

-Já disse que não.- fez bico irritado.- Poxa Fantastic Baby é demais.

- Pouco me importa, eu nem sei que de banda é essa.- reclamou.- Muda logo, essa batida está me irritando.

-De Big Bang eu jamais tiro.- cruzou os braços bravo.- Não deixarei você tocar no rádio de jeito nenhum.

-Não preciso mesmo.- sorriu largo antes de estralar os dedos por um breve momento fazendo assim a estação mudar de repente.- Pronto.

-Como faz isso?- comentou Tae surpreso o olhando.

-Ser sobrenatural esqueceu?- o olhou irônico.- Faço tudo que quiser, se não me escuta faço a força.

-Poderia fazer um hambúrguer aparecer?- perguntou animado ignorado a última frase de Minho.

-Sou Anjo das trevas e não chefe de cozinha.- bufou revirando os olhos.- Se quiser um compra depois na volta.

-Seu chato.- mostrou a língua para Minho.

-Criança mimada.- riu da ação de Tae achando aquilo divertido por um momento.

            Uma música  começa a tocar sutilmente  no carro fazendo  com que Minho olhasse para o rádio com as sobrancelhas franzidas, ele estava conseguindo entender  tudo o que a letra dizia.

- Tae aumenta jebal.- pediu olhando para frente.

-Se vira, você não é o foda?- fez aspas com os dedos.- Estrala seus dedos ai.

-Por favor não posso fazer isso agora.- pediu com calma concentrado na estrada.- Eu apenas quero escutar a letra dela melhor.

-Consegue entender Inglês?- perguntou outra vez surpreso, mas antes que Minho abrisse a boca para responder Tae volta a falar.- Esquece, já saquei.

            Assim fez o que o moreno pediu deixando que a música ficasse alta para que os dois pudessem ouvir e curtir o som que passava. Minho depois de segundos reconheceu a música como sendo uma chamada de Somebody to die for.

 

Não tenho mais nada para viver

Não tenho motivos para morrer

Mas quando eu estou de pé na forca

Estarei olhando para o céu

Porque não importa onde eles me levem

Morte, vou sobreviver

E nunca serei esquecido

Com você ao meu lado

 

E eu não preciso desta vida

Eu só preciso

 

Alguém por quem morrer

Alguém por quem chorar

Quando estou sozinho

 

            Minho começou ar ter fortes pontadas contra seu peito, por um momento pensou que estivesse tendo algo parecido com a dor, mas não podia acreditar nessa besteira, seres como ele não sentiam nada, dor ou sentimentos, então o que seria aquilo? Por um momento sem perceber enquanto escutava, ele olhou para o lado vendo o outro menino olhar pela janela do carro sorrindo docemente. Era estranho e curioso.

Quando estou de pé no fogo

Eu vou olhar para ele nos olhos

E vou deixar o diabo saber disso

Eu era corajoso o suficiente para morrer

E não há nenhum inferno que ele possa me mostrar

Isso é mais profundo do que o meu orgulho

Porque eu nunca serei esquecido

Para sempre vou lutar

 

            Por que aquilo estava fazendo sentindo olhando diretamente para a sua ”tarefa”? Minho começou a achar que estava ficando doido. Balançou a cabeça forte tentando parar de entender o que estava tocando, ignorou totalmente aquele som. Ele não era assim, Choi Minho era impiedoso, sádico e não ligava para nada além de cumprir missões, nada  poderia o distrair, muito menos um certo menino magrelo que adorava irritar.

 

Por que isso? Por que agora?

 

 


Notas Finais


...


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