História Tóxic Desire - Capítulo 6


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Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 6 - Provocation.


Fanfic / Fanfiction Tóxic Desire - Capítulo 6 - Provocation.

  Tenho uma longa lista de ex namorados eles te dirão que sou maluca, pois você sabe que eu adoro os jogadores e você ama o jogo, pois somos jovens e imprudentes, levaremos isso longe demais vai te deixar sem fôlego, ou com uma cicatriz horrível.. - Blank Space - Taylor Swift. 

[……]

Justin Bieber - Point of View

A vadia da Ashley mentiu pra mim, aquela desgraçada, os caras não estavam me chamando porra nenhuma, eu odeio mentiras. Ela conseguiu o que pretendia atrapalhar a Kathleen e eu, mas se ela pensa que isso vai ficar assim esta muito enganada, ela vai se ver comigo e vou ensinar pra ela quem manda nessa porra, mesmo depois de tudo o mini cérebro dela ainda não conseguiu entender isso. Bufei, levantei-me indo procurar um copo d'água na cozinha, passei pela sala principal e percebi que Kathleen dormia no sofá. Revirei os olhos, e num ato impulsivo me aproximei de seu corpo. Olhando assim o jeito que ela dormia serenamente, ninguém iria deduzir que ela era uma vadia desaforada. Sua respiração esgiratória, que fazia ela parecer um anjo, xinguei-me mentalmente por tais pensamentos, e a chacolhei brutalmente.

— Acorda, vadia. Vai babar no meu sofá. — Fiz uma pausa. — Esse sofá importado me custou o olho da cara, se tu babaste nele Kathleen... — Deixei a frase no ar, ela me encarou com seus pequenos olhos azuis.

— Cara tu é um grosso, chato e bruto. — Reclamou. — E eu não babo! — Falou séria. 

— Grosso é o meu pau. — Maliciei, ela revirou os olhos. — Aliás, tu devia me agradecendo, porque se tu dormisse neste sofá, amanhã com certeza acordaria toda dolorida. — Falei, me levantando indo pro meu escritório, pude escutar seus passos atrás de mim.

— Pra onde tu vai? — Perguntou, dei de ombros.

— Para o meu escritório, pois preciso relaxar um pouco. — Falei indiferente.

— Eu vou junto. — Ela falou e quando percebi a mesma já estava do meu lado acompanhando o meus passos rápidos. Essa garota é o flash?  

— Ah,  posso saber quem te convidou? — Ironizei, ela bufou.

— Não preciso que me convidem, eu mesma me convido. — Falou, revirei os olhos, realmente, não conheço alguém mais abusada do que ela. — Ah, qual é Bieber? Não quero ficar nesse tédio. — Reclamou, eu apenas dei de ombros indiferente, a vida é dela e ela que faça o que quiser, não tenho nada a ver com isso mesmo. Entrei no meu escritório com Kathleen me acompanhando, ouvi a porta ser travada, logo depois de fechá-la.

— Sério isso, Bieber? Senha pra entrar num escritório? — Ela debochou.

— Aqui tem documentos confidenciais e aparelhos criptografados com informações importantes, não posso arriscar perdê-los, pois quando se trata de questões profissionais, todo cuidado é pouco.— Falei, ela me olhou desconfiada. Sentei na minha cadeira de couro, Kathleen puxou uma cadeira giratória, me olhando ficando cara a cara comigo.

— Nem nos conhecemos direito Bieber, não sei nada sobre ti. — Ela falou me encarando curiosa.

— Então estamos quites porque eu também não sei nada sobre ti, só sei que você não é daqui de LA porque tu me disseste e também por causa do seu sotaque.

— O que tem o meu sotaque, é tão ruim assim? — Se fez de ofendida. — Mas, é sério que loucura cara, eu estou morando na casa de um completo estranho.

— E eu coloquei uma completa estranha pra morar na minha casa. — Rebati, ela riu fraco. — Por que você é tão misteriosa, assim? — Perguntei, ela deu de ombros.

— Deveria perguntar o mesmo a você, Bieber. — Ela fez uma pausa. — Minha vida e o meu passado não tem nada de interessante. — Completou.

— AcrFr 




Se o meu é interessante. — Falei, pegando três saquinhos de pó de cocaína, quatro cigarros de maconha, e coloquei sobre a mesa.

— Vai cheirar logo agora, Bieber? — Perguntou-me com uma sobrancelha arqueada, porra, essa vadia sabe que fica sexy arqueando uma sobrancelha, fazendo essa cara de brava e óbviamente faz isso de propósito, só para me provocar.

— Eu poderia te proibir de me chamar pelo o meu sobrenome, porque ele soa de forma tão sensual entre os seus lábios que eu prefiro ele sendo proferido entre gemidos pra mim, só quando tu estiver na minha cama. — Falei lhe mandando uma piscadela, e logo bati na minha coxa sinalizando para Kathleen sentar no meu colo, ela me olhou meio relutante. — Relaxa Kath, fazer o que eu quero, lembra? — Ironizei me referindo à aposta, ela me fuzilou, mas logo cedeu vindo se sentar no meu colo. Se acomodou, pegou um dos meus cigarros de maconha, o acendendo e fumando logo em seguida, tragando e soltando um circulo perfeito de fumaça. Fiquei meio impressionado, não imaginava que ela sabia fumar.

— Ficou surpreso, Bieber? — Debochou.

— Não sabia q... — Ela me interrompe.

— Tem muitas coisas sobre mim que você não sabe, ainda. — Ironizou.

— Adoraria descobrir. — Maliciei em um sussuro perto de seu ouvido e percebi que seus quase imperceptíveis pelos ouriçaram. Sorri fraco por isso.

— Quem sabe, um dia? — Ela ironizou de novo. E eu dei ombros, logo inalando toda uma carrerinha de cocaína pela minha nota de cem dólares.

— Cuidado Bieber, vai com calma ai, porque se você tiver uma overdose eu te deixo morrer. — Debochou Kathleen, fumando o meu segundo cigarro de maconha, sem nem ao menos se preocupar em me pedir. Quando digo que a pessoa é atrevida e abusada, eu ainda sou o chato.

— Tu não sabes pedir, não é? — Perguntei, ela apenas riu, parecia estar viajando na brisa dela. Rimos juntos e a nossas gargalhadas misturadas tomaram conta daquele escritório, não sei por que gargalhei a risada dela é tão gostosa e contagiante que não tem como não rir junto, porra, eu devia estar mesmo muito mal e fora de mim mesmo pra ter pensamentos como esse. 

— Eu já sou de casa baby, não preciso pedir. — Falou ainda rindo e tragando o cigarro mais uma vez. Inalei mais uma carrerinha de pó branco e senti minha cabeça rodar o que fez o meu riso parar. Amassei minha nota de cem doláres que eu havia usado pra fumar e joguei no chão sem nem ao menos me importar, dinheiro é o que eu mais tenho, mesmo. Logo peguei um cigarro de maconha, e encarei Kathleen que se mantinha apoiada em mim com os seus braços em volta do meu pescoço, ainda em cima mim, e foi ai que eu percebi uma leve ereção no meu pau, porra, ela me fez ficar duro com tão pouco quase não fazendo nada, e não percebeu? Qual tipo de poder que essa vadia tinha? Óbviamente ela não percebeu pelo fato de estar meio entorpecida pelo efeito da maconha, porque se estivesse sóbria, já teria percebido. Convenhamos, estamos falando da vadia da Kathleen e por mais que ela se faça de idota de vez em quando, burra infelizmente ela não é, pois ainda esta desconfiada com o fato de com o que eu trabalho, e eu estou tentando ser o mais cuidadoso possível para que ela não descubra, não quero peder a oportunidade de fodê-la. Apesar de tudo, isso não muda o fato dela ser uma boa vadia. Fui interrompido por seus dedos estalando na frente do meu rosto.

— Qual foi Bieber? Tá ai no mundo da lua. — Ela riu fraco. — No que tanto pensava? — Ela perguntou.

— Porra, tu é curiosa hein? Já te falei que v... — Me interrompe.

— Sim, tu já me falou que eu podia ser uma repórter. — Falou rolando os olhos. — Agora, vamos lá.. — Fez uma pausa. — Quero saber sobre você.

— Huh, como tu sabes, meu nome é Justin Drew Bieber, nasci em Ontário ou seja, sou Canadense, fui criado lá até ter os meu três anos de idade, mas não durou muito porque meu pai me raptou da minha mãe, porque ele precisava de mim ao lado dele pra resolver os negócios. — Fiz uma pausa, engolindo em seco. — Depois de anos graças as informações e com a ajuda do meu tio Mark, eu consegui reencontrar minha mãe, assassinaram o meu pai e o responsável sumiu do mapa e o pior de tudo é que a família dele também evaporou. Mas um dia eu ainda pego essse infeliz, ele não me escapa, evou vingar a morte do meu pai.

— Nossa, como o teu pai teve coragem de te tirar da sua mãe? Ele não podia ter feito isso, imagina o desespero e a angústia que a tua mãe passou enquanto tu estavas longe. Também não deve ter sido fácil pra ti, já que tu era apenas uma criança de três anos, mal deve se lembrar. — Ela falou pensativa e eu concordei, até porque passei anos odiando a minha mãe por pensar que ela havia me abandonado, mas as coisas não foram como eu pensava.

— Jeremy Bieber, quando queria não tinha limites. Mas apesar de tudo, ele não deixou de ser o meu pa, felizmente ou infelizmente, pai é pai. — Respirei fundo, e era verdade depois de tudo o que o Jeremy causou, eu não consigo odiá-lo completamente. — Bom, essa beleza rara aqui no meu caso, nascido no dia 10 de novembro de 1991, tenho vinte e quatro anos. — Completei, nós dois rimos de novo. É estávamos viajando na nossa brisa. 

— Quem iludiu, mesmo? — Ela irozinou. — Então você é de escorpião? Agora entendo esse seu gênio do cão, você acredita em signos? — Perguntou.

— Não muito. — Dei de ombros indiferente.

— Eu acredito. — Ela falou. — Bom, sobre mim, não tem nada de interessante, mas essa jóia rara aqui no meu caso, nasci no dia 16 de junho de 1995, tenho vinte anos, sou de gêmeos, meu nome é Kathleen Layene Green, mas não me chame de Layene, por favor, eu simplismente odeio o meu segundo nome. — Ela riu de novo. — Sou do Brasil, e nunca havia saído do país no qual eu vivia, a primeira vez que saio foi para vir pra cá, em Lós Angeles, trabalho em uma grande construtora civil no Rio de Janeiro, eu herdei do meu pai, ele morreu e deixou todos os seus bens pra mim. Meus pais biológicos me doaram e eu não sei nada sobre eles, nem pretendo saber. — Deu de ombros indiferente, foi ai que eu lembrei, o Brasil é um ótimo aliado no tráfico e parece ser legal e claro, ainda tem várias gostosas, eu gostaria de ir conhecer lá, talvez um dia eu vá. — Convivi no máximo nove anos, ou seja um verdadeiro inferno com a minha "madrasta" — Fez aspas com os dedos.  — E a mesma sumiu do mapa eu realmente espero nunca mais ver aquela vadia da Angelina na minha vida. Tive um meio-irmão mais velho e também não quero vê-lo nunca mais. — Completou com raiva.

— Nossa Kathleen, pra quê tanto rancor assim no coração? Isso faz mau sabia? — Ironizei, mas ela continuou séria. É parece que a treta entre "a família" dela, não é das pequenas não.

— Você nem imagina o quanto. — Falou entre dentes e seu rosto estava corado, e não era de vergonha, e sim de raiva, porra, se ela soubesse o quão sexy ela ficava assim. — Huh, agora que nós já conhecemos o mínimo um do outro, sobre a familia e "origem"...— Fez aspas com os dedos. — Sabe, eu valho muito a pena pra um cara como você, Bieber, mas poderíamos aproveitar, não acha? — Abriu um sorrisinho malicioso, e soltou a fumaça do cigarro bem próximo ao meu rosto se aproximando de mim, e quando percebi já estávamos nos beijando ferozmente a prensei contra a parede do meu escritório, eu chupava sua língua com força e vontade, caralho, ela beija muito bem, o meu hálito de menta e o hálito de morango dela, deixava tudo ainda mais excitante. Puxei sua cintura fina pra mim com força, e ela apertou meus ombros mordendo o meu lábio inferior, levei meus lábios até o seu pescoço dando beijos molhados, chupões naquela região, ela riu fraco, e apertou levemente o meu membro por dentro da minha bermuda mesmo. Soltei um suspiro pesado por isso.

— Já esta assim? Mas eu nem fiz nada. — Se fez de inocente, definitivamente essa mulher não vale nada. — Bom, me deu sono vou dormir então até amanhã, baby.— Ironizou, saiu rindo, realmente, ela ficou brisada. E o pior de tudo é que ela saiu assim, me deixando nesse estado, duro. Soquei a parede do escritório com raiva, essa desgraçada conseguiu o que queria me provocar para me deixar ainda mais na vontade de tê-la pra mim, se Kathleen pensa que vai sair ganhando nessa ela está muito enganada, nunca que eu deixaria ela ganhar, pois já feriu demais o meu orgulho. Bufei irritado, então o único jeito foi ter que ir procurar a minha priminha.


Notas Finais


Desculpem os erros!


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