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História Falling - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Começo da atração


- Atsumi – ela o encarou, sorriu de canto de boca. – o prazer é meu.

- Venha, vou te levar pra casa. – ele se virou.

- Pra minha casa? Pera, você sabe aonde eu moro?

- Vamos fingir mesmo que um não fica de olho no outro ou posso agir naturalmente como se já te conhecesse há um tempinho? – ela o encarou, ele puxou sua mão e foram cortar caminho por dentro das casas.

Ele a ajudava a pular os muros para cortarem caminho. Ele sabia quais casas estavam vazias e que não teria problema em fazer aquilo. Cortaram uma boa caminhada, o que os deixou quase sem tempo pra conversar mais um sobre o outro. Vendo que o carro não estava na garagem, convidou ele para entrar, estava sozinha. Ele recusou, tinha que ir, mas voltaria outro dia.

No dia seguinte, Aoi conversava com Atsumi enquanto não começava a aula, quando viu Kai entrar. Ele não olhou para ela e foi direto se sentar. No intervalo, ela apresentou Aoi para Reita, e ficaram ali trocando ideia. De longe, via Kai sentado sozinho. Ela se pegava perguntando no quê ele estava pensando, ou por quê ele agia daquela maneira. Sentindo-se observado, ele a encarou, e ela no susto, se virou. Ao ir embora da escola, foi com Reita até uma parte, como sempre, e depois cada um em uma direção, para suas respectivas casas.

Atsumi tomou banho, lavou seu cabelo, colocou uma camisola curta, prendeu o cabelo na toalha e foi para frente do computador, na sua mesa. Ficou ali por algum tempo, hora estudando e fazendo um trabalho, e hora assistindo algo no youtube ou jogando algo.

Perto da meia noite, escutou um barulho muito baixo, como se algo batesse em sua janela. Foi checar o que era, e viu lá embaixo aquele rapaz, que dizia ser o tipo de rapaz que os pais dela não gostariam que ela andasse junto. Ele pediu para subir, ela deixou, e ele escalou. Era fácil, por ter o que parecia ser uma escada, que na verdade era usada para que as plantas do tipo trepadeira se apoiassem para subir e se desenvolverem. Ela pegou o fino lençol que estava em cima da cama e se cobriu, afinal, sua roupa era pequena demais.

- Ok – começou a dizer – Não falei nada com você mais uma vez. Eu realmente acordo de mau humor, assim fica difícil  ser uma pessoa legal.

- Então vou começar a me acostumar. – se sentou na beirada da cama.

- Juro que gostaria que as coisas fossem mais simples.

- Se você me disser o que poderia ser mais simples, talvez eu compreenda.

- É... ahn... – Ele olhou para seu computador, mudou de assunto – É o trabalho pra semana que vem?

- Sim, eram até três pessoas no grupo, mas só está eu e o Aoi. Você... já tem grupo? Quer se juntar?

- Pode ser. Valeu.

- Valeu nada, tá me devendo um oi na escola. – eles riram. Ele sentou do lado dela e começaram a conversar.

 Passado por volta de  duas horas...

- Você não falou muito sobre você. – dizia ela.

- É um pouco chato a minha vida. 

- Eu posso prestar atenção.

- Inclui minha mãe falecer,  então...

- Ah, me desculpe... Se é difícil então deixa quieto.

Eles ouviram um barulho vindo do corredor e uma mulher chamando por ela. Ele foi pra debaixo da cama, ela tirou o lençol que estava coberta e cobriu a cama, da beirada  até o chão para que não desse pra o ver ali embaixo. Sua mãe entrou no quarto.

- Filha, amanhã não tem aula, mas seria bom acordar cedo no sábado, assim podemos fazer algo. Vá dormir...

- Tudo bem, eu... Só estou terminando um trabalho e vou dormir. – Sua mãe deu boa noite e fechou a porta. Atsumi trancou a porta. Kai saiu de baixo da cama.

Levantou, foi em sua direção, olhou aquela roupa curta, e o bico dos seios aparecendo já que era um pouco transparente. Desviou o olhar. Ela, apagou a luz, para que a mãe  achasse que já estava indo dormir. Kai encarava, ela deu dois passos para ficar colada de frente para ele e o beijou.

Kai passou seus braços pela cintura, a pressionando contra ele. O beijo era gostoso e intenso, a fazendo querer mais, mas Kai era controlado quando queria e aquela não era uma boa situação para se aproveitar de Atsumi. A soltou, disse que estava tarde, a deixando triste e então partiu. Aquilo mexeu com ela, que queria desesperadamente o ver de novo.



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