História Tóxic Desire - Capítulo 8


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Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 8 - Dangerous


Fanfic / Fanfiction Tóxic Desire - Capítulo 8 - Dangerous

Sabíamos que iríamos colidir na velocidade que estávamos indo não me importava se a explosão me arruínasse, baby eu te amei perigosamente.- Dangerously - Charlie Puth.

 

Kathleen Layene Green - Point of View

— Isso só pode ser mentira. — Digo depois de segundos que minha mente demorou pra raciocinar tudo o que Ashley me disse. — Não teria motivos para o Bieber, esconder isso de mim? Ou teria? — Perguntei mais para mim mesma do que para ela, só que a mesma escutou e riu sem humor.

— Claro que tem, ele quer te foder e depois jogar fora e óbviamente, se tu soubesses no que o Jus trabalha ficaria com medo e assustada, ou seja isso iria atrapalhar tudo. — Fez uma pausa me encarando. — Nossa, eu pensei que você fosse mais esperta. Realmente, as aparências enganam. — Debochou passando por mim, trombando de propósito em meu ombro direito. Claro, como eu não percebi isso antes? Sabia que tinha algo de errado com o trabalho do Bieber, mas não desconfiava que fosse ser tão sério assim. Caralho, agora tudo faz sentido esses seguranças que mais parecem muralhas pelo o porte físico, quando ele fica horas lá dentro daquele escritório com os garotos, o porque de ser protegido por senha o escritório dele, essas câmeras de segurança instaladas em cada cômodo dessa mansão, a perseguição de carro mais o tiroteio com aquele tal de Baker. Segui o caminho pra o meu quarto, fiquei ali pensanInsuportavel Parece que eu fiz uma aposta e um trato idiota com o próprio diabo, sem nem ao menos saber. Parabéns pra mim, eu definitivamente, só sei atrair problemas para a minha vida. Até parece um carma de um ímã que me leva para furadas. Fui até o "meu closet" assim que avistei o que queria joguei minhas quatro malas em cima daquela cama e peguei meu celular que estava em cima do criado mudo, discando o número de Candice, no quarto toque a mesma atendeu. Eu estava com medo, o Justin é mais perigoso do que eu pensava. 

— Venha até ao meu quarto, agora. — Falei.

— Ah, o q — a interrompi.

— Agora e sem enrolação, porra. — Falei logo encerrando a ligação, dane-se se eu fui grossa, Candice me conhece sabe muito bem que eu sou assim de vez em quando, e eu realmente espero que ela não demore, porque senão... Meus pensamentos foram interrompidos pelo o barulho da porta do quarto batendo e logo Candice, se encontrava na minha frente com um semblante tedioso me encarando.

— Nós vamos embora agora, arrume suas coisas que daqui a pouco estaremos a caminho da nossa casa. — Digo, ela franziu o cenho.

— Ué, mas como assim? Pirou de vez, Kath? Nós não havíamos combinado que ficaríamos aqui dois meses o prazo daquele sua aposta ridicula com o Dr. Gelo, e depo— a interrompo.

— Mudança de planos, agora vai logo Candi. — Falei nervosa empurrando-a para fora do meu quarto, começei a tirar todas as minhas roupas daquele closet enorme, colocando todas na minhas malas. Quando batem na porta, será que a Candie já se arrumou tão rápido assim? Fui até a mesma, quando abri dei de cara com o Bieber, por falar no diabo. Gelei na hora que nossos olhares se encontraram e agora como que eu vou conseguir sair daqui sem ser percebida?

— Que cara é essa Kathleen, parece até que viu um fantasma, sei que sou lindo, mas não é pra tanto, né? — Debochou, ele iria entrar no quarto só que o interrompi quase fechando a porta, escondendo o meu corpo atrás da porta, só mostrando a minha cabeça.

— Haha, muito engraçado você Bieber, estou me depilando quero que saia do meu quarto. — Menti, mas logo percebi que foi a pior desculpa que eu poderia ter inventado, pois o ser a minha frente abriu um sorrisinho malicioso.

— Acontece que estou na minha casa, então eu entro aonde me der vontade, gata. — Falou tentando empurrar a porta, eu forcei empurrando também.

— Sai daqui, Bieber! Insuportável! — Rosnei, quando ele conseguiu passar pela maltida porta, adentrou o quarto, não deu certo medir forças com esse cara.

— Realmente, tu daria uma ótima atriz quase que eu caio nesse papo de depilação. — Falou dando ênfase na palavra "quase". — Pra onde você pensou que iria ao fazer essas malas? — Ele perguntou em um tom sério e firme agora.

— Eu vou voltar pra minha casa. — Falei. 

— Por quê?

— Quem tem que perguntar o por que aqui, sou eu, Bieber, por que você me escondeu a verdade, hein? Por qual motivo não me falou logo que você é um traficante? — Perguntei, sem rodeios. Ele me encarou perplexo por alguns instantes.

— Quem foi a porra que foi abrir a merda da boca? — Perguntou entre dentes.

— Não importa quem me falou isso, ou deixou de falar Bieber, acontece que agora eu já sei de tudo. — Falei.

— Kathleen, eu te fiz a porra de uma pergunta e espero não ter que repetir. — Esbravejou.

— Foi a Ashley. — Digo revirando os olhos. — Agora Candice e eu vamos vazar daqui. — Falei dando de ombros indiferente, voltando a arrumar minhas malas, porém o Bieber, me interrompe em um ato bruto e inesperado puxou os meus pulsos me empurrando, cai sentada na cama, o encarei perplexa. O mesmo retirou todas as coisas que eu tinha colocado em minhas malas e as jogou de qualquer jeito em cima da cama. Quem ele pensa que é? Que ódio! 

— Você não vai embora daqui, não agora, o trato da aposta é ficar aqui os dois meses. E foda-se o que tu queres ou não, se fosse pra ser assim não aceitava a merda da aposta, porra. — Fez uma pausa, respirando fundo e passando as mãos pelos seus fios de cabelos loiros, parecia estar tentando se acalmar. Caralho, será que esse homem sabe que bravo assim ele consegue ficar mais gostoso, ainda? Tenho certeza que sabe, mas eu que nunca admitiria isso em voz alta para ele. — Qual é o problema, hein? Está com medinho, não precisa ter medo de mim, Kathleen. — Ele debochou, eu soltei um riso nasalado, fazendo uma arma com as mãos assoprando a mesma, mordi o lábio inferior logo depois, Justin me olhou com os olhos queimando em luxúria e desejo.

— Sabe, não é medo até porque eu adoro um perigo. — Fiz um pausa. — Mas vai que te dá a Biba louca e tu tenta me matar, isso não iria trazer vantagens pra mim. — Falei, pior que era verdade, o Bieber parece ser tripolar uma hora esta todo grosso, minutos depois já esta com aquele ar insuportável de deboche dele, outra raramente ele ri – por isso a única vez que presenciei isso foi porque estávamos fumando. Não da pra confiar nas mudanças de humor dele. 

— Relaxa, Kathleen, se for para mim te matar eu mataria sim, mas de prazer. — Ele sussurrou no meu ouvido. — Já te avisei pra parar de me chamar de Biba. — Falou sério.

— Ah, relaxa, só estou zoando, cadê o senso de humor, Bieber? Ficar nesse estresse por causa de um apelido idiota. — Debochei.

— Estou falando sério, agora coloca essas porras de volta no closet e nem tente fugir novamente a casa é vigiada por seguranças e por câmeras. — Disse ríspido, logo saiu do quarto. Bufei, haja paciência para aturar esse cara, eu já tenho o meu gênio difícil e também as minhas mudanças de humor repentinas e ter que agüentar a tripolaridade de outro alguém fica difícil – já que nem a minha própria bipolaridade eu suporto direito – revirei os olhos, voltando à arrumar minhas coisas, aliás, não teria como o Bieber me fazer mau ou muito menos me machucar, certo? Bom, eu realmente, espero que não. Ele não seria capaz, mas mesmo sabendo que ele é um criminoso não vou abaixar minha cabeça pra ele de jeito nenhum, nunca abaixei a cabeça pra ninguém e não vai ser agora que isso vai acontecer.


Notas Finais


Desculpem os erros ♥


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