História Fame and Fetish (Hot) - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeeee eu já tava escrevendo o conto Stan e Evans mas tava fazendo um trabalho de moda e me deparei com bondage, e meu cérebro deu um clique com o Pratt.

A título de curiosidade, BDSM significa Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo. E Bondage é especificamente o fetiche de amarrar/ser amarrado podendo ou não haver relação sexual.

Espero que gostem

Boa leitura!

Capítulo 4 - Chris Pratt x Bondage


Fanfic / Fanfiction Fame and Fetish (Hot) - Capítulo 4 - Chris Pratt x Bondage

Me recosto mais no sofá quando Chris Pratt me dá um copo de uísque com gelo. Giro o copo devagar, esperando as pedras de gelo esfriarem o líquido marrom. Eu e Chris estamos saindo há mais de dois meses e havíamos transado deliciosamente bem nos últimos oito encontros.

Fomos a uma festa e agora estamos sentados no sofá da sala do seu apartamento. Chris toma um gole da sua bebida e pousa uma mão na minha coxa desnuda pelo vestido curto.

– Já estamos saindo há um tempo. – Chris constata e eu o encaro, esperando onde ele quer chegar com aquilo. Tomo um gole da minha bebida. – E eu quero mostrar uma coisa.

– Tudo bem. – Digo tentando esconder a preocupação. Quando ele deixa seu copo na mesa, repito o gesto.

– É uma proposta, na verdade. – Ele levanta e estende a mão na minha direção. Eu a seguro, confiando. – Eu sei que você nunca fez isso, e eu vou entender se não quiser.

Ele vai falando enquanto me puxa por um corredor. Entramos no seu quarto, que eu já conhecia pois havíamos transado ali algumas vezes. Ao lado da porta do banheiro, tem a porta do closet. Do bolso, Chris pega uma chave dourada e abre.

Quando me puxa para dentro, noto que não é um closet.

As paredes são brancas, o chão é estofado, de tatame. Chris remove os sapatos e eu também faço isso. Meus pés ficam confortáveis no chão macio. Observo que há três móveis espalhados no cômodo. Uma mesa de couro preto que parecia uma maca, uma cadeira de madeira e estofado preto, e um aparelho que parecia equipamento de academia com ferros no alto e em baixo. Na parede ao lado da porta, há apenas dois armários de madeira.

Ando até os móveis estranhos de Chris e passo os dedos por eles, sentindo a textura do couro opaco.

– O que é tudo isso? – Pergunto apesar de ter uma vaga ideia da resposta.

– BDSM. – Ele diz, eu o encaro e ele está recostado na porta fechada, de braços cruzados. Ele está me analisando, esperando a minha reação. – Principalmente Bondage.

Eu tinha uma vaga noção do que era aquilo. Do censo comum. Eu nunca havia tido alguma experiência sexual com Sadomasoquismo. Sabia por alto e como qualquer mulher na faixa dos trinta anos, havia assistido cinquenta tons de cinza. Era novo mas eu não tinha medo. Tinha curiosidade até.

– O que você quer fazer comigo? – Pergunto, ainda olhando para a cadeira. Ela possui pequenos arames redondos nas laterais, em cima e em baixo.

Sinto quando Chris se aproxima e pousa uma mão no meu quadril. Percebo que ele está tenso, receoso pelo que eu poderia achar sobre aquilo tudo. A única vez que conversamos sobre aquilo, estávamos meio bêbados e não foi uma conversa profunda, eu apenas contei que nunca havia saído do tradicional no sexo. Por isso pouso uma mão sobre a mão dele no meu quadril, para tranquilizá-lo.

– Quero amarrar você. – Ele diz, sua voz perto da minha orelha. Sinto um arrepio quando seus dedos apertam meu quadril. – À princípio. Vendar você e usar vibradores são opções também.

Reflito por um segundo. Quero dizer, é claro que tudo aquilo me parecia interessante. Nunca tinha tentado mas a ideia era convidativa. Ainda mais por Chris já ter me dado orgasmos incríveis nas posições do sexo tradicional.

– Vai me machucar? – Eu pergunto, apenas para garantir.

– Eu nunca machucaria você. – Ele me confirma.

– Eu quero tentar. – Eu digo, me virando para ele. Vejo uma leve surpresa em seus olhos verdes, mas ele sorri com a minha aceitação.

Chris avança os lábios nos meus em um beijo duro, selvagem enquanto sua língua me invade com avidez. Sua mão aperta com força a minha bunda e eu só quero me desfazer nele. Quando ele se afasta, eu não quero que o beijo acabe.

– A gente pode começar com um mais tranquilo. – Ele sussurra, seus lábios roçando nos meus a cada sílaba. – Tire as roupas.

Ele se afasta dois passos, apenas para me olhar enquanto eu removo peça por peça. Primeiro removo as alças do vestido e o deixo cair no chão aos meus pés. Ele observa meus movimentos enquanto eu estendo as mãos para trás e abro o fecho do sutiã, largando a peça longe. Empurro a calcinha para baixo e a deixo junto com o vestido.

– Você é muito gostosa. – Ele sorri, juntando as minhas roupas do chão e levando até uma mesa do lado oposto. – Tem algumas regras, mas você não precisa aprender isso agora. Só precisamos de uma palavra de segurança.

– Palavra de segurança? – Indago vendo ele se aproximar novamente. Ele segura a minha cintura e me faz sentar na cadeira. Ele dá um beijo carinhoso em cada um dos meus mamilos antes de levantar.

– Uma palavra para caso você se sinta desconfortável. Se você a falar eu paro imediatamente para preservar você. Tudo bem? – Ele fala. Quando se afasta, ele remove a camisa, deixando a junto com as minhas roupas. Penso sobre a palavra.

– Uísque. – Eu sorrio e ele retribui, dando ombros.

– Tudo bem. – Ele diz e abre um dos armários.

Meus olhos se enchem de curiosidade quando vejo vários equipamentos pendurados dentro do armário. Cordas, objetos de couro, correntes, algemas, estacas de ferro e de madeira. Ele passa as mãos por cada um deles até pegar o que me parecem quatro algemas de couro. Ele se ajoelha na minha frente e eu estremeço de antecipação.

– Eu não vou vendar você hoje. Como é a sua primeira experiência, quero que você esteja bem ciente de tudo o que pode ocorrer. – Ele explica quando levanta minha perna sobre o apoio do banco, e algema um dos meus tornozelos no ferro da cadeira.

Ele faz o mesmo com o outro e me vejo arreganhada na cadeira. Ele pega meu pulso do braço e prende para o lado, deixando todo o meu corpo exposto. As algemas não me apertam a ponto de deixar desconfortável, acho que são apenas para me deixar imobilizada. O estofado da cadeira é muito confortável, e eu me sinto excitada com tudo aquilo.

Ele volta ao armário e pega uma grande fita de couro. Chris passa a fita em volta da minha cintura e faz um x no meu torso, passando a interseção entre os meus seios. A última volta ele fecha em torno do meu pescoço e prende uma tira para cada lado do banco. Aquilo limita ainda mais minha movimentação pois a fita está em volta de mim e qualquer movimento mais brusco ela se aperta no meu pescoço. Quando transamos na semana passada, Chris apertou meu pescoço conforme entrava em mim, e aquilo foi uma sensação inédita para mim.

Chris se ajoelha na frente da minha cadeira e eu mordo o lábio inferior. Sua língua morna toca a minha barriga e eu arfo. Ele sobe um pouco e abocanha um dos meus seios, sem dó. Sua língua explora meus mamilos deliciosamente enquanto eu apenas estremeço, amarrada na cadeira. Sua boca faz o caminho para baixo, e eu me arrepio quando ele lambe a minha virilha. Tento me mover, mas minhas mãos e pernas estão atadas e tudo o que eu posso fazer é gemer.

Chris dá um beijinho na minha boceta então a lambe devagar. Sua língua me prova delicadamente no começo, então como um passe de mágica, ele afunda a língua na minha entrada e eu ofego, entre os lábios. Tento mover o quadril, e a fita me aperta o pescoço, então me limito a esperar a boa vontade de Chris. E ele aproveita o domínio para me torturar de um jeito enlouquecedor, afastando a língua e me penetrando com ela, brincando com a minha sanidade por vários minutos. Céus, eu não quero que ele pare. Então ele começa a usar os lábios para literalmente me chupar, fazendo uma sucção deliciosa no meu clitóris. Cravo as unhas no couro da algema e sinto meus músculos estremecerem, conforme Chris aumenta a intensidade e a duração das chupadas. Quero estremecer, quero empurrar minha boceta na sua cara, mas apenas me rendo às carícias, sentindo a proximidade do orgasmo.

Quando gozo, é rápido e intenso, me fazendo tremer enquanto arqueio as costas e a fita de couro aperta minha garganta. Chris não se afasta em nenhum momento, posicionando a língua na minha entrada para receber meu gozo.

Estou acabada quando Chris levanta com um sorrisinho e eu vejo o volume matador sob sua calça social. Ele remove a sua calça, ficando apenas de cueca branca, me deixando ver ainda sob o tecido cada mísero detalhe do seu pau. Ele se aproxima de mim, e seu volume roça na minha boceta sensível, e eu gemo baixo, fazendo um riso baixo deixar os lábios de Chris. Ele usa as mãos para soltar a fita de couro do meu corpo e faz o mesmo com as algemas, as soltando da cadeira.

Ele mantem a algema de couro nos meus braços e pernas, mas eu não consigo levantar pois sinto as pernas moles. Então ele segura minha cintura e me ajuda a ficar de pé. Recupero meus movimentos e Chris me guia para o equipamento de ferro que eu acho parecido com um de academia.

– Esse aqui exige um pouco mais de você. Mas prometo que vai ser bom. – Chris avisa quando me posiciona abaixo da estrutura de ferro.

Ele coloca uma das pernas entre as minhas e com o pé, separa os meus pés, fazendo com que eu fique consideravelmente aberta. Ele vai ao armário novamente e puxa de lá um tubo de ferro, com arames nas duas extremidades. Ele se ajoelha na minha frente e prende um arame na algema do meu tornozelo direito e a outra ponta ele prende ao meu tornozelo esquerdo. Dessa forma minhas pernas não podem mais se fechar. Conforme ele executa essas ações simples, eu começo a me sentir excitada de novo, a curiosidade sempre me atiçava esses pensamentos. Chris segura meus pulsos e prende uma algema à outra, prendendo as duas para cima, na estrutura de ferro. Ele ajusta meus pulsos para frente, até meus braços estarem mais para frente, fazendo meu corpo se encurvar levemente, deixando meu quadril empinado.

– Eu quero foder você. – Ele sussurra. Ele deixa um selinho em meus lábios. Então anda até atrás de mim e espalma as duas mãos nas minhas nádegas. Seus dedos apertam minha carne e eu arfo baixo. – Quero ouvir você gritar quando eu te foder fundo.

Eu gemo baixinho e ele puxa meu cabelo pela nuca, me forçando a gemer mais alto quando sinto seu volume roçar na minha bunda. Quando me solta, ele se afasta. Eu aguardo os segundos seguintes ansiosa.

Chris volta a me tocar na cintura, suas mãos sobem para os meus seios e ele aperta meus mamilos entre seus dedos. Ele as volta para minhas costas e refaz o caminho até as minhas nádegas. Ele toca com um dos dedos a minha boceta, através da minha bunda empinada. Ele checa se eu ainda estou molhada o suficiente para recebê-lo. Céus, como eu estou.

Ele segura a minha cintura, e sem aviso nenhum ele soca seu pau bem fundo na minha boceta e o grito que deixa meus lábios surpreende até a mim. Chris me fode de um jeito que é diferente de todas as outras vezes que já fez isso. É forte, rápido e intenso. Ele mete o seu pau fundo e o retira completamente, devagar. Então vai mais e mais rápido como se quisesse fundir o corpo ao meu. Eu não consigo reagir, apenas gemo alto com toda a aura do sexo. Agradeço por estar com ambos os pulsos presos para cima, me dando suporte para que eu não caia.

Chris está grunhindo, no meu ouvido seus dedos apertando a minha pele de forma intensa e possessiva. E eu sinto meu corpo responder, fervendo a cada segundo, meu âmago se repuxando com intensidade conforme grito a cada vez que ele me penetra.

Estremeço em um orgasmo destruidor, e sinto como se perdesse momentaneamente os movimentos do corpo. Chris continua metendo, e para com uma mordida no meu ombro quando goza em mim. Ele envolve os dois braços no meu corpo e encosta a testa no meu ombro, ofegando dos orgasmos.

Após alguns segundos, Chris sai de mim e se ajoelha soltando as algemas de couro dos meus tornozelos. Meus joelhos cedem e eu fecho os olhos. Chris segura minha cintura enquanto usa a mão livre para libertar os meus pulsos da algema. Eu amoleço e ele me segura, me carregando em seu colo com um braço nas minhas costas e outro atrás dos meus joelhos.

Encosto a cabeça em seu ombro conforme ele me leva para o quarto. Chris me coloca na cama e deita ao meu lado. Eu sorrio preguiçosamente e sinto ele beijar meus pulsos carinhosamente.

– Você foi fantástica. – Ele sorri, me puxando para o seu peito.

– Você me deu dois orgasmos. – Eu constato, beijando seu peito.

– Eu te mostrei essa parte da minha vida, o meu fetiche. O que achou? – Ele parece genuinamente curioso.

– Acho que pode ser o meu fetiche também. – Eu digo, boba. Ele segura a minha cintura, me aproximando dele. Seu sorriso é grandioso.

– Que bom... Por que eu quero que você seja minha namorada a partir de agora. – Ele diz, me arrancando um olhar surpreso. As minhas sobrancelhas estão bem arqueadas quando procuro algum traço de brincadeira em seus olhos.

– Bem, se continuar sendo esse cara maravilhoso... Eu posso ser sua garota de sorte.


Notas Finais


🌼 Só pra mostrar que um praticante de BDSM não precisa ser um babaca total (alô, Christian Grey) 🌼
🔥🔥🔥🔥🔥
O que acharam? Pedidos? Me conte seu famoso e o fetiche!

Comenteeeeeem, beijo no core!


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