História Fantasmas do Passado - Capítulo 8


Escrita por: e LadyMoon___

Postado
Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Armin Arlert, Dot Pixis, Eren Jaeger, Erwin Smith, Hange Zoë, Historia Reiss, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Sasha Braus, Ymir
Tags _moon-san_, Levimika, Passado, Rivamika, Suspense, Universo Alternativo
Visualizações 122
Palavras 1.004
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá mundo!

Sabe, eu estava lá, de boas, lendo alguma fanfic sobre o Mephisto (My love <3), quando caiu a ficha! Hoje é domingo!

Então, está aí!

Boa leitura!

Capítulo 8 - Capítulo VII - O que essa pirralha está fazendo comigo?


Fanfic / Fanfiction Fantasmas do Passado - Capítulo 8 - Capítulo VII - O que essa pirralha está fazendo comigo?

Fantasmas do Passado.

Capítulo sete

Não somos nada sem o passado. Ponto.
Mas não podemos conviver com os seus fantasmas no presente.

~

 [ MIKASA]

Já era 19h e eu já estava pronta; fiquei mexendo no celular, esperando o Armin Ligar ou tocar a campainha. Quando era 19h30min em ponto. Ouvi o celular tocar, atendi na hora, sem nem mesmo me dar o trabalho de ver quem era.

– Alô, Mikasa?

– Armin…? Quando foi que eu te dei meu número mesmo…?

– Você não deu, eu peguei seu celular e salvei seu número.

– Isso não foi legal.

– Hey! Mudando de assunto, já está pronta? Eu estou no térreo do seu prédio!

– Já estou descendo. Até daqui a pouco.

– Até. – Desliguei a chamada.

Fiquei fitando o teto branco por alguns segundos até reunir coragem para levantar da cama. Quando levantei, calcei meu sapatênis e abri a porta de meu quarto.

– Estou indo, Levi. – Sussurrei, com certo desdém.

– Volte antes das onze. – ordenou, me fazendo revirar os olhos.

Quem disse que você pode mandar em mim? Idiota.

Desci até onde Armin me esperava, assim que o encontrei, fiz um aceno com a cabeça para chamar sua atenção, e graças aos deuses, deu certo; ele me olhou com um sorriso, fazendo um aceno com a mão, me chamando. Fui até ele.

– Olá, Hacker. – Brinquei.

– Olá, Elsa. – Entrou na brincadeira.

Saímos do prédio e começamos a caminhar até onde, provavelmente, era sua casa.

– Minha Mãe quer muito ver você. Se prepare, ela vai apertar suas bochechas até as mesmas ficarem vermelhas. – Avisou, risonho.

– Coitadas das minhas bochechas. – Murmurei e nós rimos.

Antes que percebesse, nós já havíamos chegado na casa do meu amiguinho loiro; era uma casa de dois andares ou um sobrado, as paredes eram da cor gelo e havia uma porta grande na frente da casa. Uma Grama verde e saudável cercava a casa, a deixando com um aspecto mais bonito e alegre.

Essa casa é toda unicórnio e com coisas fofas enquanto o meu apartamento parece um velório. É foda, viu.

– Mika…? – Armin me tirou de meus devaneios.

– Sim?

– Faz meia hora que você está aí parada com essa cara de paisagem. Vamos entrar? – Ofereceu.

– Vamos. – Ergui um pouco meu cachecol, cobrindo uma parte de meu rosto, afinal, eu não queria que a tia Alexia apertasse minhas bochechas.

– Olá, Mikasa! Quanto tempo! Como você cresceu! – A senhora Arlet apareceu do nada no hall de entrada.

Ela avançou para cima de mim, me abraçando e apertando minha bochechas, ignorando completamente meu cachecol.

– Boa Noite, Senhora Arlet. – Comprimentei, tentando me livrar do aperto indiretamente.

– Me chame só de Alexia, Mikasa!

– Certo, Alexia.

– Vamos comer? – perguntou, sorridente como sempre.

– Claro. – Respondi, a seguindo até onde aparentava ser a sala de jantar.

– Olha só como a Mikasa cresceu, Alan!

– Mikasa…?

– Sim, a filha do Arthur Ackerman e da asiática Kaylane, seu cabeça de vento!

– Ah, sim. Quanto tempo, Mikasa.

– Digo o mesmo, senhor Arlet.

Me sentei na mesa, sem dizer mais nenhuma palavra, quando vi o que era a janta, tenho certeza que meus olhos brilharam; era comida japonesa!

Naquela noite, eu me diverti e conversei bastante com a Família Arlet; A senhora Arlet, Alexia, continua brincalhona e divertida como sempre, já o senhor Arlet, Alan, continua com seu jeito discreto.

Dei um sorriso bobo, fitando o teto.

No outro dia, acordei antes da hora, tomei um banho rápido e troquei de roupas, indo direto para o curso, sem a companhia de Armin, dessa vez; já que na noite passada, ele havia avisado que iria se atrasar.

Cheguei na faculdade, fui até meu prédio e até onde seria a aula do primeiro tempo.

As vezes eu acho que deveria ter escolhido qualquer outro curso. Quem diria que direito pudesse ser tão entediante?

~

[LEVI]

No outro dia, eu quase perdi a hora; o motivo? Eu não dormi essa noite de novo.

Levantei desesperado, infelizmente não daria tempo para  tomar um banho. Merda.

Coloquei a roupa que, graças aos céus, eu havia separado ontem; peguei uma escova e fui na frente de um espelho, passei a escova nos meus cabelos lisos. Debaixo dos meus olhos, minhas olheiras estavam mais escuras do que ontem.

Saí de casa, percebendo que, milagrosamente, o motivo da minha insônia já havia saído.

Eu tomava um café preto e quente, enquanto corria até meu carro; entrei no mesmo e dirigi apressadamente até a minha faculdade. Assim que entrei no prédio, corri até a sala de medicina.

Entrei, me sentei no meu lugar, que era no meio da sala ao lado da janela; me deitei no meu braço esquerdo, olhando a paisagem do campus.

– Senhor Rivaille? – o professor me chamou.

– Sim?

– Eu percebi que o senhor tem estado meio distante. Uma gripe, talvez? Enfim, eu não quero que meu melhor aluno vá para o hospital por causa de um vírus.  Está liberado, senhor Ackerman. Volte só quando estiver melhor. – o professor fez seu pequeno discurso dramático, como sempre, me liberando mais cedo novamente.

Peguei minha mochila, caminhei até a porta sob o olhar de vinte e poucos alunos, ouvindo alguns murmúrios sobre o meu respeito, mas como sempre, apenas ignorei.

Entrei no meu carro calmamente, dirigindo de forma paciente até o meu prédio; assim que cheguei no prédio, subi de elevador até o meu apartamento, me deparando com uma Hanji meio impaciente encostada na porta do meu apartamento.

– Hanji…?

– Olá, senhor Ackerman.

– O que você quer?

– Respostas. Hoje você está pior que ontem. Pensa que eu não percebi?

– Como você saiu mais cedo? – perguntei, tentando Mudar de assunto, enquanto abria a porta do meu apartamento.

– Nada que uma boa tosse e ânsia de vômito falsos não resolva. Hey, não vai me convidar pra entrar? – perguntou, já entrando no meu apartamento, sem a minha permissão.

– Entre…

– E aí? Vai me contar o que está acontecendo? Desde que a Mikasa se mudou pra cá, você anda mais distante que o normal e… Não diga! Tem a ver com a Mikasa, não tem?

Desviei o olhar.

– Eu sabia! Então, o que ela fez?

– Ela não Fez nada, quatro olhos… Eu que fiz.

– O que você aprontou?

– É uma longa história.

– Tenho Tempo.

Tsc. Que insistente.

– Então – comecei–, a alguns anos atrás…


Notas Finais


No próximo capítulo teremos, finalmente, as revelações!

Eeeee!

E só por causa da Hanji, não se esqueçam de agradecer ela, hein?

Cara, vocês perceberam que a Mikasa tá tipo "Foda-se a vida" e o Levi está se remoendo?

Parece que o jogo virou, não é mesmo?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...