História Fate - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki
Tags Boruto, Naruto
Visualizações 126
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí gente… finalmente criei coragem pra reescrever essa fanfic… (Finalmente Autor-kun!) é verdade, me desculpem por demorar tanto…

Como viram na sinopse, ela será dividida em três partes: Treinamento, Retorno, e Solidão. E assim como sua continuação, ela será escrita em primeira pessoa, tendo o Boruto como personagem.
Entretanto, ela terá duas perspectivas diferentes: uma será do Boruto do presente e outra será do Boruto do futuro -representado assim: “…”no qual as reticências, são palavras em itálico- . (logo logo vocês vão entender…).

Para essa primeira parte, eu já tenho todos os capítulos feitos na minha cabeça -é claro, tirando uns “fillers” e umas correções, além de adaptações, etc., etc., etc. …- que juntos formam oito arcos. (OITO!!!! Tudo isso?) mas calma, uns são mais curtos do que outros, e só lembrando, eu pretendo desconsiderar muitas coisas que incluem o universo do anime e do mangá, sabe… pra tornar a história mais original…

Vocês também vão notar que esse capítulo é bem curtinho, mas ele é mais uma introdução do que um capítulo em si, embora ele já faça parte do primeiro arco…

Os arcos da primeira parte -e provavelmente a única parte que será feita em arcos- serão os seguintes:
1° Um Pedaço Do Passado.
2° Um Novo Rival.
3° Aperfeiçoamento.
4° O Guardião Indesejado.
5° O Poder Do Jōgan.
6° Descobertas.
7° Uma Batalha Pelo Tempo.
8° De Volta Ao Lar.

E um último aviso, o Boruto, aqui com seus treze anos de idade, não vai ser tão idiota nas fics dessa saga, embora ele ainda seja um pouco tapado!

Enfim… aproveitem o capítulo…

Capítulo 1 - A Jornada Começa!


Fanfic / Fanfiction Fate - Capítulo 1 - A Jornada Começa!

 …

 

A era dos ninjas acabou…

 

O único som que preenchia aquele ambiente agora, era o som das nossas armas se chocando. Som esse que a cada momento se tornava cada vez mais intenso, tanto que em certo ponto fomos obrigados a nos afastarmos, cada um de nós de um lado daquele local. Local em que eu já havia sido derrotado uma vez, em uma outra batalha. O que eu não sabia, era que aquela batalha se tornaria o estopim para toda essa… carnificina que estava por vir…

Agora, o assovio solitário do vento preenchia o local, de certa forma, esse som me trouxe um “pedaço de paz”. Mas apenas isso… um pedaço.

- Você sabe que há outro jeito… não precisa ir atrás deles… – tentei convencê-lo, mas eu sabia que era tarde demais.

- Eu preciso Boruto. – rebateu, apertando mais o bastão em sua mão. – Há um lugar para você também nessa nova era…

- Não! – exclamei, apertando mais a katana legada pelo meu mestre as minhas mãos. – Eu não deixarei você machucar eles! Você foi longe demais agora… Kawaki, e não permitirei que você continue!

Ele, por outro lado, apenas mudou a sua expressão de indiferença para uma de decepção.

- É você quem não entende… você nunca entendeu. – afirmou. – Eu vou derrotar você… assim como derrotei o Nanadaime.

Aquelas palavras foram suficientes para que as memórias nublassem a minha mente como a própria noite.

- Então é isso? – perguntei de cabeça baixa, completamente sem esperanças. – Então isso era inevitável…

- Exatamente… é tarde demais agora… para mim e para você… olhe ao seu redor Boruto, a era dos ninjas… chegou ao seu fim!

Respirei fundo algumas vezes, tentando me concentrar, mas todas aquelas memórias ainda rondavam minha mente. Olhei para a katana novamente, observando cada detalhe, mas tinha um detalhe, a palavra, “忍” gravada na base da lâmina. A palavra “Ninja”. Naquele momento eu não tinha mais dúvidas.

- Talvez você tenha razão… – murmurei baixo, mas em tom alto o bastante para que ele escutasse, ao mesmo tempo eu que procurava pela minha antiga bandana em minha algibeira. – Talvez essa era tenha acabado, mas… mesmo que você esteja certo… – levei a bandana a minha testa, amarrando lentamente a faixa, e quando terminei, o encarei novamente, com o selo ativo, cobrindo a metade direita do meu rosto e com meu olho direito aberto, terminei. – Eu sou um Ninja!

 

 

“Sim! Eu sou um Ninja!”.

“Mas será mesmo que posso me chamar assim? Toda a minha vida eu me fiz essa pergunta, desde a época em que ser um ninja não significava nada para mim.”.

“Eu sei que a minha história não começa nem acaba nessa batalha… na verdade, de um jeito estranho… sinto que minha luta ainda está longe de acabar.”.

“Eu não sou mais um pirralho mimado que reclamava pela falta de atenção do pai… oxalá se eu pudesse voltar a ser… mas não posso.”.

“Não mais…”.

“Como eu já disse, minha história não começa nessa batalha… pelo contrário, ela começa muito antes desse acontecimento…”.

 

 

 

“…

Tudo o que eu via ao meu redor era destruição e morte. Todos os meus amigos estavam caídos, não havia ninguém que estivesse pronto para lutar. Todos nós fomos pegos de surpresa, apenas eu estava ali, com a katana em mãos e tão desorientado quanto um discípulo sem mestre.

Eu sentia medo, isso era mais que perceptivo. Medo de não ser forte o bastante, medo de não ser capaz de vencer essa batalha, ainda mais porque era uma batalha contra o meu maior inimigo: meu próprio medo.

- O seu medo o enfraquece… – mesmo sem ver o dono daquela voz eu conseguia senti-lo, tanto ao meu redor quanto dentro de mim. – E esse seu medo é o que fortalece!

Foi uma fração de segundo, mas foi o bastante para eu sentir um filete de sangue escorrer pelo meu rosto, na linha do meu olho direito, e quando percebi, já era tarde demais.

- Argh!!! – gritei, levando a mão até o ferimento em meu rosto, e aí notei que era bem mais profundo do que imaginei.

- Eu já disse que não é você quem eu quero… eu quero a Raposa! – continuou. – E nem você mera criança, será capaz de me deter.

Não, eu não podia desistir. Eu sou o único que poderia protege-los, eu não tenho escolha… eu…

…”.

 

- Levante Boruto… precisamos ir. – a voz de comando do Sasuke me despertou e praticamente me obrigou a me levantar do futon e mesmo que eu ainda estivesse com sono, sabia que não era sábio -nem saudável- desobedecer o meu mestre.

Quando me levantei, automaticamente olhei na direção da pequena mesa que estava próxima ao meu futon, onde encontrei a minha bandana, além da minha wakizashi, minha bolsa de ferramentas ninja, minha jaqueta e meu casaco, devidamente organizados e guardados.

- Vista-se, sairemos em breve.

- Entendido, shishō… – respondi, vendo-o sair do quarto.

A primeira coisa que vesti foi minha jaqueta, agora levemente “surrada” devido as últimas quatro semanas desde que comecei meu treino com Sasuke. Depois, prendi a minha bolsa a minha cintura, onde guardei minha bandana. Quando terminei, embainhei a wakizashi de cabo marrom e a coloquei nas minhas costas, ao alcance da minha mão e por último, vesti meu cassaco, que era idêntico ao do Sasuke, exceto por alguns detalhes como as duas listras horizontais que estavam na gola e a parte interna, de cor vermelha.

Assim que eu estava devidamente vestido, olhei para o futon novamente e me perguntei que tipo de sonho era aquele. Certamente eu já tive aquele sonho antes, mas não entendia o porquê…

Algumas horas mais tarde, eu e ele estávamos indo rumo ao leste do País do Fogo, saltando entre as árvores e correndo pelos rios. De vez em quando fazíamos paradas para pedir informações ou apenas para descansos rápidos, mas por todo o caminho eu permanecia com minha mente naquele sonho.

- Você parece… distante, Boruto… – Sasuke, como sempre me analisava, como se lê-se meus pensamentos. – Ainda o mesmo sonho?

Eu já havia comentado com ele sobre aquele sonho, é claro, ele já havia notado isso em mim desde a primeira vez que eu tive esse sonho.

- É sim… – respondi, sem desviar o olhar do caminho através das árvores. – Eu não entendo o porquê…

- Quer conversar sobre isso?

Por alguns segundos pensei se deveria conversar, mas achei melhor não fazê-lo.

- Acho melhor não… – respondi, pousando no chão junto com ele. – Para onde nós vamos agora?

- Vamos ao País das Ondas, há algo que precisamos investigar… – respondeu, tomando a dianteira novamente logo em seguida. – Recebi um relatório do Naruto antes de você acordar, aparentemente um comboio comercial que deveriam ter chegado lá na semana passada não foi recebido, então pedi a ele para que investigássemos isso. E é claro que isso inclui você também.

Quando ele falou aquilo, a princípio estranhei, já que eu achei que essa jornada era para o meu treinamento, mas talvez isso também fizesse parte do meu treino, até porque eu sei que o Sasuke nunca aceitaria uma missão sem pensar bem antes.

- E quando chegaremos lá?

- Em breve… está vendo aquela cidade? – ele apontou na direção de algumas casas e prédios que estavam começando a aparecer no horizonte.

- Estou… – respondi, apressando o passo.

- Aquela é a cidade portuária que liga o País do Fogo ao País das Ondas. – explicou, e prosseguiu. – É lá que nossa investigação vai começar.

Levamos apenas mais alguns minutos para chegarmos até a cidade, e mais uns poucos minutos até encontrarmos uma hospedaria.

Encontrar um quarto também não se provou um desafio, mas o que realmente foi difícil, foi tentar decifrar a expressão da recepcionista quando o Sasuke pediu um quarto.

Provavelmente ela deve ter achado que somos pai e filho, talvez por que usamos casacos semelhantes.

Agora, estamos nos preparando para começar a investigação, ao mesmo tempo que eu ouvia as instruções do Sasuke como: usar um henge, além de nomes falsos.

Como ainda não estávamos em horário comercial, resolvemos esperar, cada um de nós fazendo seus preparativos. Ele havia deixado a katana e a algibeira ao lado do futon dele, depois amarrou uma faixa por cima da mecha que cobria o olho dele e quando terminou, voltou sua atenção para um pergaminho, no qual ele começou a escrever alguma coisa. Já eu, apenas retirei o casaco, a wakizashi e a jaqueta, a amarrando em volta da minha cintura, cobrindo a bolsa de ferramentas e parte das minhas pernas. E quando terminei, retirei da bolsa um caderno que eu havia recebido da minha mãe antes de começar essa viagem, e uma caneta, e comecei a escrever…

Hoje faz um pouco mais de um mês desde que comecei essa jornada com o Sasuke, mesmo tendo se passado tão pouco tempo, já me sinto mais forte, mas eu sei que o único jeito de se descobrir se isso é verdade, é quando eu pôr as habilidades que aprendi nessas quase cinco semanas em prática.

Agora estamos em uma cidade portuária que liga o País do Fogo ao País das Ondas, seguindo uma missão dada pelo meu pai. Mesmo sendo a primeira vez que visito o País das Ondas, sinto que esse será apenas um dos locais que eu conhecerei ao longo dessa jornada.

Às vezes fico me perguntando: Como estão meus amigos? Será que eles também estão treinando? E se estiverem, será que eles também estão se perguntando como eu estou?

- Boruto… – a voz do Sasuke me despertou. – Vamos!

 

A única coisa que precisei fazer foi guardar o caderno na minha bolsa e segui-lo, pronto para começar aquela missão.


Notas Finais


Que tal? Olha eu prometo pra vocês que dessa vez eu não dar uma de perdido! Eu resolvi voltar a escrever essa história depois da minha irmã pegar no meu pé para que eu reescrevesse… (irmãs mais velhas °̄-°̄/).

No próximo, eu já vou começar com um pouco de ação- um pouquinho-, e com a investigação…

Ah e quem tiver ideias, podem mandar… não sejam tímidos…

Até mais!


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