História Fame and Fetish (Hot) - Capítulo 13


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu aquiiiiiii voltei, safados!

Sobre o conto: James Rodriguez é colombiano, mas aqui na história eu vou tratar ele como um rapaz que joga futebol pela Universidade. E sim, caso ainda haja dúvidas se fala /Rames/ o nome dele. A nossa protagonista é a Lili Reinhart.

Boa leitura!

Capítulo 13 - James Rodriguez x Irmão da Melhor Amiga


Fanfic / Fanfiction Fame and Fetish (Hot) - Capítulo 13 - James Rodriguez x Irmão da Melhor Amiga

Já é meio da tarde quando chego à casa de Maria, a minha melhor amiga. O semestre na Universidade estava puxado, e como fazemos vários trabalhos juntas, ela sugeriu que eu dormisse na casa dela, bem maior que o meu apartamento no campus. Ela mora apenas com o irmão, já que ambos vieram da Colômbia para fazer Universidade aqui em Munique, na Alemanha.

Saio do meu carro e levo a minha mochila com o material da Universidade, e uma bolsa com uma troca de roupas e maquiagem e itens pessoais.

Quando estou atravessando o caminho do Jardim frontal até a entrada da casa, a porta é aberta. James Rodriguez sai pela porta. Observo quando ele beija a testa de Maria, e murmura alguma coisa para ela.

James é absurdamente bonito, preciso admitir. Ele estuda na mesma Universidade que eu e Maria, mas ele é um ano mais velho e faz parte da equipe de Futebol. Ele nunca se tornou meu amigo, sempre que eu o encontrava estava com sua irmã e ele não nos dava muita importância, apenas pairava sobre nós e falava o necessário com Maria, me ignorando a maior parte do tempo.

Mas para mim não faz diferença, eu o achava meio babaca.

– Olá Lili. – James murmura ao passar por mim. Apenas assinto, e sigo até Maria, que me espera na porta com um sorriso.

– Oi, desculpa a demora. Ainda fui na academia. – Eu digo, sorrindo.

– Minha amiga é tão fitness! – Maria riu, me puxando para dentro.

– Alguns de nós não tem a sorte de comer qualquer porcaria como um poço sem fundo e não engordar, como certas pessoas. – Eu falo, sugestivamente, fazendo Maria se gabar ainda mais.

Assim que entramos em seu quarto, vejo vários pacotes de salgadinhos e latinhas de refrigerante. Dou uma risada vendo que vamos ter uma tarde longa, enquanto tiro os livros da mochila.

...

Estudamos por toda a tarde e boa parte da noite, e só paramos para jantar uma pizza que James fez o favor de trazer quando apareceu lá pelas nove da noite. Continuamos estudando até quase a meia-noite e só paramos quando estávamos mentalmente exauridas.

Maria tomou um banho, e eu fui logo depois. Os planos de fazer uma noite das meninas depois dos estudos foi por água abaixo, estávamos cansadas.

Maria dormiu logo feito uma pedra, e eu fiquei rolando no colchão no chão ao lado da sua cama. Minha cabeça doía um pouco e eu sabia que não conseguiria dormir. Já fazia duas horas que eu estava deitada olhando para o teto.

Com a cabeça doendo, eu levanto e vou até a minha nécessaire, buscando um remédio. Desço as escadas no maior silêncio que eu posso e ilumino o caminho com meu celular. Na cozinha, eu acendo a luz e deixo o celular na mesa. Abro a geladeira e pego a caixa de leite, para ingerir o remédio.

Vou até o armário e procuro um copo, mas tenho dificuldade em alcançar.

– Precisa de ajuda?

Dou um pulo ao ouvir a voz masculina que eu sei que é de James, e levo a mão ao coração acelerado. Meus olhos passeiam por seu corpo ao ver que ele está sem camisa, vestindo apenas um short moletom. Seus músculos são trincados como se ele tivesse acabado de fazer uma sessão infinita de abdominais. As entradas do seu abdômen guiam um caminho curioso para dentro do short. Desvio o olhar rapidamente.

– Puta que pariu, James! – Eu digo, em um sussurro engasgado. Ele dá uma risada muda e eu vejo como ele fica bonito sorrindo, eu nunca tinha visto.

– Desculpa, eu não quis te assustar, nena. – James diz, diminuindo a risada para um sorriso.

– Bem, eu aceito a ajuda. – Digo, apontando para o armário de copos.

James se aproxima rapidamente, e antes que eu possa sair da frente, ele me pressiona com seu corpo na bancada enquanto se esgueira para alcançar o copo no armário de cima. Em choque, sinto seu corpo no meu e seu cheiro de desodorante masculino e sabonete, muito convidativo. Eu fico estática durante o milésimo de segundo que ele realiza o ato, meu coração aparentemente é a única coisa em meu corpo que se move.

James de afasta com a mesma velocidade que se aproximou e a dois passos de distância, ele me entende o copo, como se estivesse medindo a minha reação.

– Obrigado, James. – Sussurro, e me amaldiçoo pelo tom afetado da minha voz.

James se encosta no balcão e cruza os braços, seus olhos encaram meu corpo descaradamente. E eu fico pensando se apenas aquele short largo e uma camiseta são indecentes.

Tento seguir normalmente com o que eu ia fazer. Não sei por que eu estou tão afetada por algo assim. James e eu sempre tivemos uma relação estritamente indiferente. O único elo entre nós é Maria, mesmo assim não somos amigos nem nunca passamos tempo algum juntos ou à sós.

Balançando a cabeça, coloco leite no copo e tiro um comprimido da cartela de analgésicos. Coloco na boca e bebo o leite logo depois para ajudar a descer.

– Dor de cabeça? – James rompe o silêncio e eu o encaro.

– Estudamos até nosso cérebro dar um nó. – Respondo, tentando amenizar o clima. Acho que funciona, pois James sorri fraco.

– Não entendo por quê vocês se cobram tanto. – Ele diz, meneando a cabeça. – Você e a Maria precisam relaxar.

– Algumas pessoas não tem a sorte de apenas jogar futebol para se graduar. – Eu só me dou conta da acidez das minhas palavras quando elas cortam o ar, fazendo James me encarar surpreso, as sobrancelhas erguidas. – Desculpe, eu não quis s...

– Está tudo bem. – Ele disse, um sorriso malicioso tomando sua expressão de um jeito sexy. – Maria sempre me falou que você tem uma boca esperta.

Engulo as palavras quando penso, o que diabos eles poderiam falar de mim? Eu achava que sou irrelevante para James assim como ele é para mim.

E o que diabos ele quis dizer com “boca esperta”?

Meus devaneios são silenciados quando James começa a caminhar na minha direção. Eu fico sem saber como reagir, por que meu cérebro só consegue pensar em como ele é gostoso. E está sem camisa e extremamente cheiroso naquele exato segundo.

– James, o que é isso? – Pergunto, pateticamente, quando ele para na minha frente e eu preciso erguer um pouco a cabeça para lhe olhar nos olhos. – Nós mal olhamos um para o outro!

– Não tente mentir, nena. – Ele sussurra, me fazendo sentir um arrepio no corpo e um repuxão no útero. – Eu sempre olhei para você. Por exemplo, sei que você tem uma bunda fantástica, e as minhas mãos sempre coçaram para dar umas palmadas. – Ele diz, e espalma uma mão devagar no meu traseiro. Seus dedos me apertam e um gemido rasga a minha garganta mas eu não o deixo sair. – Sei que seus peitos cabem na palma da minha mão. – Quando James leva a outra mão ao meu seio sobre a camiseta, sinto minha calcinha pesar, molhada. – Sei que seus cabelos são macios como algodão doce e cheiram à morango. – Ele sussurra, aproximando o nariz da minha cabeça e inspira sonoramente. – E também sei que essa sua bocetinha ficou molhada no dia que você entrou no meu quarto sem bater e eu estava nu.

Fecho os olhos à menção daquele dia. Havia acontecido mais de um ano antes, e eu morri de vergonha, fiquei sem aparecer na casa de Maria por quase três meses. Claro, a minha amiga nunca soube disso.

Mas é a verdade. A imagem de James nu ficou na minha cabeça por vários dias. Eu tinha uma vida sexual razoavelmente ativa, dentro dos padrões de uma universitária comum, e tenho propriedade para dizer, o pau de James Rodriguez pode fazer um estrago, no melhor sentido da palavra.

Uno meu corpo ao de James como se ele fosse um imã e eu, metal. Meus mamilos estão duros de excitação, e há um breve alívio quando raspam no peitoral bem definido dele, mesmo sob a roupa. A mão de James aperta minha nádega ainda mais, como se fosse arrebentar com o tecido do meu short.

Quando eu levo meus lábios entre abertos aos dele, nós explodimos. É um beijo selvagem, com a ferocidade de luxúria silenciosamente reprimida por bastante tempo.

Rapidamente eu entro em erupção, meu corpo sente a necessidade absurda de mais contato. Invisto meu quadril contra a pélvis de James e sinto seu pau começando a sobressair na sua bermuda.

James segura os dois lados da minha cintura e não faz esforço ao remover a minha camisa, expondo meus seios. Ele leva uma mão à cada um dos meus seios e os amassa, fechando os dedos em meus mamilos e me fazendo prender um gemido com o lábio entre os dentes.

Eu sei que Maria tem o sono pesado como um urso hibernando, mas eu não queria correr nenhum risco de ser ouvida.

– Você não tem noção de quantas formas a minha mente fantasiou te foder. – James diz, os seus lábios encostando levemente nos meus.

James me beija enquanto empurra meu short para baixo, e sorri safado ao ver que eu não estou de calcinha. Ele me ergue pela cintura com facilidade, me colocando sentada na bancada da cozinha.

James me olha nos olhos quando leva uma mão até a minha boceta latejante. Ele passa dois dedos em toda a extensão da minha fenda, e eu me contorço, querendo mais.

– Tão molhadinha para mim, Lili. – Ele sussurra, então seu polegar massageia devagar meu clitóris inchado.

Meu quadril se move, implorando por mais contato com seu dedo, quando ele me penetra com dois dedos. Meus lábios se abrem em um suspiro contido, e eu sinto seus dedos avançando na minha boceta com pressa, mas eles não são suficientes.

– Me fode, James. Me fode! – Peço, em um sussurro mal contido e ele sorri, tirando os dedos de mim.

James me puxa pela cintura e me coloca no chão outra vez. Antes que eu faça qualquer coisa, James gira a minha cintura e põe de costas para ele. Ainda de bermuda, ele pressiona o quadril no meu, e eu sinto seu volume latejar conta as minhas nádegas. James empurra minhas costas até que eu esteja deitada no balcão. Há um breve alívio quando meus seios são amassados no tampo de mármore do balcão.

Ele puxa a minha bunda para cima, então leva uma mão à minha boceta, passando um dedo superficialmente. Sinto o impacto de uma bofetada na minha nádega, e o lugar logo esquenta. Outra bofetada vem com um gemido da minha parte, e James me solta.

Então James retoma seu toque e eu sinto seu pau livre roçando na minha boceta, apenas a cabeça. Em uma antecipação desesperada, empurro meu quadril na direção dele e o faço me preencher de uma só vez. Uma sensação de fartura, minha boceta o engole como se ele fosse delicioso demais para escapar. Comprimo a boceta e James solta um gemido.

– Porra! Tão apertadinha. – Ele diz, sem se mover, como de apenas apreciasse o encaixe das nossas intimidades.

Deito na bancada, totalmente entregue e deixo que ele faça comigo o que quiser.

James aperta minhas nádegas com força, seus dedos pressionando a minha pele de forma bruta. Ele começa a se mover, indo fundo, e voltando, metendo devagar e então rápido, e mais rápido até eu não conseguir mais conter meus gemidos. Ele bate novamente em cada lado da minha bunda e eu seguro na bancada com força.

O desejo transborda de nós com tanta força, que eu esqueço o mundo ao nosso redor, e me rendo inteiramente ao momento. Ao som do corpo de James colidindo com o meu e os grunhidos que deixavam a garganta dele.

Me deixo gozar ruidosamente, meu corpo entrando em brasas conforme meu corpo relaxa em alívio.

James puxa meu cabelo na nuca, me puxando em sua direção até minhas costas encontrarem seu peitoral. Ele mete bem fundo, e eu sinto quando ele goza, rosnando em meus ouvidos.

Levamos alguns segundos até nos recuperarmos da sensação extasiante. James sai de dentro de mim, e me vira para si. Ele deixa um selinho longo em meus lábios e se abaixa, juntando minhas roupas do chão.

Me visto rapidamente, mas por alguma razão não estou envergonhada.

– Maria não pode saber que isso aconteceu. – Digo, enquanto termino de vestir a blusa.

– Eu sei disso. – James diz, segurando a minha cintura. – Mas não quer dizer que não vai se repetir...

Dou as costas para ele e sigo para o quarto, mas paro no corredor quando sinto James segurar a minha cintura. Ele me puxa para si e encosta o nariz no meu. Seu hálito gostoso me faz pensar em uma outra rapidinha.

– Sabia que gozar faz bem pra saúde? – James diz, e eu mordo o lábio pra conter uma risada. – Melhora até dor de cabeça.

James suga meu lábio inferior e o morde, quase me fazendo gemer novamente. Vou em direção à porta do quarto de Maria e olho por cima do ombro quando giro a maçaneta.

– Quando você vem dormir aqui novamente? – James pergunta, baixinho com um sorriso ladino.

– Você é um cafajeste. – Eu sussurro. – Sorte a sua que eu tenho um fraco por cafajestes.


Notas Finais


Nena: em espanhol a versão feminina de nenê/neném

🔥🔥🔥🔥🔥

Comenteeeeeem, beijo no core!


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