História Falso? - Capítulo 13


Escrita por:

Postado
Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags Chou Tzuyu, Minatozaki Sana, Romance, Sana, Satzu, Twice, Tzuna, Tzuyu, Yuri
Visualizações 512
Palavras 1.254
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hellou pessoas

Tudo baum?

Primeiro: esse capítulo é o POV da Tzuyu, okay? Okay. Segundo: não tem segundo: 2yeon ganhou e a fanfic vai ser 2yeon. Terceiro: não tem terceiro :')

Capítulo 13 - Não faça isso


Olhei para Sana enquanto ela lia algo em um pequeno papel. Eu percebi que era a carta logo após ver que havia um adesivo colado no papel (pois eu queria fingir um selo, mesmo que seu lugar não fosse ali). Por um segundo, eu pensei em sair de fininho e deixar que ela ignorasse, mas eu conhecia Sana. Ela não iria ignorar de jeito nenhum.

— Mas que…?

— Unnie…

Meu coração disparou quando ela me olhou.

— Posso explicar.

— Tenho certeza que pode, mas antes…

Sana veio em minha direção com uma feição tão… irritada. Furiosa, na verdade. Ela tinha o nariz franzido, que era o que fazia quando estava com raiva, junto com um olhar assustador pesando sobre mim. Eu achei que ela iria brigar comigo, apontar o dedo na minha cara e me xingar… mas, ela me beijou. E quando ela me beijou, tudo voltou. A sensação estranha de frio na barriga, o nervosismo (isso era impossível não sentir), o medo… tudo. Eu tinha medo de amar Minatozaki Sana daquele jeito.

Quando nos separamos, eu só consegui pensar em duas coisas:

— Que merda fizemos e o que vai acontecer?

Admito que eu estava surtando e aquilo estava transparecendo, mas… eu acabei de beijar quem eu gosto, e isso seria bom, mas quem eu gosto é minha companheira de trabalho, minha amiga… eu não posso gostar dela.

— É isso que tem a dizer?

— É claro! O que espera que eu diga? — perguntei com raiva. Okay, eu já estava exagerando a certo ponto ao ficar com raiva, mas pensa: se ela não tivesse me beijado, eu não estaria surtando e nós não correríamos tantos riscos no trabalho. — Sana, você me beijou. Me beijou. Não deveria ter feito isso!

— A carta. — Ela sussurrou. — A carta que escreveu, você diz tudo lá.

— Foi uma carta de despedida. — Falei. — Sana, eu acordei livre hoje. Eu não sentia mais tudo o que sentia. Eu acordei bem! Algo que não acontecia desde o pedido de Park Jinyoung. Eu escrevi essa carta para nunca mais me apaixonar por você.

Ela trancou o maxilar, franziu o nariz novamente e de novo, me olhou com aquele olhar. Agora ela estava muito furiosa.

— Então me diz — ela se aproximou, ficando a poucos centímetros da minha boca. Seu corpo estava colado ao meu. Ela leu mesmo aquela carta. Eu sabia o que ela estava fazendo. — Me diz que não sente nada. Me olha nos olhos e me diz: eu não sinto nada.

— Eu…

Eu não posso dizer isso. Eu não posso fazer isso.

— Eu não posso fazer isso. Não posso dizer. Não posso te beijar, não posso te olhar assim — completei, desviando o olhar para a carta. — Esperava que a carta me libertasse, sabe? Eu vi no livro e… e eu deveria ter lido o resto.

— É, acho que sim — Sana concordou e puxou sua mochila (ela acertou, dessa vez), tirando o livro de lá. — Queria te fazer uma surpresa, mas acho que não fará diferença agora. Leia e me diga o que um beijo não faz.

— Você-

— Li o suficiente — murmurou. — Talvez o final te ilumine ou algo assim.

— O suficiente?

— Eu leio rápido. — Ela sorriu envergonhada. Deu para perceber que ela não queria sorrir, mas Sana não consegue evitar. Ela sempre tenta não sorrir com nossas besteiras (a minha, de Chaeyoung e Dahyun) e ser séria, mas nunca consegue. Eu acho isso fofo. Até nisso ela conseguia ser encantadora.

— Hum… — Murmurei. — Estamos atrasadas.

Eu quis terminar logo aquilo. Peguei minha mochila, meu fone de ouvido e o livro. Assim que vi Nayeon, eu pedi para que eu sentasse com ela, mas a mesma disse que Jeongyeon e ela tinham combinado de sentar juntas. Eu assenti envergonhada (eu odeio levar foras) e sorri maliciosa (eu odeio levar foras e por isso eu disfarço). Nayeon sorriu de volta, o que me deixou surpresa.

— Im Nayeon.

— Chou Tzuyu.

— Park Jihyo! — Jihyo disse por brincadeira. — Achei que ninguém iria se importar em falar meu nome, então eu falei. O que aconteceu?

— Nayeon está pegando a Jeongyeon. — Falei.

— Eu sabia, meu amor. — Jihyo disse. — E você? O que aconteceu?

Eu queria contar, mas não agora. Não aqui.

— Depois eu conto — murmurei. — Pode sentar comigo no aeroporto?

— Claro que sim. 

Talvez ninguém do grupo perceba, talvez nem a própria Jihyo perceba, mas sempre que ela sabe que algo deu errado ou vai dar errado, ela fala mais baixo. Eu presto muita atenção nos detalhes, eu sei. 


•••


— Então, o que aconteceu?

— Eu beijei a Sana.

Jihyo arregalou os olhos, abriu a boca, pronta para falar algo, mas nada saiu. Ela ficou me encarando com aquela cara por longos segundos. Não pude evitar de rir, ela estava muito engraçada.

— Chou Tzuyu! — finalmente, ela disse algo. — Eu… não acredito. O que você- POR QUE ESTÁ RINDO?

— Sua cara… — Murmurei. — Continua — disse após parar de rir.

— O que você vai fazer?

Suspirei.

Eu não fazia a mínima ideia do que fazer e como fazer caso tivesse uma.

— Sentar e assistir minha vida e minha carreira cair por conta de um maldito primeiro amor.

— Oh… — Jihyo murmurou. — O primeiro amor nunca é fácil. Poucos continuam com o primeiro amor. Seja paciente.

— Eu não quero ficar com ela. Não quero continuar com ela, não quero nem mesmo começar, na verdade. Eu não posso arriscar tudo só por algo que não tem garantia.

— Nada tem garantia, Tzuyu. — A Park me disse com um sério olhar. — Me admira ouvir isso da garota que veio de Taiwan sozinha apenas para tentar carreira de artista, de uma garota que entrou em um programa de televisão cruel para escolher o próximo grupo feminino da nação, da garota que você é. Você arriscou toda a sua vida pisando o pé na empresa e agora está com medo de se relacionar? — ela suspirou antes de continuar: — Acho que você é mesmo uma criança, Tzuyu.

É verdade. Eu sou uma criança. Eu sou uma criança apaixonada, e crianças apaixonadas fazem merdas.

— É fácil falar.

E uma das merdas é não admitir que fez merda.

— Fazer também é. Você pode beijar ela a qualquer momento e pedir desculpas.

Ela saiu do quarto.

Quer saber? Dane-se, eu vou beijar Minatozaki Sana mais uma vez e me desculpar por ser idiota.

Ou quase isso.

Eu iria mesmo fazer isso se eu não fosse puxada por uma Hirai Momo.

— Você sempre atrapalhando satzu.

— Sana estava falando com os pais no telefone — ela disse. — Seja o que for fazer, não faça. Ela estava pedindo desculpas, Tzuyu. “Me desculpa, pai, eu posso explicar- tudo bem, eu não preciso, mas eu quero. O que está acontecendo é que… tchau também”. Foi isso que ela disse. Tzuyu, pare. 

— Mas... 

Mas... Eu até tentei lutar contra, porém eu sei que Sana ama a família mais do que tudo, mais do que cantar e dançar, mais do que subir em um palco – acredite: subir em palco é mil vezes mais prazeroso do que viajar para a praia com a família. Sana, agora, também tinha uma barreira. Era a sua família. 

E parece que eu teria a mesma. 

Tzuyu-yah, seu celular está tocando! É sua mãe!


Notas Finais


“Eu presto muita atenção nos detalhes, eu sei.”
Guardem essa frase na cabecinha de vocês.

VOCÊS TÃO SABENDO DO E'DAWN E DA HYUNA? MARAVILHOSOS, ELES. SHIPPEM!

“Eu sou uma criança apaixonada, e crianças apaixonadas fazem merdas.”
Não precisam guardar essa frase, mas ela é a mais pura verdade :')

Gente, vocês sabiam que a versão anterior acabava no capítulo 12? Foi a menor fanfic que eu já fiz, tirando Chaeyoung Nunes (KKKK)

Baye pessoas


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...