História Fatal - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Benson, Demi Lovato, Justin Bieber, Lucy Hale, Selena Gomez
Personagens Ashley Benson, Demi Lovato, Justin Bieber, Lucy Hale, Selena Gomez
Tags Ashlena, Assassinatos, Jelena, Justin Bieber, Morte, Selena Gomez, Semi
Visualizações 75
Palavras 1.171
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei :v
O capítulo ta meio bosta pq to sem criatividade mas é isso aí. Ignorem os erros e boa leitura.

Capítulo 4 - Boa Noite, Maggie.


12 de Agosto de 2014 (dois anos antes)

POINT OF VIEW SELENA GOMEZ

- Acorde, querida. - dei vários pequenos tapas em seu rosto e retirei a venda que cobria seus olhos. Ela, meio tonta, abriu os olhos devagar se acostumando com a luz forte do local. 

- Onde estou? - perguntou quando adquiriu um pouco mais de consciência. Típico. - Mas o que... - percebera então que estava presa à uma pilastra, com as duas mãos algemadas no mesmo, no qual ela estava encostada. Jogada no chão, tentava se soltar. Comecei a rir.

- Tão tola... Você não irá se soltar, amor. Não sou estúpida o suficiente para te amarrar com cordas. Se continuar forçando a algema, vai se machucar. Ah, espere. Por que eu me importo? - gargalhei mais. Sempre acontecia de ter aquelas vítimas tolas e burras que nunca entendiam nada do que estava acontecendo.

- Onde estou?! - gritou. Agora me encarava com suas esferas cor-de-mel tentando se passar por corajosa.

- Não é óbvio? De encontro com sua morte. E pode ter certeza que não irá ser nem um pouco rápido. Farei questão que seu encontro com ela seja o melhor possível. - sorri.

- Você é louca.

- Pense o que quiser. Por onde vamos começar? Prefere que eu arranque suas unhas ou tem outras preferências?

- Está brincando?

- Ah, querida. A brincadeira nem começou ainda.

- Me tire daqui! - fui para um canto mais escuro no qual havia uma mesa cheia de meus apetrechos de tortura. Peguei uma faca e andei de volta até ela. - Me tire daqui, agora!

- Por que eu faria isso? - questionei irônica.

- Porque estou mandando.

- Realmente, você é hilária.

- Não estou brincando!

- Sabe Maggie, parece muito confiante para quem está à beira da morte. - seus olhos me olhavam enfurecidos.

- Meu pai vai me tirar daqui, você verá. 

- Não conte muito com isso.

- Irá pagar caro.

- Calada. - mandei.

- Você não manda em mim. - cheguei perto da loira e ajoelhei em sua frente.

- Apartir de agora, sim, eu mando. - sussurrei.

- SONHA! - cuspiu em minhas faces gritando. Irritada, soquei sua coxa com a faca, fincando-a fundo. Maggie urra de dor e começa a chorar  vendo a quantidade de sangue que jorrava de sua perna. Sorri satisfeita.

- Repete para mim agora, porque acho que não entendi direito. - entre soluços, ela apenas me lançou um olhar engolindo em seco. - Boa menina. - tirei de uma vez só a faca de sua coxa, fazendo-a grunhir de dor. - Sabe, você me lembra aquelas garotinhas mimadas, que os pais fazem tudo que elas querem, que pensam que possuem o mundo na palma das mãos. - levantei e comecei a andar limpando com o dedo o sangue da faca. - E eu sempre odiei esse tipo de gente.

- Idaí? - com a voz embargada pelo choro, tentava mostrar alguma superioridade.

- Não, não. - fiz sinal para que a mesma se calasse. - Quietinha, só eu falo. - se recuperando do choro e, acho eu, que se acostumando com a dor na perna, Maggie revira os olhos.

- Por que está fazendo isso? - perguntou. - Por que comigo?

- Você acha mesmo que fui eu que te escolhi? Por favor, né. Isso aqui é meu trabalho, se bem que pessoas como você eu tenho prazer de matar.

- Matar pessoas não deveria ser considerado uma profissão.

- E quem pediu sua opinião? É um trabalho sim, e minha superior quer você morta para ontem.

- O que foi que eu fiz?

- Ah, fofa. Isso eu não lhe dizer. Pergunte à ela. Ah, espere. Você não poderá, pois estará morta. É uma pena mesmo. Mas tudo bem, eu tenho uma suposição: você nasceu.

- Como consegue?

- Consigo o quê?

- Ser tão fria.

- É um dom. - andei até o canto mais próximo, larguei a faca em cima da mesa e peguei um banquinho. - Levante.

- O que?

- É pra levantar, sua idiota. É burra assim mesmo ou fez cursinho?  - com dificuldade ela ficou de pé, meio torta pela perna. Encostei o banquinhobna pilastra e ela sentou-se no mesmo. - Certo, assim fica melhor. - voltei ao cantinho e peguei uma faca menor do que a anterior.

- O que vai fazer?

- Oras, terminar o que comecei. - chego perto e começo a passar a pequena faca por seu rosto. Até que, depois de um tempo com maior intensidade, cortei-lhe a bochecha. Tentando segurar a dor, a garota apenas apertou os olhos com força enquanto seu sangue escorria por seu pescoço. - Vejamos agora... Suas mãos. - fui para detrás dela e tive a visão de suas mãos algemadas à pilastra.

- Pare, por favor. Me mate logo.

- E qual seria a graça? - nesse instante, passei a faca com força por seus dedos, os cortando como um açougueiro corta sua carne. Sorri ao sentir o sangue jorrar em meu rosto. Passei a língua ao redor da boca para sentir seu gosto metálico. Mas foi aí que a brincadeira acabou.

- Sim? - indaguei ao atender o celular que estava berrando em meu bolso.

- Selena? Que bom que atendeu! Sabe sua vítima, hm... Maggie Bieber? - Ashley respondeu ofegante.

- Claro, estou com ela nesse exato momento.

- Mate ela de uma vez e saia daí. Seja rápida.

- Aff, por quê? - questionei manhosa. Poxa, agora que eu havia começado. Estudara várias formas de tortura diferentes para efetuar com a loira.

- O pai dela, deu falta da menina e já está a procura da mesma.

- Meu pai? - a garota chiou.

- Shh, cale a boca. - ordenei e a menor obedeceu - Mas aqui não é seguro e afastado o suficiente?

- Foda-se, Sel! Sabe quem é o pai dela?Ele é uma das figuras mais importantes de Los Angeles. 

- Caguei pra isso.

- Selena, escuta: Ele irá acabar te encontrando. Agiliza isso e se manda.

- Ok, obrigada. Tchau.

- Tchau. - desliguei.

- Eu falei que meu pai viria atrás de mim.

- Cala a boca, infeliz. Para a minha tristeza não posso continuar a brincadeira.

- Amém.

- Não agradeça cedo, morrerá queimando.

- Não, por favor, eu lhe imploro. Me mate de forma rápida, sei lá, me dê um tiro, algo assim.

- Não mesmo. - vou até a mesa e pego uma garrafa de álcool. - Isso vai doer. - joguei nela e só pude ouvir o grito estridente de dor que ela emanara. Joguei em seu corpo, suas feridas, e seus cabelos loiros. - voltei a mesa deixando a garrafa em cima e pegando meu isqueiro. - Boa noite, Maggie. - pego uma mecha de suas madeixas e acendo o isqueiro, colocando fogo facilmente em seus fios. O fogo se espalhava cada vez mais rápido por seu corpo e eu só escutava a garota berrar. Peguei minhas coisas, guardei numa maleta, e saí do galpão deixando-a com sua morte. 


Notas Finais


sobre ter tortura de um personagem: Not Today huehue


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