História Fantasias sexuais - Capítulo 5


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Categorias EXO
Tags Do Kyungsoo, Exo, Inteligência Artificial, Kai, Kim Jongin, Recomeço, Tecnologia, Tragedia
Visualizações 89
Palavras 1.397
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
passando voando só para postar, boa leitura e fui.

Capítulo 5 - Contrato


Chanyeol cantava a atendente do café, a moça se derretia com as palavras do ruivo. Kyung tirou o copo de café da mão dela e pôs na do maior.

— Obrigado Emi. — disse ríspido quebrando o clima e puxando o maior. Chan o olhou curioso, ele estava incrivelmente limpo, apesar de estar com as roupas de sempre

— Pode não pode me tocar? — disse com graça

— Chanyeol. — disse assim que saíram do café. 

— Você tá usando batom? — Do esfregou a manga da blusa na boca, tentando limpar.

— Preciso de um emprego. — o maior arregalou os olhos

— O que!? Quer dizer… claro, eu disse que a vaga de programador está te esperando a anos.

— Não, eu quero um emprego, qualquer outra coisa, mas…

— Que pena, eu só tenho a vaga de programador. — deu um gole no café e seguiu andando. Do bufou e foi atrás

— Chanyeol… pelos bons tempos vai.

— Sabe… eu li em algum lugar, que negar um dom recebido por Deus é pecado. 

— Faz tempo que eu não mexo com isso, nem sei ligar um computador.

— Você hackeou o restaurante no outro dia, não minta, isso também é pecado.

— Tá… eu… usei o computador, mas isso…

— E se, preste atenção nisso, “se” eu te contratar, vai ser um contrato de no mínimo 5 anos.

— Está exagerando agora.

— Achei que queria voltar a ser gente? — deu mais um gole no café

— Jongin não quer transar comigo porque sou vigilante. — Chan cuspiu o café

— Porra! — limpou a boca ainda rindo — isso é sério? 

— É.

— E você tá com tanto fogo, que quer um emprego, mas não tanto assim que não pode ser programador?

— Tá ele me deu três dias, amanhã é o último, nenhum lugar vai me contratar. Por isso estou aqui, me ajuda. — choramingou 

— Ah… é verdade ele não tem muito tempo… — deu mais gole no café, Do arregalou os olhos, seu coração quase saltou pela boca, com aquelas palavras

— Como…?

— Jongin não tem muito tempo — se esforçou para não sorrir, tinha pego o ponto fraco do amigo — tenho uma vaga de programador, é pegar ou largar. — Kyung ficou imóvel pensando, se lembrava da onda no seu sonho, Hyunsik falando para não perder tempo.

— Eu aceito…

— 5 anos de contrato.

— Aceito. — engoliu seco. 

— Tudo bem, mas vamos comprar uma roupa que você está horrível. 

— Não preciso de outra roupa para programar.

— Ah… meus funcionários usam uniforme, diz isso no contrato. — sorriu de canto.

 

….

 

— Kim Jongin! — Chan disse com graça entrando no quarto do hotel — sempre soube de suas habilidades comerciais, mas isso, eu estou completamente extasiado. — Jongin sorriu largo

— Então seu programador voltou?

— Sim, o fiz assinar um contrato de 5 anos de exclusividade. — sentou no sofá junto com o Kim — sem falar que, eu nunca vi ele tão limpo. — os dois riram

— Que bom, não gosto de ver alguém com talento jogando fora. 

— Bem, mas vai voltar para França amanhã mesmo?

— Acho que vou ter adiar mais um dia a viagem — sorriu malicioso — ele fez a parte dele, agora é a minha vez. 

— Muito bem, agora mudando de assunto, e o nosso contrato?

— Parabéns Park Chanyeol, o grupo Kim, irá fechar negócio com você. — os dois sorriram — vou mandar a Vic buscar o contrato na sua empresa. 


 

 

KyungSoo estava a algumas horas na frente do computador, teclava rapidamente, e vários códigos subiam na frente dos seus olhos, estava inerte ao que acontecia ao redor. Nem tinha se esforçado em conhecer os demais funcionário. Alguém parou ao seu lado, mas ele não olhou. Continuou o que fazia, até ouvir a risada alta do amigo.

— O problema dele, é que é extremo demais. 

— Extremo… — a voz macia e sinuosa soou. Soo parou de imediato, se virou olhando para o lado, Jongin o encarava como se fosse um pedaço de carne. 

— É… bem… trabalhando….

— Essas roupas combinam bem mais — mediu o menor com os olhos, estava usando camisa e calça social, compradas mais cedo pelo Park — acho que já deu o expediente dele, não é?

— Ah uma meia hora já, se quiser o levar, preciso fechar isso aqui. 

— Tá… — Do olhou no relógio, ainda eram seis da tarde. Levantou ainda confuso olhando para os dois. 

— Ei, quero o meu funcionário aqui as oito amanhã.

— Ele vai estar. — Jongin passou o braço por sobre o ombro do menor o levando para porta.

— Veio… me buscar? É….

— Sua parte do trato, tem um trabalho decente. Agora a minha parte — disse contra a orelha do menor — vou te comer gostoso. — enfiou a língua ali, e no instante seguinte teve que segurar o Do, que suas pernas estavam bambas. O guiou até o carro, que já os esperava na calçada. 

— Vo-vocês combinaram isso? — perguntou sentando no banco de trás junto com o Kim

— O que? — fechou a porta, e o motorista arrancou com o carro

— O trabalho… — o castanho levou a mão ao volume na sua calça, alisando ali 

— Senta aqui — Do olhou dele para o motorista — vem logo, não tenho a noite toda. — o menor deslizou para o seu colo sentando ali. As mãos grandes seguraram seu quadril — sabe KyungSoo… Chanyeol me disse que você mora numa pensão. 

— Moro — apertou os lábios tentando não gemer, o movimento do carro o fazia pular. 

— Tem que se mudar… — o motorista deu uma freada, e o maior o segurou com força para ele não sair de seu colo, aproveitou e deu um apertão no seu membro

— Urg. — Do travou os dentes — comecei a trabalhar hoje, não posso me mudar…

— Você vai sim. mesmo porque a pensão vai ser demolida, vão construir um prédio comercial lá.

— Como sabe disso?

— Eu comprei o prédio — riu — chegamos. — o menor desceu para do seu colo para que ele descesse primeiro.

— Espera, comprou a pensão para me despejar? — saiu do carro, Jongin já estava chegando a porta do hotel.

— Não, o mundo não gira ao seu redor, muito pelo contrário, pessoas como eu, fazem o mundo girar. — os dois seguiram pelo hall do hotel indo direto para o elevador, os funcionários olhavam curiosos para os dois

— Tá, você faz o mundo girar…. — suspirou — … mas por que a pensão? 

— Tem algum sentimento por aquele lugar? — apertou o botão da cobertura

— Não só… — Assim que as portas do elevador fecharam, Jongin se virou para ele atacando seus lábios, num beijo rasgado, Do se agarrou a ele, o Kim largou seus lábios e passou a beijar o seu pescoço, apertando sua cintura. O largando tão rápido quanto o pegou, assim que a porta abriu. Do cambaleou atrás dele no corredor. 

— É um bom ponto comercial, com a ampliação da fantasias sexuais, a região vai ter mais fluxo de pessoas, e o comércio, vai crescer também. — abriu a porta dupla dando passagem para o menor. 

— Ah… — deu alguns passos para dentro, e teve o corpo puxado novamente pelo maior para mais um beijo. A língua do Kim, vasculhava a boca do moreno em desespero, parecia mais desesperado que o menor por aquilo. Deu alguns passos ainda segurando o Do num abraço apertado até soltá-lo no sofá. — os dois já estavam sem ar pelo beijo. 

— Dyo… — disse com um sorriso de canto — o que vamos fazer hoje?

— Como? Você…? — Jongin tirou a gravata soltando no chão e passou a abrir os botões da camisa

— Devo me despir por completo e esperar suas ordens? Ou devo ser incisivo? Como combinado, sou a sua fantasia hoje. — se livrou da camisa, Do ainda o olhava com os olhos arregalados e a boca aberta — tudo bem, pode pensar enquanto eu tiro a roupa — tirou o sinto

— Pode… pode tirar… — gaguejou, o maior sorriu


 

 


Notas Finais


dae??????????????????
bjssss


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