História Fantasy and Reality collide? - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Amores, Conflitos, Magia, Poderes
Visualizações 18
Palavras 955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lemon, LGBT, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


minha primeira fic gente, paciência total kk ♡ .. ainda terei q buscar mais criatividade e tenho uma corrida vida rsrs, se caso eu demorar demais pra postar novos caps, enfim.. tentarei ñ demorar :*... confiram esse capítulozeus de leves... boa leitura ^^

Capítulo 1 - Desatenta


Fanfic / Fanfiction Fantasy and Reality collide? - Capítulo 1 - Desatenta

"- Você anda tão estranha filha, o que está havendo? Pode falar pra mim?

- Porquê você se foi? Estou sozinha aqui...

- Você não está sozinha... sempre estarei aqui com você..."




- Lye? Lye? Dormindo de novo? - Anne balança sua amiga. A mesma acorda em um susto. Lye estava dormindo na última aula.

- Tava me chamando? - A garota de cabelos azulados estava sonolenta. Perguntou para Anne, que ria discretamente com a sua reação. 

- Sim, a aula já acabou, vamos logo pra casa, estou com fome...

- Ok, estou indo - Lye recolhe da carteira seus materiais, celular, fone, seu óculos de grau praticamente inútil e sai da sala de aula com seus pensamentos ao auge.

Ela estava andando distraída pelos corredores do colégio. Sua rotina de sempre. Estava ansiosa pois era seu último ano e iria sair daquele lugar.

.

.

- Quando iremos marcar de fazer aquele trabalho? - Anne pergunta para seus colegas. 

- Pode ser na minha casa depois de amanhã? Tem espaço pra todos nós - Asle, companheira de Anne, oferece a proposta. 

- Sem problemas - Seu amigo Nando responde.

- Tá bom pra você Lye?

- Pra mim tanto faz, onde der, tá bom!

- Então vocês três, na minha casa, quinze horas ok? Só avisando que vão enforcar aula o resto da semana, e só terá aula semana que vem. Por favor, não esqueçam, vale a prova.

- Ok Asle! - Lye proclamou.

- Ok gente, vão pra suas casas, por que eu irei para a minha ver anime! - Todos riram. Asle era uma completa apaixonada por animes. Otome de alta qualidade. 

Ambos se despediram e se separaram. 

 


Lye estava acompanhada de Anne e Nando, mas parecia que ninguém estava ao redor, na verdade, nada parecia existir. 


" - Você é um lixo de gente Lye, achei que fosse minha amiga, me abandonou quando eu mais precisei de você. 

- Eu que deveria estar te dizendo isso desgraçada! Sempre fiz tudo por ti e me ignorou como se eu fosse porra nenhuma"


- LYE! - A mesma se assusta mais uma vez. Estaria surpresa. Claro que não. 

- Você está bem? - Nando soou preocupado - Faz dias que você está assim.

- Assim como? - tentou se fazer de desentendida.

- Parece que tu entra em transe.

- Só estava distraída. 

- Uhum... sei... - Anne se intrometeu, fazendo ambos sorrirem amarelos com a expressão da menor - Mas realmente você está diferente, aposto que não é só distração. 

- Eu estou bem...


"Não está não, você nunca está.." 


- só estava pensando nos trabalhos, e em outras coisas, distrações, vocês sabem. - disse com a mão atrás da cabeça. 

- Tomara Lye, por que com essas "distrações" - Nando fez sinal de aspas com os dedos - Você pode acabar se machucando, ou até pior.

- Morrer atropelada por uma mula! - Exclamou Anne.

- Se a mula for tu, eu não morro - Anne riu.

O trio fez sinal pro ônibus que iriam para casa, pois moravam no mesmo bairro, o que facilitava para ambos.

Anne e Nando sentaram nas cadeiras altas do ônibus, e Lye sentou no último assento ao lado de uma janela.

Passou-se um bom tempo, a azulada mergulhou profundamente em sua mente, e não percebeu os seus amigos descerem do ônibus e chegarem ao destino. 

Seus pensamentos fluiam de uma tal forma, que a mesma não se importava com o que acontecia no presente. Se focava tanto nas memórias, no que aconteceu a tempos atrás, na ansiedade. Virou seu costume desde muitos ocorridos em sua vida.

Lye estava mexendo em seu celular, escutando suas músicas e lendo um livro virtual qualquer. 

- Moça, importa se eu me sentar aqui? - Um senhor de mais ou menos 40 anos a estava chamando. 

- Não, sem problemas - Apesar dos fones em seus ouvidos, conseguiu escutar o pedido do senhor, vendo assim o homem sentar-se ao seu lado.

Assim feito, Lye liga a música novamente e se deixa perder em seus pensamentos, afundando ainda mais.


"- Ei! Você precisa de ajuda! Posso fazer o possível pra você melhorar... "


A azulada parou a música. 


"- Eu não preciso de ajuda, estou bem...

- Tola, eu sei que você não está bem. Se estivesse, eu não iria conseguir entrar na sua cabeça.

- Isso não existe, devo estar louca."


- Você não está louca, apenas pensante...

Lye olha para o lado com os olhos arregalados direcionados ao senhor que estava sentado, o mesmo que ela permitiu o lugar no ônibus. 

Sua sorte é que havia chegado ao seu destino. Ela desceu rapidamente do ônibus, indo para sua casa as pressas.

- Você não pode fugir de mim.

- O que você quer de mim cara? Não tenho nada pra te oferecer. Não tenho dinheiro, não sou sua parente, nem puta! - Lye se revoltou contra o senhor que a seguiu, o qual apareceu a sua frente num passe de mágica, assustando a garota, deixando-a ainda mais revoltada. 

- Apenas quero ajudar... você está muito tensa - O senhor estava com sua mão próxima ao ombro dela. - Se acalme...

- Não me toque! - Lye afastou a mão do homem que iria tocá-la, torcendo o braço do mesmo, o fazendo gritar de dor. - E se ousar me tocar desse jeito mais uma vez, eu mato você!

- Não pode me matar, você pode ser condenada pela lei...

- Pra mim tanto faz.

- Deixa eu lhe ajudar - O senhor se aproximou.

- NÃO ME TOQUE! - Lye tirou de sua calça um revólver que levava consigo todos os dias.

- Ok... ok... tudo bem... - O homem tentou se aproximar de Lye, sem sair da mira do revólver. A garota preparou a arma, pronta pra atirar. - Não atire... por favor...

O dedo da azulada estava no gatilho.

- Por favor... NÃO!

Ouviu-se um som de bala.

Lye havia disparado.  


 



Notas Finais


primeiro capítulo não saiu tão legal rsrs
vou postar o segundo o mais rápido possível *-* enfim, é isso, esperam que tenham gostado babys :*
Bzos ♡


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