História Family 2 - Interativa - Capítulo 18


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Monsta X
Personagens Chanyeol, Hyung Won, J-hope, Jin, Lay, Lu Han, Min Hyuk, Rap Monster
Visualizações 28
Palavras 2.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


▹ Pessoas, me doí muito dizer isso, mas entendam, quanto menos você comenta, menos sua personagem aparece. Não vou tirar sua personagem da fic por falta de comentário e sim, vou fazer ela aparecer bem menos. A falta de comentários é absurda para uma fanfic em que participam sete pessoas! Eu nunca sei se estou descrevendo sua personagem direito pelas faltas de comentários, aí fica difícil saber se estão gostando, né? Para aquelas que comentam, fiquem de consciência limpa, pois vocês estão cumprindo as regras que foram propostas no começo da interativa.

▹ Boa Leitura.

Capítulo 18 - Capítulo 10 - Doce Juventude


Fanfic / Fanfiction Family 2 - Interativa - Capítulo 18 - Capítulo 10 - Doce Juventude

15 de Janeiro de 2010

— Lee Eun Mi. —

Eu precisava mesmo ter esperado minha mãe fazer aquele café delicioso? Por mais amante de café e chás que eu seja, raramente chegava atrasada na faculdade de dança que eu curso, ainda mais por causa de uma bebida incrivelmente boa. Andava rápido com os cadernos em mãos na esperança de não tropeçar em nada ou me distrair com algo, apenas precisava chegar a tempo naquela faculdade logo. Algumas pessoas estavam paradas observando um som que chamou minha atenção, por quê Elle é tão curiosa?

Me aproximei para ver o que acontecia e me deparei com um rapaz de cabelos coloridos tocando violão no meio da rua. Ele tocava uma melodia calma e muito bonita, que realmente chamou minha atenção. As pessoas ali colocavam alguns trocados dentro de um chapéu que estava no chão, aparentando ser do rapaz. Eu gostava da simplicidade de seus dedos tocando as cordas do violão, era tudo tão delicado e calmo. Sorri fraco quando ele acabou a música que tocava e reverenciou aqueles que ajudavam com dinheiro. Meu foco voltou ao olhar para o céu e perceber que eu estava atrasada! Corri o mais rápido que pude com aquela canção em minha cabeça, não parava de cantarolar aquela bela música e aquele lindo rapaz.

Os dias passavam e minha afeição pelo músico de cabelos coloridos só aumentava. Trocamos acenos e sorrisos, mas nada mais do que isso. Sempre fui uma pessoa muito tímida, minha timidez sempre foi confundida com algo rude e bruto de ser, mas eu nunca fui assim. Por vários dias eu o olhava silenciosamente e até dava alguns trocados que sobravam do almoço da faculdade. Eu me sentia bem escutando suas músicas, relaxava mesmo que estivesse com a cabeça mais cheia do que qualquer outra coisa, era com aquele músico que eu me acalmava.

23 de Janeiro de 2010

- "Você fez 18 anos, tem que arranjar um emprego!" - eu resmungava enquanto andava pelas ruas resmungando e chutando as coisas do chão. - Ela quer que eu trabalhe mais do que eu faço minhas coisas?

Eu odiava brigar com minha mãe, mas sempre que isso acontecia, eu descontava nas ruas chutando em latinhas e falando sozinha. Logo hoje essa briga tinha que acontecer, bem no meu dia. Bem no meu aniversário. Andava à caminho da minha faculdade, não para ter aula ou algo do tipo (justo que era noite), mas para ir para uma praça perto dali. Andava e de repente, senti respingos de água em meu rosto, era só o que faltava mesmo. As pessoas abriam seus guarda chuvas, enquanto eu sentia meu cabelo começar a ficar molhado. 

- Sozinha na chuva, no meu aniversário, sem ter para onde ir, que ótimo. - falei baixo me sentando em um banco de praça. -

Eu queria chorar. Não tinha ninguém para abraçar nessa noite, nem mesmo alguém para me desejar um: "Feliz aniversário, como você está tão linda nessa data querida". Uma mão tocou meu ombro e por um momento até pensei que seria um ladrão por causa do horário.

- Está tudo bem? - era o músico que tocava aqui todas as manhãs, tinha um guarda chuva em mãos. - 

Neguei com um balançar da cabeça simples.

- Não deveria ficar nessa chuva. - ele disse colocando o guarda chuva aberto em cima de mim. - E nem ficar com essas roupas molhadas assim, vai pegar um resfriado.

- Eu já vou sair daqui. - falei baixo e fungando, queria muito chorar. - 

- Te levo pra um lugar que pode se trocar e descansar um pouco. - ele disse. - 

- Eu nem te conheço direito. - falei olhando para o rapaz. -

- Não vou fazer nada de errado. - disse ele. - E eu tenho alguns chás aqui. - levantou a sacola plástica em suas mãos. - Vamos.

Eu não podia negar o convite, ele tinha chá. No caminho, Namjoon me disse que estávamos indo até seu estúdio, pensei que seria algo grande e escandaloso. Mas não, era um lugar pequeno, porém muito aconchegante. 

- Tome essas roupas. - ele me dava roupas femininas. - São da minha irmã, ela esqueceu aqui. Vou preparar o chá.

Enquanto eu trocava de roupa em um lugar reservado, escutei algo cair no chão e quebrar. Meu chá estava em um copo de vidro e por um momento, até estranhei aquilo.

- Eu quebrei a xícara... - Namjoon disse fazendo careta. -

- Tudo bem. - sorri fraco e tomei o copo de suas mãos. - Obrigada.

- Quer contar o que aconteceu? - ele perguntou pegando seu violão. -

E foi aí que desabafei tudo. Contei tudo o que havia acontecido e quando ele soube que aquele dia era meu aniversário, cantou um trecho da música que havia escrito há pouco tempo, foi aí que eu sorri contente pela primeira vez. Passamos a noite ali até a chuva passar, conversando e rindo de bobagens como os desastres de Namjoon pelos lugares. Quando houve a estiagem, ele me acompanhou até em casa.

- Desculpa pelo encontro desastroso. - ele disse coçando a nuca. -

- Tudo bem. - sorri meigamente enquanto andava. - A sua companhia já foi o suficiente, me ajudou bastante.

Namjoon chamava minha atenção, talvez por sua personalidade calma e neutra de ser, ou talvez por ser desastrado. Eu não sei, mas ele era o rapaz perfeito. E eu torcia para que nossa amizade durasse.

9 de Agosto de 2013

— Yoona Turner. —

Três anos de namoro. Não era uma semana, nem mesmo um ano, eram três longos anos namorando Park Chanyeol, o único coreano da minha turma de Medicina de anos atrás. Nessa manhã, ele veio me visitar já que eu estava bem cansada do estágio que havia pego durante a semana. Domingos estão sendo milagrosos para mim. Desci as escadas em busca de algo para beber na cozinha e me deparei com meu pai na sala lendo revistas e minha mãe cortando legumes na mesa principal.

- Está estudando, minha querida? - disse minha mãe. -

- Não mãe. - falei em tom alto. - Hoje é domingo, dia de descanso. Já ouviu falar nessa palavra?

- Se é um dia para descansar, o que aquele coreano faz em seu quarto? - disse meu pai em tom bruto. -

- Descansa comigo. - cruzei os braços. - E o coreano que está lá em cima é meu namorado.

- Não diga uma coisa dessas, minha filha. - minha mãe soltou a faca de sua mão em cima da tábua. -

- Dizer o quê?! - aumentei o tom. - Que eu e Chanyeol namoramos há quase quatro anos e estamos apaixonados um pelo outro?

- Vocês não se amam, isso é passageiro. - disse pai. - Você vai arrumar alguém melhor.

- Passageiro?! - gritei. - Durante quase quatro anos?! Ah pai, isso não é passageiro... Se eu não conhecesse vocês dois, diria que estão sendo racistas com as condições financeiras do Chanyeol!

- E se estivermos sendo?! - meu pai começou a gritar. - Queremos o seu bem e não é do lado daquele "maloqueiro" que vai ser feliz.

- Meu bem, o filho de Angel acabou de se formar em Medicina veterinária. - minha mãe falou nervosa. - Não o acha bonito?

- Eu acho Park Chanyeol bonito. - falei séria. - E não me venha com outros encontros, porque não vou sair com esses caras ricos!

Corri pelas escadas, não queria discutir mais sobre isso.

- Mande esse rapaz embora daqui já, Yoona Turner! - gritou meu pai. - Não quero vê-lo nunca mais!

Assim que entrei no quarto, bati a porta e bufei alto, gritando de raiva. Me joguei na cama ao lado de Chanyeol, que estava deitado e muito sem jeito. Meus pais apenas brigavam comigo por causa dele, eles não me entendem. O lado bom de Channy era que quando eu estava assim, seu silêncio me curava e apenas por estar entre seus braços eu me sentia bem.

- Bae, o que você acha de casamentos? - ele simplesmente soltou a pergunta. -

- Tenho medo. Mas é um sonho, imagina entrar em uma igreja, vestida de branco e com todos os seus familiares te olhando. Seria perfeito. - imaginei. - Mas, por que a pergunta? Vai me pedir em casamento? - sorri o abraçando. -

13 de Agosto de 2013

Hoje meu dia seria corrido, afinal, três anos e cinco meses não é pra qualquer um. Não tinham muitas consultas pela manhã e isso me deixava muito feliz. No meu horário do almoço, estava com as enfermeiras em uma mesa do Hospital e jogando conversa fora, sem nem imaginar o que iria acontecer. Um som de música surgiu ali no pátio, o que eu achei legal, mas nem dei muita bola, apenas estava focada em meu almoço. Até a voz de Chanyeol começar a ser escutada. Virei pra onde o som vinha e o vi, tocava e cantava "All Of Me" olhando para mim. Levei minhas mãos até a boca e fiquei imóvel ao ver aquilo. Cada trecho da música era perfeito e eu deixava que lágrimas caíssem de meus olhos de tão feliz que estava. Quando ele terminou, pegou um ramalhete de rosas vermelhas com Fred, nosso amigo, e entregou para mim. Se ajoelhou e tirou de seu bolso, uma caixinha aveludada azul.

- Yoona Turner. - ele disse abrindo a caixinha. - Aceita casar comigo?

- Chanyeol... - falei baixo enxugando as lagrimas e sorrindo em seguida. - Aceito!

Abracei-o com força e os que estavam ali aplaudiram. Esse foi o momento mais feliz de toda minha vida.

19 de Fevereiro de 2016

— Kim Young Sun. —

Minha barriga estava grande ao ponto de eu não conseguir mais ver meus pés. Doía meu corpo todo e ficar deitada ali sem fazer nada era um tédio enorme. Faltava pouco para que meu segundo filho viesse ao mundo e nesse tempo, eu aguardava ansiosamente.

- Minhyuk! - gritei. -

- O que aconteceu?! - ele chegou correndo na porta. - É agora?!

- Eu não consigo pegar o controle remoto. - ri fraco. - 

- Solar, tente não me chamar tão desesperada, tá? - ele disse pegando controle e me entregando. - Eu penso que a hora de Taehyun chegou quando me chama assim.

- Eu vou tentar, querido. - falei ainda deitada. - Onde está Yewon?

- Comigo na sala, estamos assistindo um filme. - ele sorriu. - Não precisa se preocupar, apenas relaxe.

- Se eu relaxar mais do que já estou, eu viro uma planta de tão parada que estou. - falei o fazendo rir alto. -

Assim que ele saiu do quarto e eu mudei de canal, senti uma pontada em minha barriga. Taehyun com certeza mexeu e de uma forma muio intensa,que doeu bastante. Toquei a barriga e alisei, mas a pontada veio mais uma vez.

- Está ansioso para sair, não é? - perguntei baixo. -

Mais uma vez a pontada forte, dessa vez tão forte que eu pude fazer um gemido de dor. E mais uma vez.

- Minhyuk. - o chamei calma. -

- Quer que eu pegue algo para você na cozinha? - ele falou da sala. -

- Não... - falei tentando me levantar. - Preciso de você...

- O que houve? - ele disse entrando no quarto. -

- Eu acho que... - falei ficando de pé, deixando que aquele líquido viscoso caísse no chão. - Vai nascer agora.

- Agora?! - ele gritou. -

Com seu carro, fomos ao Hospital mais próximo. Eu gritava de dor e respirava fundo, como meu médico havia me ensinado.

- A mamãe vai ficar bem viu? - eu falava para Yewon, assim que me deitaram em uma maca. - Quando eu voltar, trarei um novo amigo para você, meu amor.

- Eu vou entrar com você. - Minhyuk disse segurando minha mão . - 

- Alguém tem que cuidar da Yewon... - falei entre gemidos. -

- Por isso, estou aqui. - disse Kim Yebin, uma antiga amiga minha de Colégio. - Fique tranquila e tenha seu menino. Fighting!

- Obrigada... - sorri com dor. - Argh! 

- Sala de parto, agora. - disse um dos enfermeiros. - 

- Não me abandona, tá? - falei me agarrando nas mãos de Minhyuk. -

- Alguma vez eu te abandonei? - ele beijou minha testa suada. - Estarei ao seu lado, vou ser o primeiro a pegá-lo.

A sala de parto é um lugar assustador para aquelas que são mães pela primeira vez. Mas para as de segunda viagem, é tudo mais calmo e mais bonito, então eu apenas relaxei. Com alguns gritos e meia hora fazendo força, meu Taehyun nasceu.

- Ele é lindo... - Minhyuk dizia chorando e quase sem voz, o que me fez rir. - Ele parece com você, Sun...

- Eu te amo... - falei entre a respiração ofegante. - Eu te amo demais...

- Eu também te amo. - ele beijou minha testa mais uma vez e cheirou meus cabelos. - 

Eu amo minha família.


Notas Finais


▹ Música {Chanyeol}: https://www.youtube.com/watch?v=9xkF6GKP_AM

▹ Espero que tenham gostado desse capítulo, nele eu levei vocês ao passado das nossas três amoras. Comentem o que acharam pois isso ajuda no crescimento da fic cada vez mais.Obrigada por lerem <3
Kissus e XoXo.

▹ Fanfic Monsta X: https://www.spiritfanfiction.com/historia/mechanical-love-7821039


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