História Fated To Love You - Capítulo 36


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jinyoung, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Agust D, Bangtan Boys, Bts, Chefe, Min Yoongi, Suga
Visualizações 247
Palavras 2.223
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hiiii Heeeeello!!!!
Como vocês estão? Espero que bem!
Primeiramente, esse capítulo foi um dos mais difíceis que já escrevi, então não tenho certeza de estar muito bom, mas espero que vocês gostem e consigam sentir o que eu quis passar
Ah, outra coisa: Escrevi isso ao som de Naked, do James Arthur, e Love Me Like You Do, da Ellie Goulding, então recomendo grandemente escutarem, é meio que a trilha sonora hihihihihi
Enfim, sem mais delongas, aí está o capítulo
Boa leitura 💙

Capítulo 36 - O que você ainda está esperando?


Fanfic / Fanfiction Fated To Love You - Capítulo 36 - O que você ainda está esperando?

Eu suspirei ao sentir Yoongi tocar meu rosto delicadamente, como se a qualquer momento eu fosse me desintegrar. Seu olhar passava por cada traço meu, memorizando-os, o que fazia minha face esquentar e eu fechei os olhos, aproveitando a situação.

Estávamos deitados em sua cama, um de frente para o outro, em silêncio. Não havia palavras para descrever tamanho sentimento que passava por entre nós e sabíamos disso. Também sabíamos que ainda havia uma noite inteira pela frente e que não precisávamos nos desesperar.

Naquela noite, concordamos em esquecer todas as complicações que tanto nos regiam e simplesmente nos assumimos como duas pessoas que se amavam. Eu sei que ele havia dito que não podíamos ficar comigo, mas aquilo nem se passava pela minha mente no momento. Eu só queria aproveitar o máximo possível sua companhia, sem brigas, sem ressentimentos.

- Sabia que eu me lembro da primeira vez que nos beijamos? – Ele questionou, do nada, seu dedo contornando meus lábios lentamente.

- Eu também lembro. Foi no jantar onde conheci sua família. – Murmurei.

- Não. Não foi essa a primeira vez. – Ele disse, me fazendo abrir os olhos. Havia um sorriso distante estampando sua face. Então, ele...? – Sim, eu me lembro de quando dormimos juntos.

- E você nunca me contou?

- Você nunca perguntou. – Deu de ombros, rindo levemente para logo ficar sério novamente. – Quer que eu conte como foi? – Questionou e eu assenti. – Estávamos aqui no quarto. Você havia me acompanhado por ter medo de que eu não chegasse em casa, o que era engraçado, pois você estava tão bêbada quanto eu. – Eu ri de sua afirmação e ele fez o mesmo. – Você havia me contado sobre o que havia ocorrido com Jaebum e eu estava achando aquilo inacreditável, como ele poderia ter simplesmente deixado uma mulher tão maravilhosa pela vadia da empresa? – Yoongi parecia realmente inconformado. – Era um idiota. Enfim... Você estava tentando me ajudar a me manter em pé para que pudesse tirar o paletó e a gravata quando tropeçou nos próprios pés. Eu tentei te segurar, mas acabamos os dois caindo na cama. Foi quando eu olhei em seus olhos e pensei “meu Deus, a mulher mais incrível que eu já conheci está, neste momento, com os lábios a centímetros de mim, os lábios que eu sempre achei maravilhosos...”. Eu sabia que não iria conseguir me segurar e, bem... Não consegui. – Deu de ombros. - Eu te beijei e fiquei bem surpreso quando você me correspondeu, apesar de que eu sempre soube que você tinha uma queda por mim. – Sua expressão convencida me fez lhe dar uma tapa leve no braço. – Mas enfim... Depois do beijo, depois que senti seu gosto, não pude mais me refrear e, sinceramente, agradeço por isso, pois foi uma das melhores noites da minha vida...

- Não exagere, Yoongi... – Eu murmurei, envergonhada. – Era a minha primeira vez, com certeza você já ficou com mulheres mais experientes.

- Realmente, mas nenhuma me fez sentir como você fez. – A sinceridade em sua voz era palpável, exatamente como sua seriedade. – Acredite, Hye Jin, eu ainda tenho guardada em minha memória cada curva de seu corpo, cada arfar, cada beijo, cada sussurro... – Ele olhava em meus olhos, como se quisesse me fazer sentir o quanto o que ele dizia era verossímil. – E, mesmo que um dia eu me esqueça, está cravada em minha alma todas as sensações que você, apenas você, me fizera passar. – Eu alcancei seu rosto com meus dígitos, acariciando-o. Com meu ato, Yoongi fechou os olhos, pegando minha mão e beijando a palma ternamente.

- Eu posso não lembrar aquela noite. Mas não permiti que nenhum homem se aproximasse de mim como você fez, pois, como eu disse, nenhum é você. Nenhum vai me desarmar tanto, nenhum vai conseguir fazer o que você faz comigo. Você sempre vai ser o único, Yoongi, mesmo que não queira ficar comigo... – Na última parte, eu apenas sussurrei, doía demais admitir.

- Ei, quem disse que eu não quero? Ficar com você é meu maior desejo, Park. Eu só não posso...

- Por quê? – Indaguei, minha voz começando a se embargar. Ele, ao perceber isso, se aproximou ainda mais, beijando minha bochecha e tocando levemente nossos narizes, sempre mantendo os olhos nos meus.

- Não vamos pensar nisso hoje, por favor. – Pediu, a voz sussurrada saindo como uma súplica. – Amanhã, quando você seguir em frente, eu quero lembrar-se disso tudo, lembrar como é te ter tão próxima, como é te tocar e sentir como se você pudesse ser minha.

- Eu já sou sua. Isso é uma verdade absoluta, Yoongi.

Ele não disse nada, apenas se aproximou lentamente, tirando alguns fios do meu rosto e, por fim, me beijou. Ao tocar de seus lábios nos meus, foi como se uma tensão simplesmente deixasse meu corpo.

Foram dois anos.

Dois anos de uma saudade angustiante dissolvidos em apenas um ato. Sentir seu gosto outra vez era indescritível e todas as células de meu corpo reivindicavam por mais, mais dele, mais de seu calor, mais das sensações que só ele conseguia me fazer sentir.

Eu precisava de Yoongi, já havia esperado tempo demais.

Minhas mãos se afogaram nos cabelos macios enquanto eu o puxava ainda mais para mim, fazendo com que ele se colocasse sobre mim. Yoongi suspirou quando eu puxei seus fios e ele fez questão de apertar minha cintura. Por mais que estivéssemos sedentos um do outro, a voracidade dava lugar à ternura. Era um ósculo lento, profundo. Explorávamos a boca um do outro com destreza, como se fosse a primeira vez.

Eu não me importava que aquele fosse um ato incerto e que, se eu me entregasse para ele, corria o risco de me machucar ainda mais no dia seguinte. Para mim, realmente não importava, minha cabeça estava girando e eu não conseguia pensar mais claramente, só queria que ele me pleiteasse como sua de uma vez por todas.

Logo, suas mãos foram passeando pelo meu corpo conforme sua boca encontrava novos caminhos para trilhar. Queixo, bochecha, pescoço, lóbulo, clavícula... Senti seus lábios em todos eles enquanto seus dígitos desbravavam minhas curvas, as apertando, como se para certificar que eu estava ali de verdade.

- Você tem certeza? – Ele sussurrou, me dando a última chance de desistir.

- Eu já disse que sou sua. O que ainda está esperando? – Questionei, tocando seu rosto. – Apenas me ame como só você é capaz de fazer...

Ditas aquelas palavras, Yoongi mudou nossas posições, sentando-se na cama e colocando-me em seu colo. As nossas respirações já eram ofegantes, mas ele fez questão de se manter calmo e me encarar com aqueles olhos penetrantes. Sua mão foi à minha nuca e eu precisei cerrar os olhos enquanto ele trespassava lentamente os dígitos pelo meu pescoço, passando pela minha clavícula e chegando aos primeiros botões da minha camisa. Ele os desabotoou lentamente enquanto a minha mente viajava na escuridão das orbes negras que me fitavam com uma intensidade inefável.

Senti sua boca desbravar meu pescoço outra vez, agora com a liberdade de ir ao meu colo e até a barreira que o sutiã apresentava. Seus beijos molhados, para mim, tão íntimos, faziam minha pele arrepiar e ele percebia, pois se demorava nas partes mais sensíveis, no intuito de atenuar aquelas sensações. Meus dedos, afogados nos fios negros, acariciavam a nuca alheia, o que causava leves tremores nele.

Logo, sua camisa teve o mesmo destino que a minha e ele tomou meus lábios outra vez, agora com mais urgência. O zíper da minha saia foi aberto e, em um impulso, eu estava sob Yoongi novamente. Nossas peças inferiores em seguida encontraram o chão.

Eu não tive tempo de assimilar nada, pois selares foram espalhados pelo meu corpo, agora semidesnudo. O caminho tortuoso que a boca dele fazia era como um rastro de fogo na minha pele já em alta temperatura. Seus dentes roçavam por ali, ensaiando mordidas fracas, mas que me faziam estremecer.

Seios, abdômen, cintura, quadris, e, por fim, meu ventre... Ao chegar neste último, o Min se afastou um pouco e segurou minha peça íntima, me expondo para si. Eu poderia me sentir envergonhada, talvez devesse, pois, em minha memória, seria a primeira vez que ele me veria nua. Entretanto, seus olhos me olhavam com tanta brandura e suavidade que fizera sair de mim qualquer resquício de vergonha, dando lugar a uma euforia latente e um calor que corria em minhas veias sempre que meu coração pulsava, clamando pelo homem que eu amava, clamando por ele.

E então, seus lábios me tocaram, o mais intimamente possível, e eu senti fervilhar em mim o meu desejo por Yoongi em sua mais pura forma, recaindo sobre mim como uma descarga elétrica. Seus atos eram similares aos beijos que tanto tiravam meu fôlego, ele parecia saber exatamente como fazer minha razão ir ao espaço e como me fazer suplicar em forma de gemidos.

Era uma sensação nova para a minha mente, mas uma aura de familiaridade banhava todos os meus sentidos. Ele já havia me feito sentir daquela forma e meu corpo lembrava perfeitamente, mesmo que não estivesse em minha memória. Cada toque, cada beijo, cada movimento seu, estava cravado em meu subconsciente o que, de certa forma, aumentava ainda meu êxtase.

Foi quando uma explosão me atingiu em cheio, indo de meu âmago para todas as minhas terminações nervosas, levando-me ao ápice do prazer. Seu nome saiu de meus lábios como uma lamúria deleitável que preencheu o quarto. Meu corpo parecia ter sido tragado por um frenesi de sensações distintas e indescritíveis que eram inigualáveis.

Trêmula, ainda inebriada, eu consegui me sentar na cama, tendo um Yoongi de lábios avermelhados e cabelos emaranhados a me fitar. Tive o prazer de contemplar ele tirar a ultima peça de seu corpo, fazendo-me vê-lo por completo, pela primeira vez.

E, meu Deus, ele era muito mais perfeito do que jamais imaginei.

A pele alva e imaculada, os músculos definidos, mas não tão fortes, a leve camada de suor que o fazia reluzir, os olhos que, em contrapartida a pele, se encontravam tão negros que me faziam estremecer.

- Se você continuar me olhando assim, não serei capaz de me segurar... – Ele disse, ficando a centímetros de mim, as orbes reluzindo em desejo.

- Então, não se segure. – Falei, trazendo-o para mim novamente, sentindo o gosto de seus lábios. Minhas mãos agora faziam os papéis que as suas outrora exerciam em meu corpo: cada pedaço daquela pele branca fora acariciado por meus lábios e dígitos até que, guiada pela minha curiosidade e minha saudade, eu o toquei. Ouvir um arfar sair da boca do homem, acompanhado do meu nome em forma de gemido foi uma das melhores coisas que já tive o prazer de vivenciar. E, deixando-me guiar pelos instintos, o compensei pelo que ele causou em mim.

No entanto, houve um momento em que não fomos mais capazes de refrear a volúpia gritante que corria por entre nós. Assim, nos tornamos um. Ele tomou meus lábios para si, abafando os gemidos que saíram em razão do encaixe mais que perfeito entre nós. A sensação de tê-lo em mim era como o último nível para a certeza de que, sim, eu era dele. Cada pedaço do meu corpo, cada célula, cada parte do meu coração e alma, tudo era dele.

Ele era tudo. Era minha luz e minha escuridão. Era a cura para a dor que senti por tanto tempo, mas também era a causa dela. Era simplesmente a única coisa que eu queria tocar pelo resto da minha vida e eu não imaginava que essa sensação poderia ser tão forte.

Yoongi era, como eu já havia constatado, minha incerteza. Ele simplesmente era de ir e vir, podendo me levar ao paraíso e ao inferno ao mesmo tempo. Cada pedaço dele era uma preciosidade que eu não encontraria em mais nenhum lugar, mas que nem sempre estaria disponível.

Nossos gemidos se entrelaçavam no quarto como uma sinfonia entorpecedora enquanto nos movimentávamos em nosso próprio ritmo, sem pressa, sentindo por completo um ao outro. Toques, sussurros, beijos, todos os nossos atos impulsionavam ainda mais todas as emoções que sentíamos. Minha cabeça girava e eu simplesmente não pensava mais claramente, simplesmente queria que ele soubesse que tinha tudo de mim.

Yoongi entrelaçou nossas mãos e eu as apertei, recebendo um sorriso torto tão apaixonado que me fizera sentir a mulher mais amada do mundo e eu não duvidava que isso fosse verossímil. Ele me amava, eu sabia disso, eu sentia, não havia como negar.

Assim como eu o amava, incondicionalmente.

Não sei quanto tempo se passou, poderia ser um segundo ou 1000, eu não tinha mais nenhuma noção. Não havia tempo, não havia mundo lá fora, apenas eu e ele. Como um só.

E, exatamente como um só, chegamos ao ápice juntos. Gemidos entrelaçados e respirações descompassadas. Meu pulmão doía, mas era uma dor boa. Ele poderia levar meu ar, não ligava, nada importava naquele momento.

Na espera da respiração normalizar, nossas testas estavam coladas, as respirações se fundindo, os corpos ainda unidos e os olhos cerrados.

- Eu... Amo... Você... – Ele sussurrou com uma voz rouca e dificultada pelo ofegar. Eu sorri ternamente e o beijei. – Nunca se esqueça disso, borboleta. – Yoongi se pôs ao meu lado e me puxou para si, aconchegando-me em um abraço seguido de um selar casto em minha testa.

Eu poderia jurar que, pela primeira vez em dois anos, senti que estava no lugar certo, senti que estava em casa.

Min Yoongi era minha casa.


Notas Finais


AEEEEEEEEE FINALMENTE, NÉ NÃO?
E então???
O que acharam????
Digam pra tia Ebby 💙
Até o próximo!


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