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História Família e Escuridão 2 - Capítulo 65


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Capítulo 65 - Capítulo 65


(Luther)
Gravatá - Pernambuco - Brasil.
América do Sul.
Terraria - Universo - Okami.
(Noite)

Me aproximei dela e me abaixei perto da mesma que me encarava com uma forte dor psicológica na qual eu pude visualizar, ela parou de chorar apenas olhou dentro dos meus olhos frios.

- me chamo Luther.

Hilary - sou Hilary.

- é um prazer conhecê-la.

Hilary - e sobre aquilo?

- posso te dar um novo sentido de vida se você quiser.

Hilary - quero, eu ainda gosto de viver.

- eu sou um vampiro, irei transformar você, treine e fique muito forte, pois o seu novo objetivo de vida.. - pensei - é me matar. - ela arregalou os olhos.

Hilary - mas.. por que isso?

- isso não importa agora.

Hilary - você não gosta de viver?

- não.

Hilary - por que? - perguntou curiosa.

- quer ou não quer esse novo objetivo de vida? - ela pensou um pouco.

Hilary - eu não sei..

- eu sou uma pessoa ruim.. me matar é uma coisa boa.. é um favor a todos.

Hilary - certo..

Sorri de leve, levantei ela que parecia meio fraca e mordi seu pescoço.

- doeu? - falei me afastando dele.

Hilary - um pouco..

- agora somos irmãos, confio a você a missão de dar um fim a minha vida.

Hilary - certo.

- quando estiver pronta, quando achar que pode enfrentar um ser como eu.. use nossa conexão e me chame mentalmente. - ela assentiu.

Hilary - você é mal mesmo?

- matei muita gente inocente por nada e fiz muitas outras coisas ruins.

Hilary - hum.. - disse pensativa.

- me odeie, é importante que você me veja como o pior ser de todos, isso te dará forças pra conseguir me matar.

Após isso, me teleportei daqui.

(Vegeta)
Mansão Oitava - Universo - Okami.
(Manhã)

Eu estava sentado à mesa da cozinha e mexendo no meu notebook enquanto tomava café numa xícara grande.

Nami - ei, Vê. - disse se aproximando.

- oi. - falei sem tirar os olhos do Note.

Nami - viu o Dê por aí?

- ele tá caçando um demônio junto do Enzo, da Sasha e de outra garota.

Nami - aquele idiota nem me chamou.

- enfim, acho que ele vai passar alguns dias fora até encontrar e matar o cara.

Nami - hum.

(Jacob)
Belo Jardim - Pernambuco - Brasil.
América do Sul.
Terraria - Universo - Okami.
(Manhã)

Lolly e eu estávamos numa casa que eu comprei pra gente morar por um tempo até que eu pensasse em algo pra me trazer uma boa diversão, sou um ser que se satisfaz com coisas muito peculiares, como a violência.

- incrível. - falei enquanto lia a última bíblia, nela haviam os cheats.

Lolly - o que pretende fazer, mestre?

- algo muito divertido. - decoro o cheat que mais me chamou atenção.

Me levantei do sofá da sala, Lolly me encarava de pé.

- vamos fazer um grande espetáculo.

(Nancy)
Olinda - Pernambuco - Brasil.
América do Sul.
Terraria - Universo - Okami.
(Manhã)

Eu estava no bunker, em uma sala, me mantinha pensativa e enquanto fazia uma limpeza nas minhas armas que estavam em cima da mesa, passo um passo branco sobre uma pistola.

Jeon - Jimin. - disse se aproximando.

- han?

Jeon - o cara que te atacou, acho que o mesmo cara que ando investigando é o mesmo que fez aquilo com você.

- então chegou a hora.

Guardei todas as minhas armas na minha sala bélica.

Jeon - antes de tudo, temos que ter um plano pra lidar com esse cara.

- um plano? sério? que se foda isso de plano. - falei meio irritada.

Jeon - esse cara é bem forte, ele vai dar trabalho.

- foda-se, eu dou conta.

Jeon - para de besteira, precisamos de um plano de ataque.

- na verdade, eu tenho um.

Jeon - e qual é?

- ataque. - ele revirou os olhos.

Jeon - é sério.

- eu tô falando sério, onde ele tá?

Jeon - Toronto.

- então vamos pra lá e por um fim nele antes que ele ponha um fim em mim.

Jeon - claro, porque tudo é sobre você.

- vai se fuder.

Jeon - enfim, vamos. - começou a andar e eu o segui meio pensativa.

(Minnie)
Salém - Massachusetts.
Estados - América do Norte.
Terraria - Universo - Okami.
(Noite)

Eu estava correndo de pessoas que me perseguiam com armas.

- merda.. - elas estavam zangadas com o fato de eu ter realizado um ritual de bruxaria em um local da cidade.

Eu corria pela floresta enquanto ouvia os gritos enfurecidos deles que com certeza me mandariam pra forca se eu tivesse sorte, pois eu posso ser queimada viva, o que é bem pior.

- socorro! - falei ao bater na porta de uma cabana que encontrei a frente.

Eu já estava cansada de correr e eu não conseguiria me esconder entre as árvores, eram muitas pessoas.

- socorro! - a porta então é aberta por uma mulher de meia idade.

Mara - pois não? - ela escuta os gritos e me encara pensativa - entre.

A mesma deu espaço pra que eu pudesse entrar na cabana.

Mara - que tipo de crime você cometeu pra atrair toda essa gente?

Fiquei em silêncio.

Mara - não se preocupe, não a julgarei por seja lá o que você tiver feito.

De repente, alguém bate na porta.

Mara - esconda-se de baixo da minha cama, o quarto fica ali. - ela aponta pra uma porta e eu corro até ela, abro a mesma, a fecho ao entrar no quarto e me escondo de baixo da cama.

Alguns minutos se passaram, os gritos ficaram distantes, como se eles tivessem ido embora pra outro lugar.

Mara - pode sair. - disse abrindo a porta do quarto.

Saí de baixo da cama e a encarei.

Mara - eu soube do que você fez.

- não vai me entregar a eles?

Mara - claro que não, até porque.. você não é a única bruxa aqui.

- sério? você também é uma bruxa!?

Mara - sim. - pensou - qual sua idade?

- tenho 8 anos.

Mara - e já conseguiu fazer aquele tipo de ritual? incrível.

- obrigada. - falei contente em ver que ela valorizou minha arte.

Mara - você é especial, garota.

- eu me chamo Minnie.

Mara - me chamo Mara.

- hum. - olhei em volta desse quarto e pude notar alguns objetos satânicos que estavam espalhados por ele.

Mara - onde estão seus pais?

- mortos.. - falei meio triste.

Mara - e sua casa? onde você mora?

- aquelas pessoas a queimaram..

Mara - entendo.. bom, a partir de hoje você pode ficar aqui comigo.

- sério? - perguntei contente.

Mara - sim.

- obrigada! - corri em sua direção e lhe dei um forte abraço.

Mara - de nada.



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