História Fanfiction Is It Love? Colin - Melodia do Amor - Capítulo 41


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Categorias Is It Love?
Personagens Colin, Gabriel, Matt
Tags Amor, Drama, Is It Love Colin, Musica, Romance
Visualizações 37
Palavras 1.325
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 41 - Capítulo 40


Fanfic / Fanfiction Fanfiction Is It Love? Colin - Melodia do Amor - Capítulo 41 - Capítulo 40

~~ Kate ~~

 

- Samuel, por favor, não faça isso - eu peço e ele nem me olha antes de sair do carro e vir para o meu lado para abrir a porta e me arrancar do carro à força. - Pela nossa história, não faça isso.

- Quanto mais você implorar, melhor, você nunca implorou antes e eu estou gostando da sensação - ele diz e eu só consigo pensar em desde quando ele começou a ficar assim.

Ainda com ele apontando a arma em minha direção, seguimos para a entrada da casa, ele abre a porta e me empurra para dentro. Eu reparo que não tem quase móveis, mas os que eu vejo me assustam um pouco por só ter lido sobre isso e sempre bem romantizado. Eu vejo no que seria a sala uma cadeira com uma espécie de algema em cada lado do encosto, e os pés da cadeira na frente sobem como duas pilastras com correntes penduradas e nas pontas das correntes tem amarras que eu imagino serem para os pés. Eu dou um pulo quando o Samuel fala no meu ouvido.

- Se quiser podemos começar com este, apesar de termos muitas outras opções para o que eu tenho em mente para fazer com você - eu preciso me afastar dele antes que eu desmaie, imagina o que ele pode fazer comigo desacordada.

- Eu preciso usar o banheiro - eu digo o olhando.

- Venha - ele diz e me puxa com força, não consigo reparar nos outros cômodos da casa e só percebo que chegamos ao banheiro porque ele me empurra para dentro de forma que eu caio no chão, depois fecha a porta e o ouço trancar por fora. - Nem pense em tentar fugir, estamos isolados e eu coloquei grades nas janelas para evitar fugas então poupe as suas energias para mais tarde.

Eu não me dou ao trabalho de responder, só abro a torneira e pelo o meu celular que, para a minha sorte, ele não lembrou de pegar. A minha felicidade dura só até ligar o visor e perceber que está fora de área, por isso que ele não se incomodou, eu não conseguiria me comunicar com ninguém.

Vou tentando levantar ao máximo, vou até a janela do banheiro e abro uma fresta, talvez colocando um pouco para fora pegue um pouco, só um palitinho. Suspiro de alívio quando vejo que colocando o celular para fora pega um pouco, escrevo uma mensagem simples e calma:

[EU] O Samuel me pegou, não sei onde estamos mas é afastado, o meu celular só pega na janela e não sei se dá para rastrear… E ONDE CARALHOS ESTÃO AQUELES SEGURANÇAS????

Envio para Colin, Gabriel, Matt, Lisa, Beatriz, Adam e Dóris, só não mandei para a minha mãe, estou desesperada, mas não quero preocupá-la. Ridículo, eu sei, mas é isso. Depois de enviar a mensagem e ter certeza que todos receberam eu coloco o celular no silencioso, de forma que ele não vibre, não sei quanto tempo a bateria aguenta, mas espero que seja o suficiente para me encontrarem, o que eu rezo que aconteça logo. 

Resolvo realmente fazer as minhas necessidades, já que estou no banheiro, depois lavo as mãos e por último dou a descarga, que bom eu eu fiz isso porque assim que dou a descarga a porta se abre e o Samuel me puxa para fora do banheiro.

- Vamos, você ainda precisa conhecer o resto da casa - ele diz e eu não estou nenhum pouco ansiosa para isso.

Em um quarto eu vejo uma cruz de santo andré, uma espécie de banco bem alto e uma mesa, todos com correntes e amarras e eu rezo para que alguém chegue logo aqui e me salve, já não me importo mais se o Samuel vai sair daqui vivo ou morto desde que eu saia antes que ele possa fazer alguma coisa.

- Agora que você já conhece todos os cômodos já pode tirar a roupa e me dar o celular - vocês ouviram esse barulho, é ele jogando a minha esperança pela janela. - Eu sugiro que você comece a tirar logo, a não ser que prefira que eu rasgue a sua roupa - ele diz se aproximando e eu me afasto.

Não tenho muita escolha, me sinto muito humilhada, mas tiro a minha roupa tendo o cuidado de deixar o celular em um bolso da minha blusa, estendo para ele quando fico somente de calcinha e sutiã e, por mais que ele já tenha me visto nua, é degradante o jeito que ele me olha.

- Eu falei para tirar tudo, Kate, tire o resto - ele ordena e eu solto um suspiro resignado enquanto tiro as últimas peças.

O Samuel me puxa para ele e aperta um mamilo com força me causando dor, mas eu me nego a soltar qualquer som que indique que está doendo. Ele me leva até a cruz de santo andré e eu sinto o meu corpo tremer de medo, ele prende os meus pulsos nas correntes superiores, deixando tão apertado que eu sei que ficarão marcas, mas não chega a prender a circulação, depois ele prende os meus tornozelos bem afastados e também apertado.

- Vou começar te punindo por ter deixado aquele cara te comer, você deveria ter me esperado - ele diz andando de um lado para outro.

- Samuel, você me deixou, eu nunca te traí e eu não sou mais sua - eu respondo e grito quando sinto a dor das tiras do chicote batendo na minha barriga.

- Assim está melhor, você só fala quando eu mandar, vadia! - ele diz e me bate até que a minha barriga e as minhas pernas estejam vermelhas e com as marcas do chicote, eu nem tinha percebido que ele estava com um chicote na mão. 

Depois de ficar satisfeito em ver as marcas nos meus seios, barriga e pernas ele ataca as minhas costas e a minha bunda, a dor está ficando insuportável porque ele usa muita força para me bater. Ele para depois de deixar muitas marcas nas minhas costas e vai até uma cômoda de onde tira alguma coisa e eu começo a puxar as amarras, eu preciso sair daqui, ainda mais quando ele se vira e eu o vejo com um cinto de couro.

- Eu vou te marcar como minha e depois vou te comer como aquele imbecil nunca será capaz, você pode até gostar - ele diz me olhando com desejo e eu estou quase vomitando, quem sabe se eu realmente começar a vomitar ele resolva parar.

Eu quase sinto alívio quando ele solta as amarras dos meus tornozelos e depois solta as dos meus braços, eu quase desabo na sua frente, mas ele me segura e me leva até o banco, eu até já imagino a serventia dele e começo a tremer novamente olhando para todos os lados.

- Não tem como fugir de mim, meu amor, agora você vai aprender que é minha - ele diz e me coloca com o tronco nesse banco de forma que a minha bunda fica exposta e as minhas pernas penduradas, ele puxa amarras que ficam embaixo do banco e prende as minhas mãos.

Lembra que eu tinha falado que não ia demonstrar dor para ele? Não tem como aguentar quieta a surra que ele me dá, ele coloca toda a sua força nas cintadas e, como a minha pele já está sensível, a dor é forte o suficiente para que eu tente fugir, em vão, e grite devido à dor.

Em algum momento eu perco a voz e me sinto tão exausta de apanhar que não consigo me mexer, meu corpo está anestesiado e eu começo a sentir a inconsciência me alcançando, tenho medo de desmaiar, mas é melhor ficar inconsciente do que continuar sentindo dor. E com esse pensamento a escuridão me alcança e eu a aceito feliz.



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