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História Falling in Love (Charlie x Alastor) - Capítulo 20


Escrita por: e DaddyAlastor


Notas do Autor


Hello there my dears!!

Mais um capítulo fresquinho para vocês!

Nesse capítulo teremos uma música especial da época do Alastor. Caso vocês não conheçam ela se chama Ain't Misbehaving, ela é de 1929, a original interpretada por Fats Waller.
Há um show de imagens na - oi?
Vídeo?... Ah, certo... Tem um vídeo no...
Iu o que? Youtube? Certo
Tem um show de imagens no Youtube que é de 1943, mas é para vocês terem uma ideia da música ha ha ha!

Espero que a semana de vocês esteja boa, my dears.

E espero que vocês gostem desse capítulo.

Ah, nossa querida beta reader já arrumou 3 capítulos, logo mais iremos atualiza-los!

Stay Tuned!

--DaddyAlastor

Capítulo 20 - Ain't misbehavin'


O corpo da pequena estremeceu com o jeito que ele a pegou e logo estava por cima. Aquilo a fez corar de um jeito que não lembrava ter corado antes. Os olhos vermelhos do maior a faziam ter certeza de que ele iria aproveitar bem a noite.  

"Toda sua" respondeu num sussurro, olhando-o nos olhos e logo que piscou seus olhos estavam vermelhos novamente. Gemeu baixo ao sentir a mão do demônio em seu seio por debaixo da blusa, juntamente com um calor em sua pele que a deixava enlouquecida. 

Alastor sorriu largo, seu coração estava acelerado pelas palavras da garota. Os olhos vermelhos da pequena fizeram seu membro pulsar dentro de sua cueca. Roçou seu quadril contra o dela e brincava com o bico do seio da pequena. A outra mão desabotoava o único botão que a mesma havia abotoado e tirou a camisa dela jogando para longe também. Sentir a sua pele quente contra a dele era delirante.  

“Tira.” Pegou a mão da garota e desceu até sua cueca. A beijava com desespero, mordendo seu lábio e a fazendo sangrar. 

A menina não iria discutir, sorria em meio ao beijo, era isso que queria no fundo, desde o início. Amava vê-lo perder o controle, amava vê-lo a desejar. As mãos da menina foram até sua cueca, a arrancando com certa pressa com as garras, rascando-a e jogando para longe.  

Quando sentiu a mordida em seu lábio, não aguentou a vontade que tinha e sua mão passeou até o membro rígido, o massageando com vontade de senti-lo ao máximo. 

Arrepiou com a facilidade da pequena em rasgar sua cueca. Ela estava com tanta vontade quanto ele, não estava? Gemeu contra os lábios da garota com a vontade que ela pegou seu membro.  

Chupou forte seu lábio e suas garras desceram arranhando sua barriga sem corta-la, mas chegou à calcinha e rasgou—a. O tecido caiu pela cama e sua mão fora direto para sua intimidade. Ele sentia tanta saudade que com o mesmo desejo que ela pegou em seu membro; ele conferiu se e a menina estava lubrificada e penetrou o dedo. Fora direto para seu ponto de prazer, que lembrava bem onde era. Não era a mesma coisa com o dedo, afinal achara com a língua, mas tinha certeza de que era onde tocara, ou próximo. Esperava a reação da garota. Ele com certeza, não seria nem um pouco gentil. 

Charlie percebeu o quanto ele queria aquilo também, e sabia no fundo que aquilo seria intenso, até mais do que já fora antes. Seu corpo inteiro se arqueou com a leve arranhada, e ainda mais ao sentir-se penetrada pelos dedos do menino, entrada que fora fácil devido a estar muito excitada.  

"A-al!" A menina gemeu ao sentir exatamente seu ponto sensível ser estimulado, retribuindo então com uma massagem mais forte no membro do maior. 

Ele encostou a cabeça no ombro dela, lhe faltou ar com a massagem forte, mas aquilo era tão bom... Mexia o dedo no ponto sensível dela, esfregando lentamente para excita-la e dar prazer a ela, o mesmo que ela estava dando a ele. “Quer mais rápido? Ou devo continuar assim?” Sorria e mordia leve seu ombro. 

"Você... Manda..." A menina gemeu sentindo a intimidade estimulada e as próprias pernas tremerem pelos espasmos elétricos. Ser dominada pelo maior era excitante, vê-lo no controle e decidindo a fazia... Delirar. Então continuou o massageando. Se pudesse deixaria ele a penetrar agora. 

Ele sorriu, ele quem mandava, então continuou com o movimento lento dentro dela, e então fora acelerando aos poucos. Seu quadril começou a mexer com a massagem em seu membro. Fazia um vai e vem forte e até que rápido.  

Mordeu mais forte a pequena, dessa vez perfurando sua pele e se lambuzando com seu sangue. 

A menina gemia baixo, mas conforme a velocidade aumentava errava os movimentos do próprio pulso ao receber ondas de estímulo que a faziam remexer o corpo, seu sangue escorrendo ativava então as marcas neon em seu corpo, e seus olhos vermelhos oscilavam no ritmo em que sentia os dedos do maior a penetrar. Jogou a cabeça para trás soltando um gemido abafado. 

Ele passou a língua no ferimento da pequena, deleitando-se com o sangue que escorria. As marcas neon - ele sentiu falta de ver aquelas marcas.  

Alastor acelerava o movimento dos dedos dentro da pequena e sua boca subiu para a orelha dela.  

“Quer me sentir? Quanto?” Perguntou mordendo a orelha da pequena. “Pede... Pede para me sentir—“ fez uma pausa, para gemer baixo na orelha dela. “Implora pra mim.” Ele sorriu, seus chifres cresceram assim como seus dentes e garras, seus olhos continuavam os mesmos, apenas brilhando. Ele queria penetra-la, mas antes queria ouvir a garota. 

A voz dele daquela maneira um tanto quanto imponente e autoritária a fazia sentir sua intimidade ainda mais quente. Soltou o ar ofegante e o olhou nos olhos, levando sua mão livre até o rosto do maior o puxando para perto e encostando sua testa na dele para olha-lo nos olhos.  

"Eu quero muito, eu preciso! Por favor, Al! Preciso te sentir, me faça sua agora" a menina implorava com uma voz esperançosa, não aguentava mais aquela distância que tiveram, queria senti-lo por completa novamente "Por favor, Alastor" 

Alastor deixou a pequena o puxar e encostar a testa na dele. Olhava os olhos dela, podia seR facilmente hipnotizado por aqueles olhos lindos. O jeito que ela implorava fazia ele pulsar mais ainda, e apertar o ponto interno dela mais forte também.  

“Você já É minha.” Ele corrigiu com um sorriso macabro cheio de desejo. Ele retirou os dedos dela e o membro de sua mão e se encaixou.  

Penetrou a pequena, jogando a cabeça para trás e gemendo. Ofegou e então lembrou. Saiu dela, fazendo um barulho de reprovação para seu próprio ato, e estalou os dedos. Estava com uma camisinha nas mãos. Abriu o pacote e a vestiu. Queria sentir ela até o final. Penetrou novamente e gemeu alto. Definitivamente não era a mesma coisa. Senti-la era bem melhor, mas... 

Charlie já estava preparada para sentir o que queria, e até gemeu baixo na primeira penetração, mas logo ele tirou e colocou uma camisinha, fazendo ela o olhar em desaprovação. "Eu queria te sentir..." Disse a menina cabisbaixa "...Tudo..." Agora com uma expressão triste, quase que pedindo para que ele tirasse, apoiou-se sobre os cotovelos e fez biquinho. 

“Charlie...” Ele mexia o quadril bem leve, não queria desaponta-la, mas era errado. “Você sabe que não podemos.” Ele disse baixo roubando um selinho dos lábios dela. Sua mão fora de encontro com seu quadril, enquanto a outra apoiava seu corpo na cama. “E eu não vou poder finalizar em você.” Ele disse baixo, era algo que ele queria, afinal nunca o tinha feito. “Você sabe bem dos riscos.” Ele sabia também, mas não podia deixar de admitir, ouvir ela pedir aquilo o excitava muito. 

Com a mão livre puxou novamente Alastor, agora com as garras em seu pescoço e com a voz um tanto distorcida "Eu não me importo. Eu quero." Agora Charlie falava como o cargo que tinha, imponente e exigente "Quero sentir tudo o que você tem a oferecer." Apertou um pouco as garras, perfurando levemente a pele do maior. 

Alastor arregalou os olhos, sentia as garras em seu pescoço e aquilo o excitava mais. Ela queria aquilo e ele também... Era arriscado? Extremamente arriscado— mas o jeito que ela pediu, o jeito que ela perfurou sua pele... Ele gemeu e retirou seu membro de ela dela.  

“Então tira.” Ordenou, ficando bem em cima da garota enquanto se apoiava na cama. Deixava o sangue de seu pescoço cair e pingar em seu rosto. 

Charlie fechava os olhos sentindo o sangue do maior tocando sua pele, e com a ponta dos dedos limpava o sangue e o levava a própria boca, lambendo-o de maneira erótica e o olhando nos olhos. "Sim." Confirmou sentando-se um pouco e com a ponta da garra rasgou a camisinha. 

Alastor ofegou fundo, olhando a pequena nos olhos assim que ela lambia o próprio dedo de maneira erótica. Assim que ela a rasgou, ele finalizou de remover o resto e abriu as pernas de Charlie. Penetrou forte nela, e agora, com as duas peles se encostando, ele sentiu o corpo todo pegar fogo. Era maravilhoso sentir a pequena daquele modo. 

Quando sentiu a pele do maior contra a sua, seu corpo se contraiu num gemido prazeroso, suas peles úmidas em atrito a fazia contorcer o corpo. 

Alastor arrepiou por completo com o gemido da menina. Ele ofegou e puxou ela mais para ele, colando os lábios contra os dela. Mordeu o próprio lábio rasgando para beija-la. 

Ao sentir o sangue do maior descer por sua garganta, ativando seus chifres que cresceram sem que percebesse e correspondeu o beijo profundamente. Abria as pernas o máximo que conseguia, permitindo-o aproveitar ao máximo. 

Alastor segurava Charlie em seus braços, sentia saudades da pequena. Falta de seu toque, de beija-la profundamente dessa forma que estavam. Seu quadril se mexia com certa violência, indo pra frente e para trás com rapidez. Soltava alguns sons pela garganta pelo prazer que sentira com a garota. 

Com as garras afiadas a menina agarrou o quadril do menino, acompanhando o movimento que o mesmo fazia e jogando a cabeça para trás, grunhindo pela força que ele a estocava, sentindo saudades de sentir aqueles movimentos fortes. "Al" gemeu alto, enfincando mais as unhas e fazendo o sangue escorrer correndo até suas intimidades e lubrificando ainda mais. 

Alastor esticou o corpo todo intensificando as estocadas contra a garota graças as unhas da mesma em seu quadril. Gemeu alto dessa vez algo que soava como o nome da menina. Sentia o sangue molhando suas intimidades e ele continuava o movimento sem dó. Inclusive fazendo o som dos seus corpos ecoar mais alto pelo quarto 

O barulho que ecoava era como música em seus ouvidos, numa sintonia alta e melodiosa que poderia formar uma orquestra juntamente aos gemidos dos dois. Arqueava as costas permitindo que Alastor penetrasse sempre o mais fundo possível, então logo mais girou o corpo, ficando de barriga para baixo contra o colchão, de maneira que ficasse ainda mais apertada para o maior. Os gemidos da pequena eram entrecortados e ofegantes, era difícil conseguir respirar normalmente com as estocadas fortes que a fazia soltar o ar. 

Assim que a menina virou suas garras cresceram o máximo que podiam. Ele ofegou e segurou no quadril da pequena. Estava se deleitando com os movimentos e estocadas fortes, e seus olhos não paravam de olhar a pequena. A conexão que ele tinha com ela... Era tão profunda, seu coração batia forte, ela era linda aos seus olhos, uma verdadeira charming demon belle. 

As presas de Charlie mordiam o cobertor enquanto soltava gemidos abafados e fechava os olhos com força, ele era perfeito, a sinergia dos movimentos, a força, a imponência.  

"Harder" a menina pediu, queria chegar ao limite novamente, e com ele ali era tudo melhor. 

Ela pediu, e ele o fez. Fincou as garras na cintura da pequena fazendo ela sangrar e pingar sobre a cama. Alastor aumentou o ritmo, as batidas de pele contra pele eram altas e ele gemia, segurando para não gemer alto. Sua mão foi para os cabelos da pequena, puxando para ele. 

O corpo da menina balançava em sua forma demoníaca natural, conseguia sentir o sangue fluir mais rápido por suas veias e ascender suas marcas a cada estocada. Quando o maior puxara seu cabelo, fora obrigada a levantar um pouco o corpo e empinar mais a bunda, arqueando-se e deixando os seios balançarem no ar.  

"A-Alastor..." A voz da pequena era distorcida e gemia alto, porém tentava se conter para não acordar outras pessoas. 

Alastor fora mais violento, ouvir a pequena gemer alto e seu nome o dava certa vontade de mais. Puxava gentilmente os cabelos da pequena, prensando as unhas nela. O cheiro do sangue e fazia lembrar do gosto que ainda estava na boca. Ele lentamente se “deitou” sobre a pequena descendo a mão em seu seio enquanto a outra deslizava pela barriga e ia direto para seu clitóris. “Charlie...” Ele chamou, fincando os dentes em suas costas e indo com tudo. Não demoraria muito até chegar em seu ápice já que deixava o corpo fazer o que queria. 

Com os braços livres, Charlie os levantou para trás, segurando-se em Alastor de maneira que ele conseguisse passar a mão em seu corpo mais facilmente, e assim que ele o fez, seu corpo tremia em pequenos espasmos a cada estocada funda que, ao mesmo tempo que doía, era perfeito. "Eu te amo, Al" a menina sussurrou soltando o ar ofegante, quase engasgando com o próprio som. Estava submissa a ele e a suas vontades. 

Alastor passeava as mãos sobre o seio da pequena, puxando o bico e brincando enquanto a outra brincava e massageava seu clitóris. Ele estocava, e ouvir a menina falar que o amava fez seu coração acelerar. Ele não entendia a palavra, não entendia o sentimento, mas aquilo o aquecia. Ele gemeu seu nome contra sua carne que ele mordia e perfurava.  

“Charlie... Eu vou...” ele tentou avisar a pequena, mas sua voz fora cortada por uma falha na respiração. Seus movimentos eram brutos e o jeito que ela puxou para cima para ficarem de joelhos deixava-a ligeiramente mais apertada. Ele estava perto de chegar ao ápice. 

Os dentes do demônio a perfurando fizeram a menina perder parcialmente a voz, mesmo com a boca entreaberta, seus gemidos saíam abafados devido a dor de tudo combinado, ainda mais depois de se sentir mais apertada por ficarem de joelhos e ela ainda com as costas um tanto arqueadas. "Faça" implorou a menos com a voz entrecortada e dolorida, queria aquilo tanto quanto ele, mesmo sabendo que era errado. 

Alastor gemeu puxando a pequena mais ainda para ele, seus corpos estavam colados e suas estocadas continuavam fortes, apenas mais rápidas. Ela queria isso, estava implorando, e ele queria também, por mais errado que fosse. Ele mordeu o pescoço da pequena com força e com uma última estocada chegou ao seu ápice dentro dela. Preenchendo-a completamente.  

Ele gemeu baixo, segurando-a contra ele como se tivesse medo de perder, como se sua vida dependesse disso. Seus músculos relaxaram completamente. 

Os gemidos da menor acompanhavam a rapidez das estocadas e de olhos fechados deixava o prazer cuidar do resto. Com outra mordida no pescoço e uma última estocada forte, Charlie abriu um pouco mais as pernas involuntariamente e esticou o pescoço para cima, sentindo seu interior sendo preenchido por um líquido quente que parecia adentrar ainda mais causando uma sensação única da qual gemeu alto o nome do overlord, envolvendo os braços que a abraçavam entre os seus e logo se encolhendo um pouco, sem nunca desgrudar os corpos. Não queria solta-lo nunca mais. 

Alastor ofegava contra o pescoço da pequena e sorria largo. Aquilo - fora uma experiencia incrível pra ele. E o jeito que a menina gemeu seu nome, talvez tenha sido para ela também.  

Ele jogou o peso do corpo para o lado, caindo em sua cama com ela. Ele sorriu e fechou os olhos por um momento. “Quer que eu faça você chegar lá?” Perguntou baixo, deitado abraçando a pequena por trás e descendo a mão até entre as pernas dela. Passou os dedos em sua intimidade, estava úmida e sua entrada possuía outra textura graças ao ápice do demônio. Ele beijava delicadamente o ombro da pequena. 

Charlie ao cair para o lado junto do maior, virou o pescoço dando um beijo em seu nariz carinhosamente "Quero" falou baixinho, quase que inaudível, mas só ele precisava escutar.  

Ajeitou-se a seu lado, mantendo-se envolvida em um de seus braços e abrindo levemente a perna que estava em cima, dando passagem para o maior continuar "but... Only if you wish" deu-lhe outro beijo, mas dessa vez um selinho normal. 

Ele a abraçou com uma mão, posicionando a outra melhor contra sua intimidade. “I do want it,” ele se aproximou da orelha da pequena e então tocou fez sua voz mais arrastada. “My darling.” Ela era dele, e era tudo o que ele queria. Sua mão continuou acariciando a pequena bem calmamente, para cima e para baixo, pegando seu clitóris quando ia pra cima e tocando sua entrada quando sua mão deslizava para baixo. O demônio repetiu esse processo algumas vezes até penetrar os dedos na pequena e a beijar com certa intensidade. 

Charlie sentia-se dele tanto quanto ele sabia que ela era dele. E sabia que ele era dela também. Os movimentos calmos eram diferentes dos de alguns minutos atrás, o corpo da princesa cicatrizava e voltava a sua forma normal, esta onde suas bochechas estavam mais coradinhas e maiores devido ao toque íntimo. Beija-lo enquanto sentia-se penetrada sem dificuldades pelos dedos do maior era uma mistura de calafrios e arrepios que a deixavam ainda mais envergonhada pois sabia que era nítido até para o overlord. Mas nas mãos dele seu corpo reagia intensamente. Soltava-se do beijo para gemer baixinho quase como sussurros ofegantes. 

Colou a testa contra a dela com um sorriso grande e observava a pequena gemendo. A abraçava forte com um braço, passando a mão em sua nuca levemente com as garras enquanto a outra procurava o ponto de estímulo e prazer da pequena. Queria faze-la satisfeita assim como ela o fez. Era perfeito ouvir os gemidos baixos dela, e olhar para ela daquele jeito. Tão frágil em suas mãos. 

Quando o maior encostou a testa na da menina, ela levantou um pouco o queixo, de modo que seus narizes também se encostassem e o ar de seus gemidos pudesse ser sentidos em sua pele por estarem próximos. Alastor sabia exatamente onde toca-la e estimula-la, pois em poucos segundos arqueou o corpo franzindo um pouco o cenho, fechando a boca para abafar o gemido que saíra. Ele com certeza a tinha. E não só nas mãos, em tudo. 

Sorria enquanto fechou os olhos por um momento. Queria apreciar os sons ao redor e a respiração da pequena contra sua pele. A tocava com cuidado, como se ela pudesse quebrar a qualquer momento, esfregava os dedos de leve e bem pressionados contra suas paredes até que começou a fazer movimento de vai e vem dentro de Charlie. Era lento e de certa forma provocativo, queria achar o movimento certo que agradasse mais a garota para, ai então, aumentar a velocidade. Extremamente diferente de antes, agora seus toques eram carinhosos e transpareciam a atenção que queria dar a garota. 

Sentia-se frágil ao toque do maior, então logo que ele começou os movimentos de vai e vem dentro de si, arfou baixo e encaixou a cabeça entre o ombro e o pescoço do overlord, querendo esconder-se um pouco aos gemidos baixos que vez ou outra a faziam estremecer. Deu alguns beijos leves sobre a pele do maior, sentindo-se completa por estar ai, mexia o quadril bem levemente de acordo com os movimentos, e quando sentia a onda elétrica seu corpo se contraía e até gemia por entre os dentes fechados. "Alastor..." Era baixo e provocativo, quase como dizendo que ele estava indo perfeitamente bem. 

Continuava, e assim que a garota se contraía, sabia que podia aumentar a velocidade e intensidade dos toques de forma progressiva. Ele sorriu arrepiando por inteiro. Só a voz dela tinha uma incrível influência sobre ele. Ele abriu os olhos para olha-la e roçou o nariz contra o dela. Alastor tocava sua nuca, arranhando bem de leve sem a machucar. Seu olhar era intenso para a pequena, deixava transparecer o quanto sentia falta dela pelo tempo que ficaram longe. 

Arrepiava-se com o leve arranhar na nuca, olhando-o tão intensamente quase como se pudesse ler seus pensamentos, sentia muita falta dele também, e estar ali era mais que uma recompensa.  

Com o aumento dos movimentos, tinha de se contrair mais, e as vezes fechava a perna sem querer contra a mão do maior, isto quando sentia uma onda elétrica muito forte que a fazia tremer-se inteira. Aproveitou que estava com o rosto próximo ao dele e o beijou, iniciando com um selinho e logo abrindo a boca devagar para dar passagem a língua que se movia como se quisesse saborea-lo. Se ele continuasse daquela maneira, não demoraria muito a chegar em seu ápice também. 

Alastor sorria largo quando a pequena fechava as pernas. As pequenas respostas de seu corpo o deixavam com a certeza de que estava fazendo algo a seu agrado. Ele procurou seu ponto interno e apertou próximo a ele, logo retomando o vai e vem intensificando e acelerando mais um pouco.  

O vermelho retribuiu o selinho, a seguindo para um beijo mais profundo. Ele fora de encontro a sua língua sem pensar duas vezes. Beijava-a com vontade, mas lento, como numa dança igualmente lenta suas línguas dançavam juntas entre suas bocas. Esfregava os dedos em seu ponto, iniciando uma massagem intensa e intercalando com os movimentos de vai e vem. 

Charlie gemeu no meio do beijo, tendo de abrir a boca para soltar o som e sentindo o corpo ferver com uma certa pressão a baixo-ventre. Seu queixo fora para perto do peito, tentando esconder novamente como estava envergonhada em estar tão vulnerável a ele, mas no fundo amava estar.  

"Alastor... Eu..." Quanto mais ele continuava, mais perto a menina chegava. Jogava a cabeça para trás trincando os dentes e contraindo a expressão, tentando não gemer. 

“Apenas faça.” Como a garota fizera com ele, ele fez o mesmo, a diferença é que seu tom era uma ordem. Ele aumentou os movimentos e velocidade indo e vindo e batendo o dedo em sem ponto rapidamente. Queria ouvir ela gemer e ficar completamente satisfeita. “Faça darling, se solte.” Disse com a voz arrastada e um sorriso grande. Voltou a beija-la ainda mais intensamente que antes. 

Charlie contraía a expressão mesmo enquanto o beijava, e sua mão que estava sobre o cobertor abrira em uma palma batendo com certa força no colchão ao sentir seu ápice vindo, este que não demorou muito e logo estava jogando a cabeça para trás e sentindo o corpo todo em espasmos longos. Mal conseguia continuar a beija-lo pois não conseguia ficar parada, seu corpo pipocava e fervilhava, e sua voz trêmula e alta gemia o nome do maior. Levou o braço que antes batia no colchão à lateral do corpo de Alastor, o segurando firmemente e tentando fazer o próprio corpo parar de se debater. "Al..." Gemia agora baixo e ofegante. 

Alastor manteve os dedos dentro dela enquanto a mesma chegava ao ápice. Assim que ela gemeu seu nome ele tirou seus dedos de dentro da pequena e levou os dedos até a boca e o sugou. O gosto da menina era surreal para ele. Queria falar tantas coisas para ela, o quão linda ela estava mesmo ofegante e corada. O quanto ele precisava dela... Ele a abraçou como se protegesse sua jóia mais valiosa. 

Charlie o viu lambendo os próprios dedos e então se aproximou abrindo a boca com a língua um pouco para fora, queria experimentar a mistura dos dois, e logo mais o beijaria novamente. retribuiu o abraço o mantendo próximo e apertado, se pudesse ficar ali para sempre assim o faria, ele era sua pessoa. 

Arrepiou completamente ao ver a pequena lambendo seu dedo e sorriu. Tinha experimentado o mesmo que ele.  

Alastor a beijou com carinho, a abraçando forte. Não queria largar da garota, nunca mais. Ela era sua e somente sua. Beijou o topo da cabeça dela e se aconchegou. 

Charlie correspondeu o beijo suavemente o abraçando forte também. Logo mais sentia o cansaço tomando conta de seu corpo e o sono vindo, com ele ali, sentia que a noite finalmente seria para dormir. 

Alastor puxou a coberta para ambos, se aconchegando com ela em seus braços. Finalmente poderia descansar e se sentir completo.  

No dia seguinte, havia café da manhã humano em cima de sua escrivaninha, com um bilhete escrito por Alastor.  

‘Bom dia, Charlotte. Tive que acordar mais cedo para cuidar de uns imprevistos com um dos hóspedes. Sinta-se à vontade para tomar um banho e apreciar este café da manhã que preparei. Fique o tempo que precisar. - Alastor.’  

Enquanto isso, Alastor estava andando pelo hotel. Já havia passado o menu para o café da manhã para Niffty. Agora verificava como os hospedes estavam até parar e ir direto para deu piano. Ficara dias sem tocar, não sentia vontade de absolutamente nada, mas depois de passar a noite com Charlie, ele estava sorrindo de forma genuína novamente. Sentou-se no piano e começou a tocar uma melodia alegre, era o que seu coração sentia no momento. Alguns demônios estranharam, afinal por mais que sorrisse o tempo todo, era visível e fácil de sentir a mudança no humor de Alastor. 

Charlie não demorou muito para acordar, mas novamente estava mais cansada que o normal por ter gasto energia. Apoiou-se sobre os cotovelos levantando um pouco o corpo e olhando para os lados no quarto. Este estava a meia luz, e a seu lado havia um bilhete de Alastor.  

"Então não foi um sonho" pegando o papel e trazendo para perto de si, Charlie suspirou sorrindo e feliz, estava tudo bem afinal. Comeu o que o maior tinha lhe deixado e levantou para tomar um banho, logo mais indo para seu próprio quarto se trocar.  

Tinha esquecido como estava bagunçado e quando abriu a porta se assustou dando um pulinho, estava tudo arrumado e com um saco de lixo enorme perto do banheiro. Adentrou o quarto com receio pensando estar no errado, e logo quatro mãos seguraram seu corpo gritando "BOO" "AH!" A garota pulou tão alto que poderia ter acertado o teto, e logo se virou assustada "Angel!" 

"Esse quarto tava um lixão, sua porca" O rosa reclamou rindo, ele estava com uma roupa de empregadinha e um espanador em uma das mãos.  

"Caralho...! Obrigada!" 

Alastor seguiu para conferir quais seriam as bebidas, Husk ainda não tinha superado o incidente e sempre assustava com a presença de Alastor que era sentida de longe.  

Dessa vez ele não sentiu a sua aura e assustou com sua voz.  

“HELLO Husker! Qual será a bebida de hoje, meu caro?” Alastor sorria e sentava no banco do bar. Husk virou lentamente. La estava Alastor sorridente como sempre... Mas... Dessa vez era legítimo. Ele estava de bom humor?  

“Ahm...” Husk olhou pra os lados e então tossiu. “Suco de melancia pra hoje.”  

Alastor então riu animado. “ HA HA HA belíssima escolha!” Empurrou o demônio com o microfone e o mesmo arregalou os olhos levantando a sobrancelha. Ele estava tratando Husk extremamente diferente um dia atrás.  

Ele era indiferente e falava apenas o necessário, o que mudou?  

“Alguma razão para - tal animação?” Ele analisou o vermelho.  

“Oras, meu caro amigo! O inferno é um lugar para se animar! Todas essas pobre almas tentando e falhando! É como um show de comédia!” Ele passou a mão na frente como se visse um placo no meio do hotel. 

"Você não vai... ACREDITAR!" Charlie deu um passo para trás fechando a porta cuidadosamente e logo mais pulando para frente e balançando os braços de Angel Dust, rodando com ele pelo quarto, este que quase tropeçou nos próprios pés e ficou tonto com a força que ela o girou e logo se jogou sobre a cama e rolou rapidamente para o lado se levantando.  

Ela estava muito animada, Angel levantou uma sobrancelha cruzando os braços superiores e fazendo uma arminha com a mão inferior para a menina "Cê deu né? Ahaha você deu, com certeza." O rosa jogou-se na cama da menina enquanto ela abria o guarda roupa para pegar o que vestiria e andava até o banheiro saltitante e risonha. 

"...Bom... SIM! Mas foi muito mais que isso!" Charlie bateu a porta do banheiro para se trocar e em menos de dez segundos saiu pronta e arrumada "Eu acho que ele me ama! Mas ele não sabe o que é isso não." A menina rodopiou com a mão na testa, dramatizando.  

O assunto fora rápido, contou tudo o que acontecera porque precisava descer para trabalhar. 

"Eu não acredito. Charlie!" Quando a menina já estava de saída e terminando o assunto, Angel Dust se aproximou impedindo que ela saísse pela porta e deu-lhe um soco forte no estômago "Isso é por prevenção! VOCÊ É LOUCA! E ELE UM IDIOTA! SEM CAMISINHA? DENTRO? CHARLIE!"  

"Ouch!" A menina exclamou quase cuspindo sangue pela força do soco, ficando com um pouco de falta de ar "Eu sei... Eu sei! Mas eu precisava!" A discussão continuou corredor a fora, com Charlie tapando os ouvidos e falando 'lalala' enquanto Angel passava de um lado a outro dando sermão na menina, até que chegaram próximos ao bar, onde Charlie viu seu amado falando com Husk e se aproximou passando a mão pela cintura do maior e o abraçando, demonstrando que era ele e sempre seria. "Bom dia Husk, bom dia Al" a menina levantou a cabeça oferecendo o nariz para ele tocar com o dele. 

Husk olhou estranho para Alastor era realmente só isso? Não... Não era possível ele estar feliz assim apenas por isso. Assim que Charlie chegou, ele já entendeu na hora. O sorriso da menina que não sorria a dias, transparecia para todos ali presentes.  

Alastor virou para a pequena com um sorriso ainda maior ao sentir ela o abraçando pela cintura. Alastor então tocou o nariz dela com o dele e roubou um selinho da pequena. “Bom dia, Charlotte.” Ele roçou bem de leve o nariz com o dela e a soltou. “Dormiu bem?” A mandíbula de Husk despencou. Eles acabaram de se beijar... na frente de todos?! 

Angel Dust que seguia a menina reclamando com sua irresponsabilidade estava para reclamar com Alastor também, mesmo que isso significasse que ele iria apanhar. Porém quando a menina abraçou o maior e fora retribuída com um selinho, Angel parou a meio caminho boquiaberto, e passou o peso de uma perna pra outra cruzando os braços e logo dando um sorriso gentil, e então olhou para Husk.  

No fim, deu tudo certo, né? Implicar com Alastor podia ficar para depois.  

"Como um anjo" a menina respondeu sem nem perceber que aquilo não faria sentido algum pois estavam no inferno, e passou o outro braço pela cintura de Alastor, agora ficando de frente com ele "E você?" Um sorriso maior tomou conta do rosto da princesa e seu coração acelerou. Dessa vez quando ele a chamou de Charlotte, o sentimento era bom. 

Alastor riu de forma icônica. Passando a mão sobre o rosto da pequena. Ela e suas frases que não faziam sentido algum. “Melhor que nunca.” O vermelho segurou o queixo da garota depois de passar a mão no rosto dela. “Que tal verificarmos como o almoço está indo?”  

Já era mais tarde, e por mais que Alastor já havia verificado com Niffty, não ligaria de verificar de novo, mas com a menina dessa vez.  

Husk olhou para Angel dust e então deu de ombros. Então tudo voltará parcialmente ao normal, tirando que agora Alastor ficava de carícias com a garota sem problema algum em público, ou pelo menos era o que parecia. 

Charlie fez que sim com a cabeça e acenou para Husk e Angel Dust em despedida, descendo uma das mãos para a de Alastor para entrelaçar seus dedos enquanto sorria imensamente feliz por ele estar aceitando seu carinho e retribuindo sem parecer incomodado com isso.  

Seguiram para a cozinha entrando e já sentindo o cheiro gostoso da comida, diferente, novamente, das comidas do inferno. Cantarolando e correndo em volta da mesa para checar o que estava sendo preparado em cada panela, Charlie parecia extasiada novamente com o hotel, tudo parecia ter sentido novamente. 

Alastor segurou na mão da garota, entrelaçando os dedos e levantou, seguindo a pequena até a cozinha.  

Assim que chegaram lá, ele riu baixo ao ver a pequena correndo em volta das panelas e cantarolando. Aquilo fazia seu sorriso aumentar, e ignorava o fato de Niffty estar extremamente confusa.  

“Vai almoçar hoje conosco?” Perguntou se aproximando da pequena. “Pergunto pois acabara de tomar café da manhã.” Ele continuava com o olhar sobre a garota. Se pudesse, nunca mais tiraria os olhos dela. 

"Claro, que exemplo eu estaria dando para nossos hóspedes perdendo mais um almoço?" Charlie levantou uma das sobrancelhas e mexeu o pulso em sentido horário em direção a uma das chamas do fogão, essa que subiu formando a silhueta dos dois e do hotel de fundo "Nós fundamos esse lugar, e vamos cuidar dele juntos agora" Os olhos da menina refletiam o fogo, e mal percebia que aquilo a deixava tão animada que os rastros de neon começavam a aparecer em sua pele. Falar do hotel com tanta esperança era bom para ela. "Então Niffty! O que temos para hoje?" 

Alastor balançou a cabeça concordando. Ela tinha razão e ele admirava a responsabilidade que a garota tinha. Sempre ficaria encantado como a pequena conseguia manipular o fogo.  

Alastor viu os rastros neon da pele da pequena e então riu leve.  

“Hoje temos ahm - salada de entrada e então- escondidinho de batata com carne louca!” A demônio desligava algumas bocas do fogão deixando outras acesas então correu para colocar a mesa.  

Alastor fora até a pequena e colocara os braços ao redor dela, puxando-a para abraça-la por trás.  

“Vejo que alguém está animada.” Disse baixo. Estavam sozinhos na cozinha. Ele levou os lábios até o pescoço da pequena e ali a beijou com certa ternura. “Sua pele está brilhando.” Apontou com sua frase enquanto as mãos continuavam ao redor dela, acariciando a barriga da garota. 

"Aaaa não sei o que é! Mas deve ser uma delícia" replicou Charlie à Niffty, e logo a agradecendo a menor por sair para servir a mesa.  

Seu pescoço arrepiou ao receber o beijo do maior e o abraço enquanto acariciava sua barriga, tanto que se desconcentrou e o fogo que manipulava se esvaiu. "A-ah...! Eu acho que fico animada demais quando estou com você" a menina sussurrou, não era mentira. Perto dele ficava mais feliz e se sentia mais viva. "Estava com saudades de tudo isso". 

Alastor riu baixo. Ele sentia o mesmo. Se sentia completo e seu sorriso não era apenas para mostrar superioridade, agora era genuíno ao lado dela.  

“Eu também estava.” Ele disse dando um beijo no rosto dela, e então pegando em sua mão e girando a pequena. Começara uma dança animada porém com corpos colados com ela. “Senti falta de tudo.” Dançava sem música, apenas cantarolava uma que vinha na cabeça. 

Girava e dançava junto ao maior, sentindo o ritmo da música de olhos fechados e o sentimento que aquilo passava, até que abriu a boca para cantar baixinho, o puxando para perto e apoiando a cabeça no ombro do maior, para cantar em seu ouvido.  

"I don't stay out late  

Don't care to go  

I'm home about eight" balançando-se levemente de um lado para o outro, esperando que ele cantasse junto de si. 

Alastor arrepiou completamente. Ouvir a pequena cantando em seu ouvido era empolgante, mas ouvir ela cantando uma música de sua época era - delirante. Abraçou ela forte, dançando ainda, mas agora estavam mais balançando levemente juntos do que realmente dançando. Sua boca estava colada na orelha da pequena.  

“Just me and my radio  

Ain't misbehavin'  

I'm savin' my love for you” Cantou com ela. 

Charlie sabia que a música era da época do maior, e ouvi-lo corresponder com a letra era um tanto gratificante. Podia sentir o próprio corpo se apertar contra o dele num abraço mais apertado, balançando ao ritmo mais lento que conseguiam cantar, aproveitando cada segundo ali. O show era deles.  

"Your kisses are worth waitin' for  

Believe me I don't stay out late" agora a voz da menina era doce, e se afastava para girar em seu eixo, fingindo girar uma longa saia. 

Alastor cantou juntamente com ela.  

“Your kisses are worth waitin' for  

Believe me I don't stay out late” Estalou os dedos e agora a menina estava com um vestido preto e rosa avermelhado. Era um vestido de época, com mangas rosas curtas e levemente transparentes. Ele estava com sua camisa social, gravata borboleta, e suspensórios.  

Ele puxou a pequena e desceu em seus braços. Repetiu a parte da música. “Your kisses are worth waitin' for Believe me...” Roubou um beijo bem lento e intenso. 

Charlie dera um pulinho ao ver o vestido que estava usando, e até sentiu a luz ambiente diminuir, ficando a meia luz, e com um movimento dos dedos um circulo de fogo apareceu em volta deles, marcando o chão como uma pista. Retribuindo o beijo e se segurando para não cair, a menina levantou uma das pernas de modo que ficasse mais fácil para subir ou então para subir em seu colo e rodar junto do maior. 

Alastor notou o círculo pela claridade que refletia em seus olhos mesmo fechados. Mas estava concentrado beijando-a para sequer abrir os olhos.  

Ele segurou a perna da pequena se separando do beijou e levantou com ela. Puxando agora a outra perna dela para sua cintura aproveitando que os braços dela já estavam segurando-o.  

Ele esfregou o nariz ao dela. “I don't stay out late.” Cantou baixinho antes de beija-la novamente. Uma mão ficara em sua coxa e a outra em suas costas/ nuca. 

"Don't care to go" sentia-se firme nos braços do maior, segurando-se em seu ombro e retribuindo o beijo intensamente e cheio de carinho, agora que estavam bem, não queria mais se separar.  

Porém Angel Dust adentrou a cozinha com certa pressa batendo na porta e a fazendo rebater na parede "TEM DOIS DEMÔNIOS BRIGAN-" O rosa parou por um instante piscando algumas vezes ao ver a cena, e Charlie se levantou, soltando-se do beijo e olhando para Angel um tanto confusa "Q-quer saber...! Eu acho que consigo resolver..! Hahaha..." Angel arrastou o corpo para trás, deixando-os sozinhos e fechando a porta, mas logo a abriu de novo apenas para dar o último recado "Não queremos maionese na comida" e saiu. 

Alastor poderia ficar beijando a pequena por mais um tempo mas ele arregalou os olhos e a ajudou a se levantar.  

“Não.” Alastor estalou os dedos e eles estavam com as roupas normais. “Resolvemos isso.” Seu microfone apareceu atrás de suas costas em sua mão enquanto a outra ele colocava a frente do rosto para tossir e fixar a voz. Assim que o Angel Dust voltou para fazer seu comentário petulante, Alastor corou e riu. “Acho INCRÍVEL como ele consegue fazer eu ter nojo dele sem mesmo tentar!” Riu alto olhando para Charlie e então com um sorriso, visivelmente bravo e os olhos queimando começou a ir em direção a saída. Ele ia quebrar Angel em dois. 

Charlie olhava para Alastor segurando o riso, achava engraçado como ele ficava irritado facilmente com Angel Dust.  

Segurou a mão dele e o olhou nos olhos com certa calma para que ele entendesse que não precisava se exaltar. Assim que saíram da cozinha, um demônio lilás e alto e um tanto transparente tentava agarrar o pescoço de um verde e baixo, discutiam sobre algo aleatório e trocavam socos até que Angel pegou uma cadeira e quebrou na cabeça do maior, em seguida jogando uma toalha em cima dos dois "MENINOS MAUS, SEM BRIGAS". 

Alastor sentiu a pequena segurando sua mão e a olhou nos olhos. Suspirou com um sorriso e balançou a cabeça. Então permitiu passagem para que ela saísse em sua frente. Andou atrás dela vendo Angel quebrando a cadeira na cabeça de um e jogando a toalha no outro.  

Alastor então estalou os dedos. Tentáculos saíram do chão pegando os três - incluindo Angel Dust - pelas pernas e levantando eles. Enquanto outro tentáculo rapidamente ia no pescoço dos dois com a toalha, mantendo a toalha neles. Alastor abriu a mão, sua aura ficara forte, e seus olhos queimavam novamente. Ele queria fechar a mão e matar os 3 que estavam ali, pois ainda estava com certa raiva e repugnância de Angel, mas sabia que Charlie não o deixaria fazer nada.  

Enquanto isso maior demônio dos três se encolhia no ar sendo segurado pelo pé e segurava no próprio pescoço. “EU NÃO FIZ NADA” disse desesperado porque sentia que seria o próximo. 


Notas Finais


ORAOROAROAORAORAOROA

Primeiramente queria dizer que a Arisian é um nenem

Segundamente, primeiramente

Bom, hoje eu quase terminei a capa do cap 16, mas n terminei ainda entao err, no prox cap ela ja vai ter sido atualizada eu juro

Eu queria dizer que a história se foca no desenvolvimento do casal, então até mesmo os hots a gente as vezes sempre tenta colocar algo que influencie os dois... Hm eh

SlunkBot muito obrigada por toda a ajuda nos caps, vc é um xuxu, as vzs eu não olho as mensagens, então me perdoa xD

E alias, tanto eu quando Alastor estamos com commissions abertas pra desenhos, então se alguém quiser é só mandar msg pra gente no instagran: @ Deadlyvucosplay / @ Laboveart (Alastor) e @ Uchi.Riri_ (Eu)

--DearCharlie_


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