História Falta amor - Capítulo 1


Escrita por: e Ice_Michaelis

Postado
Categorias EXO
Personagens Kai, Lay
Tags Cozinheiroxcrítico, Exonit, Exonitproject, Kaixing, Xingnit
Visualizações 114
Palavras 4.664
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie meus baby's wolf's sz

Estou aqui mais uma vez para compartilhar mais uma grande obra minha do projeto. Sinceramente, a primeira fic que eu realmente gostei de escrever com lemon.

Bom, irei agradecer as duas pessoas maravilhosas ao quais ajudaram no desempenho da fic. Primeiramente a capista maravilhosa @Paskocimas, ao qual fez a capa de uma forma rápida, mas que ficou incrivelmente linda cara amadorei. E essa beta incrível ao qual betou lindamente a fic, me dando opiniões e tudo mais, @mrsmanuvilhosa já te amo pakas. E sempre irei agradecer nossas adms, amos meus pais.

Bom, espero que gostem da fic anjos. Chu 😘

Capítulo 1 - Capítulo Único


Zhang Yixing, um famoso cozinheiro de somente 25 anos de idade. Apesar de seu pouco tempo na culinária, já era considerado um dos melhores cozinheiros. Até porque o mesmo surpreendeu uma família rica, que na cidade a chamavam de “A família Real”. Por meio disso, Zhang, apelidado de Lay, passou a ser reconhecido como um dos melhores cozinheiros de todos os tempos na parte mais nobre de Paris. O restaurante de nome 7ème arrondissememt fica localizado próximo à Torre Eiffel. Por meio disso, Lay fora hospedado em um hotel próximo do local, trabalhando todos os dias para a família real e para o restaurante ao qual trabalhava desde sua juventude.

Lay morou e viveu na China até seus 16 anos de idade e, depois de já ter a idade completa, seus tios deram a ideia de levar o garoto para uma viagem em Paris como presente de aniversário. Seus tios tinham ótimas condições, então seus responsáveis não viram problema. Lay foi para Paris e, em meio de diversas pesquisas, conheceu alguns restaurantes os quais lhe deixou simplesmente empolgado de provar cada gosto culinário.

Porém, o menor mesmo tendo somente 16 anos de idade, nunca sentiu um gosto típico, o qual lhe deixasse perdidamente apaixonado. Então, por conta disso, decidiu estudar mais sobre a gastronomia francesa. E, graças a isso, conseguiu um bom resultado, conseguindo seu primeiro emprego em um restaurante com 18 anos de idade.

Algo que deveria ser presente de aniversário virou algo maior, o qual lhe deixou vivendo em um hotel 5 estrelas, trabalhando com os reais e em um restaurantes simples, mas que depois de seu desempenho com a família real, passou a ser um comércio mais movimentado e mais visitado pelos turistas.

Atualmente Lay está arrumando suas coisas para poder morar em uma casa própria, no mesmo bairro ao qual ficou hospedado no hotel 5 estrelas. O local era confortável e tinha uma garagem enorme, essa que cabia cerca de três a quatro carros. Porém, por que tanto espaço para uma pessoa só? Apesar de Lay ser somente uma pessoa, recebia muitas visitas e as pessoas acabam tendo que estacionar na rua, mas agora que tem uma garagem pode simplesmente ficar mais tranquilo sabendo que não serão roubados. Mesmo morando em uma parte nobre de Paris. Bom, em todos os lugares roubam, você vendo ou não, eles roubam. 


[...]


Hoje estaria se completando dois meses que havia inaugurado seu tão amado restaurante, bem próximo de sua casa. Depois de uma discussão com seu chefe, o chinês decidiu viver fazendo da forma que achava confortável. Até porque não merecia receber qualquer ofensa de uma pessoa a qual o ajudou desde sua juventude. Em meio disso, recebeu vários clientes do bairro e alguns do outro restaurante o qual trabalhava, até porque as pessoas tinham um amor enorme pelo cozinheiro.

Seu prato mais elogiado era Cavaquinha Grelhada com molho de escargot, valia por volta de 181 euros (em reais custa cerca de 820,98). Muitas pessoas compravam o seu prato, principalmente a família real. E depois de sua mudança para a região onde a mesma habitava, ficou mais fácil para os mesmos frequentarem o restaurante do chinês. Por isso Lay não era mais “obrigado” a ir na casa da família real preparar algo para os mesmos, era só ir até seu restaurante, o qual ficava bem próximo da casa de ambos.

Porém todo restaurante recebe um crítico, este que vai até seu local de trabalho, olha tudo por cima do restaurante e em seguida prova de sua comida. Lay iria passar por um desses essa semana e, apesar de saber que seu local de trabalho era organizado, tinha receio já que o crítico era extremamente detalhista. Pesquisou um pouco sobre o mesmo e notou ser um coreano, este que vivia há dez anos em Paris sendo um crítico de bebidas, alimentos e de sobremesas.

Entretanto todos os restaurantes que eram criticados pelo mesmo recebiam uma ordem de fechamento, até porque eram acusados de algo o qual, aos olhos das pessoas, ninguém imaginaria. Lay não esconde nenhum segredo em seu restaurante, mas ainda sim tem medo de perder seu amado local de trabalho.

Estava sendo um dia normal, uma sexta feira para ser mais exato. Alguns dos cozinheiros que trabalham junto de Yixing foram embora, o chinês por outro lado estava fazendo os pedidos de seu prato mais elogiado. Tinha uma certa ordem para fazer seu prato, pegou uma prática ótima com o mesmo, então por vezes nem precisa ver a receita, como fazia antigamente, com medo de errar.

Por um momento ouviu muitas vozes do lado de fora, alguns cozinheiros saíram do local para ver o que acontecia, enquanto isso Lay apenas fazia seu prato. Precisava de muita concentração para fazer da forma certa.

Não demorou para alguns de seus cozinheiros chegar no local afirmando que o tal crítico havia chegado. Lay até deixaria de lado, mas pesquisou sobre o tal crítico e o mesmo gostava de conhecer primeiro o restaurante para, em seguida, provar o alimento de todos os cozinheiros do local. Então preferiu terminar seu prato que já estava no fim e fora até o local onde o mesmo se encontrava.

Ao adentrar o outro lado da sala, encontrou muitos repórteres em volta de uma mesa, onde tinha um moreno que encarava sério sua pessoa. Suspirou meio cansado pelo serviço puxado que teve naquele dia se aproximando do rapaz.

— Desculpe-me a demora, estava terminando meu último prato. — dizia calmo estendendo uma de suas mãos para o moreno que não ousou tocar. Só permaneceu lhe encarando por de trás de seus óculos de grau.

— Terminou seu prato? — perguntou com uma voz grossa ao qual fez a espinha do chinês gelar. Porém o mesmo logo se recompôs e assentiu diante da pergunta. — Espero que saiba meus métodos de observar o desempenho de seu restaurante.

Lay apenas assentiu enquanto via o moreno se levantar e seguiu seus passos. Ambos entraram primeiramente na cozinha, o local estava limpo como sempre. Os cozinheiros estavam em uma fileira dizendo seus nomes e suas profissões no local, até porque cada um fazia uma refeição diferente na cozinha. Tinha até mesmo um provador profissional em meio a todos os cozinheiros.

Em seguida foram para o estoque bem fechado da cozinha, tinha até mesmo alguns cadeados no local impedindo um possível acesso de baratas e ratos no estoque. Mostrou o estoque de bebidas que ficava dentro de um local fresco para manter o gosto e a temperatura. Em seguida mostrou sua própria sala e lá tinha suas coisas, seus prêmios da escola na época em que participava de campeonatos de gastronomia. Era um local confortável.

— Poderíamos conversar um pouco? Gosto de conhecer a pessoa que estou analisando, ou como quiser, investigando. — dizia calmo retirando de seu bolso uma caneta de uma marca um tanto quanto cara. E um caderno médio ao qual anotava seus gostos e os motivos por não ter gostado do restaurante.

— Tudo bem, somente me acompanhe. — dizia calmo para o moreno que somente assentiu e seguiu seus passos, indo diretamente para cozinha do restaurante.

Lay explicava toda parte, todas as ferramentas para o moreno que ouvia tudo e anotava vários pontos positivos em seu caderno, incrivelmente não havia nenhum ponto negativo em seu caderno. Porém, todos sabiam que seus pontos negativos vinham logo em seguida quando experimentava a comida do restaurante. Também ousou contar um pouco sobre sua vida passada.

Naquele momento Lay não estava nervoso porque sabia de suas condições culinárias, mas estava preocupado com seus cozinheiros já que não eram tão profissionais como sua pessoa.

Não demorou para o moreno falar sobre a alimentação. Olhou para o chinês que parecia meio tenso ao seu lado lhe levando novamente para o salão onde ficavam as dezenas de mesas. Kai logo agradeceu pelo cavalheirismo do chinês por lhe levar até a mesa onde seria entregue o jantar, até porque já estava um pouco tarde para lhe servir almoço.

— Desculpem, mas não irei ficar ao lado de vocês neste teste. Então façam o possível para permanecer neste emprego, muitos de vocês, acredito, vão embora depois da crítica dele, mas sei que são capazes de ficarem. — dizia sério olhando para seus cozinheiros que estavam em uma fileira, ambos nervosos com o que aconteceria caso perdesse o próprio emprego. Esse ao qual ganhava uma boa quantia.

Logo Lay dispensou todos indo diretamente para o seu canto específico da cozinha. Ali tinha derivadas facas e panelas para não ter o trabalho de sair de 5 em 5 minutos para pegar algo. Seus ingredientes também estavam arrumados, até porque fazia somente um prato em específico no restaurante. Entretanto, antes de realmente ir a cozinha, o moreno pediu que fizesse algo que não estivesse acostumado a fazer, assim poderia realmente provar de sua culinária.

Obviamente que Lay “aceitou” o desafio. Fez tudo de uma forma correta, um prato ao qual não era originado da França, sabia que não era obrigatório fazer algo da França, portanto que fosse gostoso e agradasse o paladar do moreno, estava de bom tamanho. Fez algo relacionado a Coréia. Sabia que o Kim era da Coréia do sul, então decidiu fazer algo que agradasse o mesmo.

Após o término de seu prato fora conferir de seus companheiros. Faltava algo ao qual ninguém naquele cozinha tinha, somente Lay. Talvez se perguntasse para sua pessoa o que era, ele simplesmente diria a palavra, mesmo que dessem risada de si logo em seguida. Não se importava, queria que aquele ingrediente estivesse presente em sua vida sempre.

Não demorou para que todos estivessem prontos. Foram até onde o Kim estava, deixando no máximo 8 bandejas em sua frente e em fila, Lay era o último por ser chefe. O primeiro cozinheiro foi, entregando um prato originado da França. Na verdade todos os sétimos fizeram pratos originados a França. Após chegar a vez do chinês, olhou para o mais velho e ditou:

— Espero que goste. — dizia baixo vendo o moreno sorrir ladino enquanto se aproxima um pouco do chinês dizendo baixo.

— Se for originado da Coréia, acho que irei gostar. — após suas palavras sussurradas, Lay sentiu confiança de que poderia ser o primeiro restaurante a ser aprovado pelo moreno.

Kai abriu a bandeja deixando em vista um dos seus pratos favoritos da Coréia. Sorriu contido encarando o chinês que se encontrava tenso encarando-o de volta. Pegou uma quantidade boa do ramen que estava em sua frente, esse ramen era diferente de todos que comeu. Tinha diversos legumes que gostava e muitos temperos o qual combinavam com o macarrão.

Comeu somente uma vez, mas logo o prato estava vazio e o de fios negros escrevia a sensação de ter sentido os legumes se desfazendo aos poucos em seus lábios, da textura da massa e também no gostinho típico da Coréia.

— Qual foi o motivo que levou a fazer um prato desse tipo? Quero dizer, tudo bem que sabe que sou da Coréia, mas qual foi o tipo de sentimento que colocou nele para sair de uma forma tão perfeita assim? — retirou seus óculos de grau olhando atentamente para o famoso cozinheiro, que engoliu em seco, mas não tardou a demorar a responder.

— Amor. Gosto de colocar amor em todas as minhas refeições, sejam feitas para mim ou para outras pessoas — após sua fala, Kim sorriu mostrando todos seus dentes, mas logo o mesmo morreu se virando para os cozinheiros em sua frente.

— Vocês não pertencem mais a esse restaurante. — todos ficaram assustados, inclusive Lay que olhou com o cenho erguido para o outro que pegava seu casaco. — Claro, se for para servir esse tipo de lixo para as pessoas, acho melhor vocês não interferirem mais no trabalho do ex chefe de vocês. — aquilo realmente deixou o chinês um pouco assustado e ao mesmo tempo abalado. Não conseguia fazer nada sozinho.

— Espere, senhor Kim… Como irei trabalhar sem a ajuda deles? — perguntou enquanto via o outro lhe encarar com deboche. O maior dali suspirou enquanto virava seu corpo em direção ao de fios castanhos escuros.

— Não costumo juntar coisas profissionais com pessoais, mas posso fazer um desconto para você. — dizia olhando de cima a baixo o corpo menor que si, mas que ao mesmo tempo tinha um porte até que forte. Não tanto quanto o seu, mas tinha até que um porte agradável ao seu ver.

— Senhor… Isso seria meio que abuso, sabe disso, certo? — Kai riu baixo se aproximando do outro, que não se afastou nem um pouco de si. Na verdade, queria saber da boca do mais velho o que ele desejava para tentar pelo menos salvar seus funcionários.

— Podemos conversar melhor em minha casa nesse sábado, ou se achar melhor, hoje a noite. Deve saber onde fica a casa dos reais, moro logo ao lado. — tudo isso era dito em um sussurro no ouvido do chinês que tremeu um pouco por conta da aproximação dos lábios cheios próximo de seu lóbulo. — Mas acredito que não iremos conversar muito se for lá.

— Senhor… — mordeu o lábio com força respirando fundo diante a proposta do outro. Sabia os motivos daquele convite. Apesar de dizer em sua mente que não queria, era óbvio que queria, visto que estava na seca há anos. Se duvidar a última vez que beijou alguém, até porque ainda era virgem, fora quando completou seus 15 anos de idade.

— Te vejo hoje a noite em minha casa. Não precisa levar nada de importante em questão da suas comidas. Nosso caso será mais pessoal... — andou alguns passos para frente, mas logo se virou em direção ao outro que se encontrava mais nervoso do que o habitual. — Se é que você está me entendendo, gracinha.

Após suas palavras, todos os repórteres que pediram autorização para poder filmar saíram com diversas perguntas. Tanto em questão da relação que os dois tinham, como em relação do que achou realmente da comida do chinês. Esse que se encontrava ainda passado com tudo aquilo, só acordou realmente quando seus funcionários começaram a levar as bandejas para cozinha.


[…]


As ruas eram mais escuras do que o necessário. As pessoas já não estavam do lado de fora de suas casas, agora apenas quem permanecia do lado de fora era a polícia da França e algumas pessoas ricas que iam em festas de galãs, mas ainda sim eram poucas.

Lay andava apressado com seu casaco pesado, um casaco longo o qual deixava somente sua blusa de lã atrás do tecido pesado, amostra.

Passou por diversas ruas que conhecia através daquela enorme cidade, mas que por pouco acesso aos necessitados, só conhecia a região mais nobre de Paris, mas ainda tinha um desejo terno de conhecer os locais mais necessitados para fazer seus pratos.

Parou em frente a uma casa moderna, mas que carregava um ar rico ao qual deixava qualquer pessoa que passasse de queixo caído. Era no mesmo bairro ao qual morava, mas era no máximo dez ruas a frente, lhe fazendo se cansar um pouco pela caminhada extensa que teve que fazer, após ter saído do restaurante, tomado um banho e colocado uma roupa mais apresentável.

Ao tocar a campainha, uma senhora de idade apareceu, parecia ter no máximo a idade de sua avó. A mesma deu passagem para si e pediu que fosse até o segundo andar onde senhor Kim estaria lhe esperando. Não tardou a subir as escadas e cair de frente com uma porta enorme que ao seu pouco conhecimento de casas muito ricas, daria para uma sala ou para um quarto. Esperava ser a primeira opção, não estava no pique ainda.

Abriu a porta podendo ver a imagem do moreno com um colete elegante, uma camisa branca e uma gravata negra, seus olhos estavam atentos ao livro entre seus dedos. Lay fechou a porta silenciosamente, e, ao olhar novamente em direção ao maior, notou que o mesmo já estava lhe encarando e o livro estava bem ao seu lado em uma pequena mesinha ao qual tinha uma taça de vinho.

— Vamos para o que interessa logo. — se levantou do sofá indo para a lareira eletrônica que estava ao lado. Viu o fogo médio dando um contraste bonito aquela enorme sala. — Chamei você aqui para podermos resolver todo seu problema de uma forma íntima. Acredito que você não deve se lembrar de mim já que serviu muitas pessoas em toda sua vida.

— Não me lembro nem ao menos de todas as pessoas que servi hoje. Somente você, já que me intimidou. — suas palavras, apesar de secas, continham segundas intenções também. Jong riu baixo se aproximando do outro que a todo custo ia para trás, talvez insegurança seria a palavra certa.

— Você é virgem, certo? Pelo pouco que sei de você, nunca teve relações com outras pessoas. A não ser pessoas que trabalham envolta de si, mas essas relações eram apenas amizades e companheirismo no emprego. — dizia tudo aquilo como se tivesse pesquisado sobre o chinês a tempos atrás.

— Como sabe disso senhor? Por acaso é um stalker? — perguntou sentindo a madeira da porta tocando suas costas. Respirou fundo quando sentiu os lábios cheios próximos de si.

— Talvez. Me lembro quando tinha seus 18 anos de idade. Você me deu um prato típico da França e isso me deixou extremamente apaixonado. Acho que não irá se lembrar, até porque sou como todas as pessoas dessa cidade. — dizia calmo passando suas mãos ao lado do corpo do menor. Fazia um leve carinho na cintura alheia, sentindo o corpo se arrepiar na palma de suas mãos.

— Eu não lembro, me desculpe. — dizia baixo quase em um sussurro. Seus lábios estavam muito próximos, então qualquer movimento bruto faria seus lábios se tocar.

— Eu te desculpo… — ficou próximo do ouvido do outro e sussurrou. — Se você deixar eu te tocar da forma que desejei alguns anos atrás, quando estava no início da sua carreira. — Lay nada respondeu, somente gemeu baixo como uma afirmação para o que o maior desejava fazer com seu corpo.

Kai aproximou seus lábios do alheio o tocando de uma forma calma. Até porque ninguém ali estava apressado, estavam somente à procura de um carinho mais sútil, de um local quente ao qual pudessem tocar e sentir prazer. Não somente ficar quente e ponto, ambos queriam prazer, apesar de um deles não saber o que isso significava até o presente momento.

Lay deixou seus braços envolta do pescoço alheio sentindo as mãos do maior fazer um carinho mais íntimo em todas as suas partes do corpo. Sentiu as mãos morenas irem de encontro ás suas nádegas, por vezes apalpando e por vezes fazendo um carinho. Gemia baixinho por não ter controle daquilo, sentia uma sensação boa, então para que prender seus gemidos?

O crítico levantou o corpo menor deixando as coxas do mesmo envolta de sua cintura. Uma fricção gostosa se fazia nos membros alheios que se tocavam cada vez mais, até porque ambos os membros ficavam cada vez mais duro deixando uma sensação boa.

— Está gostando, gracinha? — perguntou para o chinês, que só sabia gemer por conta do membro alheio tocando o seu, lhe deixando totalmente louco com cada sensação nova.

— Sim… hum… — gemeu baixo enquanto um sorriso brotava nos lábios do crítico por saber que o cozinheiro estava gostando do que fazia com seu corpo.

Abriu a porta do local indo diretamente para o seu quarto, ainda com o chinês em seu colo lhe beijando o pescoço e gemendo baixinho. Deitou o corpo menor, mas antes de prosseguir com o ato, retirou seu coleto, seguido de sua camisa e gravata. Deixando exposta suas poucas tatuagens e seu peitoral bem delineado, resultado de muitos dias de academia.

Vira o olhar do de fios castanhos sobre si, lançando um sorriso perverso para o mesmo, vendo as bochechas ficarem vermelhas após sorrir daquela forma tão maliciosa e cheia de segundas intenções.

Subiu para o corpo do outro beijando seu pescoço e seu rosto, mas sentia uma necessidade maior de beijar o corpo branquinho por inteiro. Queria deixar as marcas de seus chupões e de seus dentes. Queria marcar aquele corpo alegando ser seu, apesar daquilo ser somente sexo.

Abriu o casaco grosso recebendo um olhar que transbordava luxúria do chinês. Em seguida tirou a blusa de lã que o mesmo usava e a blusa de manga. Finalmente deixando exposta a barriga lisa e o peitoral bem cuidado, com poucas pintinhas no mesmo.

Beijou toda a extensão do corpo do menor e deixou algumas marquinhas, mas que logo sairiam, deixaria os chupões para depois. Focou sua atenção para os mamilos do outro se deliciando com o direito e prendendo o esquerdo em um de seus dedos, vendo o corpo menor se contorcer em cima de sua cama gemendo alto a medida que sentia aquela sensação gostoso do moreno chupando e mordendo seu mamilo.

Desceu seus beijos para barriga lisa, chupando e penetrando o umbigo do mesmo que só sabia gemer e puxar de leve os fios negros do moreno.

— Eu não vou te chupar porque não faria sentido, até porque quem vai te foder sou eu, certo? — seu sorriso aumentou ao ver novamente as bochechas do rapaz ficarem vermelhas por conta da vergonha. — Quem sabe outro dia eu te chupe, mas isso não quer dizer que você vá me fuder.

Lay apenas assentiu vendo o maior se levantar da cama e retirar sua própria calça. Em seguida retirou o botão da calça do chinês, logo depois o zíper e por fim abaixou a calça do mesmo revelando sua box negra. Kai permaneceu com sua box, mas decidiu tirar a do cozinheiro deixando amostra seu membro mediano. Sorriu com a cabecinha jorrando pré gozo. Fez uma leve masturbação para expelir o pré gozo do membro alheio.

Em seguida retirou sua box deixando exposto seu membro, que em sua opinião era o tamanho ideal para o chinês sendo sua primeira vez. Se bem que poderia machucar o mesmo. Porém, não interveio nessa história, somente fora atrás do lubrificante, o qual ficava em sua cômoda, e aproveitou para pegar uma camisinha.

Voltou para cama vendo o cozinheiro se tocando com os olhos fechados. Era uma imagem pecaminosa. Se aproximou vendo o mesmo abrir os olhos lhe encarando com uma expressão inocente. Pegou a camisinha rasgando o pacote e colocando em seu próprio membro. Em seguida fora em direção ao pote de lubrificante melecando seus três dígitos e posicionando na entrada do chinês que piscou ansiosa.

— Vai doer um pouco, mas nada será comparado ao prazer que você terá logo depois. — dizia baixo, vendo o menor assentir como sempre. Poderia jurar que o mesmo não estava ouvindo nenhuma de suas palavras, estava apenas assentindo porque queria sentir mais prazer logo.

Colocou seu primeiro dígito recebendo um murmúrio pelo desconforto. Lay era muito apertado, nunca tinha feito sexo e se tocou somente duas vezes em todos os anos o qual ficou na França. Não tinha interesse em sexo e nem ao menos em se tocar, tinha muitos pratos para aprender e se aperfeiçoar.

Quando viu o chinês rebolando sobre seu próprio dedo, decidiu colocar o segundo, ouvindo um gemido de dor e uma vozinha manhosa dizendo para esperar. Ficou alguns minutos com os dígitos parados dentro do menor, mas logo se empenhou quando vira novamente o rapaz rebolar sobre seus dedos. Colocou o terceiro, vendo o ato se repetir, mas diferente das outras vezes, demorou menos para o de fios castanhos se acostumar.

Começou a estocar bem fundo o interior do menor, ouvindo os gemidos do mesmo ficar cada vez mais altos. Mas logo parou o que fazia por saber que logo, logo, o chinês iria gozar e a graça acabaria se fosse dessa forma.

Como seu próprio membro já estava com camisinha, posicionou na entrada bem abertinha. Colocou somente a cabecinha, ouvindo o gemido baixo do menor. Em seguida colocou seu membro de uma vez, já que a entrada estava escorregadia, o que facilitava sua entrada no buraco alheio.

— Espera… Jong… — gemia entrecortado, aproximando os lábios do moreno próximo dos seus. Na verdade, estava com as mãos sobre a nuca do coreano, o puxando para mais perto sentindo seus lábios lhe beijando de uma forma carinhosa. Respirou fundo antes de se acostumar com a invasão, logo pedindo baixo. — Pode… ir…

Após sua fala Jong segurou a cintura alheia estocando bem devagar sua entrada que por vezes apertava seu pau, mas nada que não fosse prazeroso demais, lhe deixando extasiado com os gemidos do chinês. Começou em uma velocidade lenta, não queria machucar o menor, mas com o tempo foi aumentando à medida que seus próprios gemidos aumentavam junto com o do rapaz.

Sentia cada vez mais o membro do moreno lhe invadir de uma forma que não sabia explicar. Apenas gemia conforme seu prazer aumentava e a vontade de gozar também.

Não demorou muito e logo sentiu que algo iria sair de seu pênis. Começou a respirar rápido à medida que sua barriga subia e descia e espasmos percorriam pelo seu corpo. Logo se desfez em seu abdômen e não demorou a sentir algo quente invadir seu interior, mas o líquido não atingiu suas paredes, apenas ficou mais quente por conta da proteção.

Ficaram bons minutos deitados na cama após todo aquele sexo que tinham feito. Para Lay, foi uma das melhores coisas que provou em todos os anos que se manteve aqui na França. Para o moreno não era diferente esse sentimento.

— Você vai dar aula aos seus cozinheiros, irei provar o desempenho deles todas as sexta. — falou após algum tempo deitados sobre o colchão macio.

— Mas isso pode demorar um pouco, sabe disso, certo? — perguntou olhando para o moreno que olhava para o teto com um sorriso ladino.

— Pode demorar o tempo que for. Mas quando todos estiverem bons, assim como você, na cozinha, irei pedir sua mão em casamento. — após suas palavras, Lay sentiu um sentimento diferente em seu peito. Era o mesmo sentimento que tinha quando fazia seus pratos, amor.

— Sabe que poderá demorar cerca de 5 a 6 anos, certo? — fez outra nova pergunta para o coreano que apenas assentiu e se virou para o chinês que sorriu ladino.

— Até lá podemos nos conhecer melhor anjo. — dito essas palavras ambos se beijaram a noite inteira. Até que um falasse chega. 


[…]


Os dias se passaram e Kai sempre aparecia no restaurante do chinês alegando querer experimentar da comida do mesmo. Apesar de que o trato havia sido para o moreno aparecer somente na sexta feira, ele nunca cumpria. Sempre sentia saudades de seu pequeno e ia correndo para o seus braços.

Não se lembra da última vez que ficou tão meloso com alguém, mas sabia que o chinês lhe causava uma sensação boa até demais, em sua opinião. Ambos estavam meio que namorando, não tinha aliança, ainda, mas estavam praticamente namorando. Saiam juntos, comiam juntos, moravam juntos — depois de muito insistência do moreno — e dormiam juntos.

Eram praticamente um casal recém casado. Entretanto os cozinheiros ainda não tinham sido aprovados por Jong. Tinham até feito uma amizade com o moreno, mas isso não impedia do mesmo dar sua opinião sincera em questão dos pratos dos seus mais novos amigos.

Foram exatamente 6 anos que se passou. Kai já estava com os fios platinados, já que o próprio namorado afirmou que ficaria bonito, e Lay estava com os fios pretos agora. Ambos namoravam. Entretanto, em uma bela noite, quando Kai havia terminado de provar o último prato, olhou para os cozinheiros e em seguida para o seu próprio namorado.

— Acho que podemos nos casar agora. — após suas palavras, todos gritaram de felicidade. Foram aulas árduas e muito difíceis. Todos estavam aliviados que agora eram capazes de fazer os pratos preferidos, sabendo que estão bons.

Após esse dia, Lay e Kai se casaram, fora um casório bem simples. Os responsáveis do chinês apareceram e o do moreno também. Foi algo totalmente esplêndido, apesar de simples. Então quando o padre os casou oficialmente, Lay só pensou em uma coisa enquanto beijava os lábios de seu mais novo marido, “A combinação perfeita de um crítico e um cozinheiro”.


Notas Finais


É isso meus amores. Eu realmente espero que vocês tenham gostado, apesar da confiança que tive no lemon, nunca se sabe né. Beijos 😘


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