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História Fate 2 - Two Heart - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Heeey
meus amores que voltei com essa fic lindo que me emociona muito
Só adiantando as postagens dessa segunda temporada, como avisei a alguns iria postar na quinta.
Mas em decorrencia da volta as aulas e tb de viagens estou postando hoje.
Espero que gostem da segunda temp que ja começa com uma chuva de emoções para o nosso casal Shanliz
Boa leitura.

Capítulo 1 - GoodBye, Shannon.


Assim que cheguei a Los Angeles fui direto para a casa do Shannon recolher minhas coisas. Aproveitei que sua mãe não estava e tirei tudo que era meu para levar para minha casa.

Ainda No avião de volta eu consegui fechar negocio numa casa para mim em West Los Angeles, que ficava próximo a Mid City, onde esta a sede da empresa.

Era noite de domingo quando terminei de embalar minhas coisas e organizar minhas malas quando sua mãe retornou a casa.

– Eliza... – Ficou me olhando e notei que ela estava com a respiração ofegante. – Querida não tome nenhum atitude precipitada. – Pediu olhando minhas coisas. – Por favor, pense no seu filho, meu neto.

– E eu estou pensando nele Constance. Pensando em criá-lo bem longe dessa sujeira.

– Não. Você não pode separar meu neto da família.

– Eu não disse isso. Não coloque palavras na minha boca. – Soltei enraivecida. – Só estou dizendo que meu filho não vai crescer nesse ambiente. Eu não quero olhar na cara do seu filho, mas eu não vou tirar os direitos dele. Pode ficar tranquila quanto a isso. – Vi sua expressão se suavizar.

– Ele ainda não sabe do bebê. Mas eu contei para o Jared quando ele me disse que você saiu do hotel transtornada. Seu cunhado prometeu guardar segredo.  – Ela baixou o olhar. – Isso tudo é meio que culpa minha. – Lhe olhei intrigada. – Se eu não tivesse colocado a Christine na vida de vocês...

– Não adianta lamentar agora. – Cortei sua fala. – E a senhora não tem culpa dela estar lá com ele. – Baixei o olhar lembrando-me da cena e sentindo meus olhos arderem novamente. – E o cretino ainda dizendo que não era isso. Mas estava ali bem na minha cara. Ele estava estranho comigo, até me gritou essa semana por vídeo chamada. – As lágrimas rolaram. – Eu sou muito idiota.

– Oh minha querida, calma. – Me abraçou. Chorei feito criança ali.

– Por que ele fez isso comigo, Constance? – Indaguei com voz embargada. – Estávamos tão felizes. Eu não entendo.

– Eu... Bem vou contar logo. – Me afastei lhe olhando. – O exame de DNA... – Respirou e continuou. – O exame deu positivo. O filho que ela espera é mesmo do Shannon. – Relatou sem jeito. Receber aquela noticia foi como uma tapa na cara.

– Entendo. – Baixei o olhar engolindo o choro. – Eu preciso ir, Constance. – Enxuguei minhas lagrimas. Não valia mais a pena chorar.

– Por favor. Pense melhor, vocês...

– Não existe mais vocês... Para mim acabou, não tem vocês, nem casamento nem nada. – Cortei sua fala novamente. Meu coração estava apertado dizendo aquilo, mas eu estou muito magoada. No momento mais feliz da minha vida, quando pensei que tinha um companheiro, alguém que era fiel e que me amava. Parei de pensar naquilo e a abracei. – Eu mando noticias.

– Por favor. Quero sempre lhe visitar e me avise se precisar de ajuda. – Pediu e eu assenti com os olhos ainda marejados. Constance beijou meu rosto e me ajudou a levar as malas até o carro.

– Assim que eu levar todos os moveis eu devolvo as chaves da casa, poderia avisar a ele? – Ela assentiu. – Ah, e quanto ao carro.

– É seu. Você ainda é a esposa dele. – Neguei. – Eliza...

– Eu vou deixar na casa do Jared quando comprar o meu. Ainda essa semana eu passo lá e deixo o veiculo. – Ela não disse mais nada. – Até breve.

– Até querida. – Me despedi e entrei no carro. Olhei uma ultima vez para a casa e liguei o veiculo saindo dali.

– Sem arrependimentos, Eliza Cortês. – Ordenei para mim mesma.  Segui para o meu novo endereço. Selina já me aguardava no local com as chaves da casa, como combinamos. E ela também iria me ajudar a organizar a mudança.

Demorei cerca mais de uma hora para chegar lá devido ao transito. Domingo realmente deixava a cidade dos anjos agitada. Quando finalmente cheguei à casa nova vi a Sel acenando para mim da calçada.

– Amiga. – Falou vindo à minha direção.

– Oi... – Minha voz saiu mais como um sussurro.

– Shi... – Me prendeu em seu abraço. Não contive as lagrimas. Parecia que meu peito estava sendo comprimindo.

Selina me levou para a nova casa e depois pegou minhas malas no carro, as deixando no vão perto da escada. Fiquei sentada no chão da sala sobre um tapete improvisado.

– Então o filho da vadia é realmente dele. – Ela disse irritada.

– Sim. Esse fato eu já estava começando a aceitar muito antes do resultado positivo, sabe? Mas ver eles dois ali abraçados como... – Baixei o olhar sentindo novas lágrimas surgirem. – Foi demais para mim... – Sel apertou minha mão compreensiva.

– Eu sei minha amiga, mulher nenhuma merece passar por isso. Ainda mais você que estava tão empolgada para vê-lo e contar sobre o bebê. – Esse fato só fazia me sentir pior. A traição doía duas vezes mais. – Não vai ser fácil, mas você tem que superar isso Liz. Você tem que pensar no seu filho.

– Sim. Você tem razão. – Afastei do abraço. – Tenho que ser forte por meu filho. Shannon não merece que eu derrame uma lágrima.

– Mas você ainda o ama. – Me encarou. – E eu não estou perguntando Liz.

– Eu sou completamente apaixonada por aquele cretino. – Ela sorriu enxugando minha bochecha.

– Então depois que você se acalmar. Por que não conversa com ele?

– Não! Eu não quero mais ver o Shannon, tão pouco ouvir suas desculpas. – Levantei irritada. – Por favor, não toca mais nesse assunto. – Pedi saindo de perto dela.

– Okay. – Ouvi-a suspirar. – Você quer que eu durma aqui hoje? – Voltei minha atenção para ela. A casa ainda estava um caos, nada arrumado, os poucos moveis que vieram ainda estavam empacotados.

– Não, não precisa. Eu vou arrumar um canto para dormir e amanhã... Meu Deus, amanhã eu tenho que trabalhar. – Bati a mão na testa ao me lembrar disso e ouvi a Sel rir baixinho.

– Eu seguro as pontas por você, começo de semana não tem tanta coisa assim. – Sugeriu e eu agradeci por isso. – Pronto. Não se preocupa com isso. Caso surja qualquer coisa eu aviso.

– Por favor, faça isso. Eu vou permanecer com o computador ligado, pode me enviar os assuntos mais urgentes. – Pedi e ela assentiu.

– Eu vou indo agora. Sei que é meio impossível, mas fica bem amiga. – Beijou meu rosto e foi para a porta. Abri dando passagem e ela saiu. – A noite eu volto e te trago um jantar. – Avisou de longe. Sorri em resposta e fechei a porta.

Sozinha.

Pensei e olhei os cantos daquela casa escura. Respirei fundo reprimindo o choro e soltei o ar pesadamente. Não tinha mais por que derramar lágrimas.

Forrei alguns lençóis no chão da sala e me deitei em seguida. Meu pensamento agora era como eu iria decorar a nova casa.

– Preciso fazer adaptações para crianças também. – Pensei alto analisando rapidamente alguns pontos que considero perigoso para um bebê. Peguei meu celular e o mesmo tinha mais de trinta chamadas perdidas. – Shannon... – Murmurei e olhei o registro. Algumas eram do Jared, duas da minha sogra e mais de quinze de um numero desconhecido. – Ele não vai me dar sossego. – Fechei os olhos e comecei a cogitar a fala da minha amiga. Ter uma conversa com ele.

Tentei ignorar todas as chamadas e mensagens, mas quando tentava dormir meu celular começou a tocar novamente. Era o numero desconhecido. Não tinha escolha, ele não iria parar.

– Alô.

– Liz... Graças a Deus. Me escuta meu amor...

– Não. Escute você. Não volte a me chamar assim, esqueça a mim e o meu numero. E quanto a sua casa não se preocupe já desocupei.

– PARA! – Gritou do outro lado, mas pude ouvir seus soluços. Eu também estava chorando, mas de raiva. – Pelo amor de Deus, acredita em mim. Não é nada disso.

– Chega de mentiras okay. Eu vi com meus próprios olhos Shannon, ela agarrada em você sorrindo. – Minha voz ficou embargada. – Então não diga que não era isso. Estava na minha cara o tempo todo, o jeito como você estava agindo...

– Não... Desculpa pelo que eu disse esta bem... – Sua voz estava baixa. – Ela veio me contar do exame de DNA... – Suspirou audível. – Eu estava juntando forças para te contar sobre o resultado...

– E resolveu fazer isso nos braços daquela vadia! – Explodi sem paciência.

– Não! Lógico que não. Amor acredita em mim...

– Não dá para acreditar... Não com você omitindo as coisas de mim. – Suspirei pesado tentando manter o controle das emoções. – Agora não é hora para termos essa conversa okay. Preciso dormir.

– Liz...

– Adeus Shannon. – Encerrei a chamada. Meus nervos estavam a flor da pele. Eu tremia e chorava muito.

– Shannon –

O desespero que senti quando a Liz saiu correndo do hotel só piorava a cada minuto sem noticia dela. Minhas ligações não foram atendidas e minha cabeça latejava de tanta dor. Jared me deu um puxão de orelha por eu ter aceitado que a Christine viesse até mim e ficou furioso por eu ter omitido da minha esposa esse fato.

Quando eu finalmente consegui falar com ela no domingo a noite Liz estava fria e dura comigo. Não parecia minha esposa, me lembrava sua reação ao me encontrar na sua porta em Santa Monica. Comecei a chorar desesperado por ter estragado tudo.

– Liz...

– Adeus Shannon. – Desligou na minha cara. O choque de suas ultimas palavras me abateu. Eu estava transtornado com a possibilidade de perder o amor da minha vida.

– Ela não atende. – Tentei mais algumas vezes e o a ligação não completava mais. – Eliza... DROGA! – Um grito de raiva rugiu de minha garganta. Eu estava com raiva dessa situação, dela por não me escutar e não acreditar em mim e com ódio de mim por ter sido tão estúpido com ela quando lhe gritei durante a semana, por medo que ela visse a Christine e interpretasse tudo errado. O que não adiantou nada.

– Não me admira que ela esteja tão magoada. – Comentou. – Por que você não contou logo a ela que Christine estava aqui? – Questionou sentado a minha frente.

– Eu tive medo da reação dela. Liz já estava muito emotiva bem antes do casamento. Fiz aquela cerimônia às pressas para passar segurança a minha esposa, para ela entender que só tenho olhos para ela. – Confessei ainda tremendo. Meu corpo estava em choque, eu não conseguia controlar as lagrimas.

– Eu sei meu irmão. Mas você devia ter contado sobre a mãe do seu filho aqui. Como você reagia se fosse ela a omitir os fatos? – Me olhou duramente e abaixei a cabeça. Ele esta coberto de razão, eu ficaria irritado também. – Coloque-se no lugar dela, você não só omitiu isso como ainda foi grosseiro com minha cunhada. E a mesma com intenção de te fazer uma surpresa deu cara com você agarrado com outra mulher.


Notas Finais


E é isso por hora
Fuiii


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