História Fate - Sinful Gear - Capítulo 10


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Categorias Fate/Stay Night
Personagens Personagens Originais
Tags Fate, Hentai
Visualizações 6
Palavras 2.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mó preguiça de terminar vai assim mesmo.

Capítulo 10 - Acolhimento.


     Fuyuki, Japão. Um evento de inimaginável grandeza está acontecendo, e cada minuto conta para os seus ocultos participantes. Esta guerra mágica, de fato não deveria estar acontecendo, mas existem aqueles que usam dela para os próprios proveitos. Existe um mago nesta história que é muito capaz. Porém, existem muitas excessões nesta guerra, e por isso, esse mago está prejudicado. Este grande mago se chama Tohsaka Rin, e é uma jovem prodígia no mundo da magia. Rin está com um problema grande, pois a sua maior arma neste caos, está fora do seu alcance. Agora, em uma simples moradia, esta arma se faz convidada.

      - Minha querida, você não sabe onde a sua amiga poderia estar agora? - A senhora perguntou com sua voz falha, carregando uma sacola de compras.

      - Não… - Esta a quem ela se dirige, também está carregando sacolas de plástico, cheias de compras. Ela precisa olhar para baixo para contemplar o rosto gelado da senhora - Eu me distanciei dela por um segundo, e quando eu voltei para vê-la, não estava mais lá.

      Quando Rin ordenou que sua serva tomasse conta dos arredores de seu esconderijo para prevenir os ataques de Lancer, a perdeu por um deslize. Caster foi atingida por uma flecha mágica, e sua mente foi conturbada para que ela esquecesse sua missão. Sem sequer se lembrar quem era a sua mestre, o comando mágico foi incapaz de alcançá-la.

     - Você se lembra de como ela era? - Caminhando ao lado da mulher de cabelo escuro, a moça de cabelo branco precisava dar dois passos a mais para acompanhá-la. 

     - Eu… Não… - Uma das mãos veio sobre a têmpora, indicando dores de cabeça. Não importa o quanto tentasse, Caster não lembrava quem era a garota com quem andou nos últimos dias, mas se recordava de que as duas estavam nesta guerra. 

     - Não se preocupe. A sua ajuda sera bem-vinda hoje na janta. - A moça que era castigada pela idade, sorriu gentilmente. 

     - Muito bem, façamos isso! - Não levou muito tempo para Caster se animar. O mundo era a sua casa, e não importando o rumo, ela estaria disposta a ser grata. - Puxa, já posso ver o Buddha rindo…!

     Os olhos castanhos guiaram o semblante adorável para o céu nublado, que os recebia com neve. A idosa de cabelos brancos, vestia roupas quentes o bastante para proteger seu corpo do frio, mas esta que adorava Buddha com seu coração, não vestia o bastante para isso. Na verdade, suas vestimentas arruinavam a ideia de que pertencia a esta era. Estimava-se que sua identidade era impregnada com costumes religiosos, e isso poderia explicar suas roupas, mas ainda, ela estava muito deslocada. "Como ela pode não sentir frio, com estas pernas pouco cobertas, e este peito exposto? Teria sido o seu treinamento de meditação?" A idosa pensou, olhando para os seios fartos que saltavam com cada passo que a jovem dava em seu caminho. Não perguntaria o motivo de carregar um rosário ao redor do pescoço, ou o motivo de usar apenas sandálias ao invés de botas para neve. Em vez disso, alegrou-se pela companhia que teria. 

     - Oh! - Deu um passo em falso na neve, e caiu.   
     
     - Senhora? - Caster correu para socorrê-la - Você está bem? 

      - Está tudo bem… - Agarrou a alça da sacola que escapou de sua mão e caiu no chão - É só essa maldição chamada "envelhecer". Nunca fui tão fraca…

      - Você está errada - Respondeu, recolhendo o peso dela - Envelhecer quer dizer ser sábio. Ninguém aqui deve ter tanta sabedoria quanto você… - Um sorriso nasceu no rosto enquanto o dizia.

     - Minha jovem, qual é o seu nome? 

     - Eu me chamo Xuanzang. - As argolas penduradas em cada orelha, balançaram quando moveu sua cabeça para cumprimentar - Sou um monge budista da China.

     - Xuanzang? - Os olhos antigos da senhora se encheram com um tipo de luz mística. Ela não podia acreditar no que ouvia, mas podia lidar com isso. - Me chamo Masako Nozawa. É um prazer conhecê-la, senhorita monge.

 

     
     O caminho que tomaram as levou para casa. Uma residência comum, sem muito destaque na vizinhança. A senhora Nozawa girou a chave na fechadura para abrir a porta, e as duas enfim estavam longe da neve. Esta velha mulher assuou o nariz, mostrando estar bastante resfriada. Enquanto Caster estava apenas gelada demais ao toque. Ambas deixaram seus calçados na frente da porta, igualmente educadas. Chegando na sala de estar, a budista se surpreendeu com duas crianças de faces iguais, sentadas no sofá. Aposentado em uma cadeira de balanço, um homem velho assistia a televisão, que deixou de ser o foco desde então. 

      - Xuanzang, estes são os meus netos - Nozawa apresentou - Kazuma e Akihito. E este é o meu esposo, Saiga.

      - Muito prazer em conhecê-los! - Retirou seu chapéu em forma de disco, fazendo uma reverência.

      As crianças ficaram curiosas com a visita, e principalmente com as vestimentas dela. O mesmo vale para o velho na cadeira.

      - Xuan? - Um dos garotos correu para falar com ela - Buddha?! - Ele simulou um movimento de adoração, fazendo a pergunta.

    - Sim! Sou eu! - A mulher que pertencia a outra era, nem percebeu a seta invisível presa nas suas costas. - Que seja este o caminho!

     - Que seja este o caminho! - O outro garoto, que permaneceu sentado no sofá, disse em voz alta, juntando as mãos.

     Os dois garotos riram juntos. Era mais que uma benção para ela, ser acariciada com a presença de duas crianças tão divertidas.

      - Seja bem-vinda, Xuan-chan! - Saiga acenou, sem se mover do lugar. Um sorriso amigável se esticou de ouvido a ouvido.

      - Xuanzang vai me ajudar a preparar a janta hoje. - A vovó anunciou, genuinamente feliz com sua companhia - Espero que se deem bem com ela!

     - Com certeza nos daremos! - Replicou o homem da casa, ajustando seus óculos. 

     Os dois gêmeos se renderam ao hipnotismo da televisão, e voltaram para seus devidos lugares no sofá. Xuanzang e a senhora afiavam seus conhecimentos para o preparo da comida. As facas de diversos tamanhos se distribuíam pela pia meio molhada, e uma pequena tábua para cortar legumes e carne, aguardava bem ao lado. Esta tábua tinha sido alvo de muitos cortes, e tocá-la era áspero por conta disso. Os sacos de compra estavam abertos no chão do cômodo que cheirava a gás de cozinha, e dentro deles tinham muitos condimentos.

     A moça budista não poderia pedir por companhia melhor. É claro que gostaria de estar ajudando sua mestra agora, em uma luta de vida ou morte, mas o preparo de uma comida para toda uma família, era tentador para ela. Observou o senhor Saiga, e deduziu com seu julgamento humano, que ele é quem deveria estar ajudando a senhora Nozawa. Afinal, eram um casal. O convívio dos dois deveria ser constante; era nisso que a garota monge acreditava. Mas Buddha diria para que fosse paciente, e para agradecer a estadia. Foi o que ela fez. 

     Masako abaixou os olhos na procura dos vegetais que comprou, e não pôde deixar de notar a peça de roupa da monge, que parecia uma calcinha. Não estava usando calças, e sua sensualidade era algo pouco digno em constraste com tamanha santidade. Não escondeu o sorriso bobo, e ofereceu para a convidada uma calça, ou coisa assim. Caster respondeu, ingenuamente, que vestimentas como aquela traziam um desafio perfeito para sua mente controlada. A senhora entendeu, e não disse mais uma palavra sobre o corpo moreno deliberadamente exposto. Veio a perceber a falta de um dos importantes condimentos, um que tinha vital participação da sopa.

     - Puxa vida! Agora eu preciso retornar ao mercado… - Suspirou pelos lábios secos.

     - Nozawa-san - É claro que Caster veio a tentar ajudá-la. - Por favor, me deixe ir com a senhora.

     Somente a presença dela aquecia o coração da vovó.

     - Oh, minha querida. Não se preocupe comigo… - Passou o cachecol ao redor do pescoço. - Eu tentarei ser rápida.

     - Enquanto isso! - A voz energica de um dos meninos chamou a atenção - Venha jogar Jokenpô comigo!

     - Comigo também! - Uma vez exatamente igual repetiu o pedido.

     Xuanzang riu, sendo tocada por uma animação divina e pura. 

     - É claro que eu jogo com vocês dois!

     A mulher mais velha retornou ao caminho de neve, sumindo nele com seu cabelo de cor clara. Imaginou que a budista seria muito bem recebida pela família, como já estava sendo. Sentiu-se forte para realizar sua missão. A busca pelo ingrediente.

     Ao mesmo tempo, na sala de estar da casa aconchegante, pessoas se divertiam. A visitante de caráter religioso jogava o famosa pedra, papel e tesoura com os meninos. Nunca sabia a diferença dos dois, mas eram igualmente legais para ela. Mesmo que não percebesse, seus ensinamentos sobre paz eram utilizados pela língua. A muito tempo, muito, muito tempo, não praticava essa função oral.

      Mas alguém estava cansado destas brincadeiras de criança. O senhor sentado na cadeira, odiava aquela mulher por algum motivo. Talvez ela fosse bonita demais e o corpo muito provocativo, ou esta crença nunca lhe agradou. Seus óculos reluzentes, ajudavam a esconder o olhar maligno. Aproveitou que sua mulher não estava em casa, e o programa estava chato demais, para falar:

     - Bem, bem. Xuan-chan! - Chamou, sendo atendido imediatamente pelo rosto chinês.

    - Vovó! Chamando a Xuan assim parece até que vocês são próximos! - O menino riu.

     - É verdade. Xuan-chan! - O irmão também riu, fazendo a imitação.

     Caster era um ser espiritual, por mais que sua bagagem carnal tivesse peso e forma. Por ser ligada ao mundo sobrenatural, ela conseguia detectar intenções ruins e boas. De fato, por natureza, Xuanzang sabia fazer isso. Um dom só seu, uma benção que lhe trouxe muitos companheiros em sua jornada para o oeste. Nesse momento, Caster sentia uma aura meio perversa emanando do vovô dos dois gêmeos.

      A mulher cruzou as pernas, ainda descalça. As costas de suas mãos pousaram sobre os joelhos, e a mais pura luz desceu sobre sua cabeça. Seus brincos sacudiram com uma luminosidade curiosa, os seios fartíssimos saltaram com o movimento que fez ao endireitar sua coluna. O ar invadia seu corpo como invadia os buracos naturais de uma árvore. O monge naquela sala sabia o que fazia.

     - Saiga-san, por que não se junta a mim? - Sorriu, e nesse instante, parecia que flores nasciam ao redor do rosto - Vamos mostrar algo a eles dois!

      Os gêmeos ficaram boquiabertos, olhando aquela meticulosa demonstração de controle físico e espiritual. Mesmo jovens como eles reconheciam a intensidade da presença antiga. A maneira arcaica com que ela falava também os deixava muito curiosos.

     "Eu já vou mostrar algo para esses dois!!" Passou pela cabeça do velho, enquanto ele rangia os dentes. A respiração fétida se tornou pesada, e as veias saltaram sobre a pele de consistência prejudicada pela idade.

    - Xuan-chan! Eu não sou tão capaz quanto você. Prefiro não fazer isso! - Virou o rosto, ainda sorrindo amigavelmente.

     - Oh! O vovô negou o pedido da Xuan-chan!

     - Já sei! - Um dos pequenos se ergueu, levantando seu pequeno indicador - Vamos resolver isso com um jogo de pedra, papel ou tesoura!

     - Hm? Como isso resolveria? - Instigou o raciocínio do menino, coçando a meia careca.

     - Simples! Aquele que vencer, faz o que o outro pede! 

     A mulher se fez um pouco surpresa. Não praticava jogos de destino e azar, mas aquela casa não era sua, e sua gratidão pela recepção era mais importante que tudo!

     - Muito bem, está de acordo com estas regras? Xuan-chan. - Colocou ênfase na forma como dizia o nome dela. O semblante estava controlado e calmo como sempre, e o brilho nas lentes de seus óculos ajudavam a esconder a malícia colada nos olhos.

     - Vamos, Xuanzang! - O menor segurou o braço dela, vendo que estava hesitante - Vai ser divertido!


     - C-Certo. - Fingiu que não se importava, entrando na brincadeira.

      - Pedra... - O homem iniciou, sacudindo a mão fechada.

      - Papel… - A adversária dele repetiu o ato.

      Quando abrissem as mãos, trariam seus artifícios de batalha para a luz. Aquele que escolhesse a arma mais eficaz, ganharia o direito de dar uma ordem ao outro. Um deles era apenas velho e irritado, e o outro, abençoado pelos deuses. Um deles triunfaria nesta batalha.

     - Tesoura…! - Chacoalharam seus pulsos e enfim cederam com a mão aberta. O resultado, vitória do senhor Saiga.

     "Por Brahma!" A mulher disse em pensamento, ciente da própria derrota. Já o velho, alegrou-se em maldade.

     - O vovó ganhou! - Kazuma anunciou.

     - Você sabe o que acontece agora, não é? Xuan-chan.

     A preocupação tomou a cabeça da mulher. Ela não esperava que um simples jogo teria tamanhas consequêcias.

     - Saiga-san. - Tentou acalmar seu nervosismo, levando tudo na brincadeira - Farei como o senhor quiser! 

     Ele sorriu de canto, fitando o corpo da mulher de cima a baixo.

     - Certo… Por onde começamos… Akihito, Kazuma, vocês não vão contar nada disso para a avó de vocês, entenderam? - Agiu como uma verdadeira autoridade.

     - Não! - Os dois garotos responderam ao mesmo tempo. 

     -  Então… - O velho continuou, observando a mulher ajoelhada no chão. Os garotos perceberam que aquilo tinha atingido outro nível, mas só conseguiam achar interessante. Ninguém esperava por aquilo. - Xuan-chan, eu quero que você nos mostre seus seios. Eu digo, expostos…

     - Eh?? - Akihito franziu o cenho, distante do entendimento deste pedido. - Ele fala deles?! - Apontou para os peitões da visitante, que estava claramente constrangida.

     - Ande logo, o tempo está passando! 

     - Bom, eu… - Engoliu em seco - Não acho que posso negar, não depois de tudo isso… - Vagarosamente, moveu suas mãos para os pequenos sutiãs, apertando a flacidez dos próprios seios por um segundo. Não se lembra de ter feito algo tão constrangedor antes. Sentia que seus votos estavam sendo testados, e não gostava daquilo. Aos poucos, mostrava o rosa dos mamilos, à medida que retirava as peças de roupa. Os garotos arregalaram os olhos castanhos, quando viram os peitões saltarem para frente, apontando os mamilos para eles. O rosto da mulher ficou corado, e sua expressão, próxima de sensual. 

    
 

     

     

 

      

     



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