História Fangle An Eternal Love - Capítulo 22


Postado
Categorias Five Nights at Freddy's
Tags Fangle, Fnaf, Foxy, Mangle, Moxy
Visualizações 46
Palavras 2.856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu não consigo escrever rápido ;-;

Capítulo 22 - On the path of happiness


Arco 2: Amor suicida

Sub-Arco: Segurança

Capitulo 1: Em direção da felicidade


O lindo por do sol e sua luz vibrante atacavam meu olhar, sua pura beleza crescente se desfazendo ao horizonte.

As lembranças de minha querida espetavam meu coração como espadas, quando a hora de encontra-la chegaria?

-Tenho boas notícias senhor fox.

Olho para trás e lá estava o ruivo, seu cabelo não era tão vibrante quanto meu, porem ainda sim bem forte.

-Quais West?

Ele deu-me as costas e enquanto se afastava levantou a mão em um sinal para segui-lo...

Novamente em sua sala, ele me encarava de uma maneira feliz e sádica, seus olhos negros brilhavam em conjunto à luz que entrava pelas frestas da janela.

-Faz tempo desde que chegou... como se sente agora?

Ele parecia cassoar de minha cituação: usando trapos, com enormes olheiras marcando minha visão, com um olho no futuro e outro no passado, sem ao menos pensar em tempo presente.

-Solitário. Sabe a quanto tempo não converso com ninguém além de você?

-Não me culpe por isso senho Fox. você escolheu seu destino, então não se faça de vítima...

Ele se levanta e anda até a janela, ele parecia tenso, mesmo nossa situação sendo algo normal. Ele tenta se pronunciar mas sua voz parecia falhar.

-Eles vão fechar o lugar...

Ele abaixa a cabeça, mas este não parecia o motivo pelo qual ele estava preocupado, Ele estava suando, os cabelos oleosos jogados em sua face.

-Se você me ajudar. Eu posso... te recompensar.

-Quanto?

"Eu não queria extorquir coisas dele, mesmo ele tendo me trancafiado aqui, ele foi meu amigo..."
Eu resmungava a mim mesmo, tebtando entender minha ação.

-Dez mil... e sua Liberdade.

Eu olhei assustado ao rosto dele, sua face paralisada em uma expressão de seriedade. Porem mesmo tentando manter esse sentimento era possivel perceber a sua preocupação.

-Feito. O que eu faço

-Seja normal. Dois inspetores virão amanhã cedo, ele irão examinar cada paciente desta clinica, mesmo todos estando bem... eles não estão curados...

-E eu estou?

Ele me olha com certo desprezo, que logo se torna um sorriso.

-E você esteve doente? o seu único problema eram as drogas. E você nunca gostou realmente delas.

"Onde eu errei? como ele descobriu?" Minha cabeça latejava, a noticia de que ele sabia da história me chocava. Me esforcei inutilmente para tentar manter o disfarce.

-Eu não vou contar, só quero te ajudar.

-Certo.

07:30

Os inspetores abriram a porta, eram dois homens, eles usavam um jaleco branco, mascaras e uma touca.
Eles se aproximaram de mim, que estava sentado a beirada da cama, em deles olhou a fixa e começou a pronunciar minha identidade.

-Foxy the fox? nome diferente.

Um deles colocou a lanterna em meu olho.

-Aaa... filha da mãe

-Sinais normais, porem muito sensivel.

-Você tem só 24 anos e já foi envolvido em assassinato e drogas?

Eu suspiro, cono se todo meu arrependimento fosse sair de mim, mas não é assim que funciona.

-Sim...

Ele coloca uma maleta ao lado da cama e me encara sério.

-Nós precisamos fazer um teste senhor Fox. isto pode te deixar mal depois, porem é necessário. o senhor está de acordo?

Eu respiro fundo do aceno positivamente com a cabeça.
A maleta é aberta. Um pequeno pacote com um pó branco foi retirado, eu reconhecia aquilo, porem não me atria mais.

-O senhor sente algo?

-Não...

um deles colocou um equipamento em meu dedo e conectou a uma pequena maquina.

-Eu vou repetir a pergunta. Você sente algo?

-não.

-O teste deu positivo, ele está falandi a verdade.

-Desculpe pelo incomo senhor fox. vicê está livre. Iremos falar com West, e ele logo lhe dara seu atestado e ligará para seus familiares.

"livre" esta palavra ecoando em minha mente, fazia muito tempo desde a ultima vez que ouvi ela, e muito mais tempo desde que vivi a mesma.
Apenas esperar os inspetores irem embora e falar com West.
Começei a andar por aqueles corredores, mesmo tendo seu ar fúnebre, eram un lugar bom, quieto, e quente.
Fui até a sala de West pedir minhas coisas... Porém, a cena que eu vi não era agradável.

-VOCÊ TRAIU SEU PAÍS!

os sons de socos ecoavan, se rebatendo nas paredes, eu não consegui me aproximar, apenas os sons ja me deixavam estático.

-Ele é um bom rapaz...

-Isso não importa. Você manteve ele aqui. Mesmo sabendo que ele era um assassino.

-Não. ele não é...

Eu me aproximei da porta, meu coração estava quase saindo de meu peito.
O estado deplorável de West. Seu rosto tinha feridas expostas, seu nariz estava torto para a direita e escorria sangue de sua boca.
Eles estavam torturando West por minha culpa.
West me viu porém o homem não.

-Me escute por favor. Ele nunca quis fazer mal algum. E ele vai sair daqui!

"Essa frase era pra mim?"

-Não. Ele não vai, nem você.

o homem tirou uma 9mm com silenciador, cabo esculpido em madeira e mirou na testa de West.

Tudo apagou.

Acordei com panos amarrados em minha cabeça, eu estava na infermaria e tudo em meu corpo doia.

-Você não devia ter feito aquilo.

Eu olhei para o canto da sala, lá estava West, próximo a ele, um relógio, ele marcava cinco horas.

-Desculpa.

-Você desmaiou, enquanto atacava ele. Mas está tudo bem...

"Atacava!? eu apaguei antes disso. Eu... não matei ninguém, matei?"

A preocupação estampada em meu rosto revelou ao West meus penamentos, o mesmo se aproximou de mim e me abraçou.

-Você me salvou... Você tem um bom coração....

Flashback

Eu agarrei a arma e tirei ela das mãos do homem, ele me deu um soco no estômago, mas eu não sentia nada, aquela adrenalina no meu sangue, aquele sentimento, era tudo tão bom.
Nós estavamos ritimados, socos e defesas em ritimo e sequencia, ele me puxou pelo pescoço e me deu um 'mata leão' Eu estava perdendo o ar, não consegui me soltar, em um ato de desespero mordi o pescoço dele, e ele me soltou. Eu cai no chão... Sem ar...
Ele emitia sons como se estivesse engasgando.
Olhei novamente para ele, uma parte de seu percoço foi arrancada, o sangue escorria por seus ombros, e o mesmo tentava estancar com a mão. os musculos estavam expostos, olhei em minha frente, um pedaço estraçalhado de carne. havia sangue pingando de mim, mas não era o meu.

-Como está?

-Eu não sei. Vou ficar aqui mais um tempo pelo visto.

-promessa é promessa. e também... eles não souberam de nada. O agente prometeu não contar nada e nem dar queixa se você ficasse bem longe do pais.

-Eu vou ter que me mudar?

-Eu conheço um ótimo lugar...

Ele me entrega um cartão com uma imagem, um grande morro e em seu topo uma imagem de cristo com braços abertos, no canto superior esquerdo escrito: Rio de janeiro, Brasil

-Tem certeza?

-É o melhor lugar pra você...

Eu guardei o cartão.

-Obrigado West, por tudo.

-Eu que te devo agradecimentos, e mais uma coisa.

Ele retira um envelope do bolso e me entrega.

-Você vai precisar.

Ele me abraça, e sai andando, eu não trouxe quase nada para cá, apenas a roupa do corpo, de vez em quando o bonnie me visitava e contava tudo o que estava acontecendo...
Isso nos primeiros meses...
Após alguns meses ele parou de vir.
Eu estava novamente sosinho, mas... Agora tudo modou não é?
Eu vou finalmente sair daqui. Abri o envelope. Dez mil. Ele cumpriu sua promessa.
Me levantei e saí, não havia nada oara recolher.
Admirei o portão, Ele era pouco maior que eu, o sol atravessava seus pequenos detalhes.
Me virei e olhei a velha "casa", mesmo sabendo como é lá debtro, uma curiosida e alegria jorravam daquele lugar, uma esperança para os sem salvação.
Hora de ir para o aeroporto...
Eu andava por aquelas calçadas largas, alguns dos tijolos desgatadis de tanto tempo, outros novos em folha.
Mas um fato me aguniava. As pessoas me encaravam com medo, elas olhava para mim como se eu fosse louco. O motivo me era claro,inhas vestimentas inadequadas para passeio.
Andei mais algumas quadras sendo o centro das atenções, logo já estava em uma loja de roupas. As pessoas não estão acostumadas com gente simples, eu era um intruso.

-Senhor... Está perdido?

-Não.

-Eu reconheço essa roupa, não precisa ter medo... o senhor West não vai...

-Eu não estou perdido.

-Eu serei obrigada a ligar para ele se o senhor não voltar para lá imediatamente.

Sua voz tinha doçura e era controlada, ela parecia calma, mesmo na cituação de estar encarando um louco.
Me virei para a mesma enquanto me pronunciava novamente.

-Não. Estou. Perdido.

-Vo-Você é o-o...

-Psicopata?

-Eu n-não iria dizer isso.

Eu quero me livrar dessa porcaria de roupa.

-S-sim senhor...

"O que deu nela?"

logo ela volta com uma camiseta preta com um simbolo pirata, um casaco vermelho de pele artificial, raposa provavelmente, e uma calça bege.
Ela me entraga as roupas e aponta para os vestiarios, eu vou em um e começo a me trocar.

-Você que matou aquela garota né?

-Ela não morreu

-O quê?

Ela parecia chocada com a noticia e simultaneamente parecia saber a muito tempo.

-Ela não morreu...

Eu falei como uma lamentação, mesmo tendo certeza de que ela estava viva...
Eu terminei de me vestir, a roupa serviu perfeitamente, porém, eu nãi me sentia confortavel. Eu parecia um membro de gangue, pronto para assaltar alguem a qualquer momento.
Eu saí do vestiario.

-Serviu.

-Você não parece contente.

-Eu pareço um assaltante!

-Eu conheço uma pessoa que pode te ajudar, ela tem um parafuso a menos, mas você vai gostar dela, eu acho....

Ela começa a andar até a porta, eu fico parado, como se não tivesse entendido, ela faz um sinal para segui-la.
Quando chegamos, era um local grande, uma casa bem estruturada e detalhada, enormes vidraças em pontos específicos, flores por todo o jardim. Tocamos a campainha e uma mulher atendeu, sua pele era clara e seu cabelo era de um tom loiro oxigenado ela usava um batom rosa choque e suas bochechas eram coradas, ela usava uma camisa e uma calça branca e um colete rosa.
A garota me encarava curiosa, porém não pronuncuava uma única palavra.

-Quanto tempo, não?

--Nem me lembrava da última vez que veio me visitar.

-Estive muito ocupada ajudando meu tio com a clínica.

As duas se abraçam, A garota abre a porta, convidando-nos à entrar.

-Conseguiu um namorado então?

-NÃO! Você entendeu errado! Ele é só um amigo...

-Sei...

Ela respira fundo e começa a falar novamente.

-Você não tem uma roupa que "combine" com ele?

Ela se aproxima de mim e começa a examinar meus braços e abdômen

-Forte seu "amigo".

-Chega Chica! Mais tarde eu volto.

-O que deu nela?

Pergunta a garota me encarando, eu dou de ombros.

-Você tem o fisico perfeito. Venha comigo.

Ela anda até uma porta de madeira, eu a sigo.
Dentro da sala haviam alguns manequins e pedaços de tecido para todo lado.
Ela começa a mexer em alguns tecidos, procurando alguma coisa.

-Achei!

ele vem até mim e volta a analisar meu corpo.

-Que espécie perfeita!

Ela fala em um tom baixo, mas eu ainda consegui ouvir.
A garota me entrega algumas roupas e rapidamente me empurra para dentro de um vestiário.
Eu tirei minha roupa e vesti a que a garota havia me dado.
Era uma calça preta uma camisa vermelha, um sobretudo preto com bordas amarelas e botões da mesma cor, e um pano vermelho, provavelmente oara o pescoço.
Saí do vestiário e a garota admirava a roupa, eu parecia ser inexistente.

-Certo! gostou?

Eu olhei no espelho, tal roupa me parecia uma antiguidade, mas ao mesmo tempo era puro glamour.

-Adorei.

Olhei pela janela, a noite já estava a cair, o sol se escondia atrás das casa e sua luz era substituída por postes e placas de neon.

-Está ficando tarde. Como vai ir pra Las-Vegas?

Eu à olhei assustado, ela parecia saber mais de mim do que eu mesmo.
Ela me olhou, percebendo minha expressão, deu uma risada baixa.

-Você não quer ver ela? Ainda não se acostumou ao mundo inteiro saber sua história não é?

Eu neguei com minha cabeça, me sentei em uma cadeira que estava alí perto e pensei.
"Todos sabem o que aconteceu, a culpa foi minha"
Eu não queria aquele peso sobre mim, mas era inevitável.

-Por que não fica essa noite aqui?

-Eu pago um hotel, não se preocupe.

-Tem um quarto de hóspedes e eu tenho um trabalho em Nevada amanhã, posso te levar se quiser.

-Tem certeza?

-Claro! Vem....

Ela sai do pequeno cômodo e sobe as escadas, no andar superior havia um corredor com três portas.
Uma no final do corredor e duas do lado esquerdo, o lado direito do corredor era coberto por uma vidraça, mostrando tudo que existe ao redor da casa.
Ela entra na primeira porta.

-Este é o quarto, ele está um pouco bagunçado, mas...

-É ótimo, não se preocupe.

Ela boceja e sai do quarto fazendo seu último pronunciamento.

-Até amanhã!

Olhei em volta, no quarto havia uma cama de casal, um guarda roupas rosa logo ao lado e uma estante que segurava a televisão.
Me deitei na cama, o cansaço dominava meu corpo, eu não consegui sentir minhas pernas, e quanto mais tempo se passava, maior o peso do meu corpo.
Deixei minha mente descansar, pois logo a noite iria passar.
Despertei no meio da noite, minhas mãos estavam suadas e meu corpo tremia, minha respiração era curta, como se o ar estivesse escasso, e meu coração metralhava meu peito, pronto para sair se minha guarda fosse abaixada.
O breu ainda dominava o quarto e corredores, apenas um lamparina que piscava no quanto do quarto me permitia ver os objetos ao meu redor.
Saí do cômodo me apoiando nas paredes, minhas pernas mal conseguiam me manter estável.
Saí cambaleando da casa.
A rua era iluminada pelos postes, calculadamente colocados, não deixava nenhuma fresta para a escuridao.
Eu me sentia vazio, queria alguem, mas não para conversar. Alguém para jogar, alguem para se divertir.
Andei por alguns metros, as ruas estavam desertas, uma música distante me chamou a atenção.
Entrei em um pequeno beco, uma porta emitia luzes e música, ela era guardada por dois seguranças.
Me direcionei para perto deles, que logo barraram minha entrada.

-Sem ingresso não entra.

-E quanto é?

-Você não vai ter o suficiente.

-Quanto é?

-500 Dólares.

Eu tiro a bolada de dinheiro do bolso e entrego os 500.
Eles abrem a porta, os flashes piscando intensamente, os grandes palcos cercados por homens.
As Mulheres dançavam, mostrando tudo o que tinham.
Me sentei no bar, à esquerda dos palcos.
A garçonete veio me atender, igual as outras, não usava blusa nem shorts, apenas "roupas íntimas"

-A mais pesado que tiver.

Ela entrou em uma porta no canti do balção.

-Afogando as magoas?

Um homem com um sobretudo se sentou do meu lado enquanto encarava o balcão.
Eu apenas fiquei quieto...

-Não é muito de falar né?

Eu respirei fundo.

-Eu nem te conheço, não te devo satiafações.

-Deve. Com toda certeza deve....

Olhei para ele, aquele rosto era familiar, mas eu....

-Lino?

-Lembrou não é?

O lino era um dos internados, ele parecia o mais normal, porém não conseguia ficar longe de facas e objetos cortantes, ele parecia sempre feliz perto de tais objetos.
Mas a única pessoa que ele machucou foi a sí mesmo.
Seu braço era coberto de arranhões, igualmente suas pernar e todo outro lugar que ele tinha alcace.
Nunca entendi o porque, ele gostava de sofrer...
A garçonete voltou com uma garrafa de vidro, parecia bem gelada, logo trouxe dois copos.

-Que tal um drink?
-Um brinde à nossa sanidade...

Rimos um pouco do comentario e bebemos.

...

Bebemos muito, conversamos e nos divertimos, mas eu não sentia o efeito do álcool, com uma quantidade alta já era pra eu ter caido, mas era como se eu ainda estivesse no primeiro copo...
Olhei no relógio, macavam 3:37.

-Eu tenho que ir....

-Eu te conheço Foxy, você quer ficar mais um pouco...

-É.... Mas já perdeu a graça. E não estou a fim de pagar mais...

-Você quem sabe.

Eu me retirei do local, aquele vazio havia saido de mim, não sabia se era pela bebida, pelas mulheres ou de ter um amigo por perto.
O a lua estava se pondo atrás das montanhas....
"Espera... não eram 3 horas?"
Corri para a casa da Chica, quando cheguei lá eoa estava arrumando as malas...
Ela me encarou com um olhar de preocupação.

-Onde você foi?

-Eu... Eu não...

Olhei no relógio da casa, marcava 5:49
Passei mais tempo de deveria...

-Tudo bem, vamos, eles não vão esoerar a gente.

...

Estavamos entrando no ônibus, ela se sentou, o onibus era enorme, haviam manequins e pedaços de tecidos oara todo o canto, organização não era seu forte.
Me sente proximo a janela, o ônibus começou a andar.

-Em breve irei te ver minha querida....

Cochichei para mim mesmo, como forma de consolo...


Notas Finais


Ultimo cap sem o shipp...
prometo....


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