História Family Issues - Capítulo 21


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook)
Tags Black Pink, Bts
Visualizações 435
Palavras 4.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ PESSOASSSSSSSSSS uma semana, continuo escrota mas menos que antes kkkkkkkk disculpa.

Não vou falar mt hoje porque estou com pouca bateria, amo vcs demais, mt obrigada por tudo ❤

Então, VIGÉSIMO CAPÍTULO DE FAMILY ISSUES SCRRRRR

Perdoem os errinhos e boa leitura!😘💜

Capítulo 21 - Disclose


Fanfic / Fanfiction Family Issues - Capítulo 21 - Disclose

Chapter 20 - Disclose

Nos episódios anteriores de Family Issues...

" - Deliciosa... - me suspendeu grudando nossos corpos para sussurrar em meu ouvido, e eu fechei meus olhos, ainda saboreando nossa conexão.

Saiu de dentro de mim e me virou para ele. Mordi os lábios apreciando seu estado, e ele me pegou no colo. - Você não vai se livrar de mim... - ditou baixo e eu senti minhas costas baterem na parede fria, causando um arrepio no meu corpo.

- Mesmo que eu quisesse não conseguiria, você é o pai da minha filha, não tem como eu me livrar de você. - debochei fazendo ele sorrir.

Passei minhas mãos por seu cabelo, o retirando dos seus olhos e puxando para trás. Ele ficava ainda mais lindo daquela jeito. Envolvi seu pescoço com meus braços e juntei nossas testas. Eu não queria perdê-lo, mas como eu ia lidar comigo mesma?

Parecendo ler meus pensamentos, me impediu de raciocinar por mais tempo e tomou meus lábios para si.

Seu beijo era tão bom, me sugava e mordia como bem entendia, e eu me deliciava sem nenhuma vontade de parar.

Você é minha droga, Jeon. "

- Eu queria que o tempo parasse nesse momento... - Jungkook ciciou enquanto se lavava junto da mulher. Tinha as mãos sobre as costas nuas onde ele ensaboava e apreciava ao mesmo tempo. - Mas eu combinei de almoçar com o Jin Hyung. - lamentou e passou os braços envolta dela que se virou assim que ouviu o homem atrás de si.

- Tudo bem. - sorriu ternamente, tal como ele quando viu o gesto contornar o rosto dela. - Eu também combinei com minha mãe de almoçar lá, inclusive iria te perguntar se pode me dar uma carona... meu carro está na casa dela. - fez pequenos desenhos com a ponta dos dedos no peitoral do mais velho como um pedido silencioso e seu olhar se perdeu por aquela área.

- O que eu ganho com isso, hm? - ditou malicioso e trilhou com sua mão até a bunda da menor onde apertou com gosto.

Ela mordeu os lábios com o ato e levou seus olhos até os dele nublados de obscenidade.

- Nada, palhaço! - sorriu sapeca e ele manteve o aperto em seu bumbum ainda mais forte no instante em que agarrou sua nuca.

- Eu acho que estou muito fácil pra você... - murmurou rude fazendo ela alargar ainda mais o sorriso safado em sua face.

- Está indo muito bem... continue assim. - segurou o queixo dele entre o polegar e o indicador o balançando levemente, como quem parabeniza um garotinho por seu bom trabalho.

Jungkook riu nasalado e a puxou para mais perto, porém não teve tempo de completar sua ação, pois ela se desvencilhou dos seus braços e se retirou do box.

- Nós temos que sair, Kook... - continuou com a aura travessa e ele molhou os lábios a acompanhando com o olhar.

Terminou de tirar o sabão do corpo e fechou o registro. Se enrolou na toalha e foi até a mulher que penteava os cabelos em frente ao espelho da pia.

- Nada é de graça, amor... - sussurrou mordendo o lóbulo dela, que se arrepiou com a atitude, e deixou o banheiro.

Se arrumaram em seus devidos quartos e seguiram até a garagem para tomarem caminho aos seus destinos.

O trajeto no carro era silencioso, e mesmo com a confusão de sentimentos que atravessava os corações dos dois, os minutos ali foram de paz.

Jungkook estacionou na fachada dos sogros e olhou para a mais nova ao seu lado, que só se deu conta de que havia chegado quando ele mirou seu rosto.

- Obrigada, até mais tarde... - sorriu agradecida e selou a bochecha do rapaz.

Fez menção de se afastar mas ele a segurou pelo braço e manteve os rostos próximos.

- Lugar errado... - disse baixo rente aos lábios dela e os beijou sem pressa.

Levou as mãos até a nuca da mulher, que apoiou as dela um pouco depois dos seus pulsos. Saboreavam-se devagar, como se nunca mais pudessem se tocar daquela forma. Ela se sentiu extasiada com as carícias da sua lingua quente e a envolveu em uma troca deliciosa de leves sugadas. Aprofundaram o ósculo desejosos, maltratando os lábios um do outro com mordidas seguidas de chupões e foram interrompidos bruscamente por uma batida forte na janela do veículo.

- Que pouca vergonha é essa na minha porta?

A sogra do Jeon foi ouvida de forma abafada pelo casal que estava no carro fechado, e agora, mais quente que o normal.

Eles riram com as testas coladas e Jungkook se afastou olhando pelo ombro da mulher à sua frente.

Jisoo, sua mãe e sobrinha se encontravam paradas do lado de fora e a mais velha entre as três com a face abaixada na altura da janela.

Jungkook mordeu a boca sem graça e abaixou o vidro para que pudesse falar com a senhora que agora ostentava um sorriso malicioso.

- Me desculpe por isso, Omeoni. - se pronunciou ainda envergonhado e a filha mais nova se sentiu uma adolescente sendo pega pelos pais. Se ajeitou no banco corretamente e suspirou.

- Eu estava brincando, meu anjo! Eu amo ver meus filhos assim em sintonia, espero ter mais netinhos em breve! - Jungkook não conseguiu conter o riso tolo e a menor cobriu a cara com a mão e abaixou a cabeça totalmente constrangida com a fala da mãe.

- Omma... - repreendeu sem vigor e logo tratou de abrir a porta.

- O quê? Eu aposto que a NaEunie quer um irmãozinho ou irmãzinha, não é NaEunie? - continuou fazendo a filha revirar os olhos, e assim que encontrou com o olhar da irmã mais velha ao se retirar do carro recebeu uma careta acusadora.

- Sim, Halmeoni! Eu queria ter um irmãozinho pra brincar... - a pequena expressou seu desejo e foi o estopim para a mulher.

- Pelo amor de Deus, eu estou morrendo de fome, vamos entrar? - suplicou.

- Meu genro não vem? - perguntou diretamente a ele.

- Infelizmente não, Omeoni. Eu vou almoçar com meu Hyung, no próximo domingo, sim? - sugeriu e a mais velha fez um bico inconformado.

- Ah não, Kook. Traga seu hyung quando terminarem de almoçar, huh?

Jisoo arregalou os olhos na direção da irmã, em um pedido desesperado para que ela fizesse algo que impedisse sua mãe de convidar o dito cujo. A mais nova apenas riu e deixou que Jungkook respondesse a proposta.

- Eu irei falar com ele então... mas não posso garantir.

- Fale e venha! - insistiu e o Jeon sorriu por causa de sua sogra autoritária.

- Tudo bem. - manteve a linha agradável em seus lábios e acenou para a filha, que correu do colo da tia e foi até a porta do carro a abrindo.

- Você veio me dar o abraço mais gostoso do mundo? - Jungkook brincou quando a filha se jogou em seus braços o apertando saudosa.

- Sim, Appa... - entonou com o rosto enterrado no peito do pai, que sorriu largo retribuindo o aperto.

- Até mais, princesa... Seu Appa te ama. - ditou selando o topo da sua cabeça e ela mostrou os dentes em felicidade.

- Também te amo, Appa. - o coração do maior se aqueceu instantaneamente, sentia como se tivesse recuperado seus bens mais preciosos, e o sentimento bom que apossou seu corpo era indescritível.

A criança saiu e foi para a proteção de sua mãe que também se sentia plena, mesmo com todos os problemas recentemente enfrentados.

Jungkook se despediu das quatro mulheres e seguiu seu rumo até o encontro do irmão.


...


- Qual foi a parte do "esquecer ele" que você não entendeu? - minha irmã resolveu finalmente encher meu saco e fez a pergunta do milhão. Eu realmente não tinha o que explicar, e não queria entrar nesse assunto, que na verdade, nem eu entendo.

- Unnie, não... por favor... - pedi massageando as têmporas.

- Eu realmente não sei até onde vocês querem chegar com isso... - seu tom era desaprovador enquanto negava com a cabeça.

- A gente só...

- Só estão fodendo pelo bem da Na Eun? Qual é! Para de fingir pra você mesma! - brigou e eu senti minha cabeça latejar. - Se vocês continuarem dentro daquela casa não vai acabar nunca, e você só vai sofrer mais.

- Você acha que eu não sei?! - me exaltei cansada. Eu sabia que ela estava certa, mas é muito simples falar quando não é você que está passando pela situação. - Eu queria que tudo fosse fácil, se coloca no meu lugar! Eu amo ele, Unnie... eu não queria, mas eu amo... - senti meus olhos arderem por não conseguir controlar a angústia que apertava meu peito. Eu estava me sentindo sufocada por todos os lados.

- Vem cá... - me puxou para seus braços e eu repousei minha cabeça em seu peito, meu rosto foi molhado por uma solitária teimosa que ela limpou no mesmo instante. - Me desculpa, eu não sei como deve ser difícil ter que lidar com toda essa loucura... eu só fico preocupada com você... - falou mais calma e afagou meu cabelo.

- Você quer voltar com ele?

- Eu não sei... por momentos eu pensei que a melhor opção era cada um ir pra seu lado, até porque eu não vou conseguir confiar nele como antes, só que ai ele vem cheio de soluções, discursos apaixonados, aquele sorriso filho da puta... e me enche de esperanças. - suspirei ao me abrir, esperando que ela finalmente me entendesse, ou pelo menos tentasse.

- Você esqueceu de mencionar o pau dele.

- UNNIE! - repreendi envergonhada mas acabei rindo junto com ela... bem, não deixava de ser verdade. - Meu Deus, só você pra me fazer rir da minha própria desgraça.

- Mas... falando sério agora, toma cuidado... eu não quero te ver mal de novo. - pediu e eu assenti.

- Omma! A Halmeoni tá chamando a gente pra almoçar! - Na Eun nos interrompeu sorridente e eu repeti o gesto contaminada por ela.

- Então vamos que eu tô louca pra comer! - me levantei juntamente com Jisoo e nós fomos até a sala de jantar, onde minha mãe já havia colocado a mesa.

- Todas as mulheres da minha vida reunidas, que felicidade! - meu pai disse ao entrar na sala e veio até nós, abraçando uma por vez, até chegar em minha mãe.

- Ah gente, sem melação por favor, já basta a bonita aqui se esfregando na porta dos pais. - pra que inimigos quando se tem uma irmã como a Jisoo, que não perde a oportunidade de te fazer passar vergonha.

Prendi o riso quando meu pai arqueou a sobrancelha e minha mãe sorriu cúmplice. - Que história é essa mocinha? - perguntou cruzando os braços e eu mordi os lábios.

- Não sei por que esse alvoroço por causa de um beijo Jisoo, se tivesse um namorado não ia reclamar dos outros. - minha mãe se pronunciou e minha irmã abriu a boca indignada. - Não foi nada demais, amor...

- Tava demorando... - bufou me fazendo rir. - Olha aqui, se for pra ficar descabelada de estresse que nem vocês duas, dispenso. - debochou.

Nos sentamos na mesa e começamos a colocar os pratos.

- Eu acho que a Jisoo Unnie deveria namorar o Jin Oppa, eles são muito bonitos. - Na Eun comentou e todos riram na mesa, menos a mencionada.

- Concordo, filha. - bati em sua mão orgulhosa e minha irmã nos fuzilou com os olhos.

- Me desculpe, Na Eunie, mas isso nunca vai acontecer. O que seu Oppa tem de bonito, tem de insu...

- Ya! Não fale mal do Jin na frente dela! - interrompi reclamando e ela revirou os olhos voltando a comer.

- Por que não, filha? O Jin é um ótimo rapaz! - nosso pai perguntou a olhando e todos nós fizemos a mesma coisa.

- Eu também acho! E além de bonito e gentil é muito talentoso, você já assistiu o drama que ele faz? Se eu ainda estivesse nos meus tempos não deixava passar.

Eu ri alto com a fala da mais velha e meu pai a encarou desgostoso. - Não entendi esse fogo, querida. - disse enciumado.

- Oh meu garotão, você sabe que só tenho olhos pra você. - se explicou e selou o marido rapidamente.

- Sem chances! Nunca que eu vou ter alguma coisa com aquele projeto de Ken. Podem descartar a possibilidade! - determinou.

- Isso é o que você está dizendo agora... - abusei e ela bufou desistindo de discutir.

- Nós temos uma coisa importante para contar. - meu pai iniciou e nós olhamos curiosas para os dois.

- Ai meu Deus que suspense, falem! - Jisoo apressou e nós ficamos ansiosas.

- Eu e sua mãe vamos completar 25 anos de casados daqui a 6 semanas e nós decidimos comemorar... nas Maldivas! - nossas bocas se abriram surpresas e eles riram das nossas reações.

- Omma, se você me arranjar um cara igual ao papai, eu caso na hora, nem precisa muita conversa. - Jisoo brincou e nós gargalhamos juntos.

- O melhor vocês ainda não sabem...

- O quê? - perguntei ansiosa.

- Nós compramos um pacote familiar! Seis adultos e três crianças, cinco dias e quatro noites. - eu não podia acreditar no que ele falava, meu coração estava explodindo de felicidade.

- Então nós vamos, halabeoji? - Na Eun perguntou empolgada.

- Claro, meu amor! - respondeu e nós acabamos por formar uma balbúrdia de animação.


...


Minha vontade era de ficar o dia todo com ela, mas depois do que aconteceu ontem, eu devia uma explicação para Jin Hyung, fora passar um tempo juntos como a muito não fazíamos.

Mesmo me sentindo bem pela reaproximação com minha mulher, eu estava um pouco incomodado com a ligação que a So Yun me fez. Claro que eu fiquei puto por ela ter nos interrompido, mas seu tom quando atendi me deixou preocupado.

" - Bom dia, Jungkook. - reconheci a voz do outro lado da linha e estranhei imediatamente aquela ligação repentina.

- So Yun?

- Oi... está bem? Pode falar? - disse nervosa e acabou me passando o nervosismo pelo celular.

- Estou... aconteceu alguma coisa? - perguntei preocupado.

- Mais ou menos, eu queria conversar pessoalmente, você está livre na sexta? - indagou e eu franzi o cenho com aquele mistério todo, mas se ela me ligou em um domingo pela manhã, pedindo pra falar pessoalmente, com certeza não era pouca coisa.

- Livre eu não estou, mas você pode me encontrar no almoço... eu devo me preocupar com esse pedido do nada? - perguntei e acabei retesando ao ver minha mulher sair do banheiro.

- Deixe para decidir isso na sexta, por enquanto fique tranquilo, não é caso de vida ou morte. - comentou apenas para piorar meus pensamentos sobre essa conversa mas resolvi não quebrar a cabeça com isso agora. - Era só isso mesmo, na sexta nos falamos... tchau.

- Tchau..."

- Eu não quis ser intrometido, mas eu fiquei preocupado, do jeito que a Jisoo é louca, com certeza não iria conseguir cuidar da irmã. - Jin Hyung se explicou por ter me avisado na noite anterior que ela estava bêbada no clube.

- Você fez bem Hyung, melhor do que imagina... - sorri minimamente ao lembrar de como nós acabamos.

- Acho que entendi... - riu malicioso. - Agora, vem cá, o que ta rolando, ein? Vocês brigaram antes disso?

- É tão complicado... aconteceram muitas coisas, Hyung... - iniciei deixando ele tenso em minha frente.

- Diz ai, o que aconteceu?

Contei a ele toda a história desde o início, e o mesmo ficou muito surpreso, e em alguns pontos senti como se quisesse me bater, mas no final acabou por suspirar.

- Eu odeio dizer isso, mas acho que o melhor pra vocês agora é ficar um pouco afastados... - disse cabisbaixo e eu me senti péssimo.

- Eu não consigo ficar longe dela, Hyung.

- Mas é necessário, Jungkook. Vocês não vão resolver esses problemas transando. - ditou sério e eu respirei fundo umidecendo meus lábios que pareceram secar. - Ou vocês organizam as ideias, para ter uma conversa sensata, ou vão continuar com essa troca de farpas para sempre. - eu não queria aceitar, nem cumprir com o que ele falava, porém era verdade, nós não conseguimos conversar, toda vez acabava em briga ou em sexo.

- Ela disse a mesma coisa... - sorri de canto por reparar, contudo logo voltei à parte ruim da conversa. - Eu quero resolver as coisas, mas eu não sei se sou capaz de abrir mão dela...

- Me escuta, dongsaeng... eu não estou dizendo para desistir, mas pra vencer a guerra você tem que perder algumas batalhas.

- Você parece nosso Abeoji falando. - debochei rindo e ele me deu um peteleco na testa. - Eu vou trabalhar nisso, ok?

Almoçamos tranquilamente, e eu me diverti com as histórias que meu irmão contou, principalmente as em que ele foi assediado por velhinhas na rua.

- O que eu posso fazer se ninguém resiste a esse rostinho? - sorriu convencido e eu ri alto.

- Acho que só uma pessoa não caiu nos seus encantos, Hyung.

- Quem?

- Jisoo Noona. - comentei maldoso e ele fez uma cara de desgosto.

- E desde quando a Jisoo é uma pessoa? Tá mais para um cavalo. - neguei com a cabeça enquanto ria.


Ding Ding Ding Ding


Cortei o riso e puxei o celular do bolso.


Love is calling...


Sorri ao mirar o visor e atendi.


"Oi, desculpa interromper, mas minha mãe ta insuportável no meu pé, quer garantir que você vem..."


Ri com o que falou e olhei pra Jin que tinha uma expressão confusa. - Eu vou sim, mas tenho que perguntar ao Hyung se ele também vai. - respondi e olhei pro mais velho de novo. - Hyung, minha sogra está te convidando pra ir comigo até a casa dela, você vai?

- Tem certeza disso... não parece uma boa ideia, ainda mais se você sabe quem estiver presente... - comentou e com certeza foi ouvido, já que assim que respondeu minha sogra tomou a frente da ligação.


"Meu anjo, passe para seu irmão, por favor!"


Pediu e eu entreguei o celular pra ele rindo.

- Olá, Senhora Kim! - cumprimentou sem jeito. - Eu não quero incomodar... - as expressões dele foram impagáveis. - Tudo bem, eu irei sim. - cedeu, como eu esperava e após se despedir da mais velha, me passou o telefone.


"Estou esperando vocês com uma sobremesa deliciosa!"


- Já já chegamos, Omeoni. - falei e ela passou para a dona do celular novamente.


"Você sabe como ela é..."


Riu sem graça e eu sorri imaginado seu rosto. - Eu sei...


"Temos uma ótima notícia, venha logo."


- Hm... fiquei curioso, só vou pagar a conta aqui e pronto.


"Está bem, beijos..."


- Beijos... na sua boca. - sorri malicioso e pude ouvir o riso nasalado do outro lado.


"Idiota... tchau, viu?!"


- Tchau... - disse por fim com um sorriso bobo no rosto.

- "Na sua boca"? Sério? - Jin comentou rindo.

- Não vem não oh "desliga você..."

Pagamos a conta do restaurante e partimos até a casa dos meus sogros, Jin veio logo atrás de mim em seu próprio carro. Estacionamos e fomos até a porta, pressionei a campainha e de imediato uma Na Eun feliz pulou em cima de mim.

- Você voltou, Appa! - a curva em meus lábios ficou larga e eu a abracei.

- Voltei sim, meu amor. E olha quem eu trouxe... - me virei com ela para Jin e logo ela foi para os braços do tio.

- Oppa! Nós falamos de você mais cedo! Estava com saudades. - disse o abraçando.

- Eu também estava, NaEunie. Mas me diga o que falavam de mim? - perguntou enquanto entrávamos.

- Nós queríamos que você namorasse a Jisoo Unnie, mas ela não quer. - fez um beicinho triste e eu ri, ainda mais quando vi a feição enojada do meu irmão.

- Ao menos em uma coisa nós concordamos... - comentou e um pigarro soou fazendo nossa atenção se voltar pra frente, onde minha mulher e sua irmã se encontravam.

- Vamos lá fora, minha mãe preparou um doce... - a mais nova entre as duas falou antes que o silenciou pairasse na sala.

- Olá, Jisoo Noona. - cumprimentei com um sorriso e ela retribuiu minimamente.

- Oi, Jungkook. - respondeu, e nós continuamos caminhando pra fora.

- Não vai me cumprimentar também, namorada? - Jin Hyung provocou deixando que Na Eun corresse até o quintal.

- Me poupe.

Deixei os dois pombinhos para trás e alcançei a mulher já do lado de fora, envolvi sua cintura em meus braços e beijei seu ombro exposto. Pude ver o sorriso se formar em sua boca e a apertei mais forte inalando seu cheiro doce.

- Meu filho, como está? - o pai da minha mulher veio até nós e eu desfiz o enlace no corpo alheio para falar com meu sogro devidamente.

- Muito bem, Abeoji. E o senhor? - retribui educadamente.

- Bem, também. Estão todos aqui? - perguntou passando o olhar em volta, e Jisoo e Jin já se encontravam do lado de fora.

- Nós vamos fazer uma viagem em família, estou avisando logo cedo, para todos se organizarem, não aceito que ninguém falte. - o mais velho disse e eu me lembrei da notícia boa que minha esposa havia dito.

- Comemoraremos nossas bodas de prata nas Maldivas! - minha sogra falou orgulhosa e abraçou o marido. Eu fiquei realmente surpreso pelo tamanho da viagem, mas não podia ter caído em um momento melhor.

- Eu não vejo a hora de viajar com você... - sussurrei no ouvido da menor que sorriu.

Ficamos um bom tempo conversando até Jin se pronunciar, chamando a nossa atenção.

- É muito gentil da parte de vocês, senhor e senhora Kim, mas não acho que eu deva ir, é uma viagem de família... - falou envergonhado e eu já sabia que eles não deixariam ele negar.

- Pelo menos tem bom senso. - Jisoo soltou e logo foi repreendida pela mãe.

- Você é da família, Jin. Se deixar de ir, não vai ser por isso! - minha sogra ditou séria, e por um instante eu até senti pena dele, mas seria uma boa viagem, se ele fosse seria ótimo.

- Eu não quero dar dispesas...

- Não vai ser despesa nenhuma, na verdade, se não for nós ficaremos prejudicados, já que pagamos um pacote para seis adultos, olhe que desperdício se não preenchermos esse lugar! - a mais velha insistiu e ele sorriu por ela fazer questão de sua presença.

- Se é assim... então não vejo porque não, minhas filmagens terminam esse mês mesmo.

- Ótimo! - o casal disse em uníssono e todos ficaram felizes.

- Era só o que me faltava... - menos uma.


...


- Jane, eu vou almoçar fora hoje, qualquer imprevisto me ligue! Estarei no restaurante do prédio à frente. - Jungkook deixou a secretária avisada quando saiu para encontrar a mulher que bagunçou sua vida nos últimos meses.

Chegou no restaurante primeiro, se acomodou, pediu uma água e ficou esperando.

- Olá... - So Yun disse ao se sentar e repousou um envelope na mesa, que prontamente capturou a atenção do mais velho.

- Oi... quer almoçar primeiro? - perguntou mesmo que não quisesse comer nada.

- Você está com fome?

- Não. - respondeu sincero.

- É melhor irmos direto pro assunto, não? - sugeriu séria e ele comprimiu os lábios.

- Por que me chamou aqui? Qual o problema? - franziu o cenho preocupado e a mulher tomou uma boa quantidade de ar antes de formular sua fala.

- Jungkook, eu estou grávida... e o filho é seu.



Continua...


Notas Finais


LARGUEI E SAI CORRENDO

OLÁ POPULAÇÃO REVOLTADA aushyshsushsyhs olha, também estou, ent ne gente, vem baby Jeon, mas n da mãe certa 😶 podem jogar a So Yun do décimo terceiro andar de um prédio, eu tenho apego aos meus personagens mas ela td bem kkkkkkkk #love&peace

Gostaria de dizer que ja ri horrores com os comentários e que vcs n sabem o quanto me deixam feliz, mt obrigada mesmo 💜

Playlist Family Issues:

https://open.spotify.com/user/brusant_/playlist/1OpzAOeKkesNem8ECGT65w?si=NfodCEEzQ32o-hFB4Oz2EA

Amo vcs e até logo! 😘💜


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