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História Fatal - Caso Iniciado (ATEEZ - Kim Hongjoong) - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


E vamos de mais um cap, 😌

Capítulo 5 - Matar ou Morrer!


Anteriormente

— ATENÇÃO, TODAS! — Escutou a voz autoritária de Yixing, tal que segurava a metralhadora que antes dispararam os tiros ensurdecedores. — VOCÊS, APARTIR DE AGORA, SÃO INIMIGAS E DEVEM MATAR A GAROTA MAIS PRÓXIMA DE VOCÊS. — Vociferou ele. 

Ji-Eun não acreditava no que seus ouvidos escutavam. 

Eles estavam mesmo as forçando à matar umas as outras? Logo elas que cresceram juntas e consideravam-se irmãs? Como podiam mandar que fizessem isso? 


Agora


Yixing logo se retirou do local sendo seguido pelos os outros guardas, deixando assim as garotas sozinhas novamente, estas que rapidamente se reuniram no centro daquele alojamento. 

— Isso é uma estupidez! Por que devemos nos matar?! — Gritou uma das garotas, desesperada. 

— Por que tem uns dez caras lá fora com uma m16?!

— Mas se não o fizermos não tem como eles matarem todas nós!

— Nós não temos tempo a perder. — Disse Ji-Eun — Nós recebemos nossas ordens. 

Algumas gritavam alteradas, outras começaram a se afastar do círculo, se preparando lentamente caso outra atacasse.  Ji-Eun não evitou olhar em direção à Irene, essa que também à olhara no mesmo instante. Selaram, quase mentalmente, que ambas não iriam se ferir, aliás, haviam se tornado irmãs e haviam prometido que uma sempre iria proteger a outra. Com um sorriso singelo confirmaram aquela promessa. 

Escutaram um grito e logo os olhos rumaram para Hirai Momo, uma das garotas mais perigosa que havia ali, que segurou o cabelo de uma garota loira por trás e logo rasgou o pescoço da mesma com uma faca recém afiada, fez tudo isso com uma expressão mais fria que poderia existir. Ela era implacável, cruel. 

Todas que ali estavam começaram a lutar umas contra as outras. Algumas eram arremessadas de um lado para outro e tudo o que tinha por ali se tornava uma arma letal. 

Ji-Eun viu o momento certo em que uma garota vinha por trás de Irene e desta forma correu em direção da mesma, chutando-a fortemente que voou em direção à parede.

A garota, quem Ji-Eun recordou-se de ser Yi Fei, se levantou e partiu em direção à chinesa que defendia os seus golpes agressivos. Ji-Eun viu a garota pegar uma faca debaixo de um travesseiro e vir em sua direção novamente, tentando esfáquea-la à todo custo, mas foi interceptada pelas as mãos habilidosas da chinesa que a desarmou e pegou a faca, cravando-a de forma certeira as costas da garota que gritou em alto e bom som.


[•••]

 

— Bravo, garotas! — Madame M falou enquanto batia ambas as mãos uma na outra, como uma breve parabenização. — Vocês são as sobreviventes de hoje. — Disse olhando em direção as dez sobreviventes, de vinte e cinco garotas sequestradas. Entre elas estavam Ji-Eun, Irene e Momo. Elas haviam conseguido sobreviver em todo aquele caos. — Olhem bem ao redor de vocês; essas garotas não são mais as suas amigas e somente uma de vocês irá sobreviver ao teste de amanhã. 

Ji-Eun escutava tudo enquanto com olhava de forma sanguinária em direção à mulher. Se pudesse, já teria arrancando-lhe à cabeça há bastante tempo. Ela era venenosa e perpicaz, dizia tudo aquilo com um sorriso no rosto. Como se fosse a coisa mais normal do mundo matar a pessoa com quem você conviveu junto por durante seis anos. Certo, que não eram melhores amigas, mas haviam aprendido a conviver entre si. Lembrara de tudo aquilo que viveu com Irene e as outras garotas naquele tempo. 

De todas os testes e treinamentos que tiveram juntas. Não conseguia acreditar que agora metade delas haviam sido assassinadas brutalmente por quem elas haviam criado laços por durante longos seis anos, mas elas não possuíam escolha. Era matar ou morrer. 

Ji-Eun estava sentada sobre o chão, próximo ao beliche onde Irene estava deitada. A chinesa iria zelar pelo o sono da mais nova, já que sabia que não era mais seguro dormir sabendo que todas agoram se consideravam inimigas e estavam dispostas à tudo para sobreviver. 

— Estamos apenas aproveitando o tempo. — Confessou Irene, o que atraiu a atenção de Ji-Eun para si. — Amanhã nós duas iremos morrer. 

— Eu não vou deixar isso acontecer. — Ditou ela, confiante. Aquilo seria a última coisa que iria permitir acontecer.

— Ji-Eun, se amanhã tivermos que nos enfrentar, prometa que não irá hesitar. — A chinesa apenas sorriu em direção à menor e observou-lhe os seus traços; era tão bonita, os cabelos ondulados negros e a pele tão pálida se mesclavam num contraste puro. Possuía a boca pequena, com lábios sempre tão vermelhos que lhe davam um ar inocente. Sorriu solenemente e alisou as madeixas negras da mais nova. 

— Eu prometo à você que vamos sair dessa, juntas. Agora descanse um pouco. — Disse por fim e viu a mesma fechar os olhos e se permitindo dormir, mesmo que impossível em uma situação igual aquela.



[•••]

 

Seguindo os comandos de Yixing, as dez sobreviventes restantes adentraram ao lugar e logo depararam-se com o interior do mesmo; tudo era dividido por alambrados. Desde o corredor pelo o qual andavam até a área onde ficava a Madame M e de onde a mesma assistiria toda a matança.

— Hoje é o dia. — A voz de Madame M se fez presente. — Uma de vocês terá o direito de sobreviver. Sei que muitas de vocês podem achar que foram tratadas injustamente, na verdade, eu protegi vocês da dura realidade do mundo horrível lá fora. — Vociferou por fim sentando-se sobre uma cadeira de madeira enquanto cruzava as pernas, de uma forma arrogante e elegante. — Todas vocês receberão um número. A garota número 1 entra na jaula primeiro, ela irá enfrentar a garota 2 numa luta até a morte. A sobrevivente então vai enfrentar mais duas garotas, as de número 3 e 4. A vencendora então vai enfrentar mais 3 garotas, de 5 a 7. 

— Mas isso não é justo! — Vociferou umas das garotas.

— Tem razão, a vida não é justa! — Respondeu de forma irônica. 

— E se a garota número 1 sobreviver as três primeiras lutas? — Questionou Ji-Eun. 

— Se ela sobreviver, vai ter que lutar com as quatro últimas garotas. Uma contra quatro. A luta acaba quando só sobrar uma! 

A chinesa sentiu o seu interior estremecer. Não havia escapatória, nem para ela e talvez nem para Irene, mas sabia que desistir não era uma opção.

Ela iria lutar até o fim para que conseguisse salvar pelo o menos a irmã. 

— Atrás de vocês, tem uma caixa com os números. Peguem um e aceitem o seu destino. — Ditou a Madame M, sendo assim, uma por uma das garotas se aproximaram da caixa e retiraram pedaços de madeira marcados de vermelho, indicando as suas numerações. 

— Eu quero sair daqui, eu não quero morrer! — A garota que havia pegado o número dois começou a se desesperar. Possuía madeixas curtas de tonalidade negra e olhos da mesma cor.

— Vocês não tem escolha. A única escolha que possuem, é a da arma. — Disse a mulher. 

A mesma garota então rumou em direção à mesa de armas e escolheu, meio receosa, um facão, seguindo em direção à jaula. Se preparando para o início da luta.

Irene não acreditava no que seus olhos viam; Ji-Eun segurava em mãos a numeração 1 e vislumbrou a chinesa sorrir em sua direção meio que já conformada e, de toda forma, ela estava, pois conseguiria realizar pelo o menos uma de suas vontades que era de proteger a mais nova e ela faria, custe o que custar.

— No minuto em que eu nasci, já sabia que a minha vida não seria nada feliz. — Confessou singelamente. Irene apenas a observava calada, estava tomando uma grande decisão em sua mente. — Se eu morrer nessa jaula, por favor não se esqueça de mim. — Pediu quase numa súplica para a mais nova. Estava quase indo até a jaula quando Irene a segurou pelo o pulso. 

— Nós vamos sempre nos lembrar uma da outra. — Disse a morena encostando a testa sobre a de Ji-Eun que fechou os olhos, aproveitando os minutos restantes. — Me desculpe... 

Antes que a mais velha pudesse questionar sobre o que Irene queria dizer com aquilo, acabou sentindo uma dor em seu estômago assim que a mais nova lhe desferiu uma joelhada sobre a sua barriga, deixando cair o pedaço de madeira no chão que logo fora pego por Irene que rumou para dentro da jaula sem nenhuma hesitação. 

— Irene, não seja estúpida! Eu deveria ter sido a primeira, ela roubou o meu número! — Ji-Eun gritava incrédula pela a atitude da mais nova enquanto corria atrás da mesma e era impedida por um dos guardas.

Aquilo era suicídio! 

Irene apenas caminhava lentamente já dentro da jaula enquanto escutava Ji-Eun gritar atrás de si, mas não olhava em direção da mesma. Estava convicta de que tinha feito a escolha certa. 

— Vocês só tem uma regra dentro da jaula, não importa o método usado para matar a adversária, vocês não podem sair e nem se render. Não tem ajuda e nem amigas. Só podem contar consigo mesmas. — Gritou Yixing, ao lado de Madame M. 

— É muito simples meninas; matar ou morrer. Não quero que me desapontem! — Como uma cobra disparando o seu veneno, assim eram as palavras soadas por Madame M. 


Notas Finais


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