História Fated To Love You - Capítulo 34


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jeon Jungkook (Jungkook), Jinyoung, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Agust D, Bangtan Boys, Bts, Chefe, Min Yoongi, Suga
Visualizações 512
Palavras 1.600
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hiiii, heeeeello!
Tudo bem, minhas paçoquinhas lindas? Espero que sim!
Olha só, o capítulo não tá lá essas coisas todas não, esse bloqueio tá destruindo Ebby :(
Mas, enfim, espero que gostem <3

Capítulo 34 - Se tudo fosse fácil...


Fanfic / Fanfiction Fated To Love You - Capítulo 34 - Se tudo fosse fácil...

Pov. Hye Jin

- Kwan, você tem certeza que falou com Yoongi sobre isso? – Questionei enquanto tirava o menino da cadeirinha. Estávamos em frente à mansão do Min após Seungkwan passar a manhã insistindo que necessitava visitar o seu tão amado tio Suga.

Yoongi não havia ido trabalhar naquele dia e eu sabia disso porque Jackson me ligara para avisar que eu não precisaria ir para a empresa, pois o CEO não estaria lá para me supervisionar – Não que ele o fizesse, mas por ordem das aparências vamos fingir que sim –. Eu achava que ele poderia estar doente e, sinceramente, fiquei preocupada, mas não poderia simplesmente ligar para ele para perguntar se estava bem.

E, não, eu não estava usando Seungkwan como desculpa para ver ele.

Okay.

Talvez eu estivesse.

Mas isso não vinha ao caso.

De qualquer forma, aceitei levar meu sobrinho para ver Yoongi. Entretanto, conforme eu chegava ao nosso destino, minha coragem ia se esvaindo. E se nós o incomodássemos? E se ele estivesse doente ou ocupado com algo importante?

Aish, Hye Jin. Você é estúpida.

E o pior é que eu tentei convencer Kwan a desistir da visita, mas foi em vão. Só após eu prometer levar ele para tomar sorvete que o fiz prometer não demorar muito.

Assim, tocamos a campainha da casa do Min, o que para mim foi estranho, já que eu sempre tive a chave até dois anos atrás. Afastei esse pensamento antes que eu começasse a me deprimir, algo quase inevitável.

Ah Ri abriu a porta e pareceu bem surpresa em me ver ali.

- Senhora...? – Ela parecia não saber o que falar, mas Kwan nem deu chance.

- Oi, ahjumma. Meu tio está? – Ele questionou e ela olhou para ele, assentindo. Com a confirmação, o menino entrou em disparada, sem nenhuma cerimonia. – TIO SUGA! – Ele gritou e eu levei minha mão à testa. Aquele ser não tinha jeito...

- Por favor, me diz que o Yoongi não estava dormindo. – Falei para Ah Ri enquanto eu entrava. – KWAN, NÃO SUBA... – Ele nem me ouviu, apenas subiu para o primeiro andar em disparada. – as escadas... – Completei e Ah Ri riu.

- Que nada. O CEO Min estava em seu escritório. E ele já é acostumado com o pequeno Kwan e sua animação latente. – Ela sorriu levemente. – É bom vê-la novamente, senhora... Digo, senhorita Park.  

- É bom vê-la também, Ah Ri. – Sorri e olhei para as escadas ao ouvir sons de vozes animadas conversando. Yoongi logo apareceu trajado em seu pijama habitual, que consistia em uma calça de moletom e uma camiseta qualquer. Aquela imagem, em junção de seus cabelos bagunçados e do sorriso que ele enviava ao meu sobrinho, que estava em seus braços, me fez suspirar inconscientemente e sorrir.

E pensar que, por meses, eu pude acordar com tal imagem ao meu lado...

Engoli em seco ao pensar naquilo. Voltar àquela casa não estava me fazendo bem.

- Oi, Park! – Ele me cumprimentou e eu acenei, sorrindo levemente.

- Tá vendo, tia? Eu disse, o tio Suga não está doente! – Kwan disse em um tom convencido.

- Doente...? – Yoongi indagou, arqueando as sobrancelhas para mim.

- É que... Bem, Jackson disse que você não iria trabalhar hoje, então achei que você pudesse estar doente...

- E resolveu me visitar para ver se eu estava bem? Ah, que fofo, Park! – Ele falou num tom provocativo. Eu sabia que ele só estava brincando, mas não pude evitar corar.

- Olha, a tia tá vermelha! Olha, tio Suga, você deixou a Tia Hye Jin vermelha! – Meu sobrinho apontou para mim e eu cogitei seriamente deixar ele lá e ir embora.

- Enfim! – Me pronunciei, ignorando os risinhos dos dois. – Você acabou de ver seu tio, Kwan. Agora podemos ir tomar sorvete, não é? – Questionei, ansiosa para sair dali.

- NÃO! Tio Suga disse que iria me levar ao parque de diversões, não foi, tio? – O menino fez um bico e o homem assentiu.

- Ah, Kwannie, você vai deixar a tia Hye Jin tomar sorvete sozinha? – Eu fiz uma expressão tristonha que com certeza mexeria com o pequeno. Yoongi estava segurando o riso ao ver aquilo, mas se manteve quieto.

O menino pensou um pouco e depois vi um sorrisinho nascer em seu rosto. Falou algo no ouvido do Min, que arqueava as sobrancelhas a cada palavra proferida. Ele me encarou e parecia um pouco hesitante, apesar de subitamente animado.

- Hum... Você tem que perguntar a ela, Kwan. – Disse apenas e o menino se dirigiu a mim.

- Tia, você pode ir ao parque com a gente e nós tomamos sorvete lá, que tal? – Seungkwan sugeriu, me fazendo engolir seco.

- Ahn... Não precisa, querido. Nós podemos ir outro dia e...

- Mas eu quero ir com os dois! – Ele fez aquele bico de choro típico dele e eu vi Yoongi se desesperar.

- Não faz ele chorar, por favor! – Ele disse apenas movimentando os lábios. Eu sabia que ia me arrepender daquilo, mas...

- Okay, eu vou! – Cedi e Seungkwan gritou animado. Eu olhei para Yoongi, que parecia um pouco desconcertado.

É, seria um longo dia...

~~Y~~

Seungkwan estava andando no vigésimo brinquedo e Yoongi o seguia em todos, tirando inúmeras fotos e fazendo todas as vontades do menino. Era realmente engraçado ver como o Min ficava bobo perto do Kwan. Eles dois realmente tinham uma união linda e ver aquele sorriso alegre no rosto do meu sobrinho era uma das melhores coisas do mundo.

Entretanto, meu coração realmente derretia ao olhar para Yoongi. Eu sentia falta de seu sorriso, era como se ele iluminasse qualquer dia e, após dois anos sem vê-lo, não podia nem descrever o quanto eu me sentia bem vendo seus lábios se curvarem no sorrir gengival mais belo que eu já tive a dádiva de ver. Bom mesmo era se fossem dirigidos a mim...

Suspirei e tirei aqueles pensamentos de minha cabeça quando Kwan veio em minha direção. Eu estava sentada em um banco depois de tanto seguir aqueles dois. Eu não estava nem com sapatos apropriados para andar tanto e meu pé já estava cheio de bolhas!

- Tia, podemos tomar o sorvete agora? – Meu pequeno perguntou, totalmente ofegante. Eu sorri para ele e assenti, vendo-o comemorar com o mais velho.

Assim, logo estávamos os três tomando sorvete naquele mesmo banco. Eu me mantinha quieta, apenas observando os dois enquanto eles conversavam animadamente. Por sorte – e por ser dia de semana. –, o parque estava vazio, o que evitava filas enormes.

Acho que, até o fim do dia, Seungkwan brincara em todos os brinquedos. Fomos também à lojinha e Yoongi comprou aquelas tiaras de animaizinhos para nós. Devo dizer que ele ficara adorável na sua.

Eu não me sentia tão desconfortável assim na presença dele; Na verdade, eu queria muito estar próxima a ele, falar consigo, poder sentir que aquilo não era coisa da minha cabeça.

Dessa forma, passamos o resto daquele dia. Nós almoçamos juntos, passeamos pelo shopping, fomos até o rio Han e tiramos inúmeras fotos. Yoongi e eu até havíamos engatado em conversas animadas, o que fazia uma melancolia até que boa passar pelo meu corpo. Se eu quisesse me iludir, poderia até imaginar que ainda estávamos juntos.

Não que eu tenha feito isso, mas...

Enfim, quando já estava anoitecendo, nós voltamos para casa, o caminho todo sendo regado às falas de Seungkwan. Ele falava sobre tudo para o Yoongi e eu achava isso adorável, principalmente porque o Min parecia realmente apreciar isso. Eles se amavam muito, não havia como negar. E, vendo como o mais velho tratava a criança, era nítido que daria um pai incrível...

De repente, não pude refrear minha mente e precisei ser muito forte para não chorar dentro daquele carro. É como se a ilusão de estar em uma família perfeita tivesse simplesmente se dissipado e eu tivesse voltado para a fria realidade só naquele momento, o que fez meus olhos lacrimejarem e eu precisei respirar fundo para aguentar aquilo.

Yoongi e eu não éramos uma família.

Ele não tinha mais nenhuma ligação comigo.

Eu era apenas a mulher que quase lhe deu um filho e que era digna de pena.

Chegando a casa, Jimin logo veio pegar Kwan, que se despediu calorosamente do tio. Meu humor havia se esvaído por completo, mas uma centelha de calor se acendeu dentro de mim ao ver a cena: Yoongi agachado, sendo abraçado pelo pequeno, enquanto prometia – em meios às súplicas do mesmo para que não fosse embora – voltar logo.  

Quando acabaram de se despedir, meu sobrinho entrou com o pai e deixou que eu e Yoongi ficássemos sozinhos.

- Você está bem? – Ele questionou. Minha mudança de humor não passou despercebida por ele.

- Sim... É só... Tudo muito complicado. E eu meio que cansei de complicações. – Dei de ombros, tentando sorrir.

- Ah, se tudo fosse fácil... – Ele murmurou.

Eu olhei para Yoongi, que me encarava. Havia tanta coisa ali para ser dita, tanta coisa a ser explicada, tanta tensão. E eu queria tanto ele...

Não sei ao certo quando ele se aproximou de mim, quando meu olhar passou para seus lábios ou quando ele começou a acariciar meu rosto. Também não entendo porque, contrariando toda a minha razão, deixei que ele o fizesse. Eu apenas dei por mim quando estávamos a centímetros de distância um do outro. Nossas respirações já se misturavam e eu conseguia sentir seu calor, que hesitava em meio à noite fria, com medo de que eu me afastasse.

Entretanto, nem se eu quisesse, não conseguiria ser capaz de ir a lugar nenhum.  


Notas Finais


E então? hihihihi
sim, eu sou má!
Aaaaaah, gnt, faltam pouquinhos caps pra acabar, tô triste!
Mas logo vcs terão o que querem!
Enfim, vejo vocês no próximo. Beijinhos <3


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