História Famílias do Crime - Capítulo 30


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags A Mansão Montgomery, Assassinos, Crime, Familias, Guerra, Interativa, Máfia, Mansão, Montgomery, Morte, Spin-off
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Palavras 3.650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Slash, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa, mas não corrigi, boa leitura, apreciem.

parte da historia de James idealizada por @almabranc

Capítulo 30 - 1982 - Viverei por Você


Fanfic / Fanfiction Famílias do Crime - Capítulo 30 - 1982 - Viverei por Você

Capitulo 30 – 1982 – Viverei por Você.

Os meses passaram, e novamente o ano passara, era primeiro de janeiro, mais um ano. Jade fumava na parte de trás da casa, próxima a piscina, Talita brincava com as crianças de Evie, Alfonso estava em missão, Ajay resmungava dentro de casa, Vik havia ido para a Rússia há um mês e voltaria ainda esse mês. Hay bebia tranquilamente em quanto pesticava camarões e queijos em cubinhos.

Evie sentou-se numa cadeira ao lado de Jade, era quase meio dia, a festa de ano novo havia sido nos Evenence, como de costume, geralmente eles convidavam algumas famílias por ano, dessa vez, após uma bela reforma, e o termino da construção de um subsolo com quartos isolados e salas mais reservadas, havia mais lugares no térreo, e todas as grandes famílias de Nova York foram chamadas:

Os Pourpouse, os Cooper, Os San Martin, Os Capone, Os Sant’Ana, Os Harris.  Jade suspirou cansada, não tinha sido a melhor noite, ela tem certeza, deve ter sido o pior ano novo, o clima era tenso, e como ninguém costumava recusar. Todos estavam lá.

 

Na noite anterior.

 

– Precisamos ir mesmo? – Iris pergunta, terminando de arrumar os cabelos da filha.

– Se não irmos, é pior. – Luther fala. – Você sabe, esses encontros são importantes. – Iris assente, pega a filha nos braços, ela ainda é miúda e quieta. Eles saem de casa em carros separados, Dal, Sam e Nitta em um, Luther, Hector e Iris em outro. O carro parou em frente ao clube, foram levados para o principal salão reformulado.

– O Patriarca Pourpouse e sua Familia. – Foi anunciado. Éden Cooper, o patriarca Cooper se aproximou, ao lado de sua esposa, e logo atrás seus dois filhos, o mais velho tinha Madalena nos braços, o mais novo não passava de um moleque.

– Há quanto tempo, Patriarca Pourpouse. – Cooper disse, eles cumprimentaram-se,

– Sim, há quanto tempo. – Hector estava melhor já de sua saúde. – Bem, conhece a todos, meu filho, Luther, sua esposa e filha, Dale, braço direito igualmente acompanhado de filho e esposa, e nossa cirurgia, Dr. Morningstar.

– Bem, um prazer conhecer a nova membra da sua família. A pequena Srta. Pourpouse, futura Matriarca, imagino. – Cooper fala com desdém.

– Sim. – Luther se coloca mais à frente, serio.

– Bem, minha esposa, já conhece, meus filhos, o mais novo Theo, primeira vez aqui. – Cooper fala apresentando o filho. – E minha nova nora, Madalena. – Ele sorri com malicia, e Lena olha diretamente para Iris.

– Um San Martin. – Dale não resiste comentar.

– Uma Cooper, agora. – Éden fala. Seguindo o caminho, vão de encontro aos Evenence, evitando os Harris e os Sant’Ana. Eles cumprimentaram o patriarca Vicente Evenence, e se juntaram a uma mesa, ali não estavam apenas eles e suas famílias, mas alguns atiradores e contadores e advogados, com suas respectivas famílias, cada um membro importante de uma máfia. Os Pourpouse continham dez advogados, três contadores, e consigo trouxeram outros dez capangas. Nada fora do comum, todos tinham os seus escudeiros.

Não demorou para os San Martin chegarem, Ajay entrou a frente de todos, mãos dadas com Thalita, sua única herdeira, Jade veio atrás com Hay, Galvez trazia esposa, Evie com suas crianças e James que arranjara um tempo para vir. Ele sorria orgulhoso por afrontar os Pourpouse desse modo.

– Você tinha razão. – Dale fala olhando James, suas mãos fecham-se em punhos, um ódio quase estupido.

– Papa? Posso ir brincar! – Pulou na cadeira Joanne. – É meu amiguinho! – Ela disse apontando para Harry.

– É! – Disse Isao ao lado de Nitta.

– Diga que não se encontrou com ela.... – Dale bateu na mesa fazendo as crianças se assustarem. – Quão imprudente, nem sei por que não estou surpreso!

– Jezz, lamento ter que concordar com Dale, mas ele está certo, Iris! – Luther controla a voz, não passariam essa vergonha.

– Encontrei-a no parque, são crianças, culpa eu tenho, eles nada sabem dessas rivalidades!

– O mais importante por que James está aqui? – Sam fala.

– Casado com Evie, a menina é dele. – Iris fala. Dale toma sua bebida e ri.

– Com toda certeza!

– Dale.- Chyio toca seu braço em repreensão. – Vão brincar. – Nitta deixa Isao levar Joanne até Harry, as duas crianças correm entre os adultos San Martin indo até Evie.

– Minha nossa! – Reclama Galvez quase derrubando Isao.

– De quem são!? – Ajay pergunta olhando para eles que chamavam por Evie.

– Iris. – Jade fala, ela se abaixa ao lado de Joanne. – Olá pequena. – Do outro lado, Iris segura um garfo com força, as juntas de seus dedos estão brancas.

– Olá. – Ela diz timidamente. Ajay a olha saudoso, ela lembra Iris pequena. Talita sorri para a pequena. Iris levanta-se sendo seguida por Luther, Hector cobre o rosto com as mãos e Chyio pede um chá para o mesmo.

– Tia Iris! – Thalita abraça Iris. – Senti sua saudade!

– Eu também Tati, como crescera! – Iris fala, naturalmente. Alejandro está olhando, Evie se afasta, Galvez puxa James para longe.

– Por favor, fingir que somos amigáveis na frente das crianças. – Luther fala.

– Parece bem. – Alejandro fala. – Ela parece com você.

– Não acho. – Jade fala. – É saudades, ela é a cara do Pourpouse.

– Pequena, venha brincar.... – Evie chamou Joanne que se encolhia, com um leve empurrão de Iris ela correu para Evie.

– Saudades, Ajay? – Iris fala se pondo à frente do meio-irmão.

– Não, Iris, não. – Jade interrompe. – Feliz ano novo, alias. – Jade fala estendendo a mão. – Acho que logo o anfitrião irá servir o jantar, até mais ver. – Jade puxa Alejandro consigo que resmunga algo.

– Joey, Isao. – Luther chama, as crianças vêm após relutâncias. Sentados à mesa, aguardam o jantar. O mesmo é servido em minutos, uma orquestra toca, tudo aprece calmo, todos conversam, os anfitriões estão felizes.

 

– Há algo errado, Tati? – Jade viu a sobrinha-prima cabisbaixa.

– Não... é só.... Queria que a Meri estivesse aqui.... – Talita fala.

– Por que não senta com a Iris, um pouco? – Jade fala calma, ela não quer deixar Tati pior do que antes, privando-a dos outros, ela é nova, e pouco entendo dos conflitos familiares. Alejandro suspira, fazendo um sinal, o garçom arranja outra cadeira para Tati com os Pourpouse, onde ela senta-se feliz.

 

Jade olha agora para a mesma na piscina com Harry, Evie deixou Evie brincando numa bacia. As coisas não iam bem, e era horrível pensar que teria que ensinar Talita algumas coisas, Iris e Meredith eram suas inimigas, e que ela teria que tomar novas atitudes e responsabilidades, das quais ela não vai gostar, ela tem um grande cargo para assumir.

– Jade! Hay! – Alejandro chega na piscina.

– Que susto, Alejandro. – Jade fala em desanimo.

– A droga do Greenheart não me responde! – Alejandro fala exacerbado.

– Chame o Galvez, eu sei lá o que ela faz nas missões. – Jade dá de ombros

– Vamos Jade.... – Hay puxa-a. – Vamos atrás dele. Onde ele estava? – Hay pergunta acendendo um cigarro.

– Não muito longe... – Alejandro ataca de repente o telefone móvel contra a parede. – Essa droga serve para nada se ele não atende! – Gritou. Ele vai pôr a missão em jogo!

– Ok, que missão é essa, Alejandro? – Jade o fita de modo intenso. – O que está tramando agora, heim?

– Nada.... Nada.... – Ajay fala, respira fundo, pega o celular ao chão e some. – Vamos Hay, Jade fique com Evie.

– Estou indo. – Jade caminha até ele puxando seu braço. – Chega de mentirinhas entre nós, Ajay, essa família está desmoronando, e se você não me comunicar, eu derrubarei a última pilaste que nos protege.

– Ele está vigiando Meredith, ela foi vista com os Pourpouse, você sabe.

– Ela ainda é sua filha, Alejandro, o que vai fazer. – Alejandro desvia o olhar. – Ela não é a Iris! – Jade olha para ele descrente. – Não fara isso com ela.

– As coisas se repetem, e só tenho a lamentar. – Ajay se solta continuando a andar, indecisa, Hay segue Ajay. O telefone toca, ele atende, apenas ouvindo, desligando rapidamente discando um outro número anotado logo ali. – Alfonso, fique à espreita.

– Alfonso está aqui? Disse que ele foi para a fronteira. – Jade aparece por trás. – Seu desgraçado! Alejandro ela é sua filha!

– Por que não disse isso para Juan, para o “papa” quando ele o fez com Iris?! Por que não gritou para ele, é a minha irmã! É a sua filha! – Alejandro grita. – Vivendo sua vidinha perfeita na universidade, nem ligando para casa! Você não tem direito a dizer nada!

Alejandro saiu com Hay, Jade gritou para Evie um “Cuide da casa” e saiu pelos fundos, pegou seu carro e seguiu para a casa dos Pourpouse, se James estava atrás de Meredith, e Alfonso estava de tocaia, eles esperavam ela chegar lá. Ela sabia como pegaram Iris, ela ia para casa de uma amiga, alguém a seguiu outro a pegou lá, cercando-a. Ela pisou fundo, seguindo um caminho distinto do que era costume. Ela sabia o quão ruim Meredith estava fazendo. Mas ela ainda se preocupava, fazer isso, deixá-la-ia pior do que agora. Ela ficaria vingativa como Iris.

 

__

 

Madrugada do dia 1° de Janeiro, 1982.

 

O jantar fora bom, mas não podia ficar muito, adoraria discutir com Dale, mas tinha uma missão que deveria ser cumprida cedo. Mas antes, ele tem outros assuntos, há algumas horas ele encontrou alguém.

– James Greenheart. – Ele reconheceu a voz afinada, a garota de cabelos ferrugem sorriu para ele com seus lábios finos. – Saudades.

– Minha nossa, irreconhecível. – James resmunga, ela não mudara nada, o que era mais decepcionante em reencontrar alguém da juventude. – Como vai, Chloe?

– Então, o que anda fazendo? – Ela questiona, curiosa, o sorriso bobo no rosto.

– Trabalhando nesse exato momento. – James responde seco.

– Desculpe, mas então... você foi visitar seu pai? Ele está livre já, você sabe... – Chloe fala. James aperta suas mãos em punhos.

 

O sangue manchava seus dedos, sentado na cadeira, num estacionamento abandonado, estava seu pai, a boca torta e os dentes vermelhos de seu próprio sangue. James respirava eufórico.

– Sente-se melhor assim, Jimmy!? – Seu pai, ele odiava o homem, e tinha muitos motivos, balançou a cabeça, dando outro soco na boca do mesmo. Ele cuspiu dois dentes no chão respingado de sangue. Seu telefone móvel apita novamente com aquele som irritante. Ele fecha os olhos, ele tem uma missão. Se ele não cumprir é ele no lugar do homem a sua frente. – Vi que tem uma aliança.... Deve ser a mulherzinha ligando....

James pegou o galão de gasolina jogando no homem, que ele não diria novamente seu pai, jogou a volta do mesmo, e acendeu um fosforo, jogou no colo do homem que incendiou-se vivo num uivo agoniante de dor. Ele pegou o telefone:

– Estou indo agora. Eles estão indo para os Pourpouse, eles pretendem chegar lá em alguns minutos. – James fala, antes de pegar seu pai, ouvira a conversa do casal Meredith e Hugo num restaurante ali perto, ele aproveitou a parada.

Entrou no carro e começou a dirigir, ele viu o carro do casal ainda no restaurante, eles iam demorar um pouco, mas ele tinha uma ideia, seguiu caminho para os Pourpouse. Ele pegou um pano no carro enxugando a mão do vermelho, ele vinha a meses vendo quais os percursos de Meredith, eles seguiam o mesmo caminho sempre, e ele sabia onde os surpreender, ele estudou possibilidades, ele ia mostrar aos Pourpouse, assim como aos San Martin, que Greenheart, não brinca em serviço.

 

...

 

Evie prestava atenção em tudo, ultimamente, ele estava mais atenta, pedindo para que Talita ficasse de olho em Harry, e com Eva ainda nós braços dirigiu-se ao telefone. Evie tinha a vantagem de tudo saber, como era quem cuidava dos pagamentos, era quem também contabilizava tudo, incluindo as missões, e trabalhos extras feitos, ela sabia onde James estava, onde Alfonso estava, e deduzira por si mesma, o que aconteceria em breve. Discou o número que era proibido. Ela escrevera num papel o que pretendia dizer.

“Eles estão indo aí, vão atrás de Meri.”

– i-r-e-m – Soletrou, olhando para os lados para ter certeza que nenhum dos empregados vissem-na. -  e-d – Ela para, ela sabe que seja lá quem está do outro lado está anotando. – s-a-r-t-a. – Parou ao ouvir o som de um carro, a casa estava quieta o único som era da piscina. – o-a-v – disse, parou contou até cinco em sua mente. – i-a – Contou outros cinco segundos. – o-d-n-i. – cinco segundos, alguém abriu a porta. – o-a-t-s-e – cinco segundos – s-e-l-e. – Terminou desligando.

– Boa Tarde, Sr e Sra., Galvez. – Evie fala ajeitando a filha nos braços.

– Com quem falava, Evie? – Nicolas pergunta, sempre desconfiado.

– Minha mãe, é ano novo afinal, precisava desejar-lhe um bom ano. – Evie fala calma. Galvez assente indo para a cozinha.

– Como ela está grande, Evie. – A esposa de Galvez fala sorrindo para Evangeline.

– Pois, é, crescera, quer tomar algo? Tem suco ali fora... – Elas se retiraram,

 

...

 

Iris pega as chaves espalhadas pela casa, pegando cada uma e colocando numa bolsa, e guardando-a no seu guarda roupa. Ela tivera a sorte de ser a única a atender o telefone hoje, como já imaginava as coisas ficaram serias, ruins mesmo, só não esperava tão cedo. Ficou só com uma chave, Luther estava com Dale e Hector e Chyio organizando alguns pagamentos. Sam cuidava das crianças.

Mas ela cometera um erro, voltou para a sala rapidamente, mas era tarde, eles ouviram o telefone tocar, e ela nada dissera.

– “Eles estão indo ai, vão atrás de Meri.” – Luther fala. – Por que não disse nada?!

– Eu estava pensando no que ia fazer antes, queria ter algo planejado! – Iris disse, mentindo descaradamente.

– Claro. – Dale fala cruzando os braços. – Meredith está vindo para cá, eles querem-na, e o que planeja? Matar a todos?

– Sim, eu poderia começar com você é claro. – Iris fala passando por eles.

– Iris! – Luther chama. – Aonde vai!? – Luther começou a andar.

– Pensar! – Iris diz saindo pela porta do fundo trancando-a. Luther vai para porta tentando abri-la. – Iris!

– Ela trancou todas as saídas. – Chyio fala irritada, xingando baixinho em japonês.

– Droga! – Resmunga Dale, já se preparando para uma bela confusão. Iris correu para a garagem onde pegou sua arma preferida. Verificando quanto de balas continha, saiu, pulando a cerca baixa dos fundos, andou pelo mato, onde pela janela do segundo andar havia visto Alfonso. Um de seus torturadores quando era nova, quando fora presa, aonde agora Meredith provavelmente seria, e ele, ele seria seu torturador, ela não deixaria isso acontecer.

 

Jade parou o carro longe, não queria ser vista nem por Alejandro, correndo pela rua, adentrou o mato alto que havia próxima a casa, e correu pelo mesmo, procurando por Alfonso no meio.

– Alfie! – Sussurrou no silencioso matagal alto. – Castilho?

– Ei! – Ele a surpreendeu por trás, tapando a sua boca para que ela não gritasse.

– Que susto! Por que não respondeu!? – Sussurrou irritada.

– Não quero que me vejam. – Ele disse baixo, puxando-a para mais ao meio próximo a casa, mais à lateral. – Não gosto que me chame de Alfie.... – Ele diz ficando de frente para ela com um sorriso, Jade acabou por sorrir ainda irritada.

– Droga, mentiu para mim. – Jade deu-lhe um empurrão.

– Desculpe-me. – Castilho diz, pegando o rosto de Jade entre suas mãos. – Senti saudades também. – Ele beijou-a na boca.

– Alfie... Preciso... – Falava entre os beijos. – Dizer algo.... – Ele olhou-a nos olhos com atenção. Então o som estrondoso estourou em seus ouvidos, o sangue espirrou em sua face e o corpo pesado caiu sobre si, ela cambaleou em choque, segurando o cadáver. Seus ouvidos zuniam e ela olhou para frente. Iris, a arma apontada para Jade que segurava o falecido Alfonso com a cabeça estourada.

– O que você fez.... – Jade conseguiu falar aturdida, seus sentidos voltarem pouco a pouco.

– Não vou deixar que peguem ela! Vá embora! Não me faça atirar em você, não de novo! – Iris fala.

– Ei estava aqui para impedi-lo! – Gritou Iris soltando o corpo do amante no chão, as lagrimas ardiam em seus olhos, a raiva consumindo seu corpo, os dentes cerrados de raiva, ódio. Ela pegou a arma que tinha, empunhando-a, mas Iris atira em sua mão. Jade grita entre dentes, sentido o sangue esvair, a pele queimando a bala no meio da palma da mão.

– Odeio você! – Gritou Jade, as lagrimas escorriam de seus olhos. – Agh! – Grunhiu.

– Ainda dá tempo de impedir que a peguem. – Iris fala finalmente. Quando Jade olha novamente ela já se fora, levanta-se segurando a dor, caminhando para lá, ela ouvira outro tiro logo ali, já é tarde, Ajay esta frente a frente a filha, James está ali já.... Hay a surpreende por trás preocupada.

– Está tudo bem... O que houve? – Hay pergunta.

– Iris.... Ela matou Castilho... – Mostrou sua própria mão. – É tarde demais. – Ela pega a arma coma outra mão tremula, em fúria mira em Alejandro, atirando, ela erra, acertando o carro. Ela grita as lagrimas caindo, tentando tirar novamente.

– Pare! Jade, escute! – Hay fala. – Ouça... – Ela ouve os choros abafados de duas crianças, assustadas. – Imagine Talita, como ficara se matar Alejandro?

 

...

 

Iris entra em casa, estão todos a porta a espera dela, Luther a agarra pelo braço com força e brutalidade nenhum pouco comum dele.

– Você ficou louca! – Ele grita, e Iris olha o como se o mesmo fosse um desconhecido.

– Você tem que parar de fazer isso! O quão imprudente foi! – Dale reclama novamente.

– Escute-me. – Hector fala, e atenção voltada a ele. – Você faz parte dessa família agora, e todas suas atitudes afetam-nos também! Não importa o quão ruim seja, não pode mais interferir nos problemas pessoas deles. – Iris não está prestando atenção, ela houve os lamentos baixos da sobrinha, então um tiro, ela corre para a porta sem pouco se importar. Ela para com a mão na maçaneta, ouvindo a filha chorar alto, em quanto ouve Sam tentando acalma-la e acalmar Isao. Ele tinha razão, essa era sua família também.... Ela fechou os olhos soltando a maçaneta, ela sentia muito.

 

– Bueno, después que salimos de aquí, podemos ir a Sao Francisco, ¿qué crees Edith? (Bem, depois que saímos daqui, podemos ir a São Francisco, o que acha Edith?) – Pergunta Hugo a Meredith. Eles estavam quase chegando a casa.

– Sería una buena. Podemos pasar y comprar algo allí, para Amelia. ( Será uma boa ideia, podemos passar e comprar algumas coisas lá, para Amélia) – Meredith responde.

– Claro, querida, sí. (Claro querida, podemos sim) -  Hugo responde, quando de repente um carro surge de uma ruela quase batendo neles. - Bastardo! ¡Barbero, no sabe conducir! Bastardo! (Desgraçado! Barbeiro, não sabe dirigir! Desgraçado) – Gritou Hugo pela janela, dando o dedo do meio para o homem, ele continuou a xingar e dirigir mais devagar, estavam chegando já.

Meredith se distraiu olhando pelo retrovisor ao lado de fora, reconhecendo a face que dirigia o carro logo atrás deles, ele quase batera neles, e os seguia. Seu coração acelerou no mesmo instante. Tocando a mão de Hugo. Ele olhou preocupado para Meredith que ficara pálida.

– Edith? – Ele chama preocupado. Meri vê James sorrindo no carro. Eles a pegaram, eles a pegaram. Sua mente repetia, era seu fim, ela sentia, seu corpo tremeu, e ela sentiu que desmaiaria.

– Eles.... Eles... estão aqui.... – Quando diz baixo, em sua voz tremula e engasgada, o som de um tiro ecoa, Hugo freia, o carro atrás bate com tudo neles. Novamente Hugo se irrita.

– Ors! Bastado! – Gritou ele, abrindo a porta do carro.

– Hugo! ¡No! ¡No! – Meredith tentou segura-lo, mas ele saiu, olhou pelo retrovisor, James sairá do carro também, armado, ouviu-se o primeiro tiro, fechou os olhos, mais outro e outro, as lagrimas escorreram de seus olhos, olhou de relance respirando com dificuldade. O corpo bateu contra a porta do carro caindo no chão, Meri segurou um soluço. - ¡No! ¡No! ¡No! – Lamentou. Ela viu James se aproximar. Ele abriu a porta, puxando-a para fora do carro.

Meredith caiu de joelhos no chão. Outro tiro fora ouvido. Ela então viu, o carro que logo ali estava estacionado, do mesmo saíra Alejandro, imponente, soberbo. Ele parou em frente a James e Meredith. Os vizinhos dos Pourpouse, fechavam suas casas, e cobriam suas janelas com cortinas, todos a fingir que nada ali acontecia.

– Está na hora de voltar para casa. – James puxa Meredith sem cuidado nenhum, deixando-a em pé frente a seu papa, as lagrimas manchando seu rosto magro. Os olhos vermelhos. Ele toca a face dela, sentindo o tremor que percorre o corpo da mesma. – Você cresceu. Um tiro é ouvido, acertando o carro, Meri se encolhe, e Ajay a segura nos braços. Alejandro vê Hay com Jade no mato. – Vamos.

 

A viagem de carro é silenciosa, Jade está seria, a mão ensanguentada, com uma bandagem improvisada, Meredith está quieta, sentada no banco do passageiro. Hay está ao lado de Jade nos bancos traseiros. Ajay dirige calmamente, em quanto James segue-os atrás com o defunto.

– Sorria para sua irmã. – Alejandro diz, antes de sair do carro e guiar Meredith, que enxuga o rosto. – Feliz ano novo, que esse ano, deixe nossa família mais unida. – Ele diz, a porta se abre. Meredith entra na casa que tão bem conhece, na casa que crescera, que vira a mãe morrer, que fora abusada, que sofrera. Que odiara!

– Tati!? – Chamou mantendo a voz controlada. Talita veio correndo da cozinha, atrás dela Evie, o olhar preocupado. – Como você cresceu! – A menina a abraça, ela está para completar seus quinze anos, apesar de miúda e magra e juvenil, Meredith se emociona ao ver a irmã. Abraçando-a com força, chorando em emoção por vê-la novamente. – Senti sua falta!

– Eu também.... – A voz é embargada, Meri fecha os olhos passando a mão nos cabelos negros da irmã. Elas se afastaram ficando frente a frente, ela olhou nos olhos dela, o sorriso que formava-se na face de sua caçula e única irmã. Meri perdera muito já. A mãe, Lorenzo, não podia perder Tati.

Mas ela sabia, por mais duro que fosse, que estava ali, para fazer Talita sorrir, mesmo que por dentro, Meredith estivesse morrendo. Era sua ruína, ela ficaria presa nessa casa, morrendo pouco a pouco em seus limites, apenas para Talita sorrir. Pensou na mãe por um instante. Que vivera para eles, morrendo ali dentro, ela faria o mesmo, viveria para Talita, e apenas.


Notas Finais


Bem, novamente as coisas não vão bem para as Familias, Meredith foi capturada, e sabe que só vai piorar, #RIP_Castilho, o mesmo morrera de repente, na frente de Jade, morto por Iris, que provavelmente não deixara barato.

Deixem-me saber oq estão achando, suas opiniões são sempre bem vindas.


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