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História Fallin' All In You - Capítulo 4


Escrita por: lisboayprofesor e _puntodebil

Notas do Autor


boa noite seguimores, a one de hoje tá ó 🔥🔥🔥 a lari lacrou nesta

Capítulo 4 - Quem é mais provável?


Desde que Raquel chegou a Palawan, é tipicamente normal que Sérgio e ela estejam o tempo todo grudados, até mesmo para tomarem banho porque é difícil demais pra ele ficar minimamente longe dela depois de um ano sem poder abraçá-la, beijá-la ou sentir seu cheiro único. Portanto, fazem absolutamente tudo juntos: cozinham, comem, escovam os dentes, lavam a louça e tudo isso sem se desgrudar um segundo.

Por isso cenas como essa de agora são tão comuns. Já é noite e os dois aproveitam como todos os dias a companhia um do outro. Raquel jogada por cima do corpo de Sérgio, que mantém o braço em sua cintura, apertando seu corpo contra o dele e, num hábito totalmente novo, o rosto dele está enterrado em suas madeixas loiras. Parece tão familiar e ao mesmo tempo tão certo que ele acredita ter feito isso a vida toda.

Estão conversando mas Sérgio gosta mesmo é de ouvi-la falar. Raquel lhe conta coisas que o fazem sorrir a todo instante e sem dúvidas passaria a vida toda somente escutando sua voz, porque o timbre dela o acalma e o faz se sentir em paz. É reconfortante.

– Sérgio, está me ouvindo? – ele desperta do transe que se encontrava até então com a voz dela perguntando e balança a cabeça afirmativamente assim que olha na direção dela.

– Então o que eu disse? – quando a resposta não vem ela ri e ele acompanha sem graça também. 

– Acho que você me pegou. – ela esconde o rosto na curva do pescoço dele e continua rindo. Ah, o som da risada dela... 

– Estava dizendo que nós podíamos fazer algo. – agora Raquel o olha outra vez. – O que me diz? 

– Acho uma ótima idéia. – ele concorda. – O que quer fazer? Assistir um filme, andar na praia ou... – a mão dela vaga pelo seu braço num carinho singelo e de repente Sérgio fica mudo. 

– Não, isso nós já fazemos quase todo dia. – ela continua com o carinho em seu braço. – Que tal jogarmos um jogo? – propõe.

– Um jogo? – ela assente. – Qual?

– Já ouviu falar de quem é mais provável? – Sérgio franze o cenho em confusão e então ela continua. – Eu faço uma pergunta, por exemplo: quem é mais provável a ter nau hálito? E nós falamos quem é mais certo a ter isso, entende? 

– Hum, sim, eu gostei. – Sérgio admite e Raquel lhe encara sorridente. 

– Vamos jogar? – ele sussura um "sim" e ela deixa um beijo rápido em seus lábios antes de sentar-se no sofá agora no lugar ao lado dele. Sérgio repete seu gesto sentando-se também de frente pra ela. – Ótimo, quer começar? 

– Ok, me deixa pensar. – Raquel espera que Sérgio lance a pergunta. – Quem é mais provável a deixar as roupas espalhadas pela casa? – ela revira os olhos sabendo que ele fez de propósito para provocá-la. 

– Ha ha, muito engraçado não? Já disse que não faço de propósito. – retruca e ele ri. 

– Mas eu não disse nada. – ela abre a boca surpresa. – Você acaba de se entregar. – Raquel lança uma almofada na direção dele, que volta a rir. 

– Eu te odeio. – e essa é a maneira dela dizer que o ama. – Agora é a minha vez. – ela se ajeita no sofá abrindo um sorriso travesso na direção de Sérgio. 

– Odeio quando faz essa cara. – ela ri mordendo o lábio inferior antes de fazer a pergunta. 

– Quem é mais provável a fazer mais barulho durante o sexo? – Sérgio congela por um instante e Raquel não consegue segurar a risada jogando a cabeça pra trás enquanto gargalha da cara que ele faz. 

– Raquel, você não está jogando limpo. – ele diz baixinho. 

– A sua cara é impagável, Sérgio! – Raquel respira fundo controlando a risada. – Não tem problema você admitir e isso eu também vou confessar que me surpreendeu bastante. Com essa carinha aí de tímido, bem que falam que estes são os piores, não? 

– Muito bem, chega! – Sérgio diz sério e Raquel imediatamente se cala reprimindo um riso. – Minha vez. Quem é mais provável a ter um câncer de pulmão? 

– Mas o quê? – Raquel pergunta desacreditada e quando Sérgio sorri, ela sabe do que ele está falando. – Vai a merda, Sérgio! – ela bufa buscando o maço de cigarro em cima da mesinha e acendendo um, tragando profundamente e sentindo a sensação de relaxamento.


A essa altura eles já estavam burlando o jogo, pois estavam mais preocupados em fazer perguntas para provocar um ao outro do que responder as que eram feitas, mas nenhum dos dois se importava com isso. 


– Você fuma mais que uma chaminé, isso ainda vai te matar. – ela revira os olhos entediada. – Estou falando sério, Raquel. Digo isso pro seu bem, cigarro faz mal a saúde e pode te causar muitas doenças. 

Madre mía, estou numa ilha paradisíaca com a minha mãe e não sabia? – ela lança sarcasticamente enquanto dá outro trago no cigarro. – Deixa de ser sem graça, Sérgio. Por que não para de cortar o meu barato e dá um trago aqui, hein? – oferece. 

– Nem pensar. Meu pulmão vale mais, obrigado. – Raquel se aproxima sentando mais perto dele e lhe oferecendo o cigarro. 

– Vamos, só um trago! – insiste e Sérgio pega o objeto da mão dela com relutância. – Estou esperando. 


Sérgio coloca o cigarro na boca e assim que traga começa a tossir. Raquel o observa quieta com um sorriso vitorioso nos lábios. 


– Você continua vivo. – ela constata. – Não foi tão ruim, sempre muito exagerado. – volta a sentar-se ao seu lado. 

– Foi uma experiência muito ruim. – ela balança a cabeça negativamente.

– Fumo desde que entrei para a polícia. – conta e Sérgio atenta-se a escutá-la. – Era muito estresse, pressão, etc. Enfim, eu precisava de algo que me acalmasse durante as horas que passava cercada de imbecis, foi aí que então eu descobri o cigarro. Não é um vício, só fumo quando estou estressada. – explica dando de ombros.

– E está estressada agora? – pergunta e ela sorri de um jeito que Sérgio sabe muito bem o que significa, tanto que sente o coração acelerar.

– Não, estou excitada. – traga mais uma vez antes de soltar a fumaça e encará-lo. – Você fumando é uma visão muito estimulante, sabia?

– Verdade? – ela concorda. – Sou uma visão estimulante só quando fumo? – retruca e ela ri baixinho. 

– Não, eu não disse isso. – Sérgio permanece a olhando. – Você é uma visão estimulante por si só, mas não sei, homens que fumam me atraem bastante. 

– O que mais? – ela faz uma cara confusa. – Que te atrai em homens, acho que nunca falamos sobre isso. – ela suspira antes de falar. 

– De verdade? – se aproxima de Sérgio novamente, agora passando uma perna de cada lado de sua cintura e sentando-se em seu colo. Ele observa calado cada movimento seu. – A inteligência. Homens falando sobre coisas que eu não sei, entende? É tão sexy quando me explicam coisas com aquele ar de superioridade. 

– Bom, já disse a Tóquio uma vez que isso tem um nome e... – Raquel lhe encara com a expressão divertida e uma sobrancelha arqueada. – Ela me fez essa mesmíssima cara. – ele ri sem graça. 

– Sabe o que mais me atrai em você? – ele nega com a cabeça. – Sua inteligência. Te ouvir falar essas coisas que eu nunca nem imaginaria, me deixa maluca. 

– Verdade? – Sérgio leva uma mão até sua cintura e deixa um leve aperto ali, o que faz Raquel gemer baixinho e soltar um riso logo em seguida. – Que tal eu te deixar maluca de uma outra forma então? 

– Acho ótimo!

Com isso eles se beijam. Sérgio continua apertando a cintura de Raquel a medida que o contato se intensifica e ela suspira em meio ao beijo. Segundos depois quando se separam, ela faz menção de se despir mas ele a para.

– Não, eu faço isso. – Sérgio retira a blusa que ela usa e a admira por alguns instantes, levando a mão até seu rosto e deixando um carinho ali. – Você é tão linda, Raquel. – ele sussurra beijando seu pescoço e aproveita para retirar seu sutiã também. – Adoro tocar você.


Quando voltam a se beijar é algo mais urgente. Raquel agarra os cabelos da nuca de Sérgio,  puxando-os devagar quando ele beija seu colo e passa a língua por seu mamilo, abocanhando seu seio de uma vez sem deixar de olhá-la. A visão é tão erótica que ela sente que pode gozar ali mesmo, mas se controla apenas sentindo uma sensação boa em seu ventre que cresce toda vez que ele a toca uma e outra vez. 

Sérgio a deita no sofá com cuidado, pairando por cima dela e vai espalhando beijos por seu corpo. Beija o ponto abaixo de seu umbigo e retira seu short devagar repetindo o gesto com a calcinha que ela usa. Usa o dedo indicador passando lentamente por sua intimidade conferindo se ela está molhada e vê que Raquel geme baixinho quando ele faz isso.

Sem cerimônia, coloca uma perna dela em seu ombro e lambe toda sua extensão fazendo ela arquear as costas com o arrepio que percorre sua espinha. Sérgio repete o gesto mais uma vez antes de rodear seu clitóris com a língua e ela geme agarrando seus cabelos.

– Sérgio… – ela chama baixinho e ele a olha. – Mais rápido por favor! – o Professor passa a ponta da língua mais rapidamente lambendo seu clitóris e Raquel joga a cabeça pra trás gemendo mais alto. – Oh, sí! Desse jeito! – ele repete o gesto outra vez só para ter a honra de vê-la se contorcer em baixo de dele. – Joder Sérgio, hm... não para por favor.

Novamente ele usa o dedo, mas dessa vez introduz um dentro de sua entrada e vê ela revirar os olhos quando coloca o segundo ainda usando a língua para chupá-la com avidez. Raquel sente o orgasmo se aproximando e rebola na boca dele buscando mais contato. Um gemido mais alto anuncia seu orgasmo e ela logo está tremendo em baixo de Sérgio, que faz questão de lamber cada gota de seu líquido. 

Logo ele trata de subir com mais beijos até seus lábios onde a beija lentamente para que ela sinta seu próprio gosto. Raquel inverte suas posições e apressadamente retira todas as peças de roupa de Sérgio, que acha graça de sua impaciência. Ela rebola em seu colo fazendo suas intimidades criarem um delicioso atrito antes de se encaixar devidamente nele e  soltar um suspiro satisfeito. 

Raquel começa a subir e descer em cima de Sérgio, que fica admirado com a visão. Ele leva a mão para tocar seus seios e ela deixa escapar um suspiro baixinho, jogando a cabeça pra trás e entreabrindo os lábios, deixando os gemidos escaparem. Sérgio permanece extasiado pois nunca se cansa da visão dela em cima de si, completamente nua e suada pelo esforço que faz pra tentar alcançar o que quer. 

Ele passa a movimentar o quadril junto com o dela e o barulho de seus corpos se chocando junto dos gemidos dela acabam por fazer Sérgio gemer cada vez mais alto, também suspirando por ela. Sua mão afunda em sua cintura impedindo que ela continue a se movimentar quando finalmente se afunda dentro dela, fazendo-a atingir o segundo orgasmo da noite e só então ele vem em seguida, sentindo as paredes internas dela lhe apertarem. 

Ela cai exausta por cima dele e em meio ao silêncio acaba soltando uma risada contagiando ele também.


– Por que estás rindo? – ela deixa beijos por seu pescoço e maxilar, indo de encontro aos seus lábios e mantendo seu olhar fixo ao dele. 

– Esquecemos completamente do jogo. – só então Sérgio se lembra do que estavam fazendo antes de se perderem nos braços um do outro. 

– Pois não seja por isso. Quem é mais provável a se distrair primeiro de fazer algo porque não consegue controlar seus desejos sexuais? – Raquel deixa um tapa em seu braço, repreendendo-o. 

– Falando assim parece que eu eu sou uma ninfomaníaca. – eles riem. 

– Não disse isso. – ele repete as palavras dela de minutos atrás. 

– Mas é verdade, não consigo controlar meus desejos sexuais. – ela diz fazendo carinho em sua barba. – Não quando você está por perto. – eles tornam a se beijar e Sérgio desliza a mão por suas costas parando em sua bunda.

– E parece que alguém aqui também não consegue. – Raquel brinca e ele ri. 

– Não quando você está por perto. – ele toma o controle novamente. – Pronta pra ir de novo? – deixa uma mordida em seu lábio inferior. 

– Prontíssima!

 


Notas Finais


👀👀👀👀


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