História Fanfics de Steven universo. - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Steven Universe
Personagens Connie, Garnet, Lápis Lazuli, Peridot, Pérola, Steven Quartzo Universo
Visualizações 34
Palavras 1.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


http://aminoapps.com/p/xq29o7

História de autoria dela.
Eu só quis por essa história aqui no Spirit

Créditos a essa pessoa criativa demais. ^^

Capítulo 1 - "I Fanfic".


O trânsito, o barulho, e o vento uivante da chuva imitavam o que se passava dentro da pequena Connie. O dia estava nublado. Delicadas, porém fortes gotas de chuva desabavam sobre o teto da casa dos Maheswaran. Naquela tarde de sábado, todas as opções de lazer a deixavam esgotada.

A jovem levantara de sua cama de uma forma sem vida, e monótona. Não sabia nem o que fazer, nem para onde ir; mas só tinha certeza que não queria mais ficar mofando em seu leito.

Sentiu de leve, os finos fiascos de madeira do piso tocarem seus pés. E assim foi. Devagarinho foi descendo as escadas, enquanto passava a mão no corrimão empoeirado. Ao se aproximar do andar de baixo, um cheiro forte de café pronto entrou em seus pulmões, como vento em montanhas.

Estava angustiada. Só não sabia porque, nem com quem. Estava preocupada com Steven, e sua crítica situação com as Diamantes; e ao mesmo tempo com seus afazeres da escola. Pensar já estava fazendo-a ficar estressada.

Depois de raciocinar um pouco, ela decidiu ir tomar um banho quente. Quem sabe, ler um livro, ou até mesmo, treinar lá na fora.

Novamente, seus pés tocaram as escadas de madeira. Ela as subiu, morta. Mas mesmo assim, subiu. Seus olhos estavam trêmulos... Sono, talvez?

De qualquer forma, ela continuou até chegar ao cômodo do banheiro. Um doce aroma de sabonete a alegrou um pouco mais, e lhe deu ânimo. Antes que fizesse qualquer gesto, algo lhe chamou a atenção: Pôde ver a tarde nebulosa, pela minúscula janela do banheiro. As casinhas de longe, as árvores balançando fortemente como causa dos ventos, e as ruas encharcadas.

Pensou em mil coisas naquele momento. Principalmente em Steven. Onde estaria-o naquele momento?

Por um instante, ela decidou seguir o conselho de Garnet. 'Esvazie sua mente. Siga seu coração.'

- "Uff. Ok. Já estou melhor."

Esqueceu o banho. Desceu escadaria abaixo, como quem não quisesse nada. Abriu o portão da frente; destrancado como sempre. Deu um passo para fora de sua casa, e deixou as finas gotículas de chuva lavarem sua alma.

Já estava melhor. Seus sentimentos floriram, e ela pôde sentir-se mais leve.

Antes mesmo que pudesse desfrutar de cinco minutos de paz, sentiu um tremor de terra que fizeram suas pernas ficarem bambas, e chegar ao ponto de estilhaçar todas as taças de vidro chiquérrimas de sua mãe, fazendo um som ensurdecedor.

Entrou imediatamente para casa, enquanto viu, e ouviu seus pais descerem das escadas, quase desacordados, gritando em alto e bom som:

- "Connie! Connie! Cadê você, filha?"

Ela, em um gesto rápido, pegou a espada de Rose, e gritou enquanto corria novamente para a porta, e sumia em meio a névoa:

- "Estarei no templo...!"

A areia estava encharcada, a água caía em seus olhos, e o vento contrário a sua direção, não a ajudava nem um pouco. Ela corria feito louca. Como se não houvesse amanhã. Pouco importava se ela estaria enxergando ou não, mas tinha que chegar ao templo, o mais rápido possível.

Nem Steven, nem Garnet estariam ali para lhe ajudar. Eles estavam na nave espacial de Lars... A milhares, e milhares de quilômetros de distância. Nem se dariam conta do que estava acontecendo. E pra ser honesta consigo mesmo, nem a própria Connie sabia o que estava acontecendo ali.

Ela parou por um segundo para recuperar o folêgo. E foi nesse segundo, que mais dois tremôres de terra a assombraram mais uma vez. Foi aí que ela percebeu o quão grave era a situação.

Correu cerca de poucos metros, e mesmo com a visão escurecida, pôde ver a luzinha brilhante da varanda do templo. Enfim, havia chegado! Subitamente, ela subiu as escadas quase rachadas, e mesmo ofegante, abriu a porta estrondosamente!

- "GEMS?!"

Rapidamente, Pérola e Ametista se surpreenderam com o barulho. Ambas estavam com suas armas em mãos. Chorando, Pérola correu para abraçar Connie, como se fosse a última vez:

- "Connie!! Aaah, você está bem? Está ferida? Que bom que está aqui! Ametista e eu estávamos extremamente preocupadas... Estamos achando que mais alguém está atacando a cidade... Não! Estão atacando a Terra!"

O ar de medo e angústia tomava conta das três, e o desespero estava reinando. Ametista gritou:

- "Se pelo menos Garnet estivesse aqui... Poderíamos formar Alexandrite. Estamos ferradas..."

Foi quando, Peridot entrou em seus gritos e berros pela porta, a qual já estava totalmente quebrada:

- "Suas tontas! Porque ainda estão paradas aí? Venham logo!"

As três correram em alvoroço para fora do casebre. Menos Peridot, pois já não tinha mais coragem de ver o que tinha visto antes.

Quando Connie, Pérola, e Ametista colocaram seus pés para fora do lar, elas puderam vislumbrar a destruição. Casas rachadas, morro desabando, e o mar estava tomando de conta da praia, árvores derrubadas e algo mais estranhava... Elas viam algo negro, ao longe, que parecia destruir tudo ao seu redor... O que era aquilo?

Ainda impressionadas com aquele estranho fenômeno, ali ficaram, paradas, apenas observando, o qual chegava mais, e mais perto. Seus momentos de admiração foram interrompidos por um grito finíssimo de Peridot:

- "FURACÃO! Saiam daí!"

As três entenderam o recado, e entraram para dentro. Pérola imediatamente abriu a porta de seu quarto.

- "Venham! Aqui estaremos seguras."

E assim elas foram. Ao entrar no quarto de Pérola, um ar de maravilhamento dava conta de Connie e Peridot, as quais nunca haviam entrado lá.

Belíssimas correntes de água em formato de coluna preenchiam o lugar, e o que mais as deixavam surpresas é que estavam, literalmente, andando sobre o líquido. Pérola, muito a vontade, começava a dançar balé, e a saltitar; o que deixava Ametista um pouco irritada. Por um momento, elas esqueceram o que estava acontecendo com Beach City.

- "Uau! Que lindo! Esse é seu quarto Pérola?"

Ela fez que "sim" com a cabeça. E logo, começou a fazer suas possíveis explicações lógicas:

- "Bem, pelo que podemos ver, não há necessidade de medo. É apenas um furacão, e uma tempestade. O máximo que podemos fazer é proteger a cidade, e nos proteger. Não precisamos nos preocupar! São coisas que acontecem na Terra! Steven chama essas coisas de Eventos da Natureza. Está vendo, Peridot? Está tudo sobre controle."

Indignada, Peridot reagiu ao 'comentário' de Pérola:

- "Sua tonta! Tonta! Não estava me referindo a ventania, e a essa chuva forte aí, não! Eu estava falando da criatura que está fazendo isso agora mesmo! Esse ser está lançando esses troços na Terra, para que o solo fique destruído, e aos poucos, a Terra vire pó!"

E mais uma vez, todas que estavam ali congelaram, ao ouvir tais palavras de Peridot. Infelizmente, não eram palavras normais. Era a verdade.

Por um breve segundo ela desejou ter ido para um planeta distante junto com a Lazuli; mas esse pensamento sumiu, tão rápido, que nem ela própria se lembraria mais.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...