História Fator Da Atração - Capítulo 10


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Enzo, Stefan Salvatore
Tags Bonenzo, Bonnie Bennett, Enzo, Hot, Romance, The Vampire Diaries, Tvd
Visualizações 21
Palavras 1.942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha eu aqui de novo trazendo mais um capítulo quentinho, espero que gostem ❤

Capítulo 10 - Capítulo 10


Assim que entraram, Enzo jogou as chaves sobre a mesa da cozinha. Estava tonto de desejo.

— Você tem açúcar das rosquinhas no canto de sua boca, Bonnie.

— Tenho?

— Sim, tem.

Os lábios dela eram tão macios e suaves sob a boca de Enzo quando ele inclinou a cabeça e se aproximou de Bonnie para provar toda aquela doçura que, Deus, nada tinha a ver com o açúcar em seus lábios. Quando ela abriu a boca para falar — gemer? respirar? -, ele tentou aprofundar o beijo, mas Bonnie o afastou.

Enzo abriu os olhos e reconheceu, na expressão de Bonnie, insegurança. O que estava acontecendo, afinal? Estava indo muito rápido? Ou não rápido o bastante? Uma urgência súbita o atingiu. Não lhe dê tempo para pensar. Ele a puxou de volta contra seu peito.

— Bonnie.

Com algo perigosamente próximo ao desespero, ele correu as mãos por baixo da roupa de Bonnie, encontrando o cetim suave e sua pele morna. Desabotoou-lhe o casaco e tirou-lhe a blusa sem parar de beijá-la, com medo de ser recusado como da última vez. Correu as mãos pelo sutiã de renda de Bonnie e sorriu. Ela usava as coisas mais femininas, e isso sempre o encantara. Com dedos hábeis, passou as mãos pelas costas dela e abriu seu sutiã, revelando os seios redondos e fartos. Ela era linda. Bonnie sentiu a boca de Enzo percorrer seu pescoço, seu colo, alcançando seus seios e enfim sugando gentilmente seus mamilos. Sentindo que por um momento ela hesitava, ele a beijou novamente e depois encontrou o olhar dela.

— Há apenas nós — murmurou, sua voz rouca, suas mãos nas costas dela, os olhos cheios de desejo.

— Enzo... eu...

— Apenas nós, amor, nada mais importa, nada.

— Apenas nós — sussurrou ela, e ele ouviu o tremor em sua voz rouca.

— Apenas nós, querida. Quero você, Bonnie. Eu adoro você, senti sua falta. — Afastando-se por alguns segundos, apenas para arrancar a camisa por cima da cabeça, Enzo voltou a atenção para o botão da calça dela.

Empurrando o jeans por sobre seus quadris e suas coxas, ele pôde finalmente sentir a pele suave e lisa de suas pernas. Eles deslizaram juntos para o tapete, em uma coreografia amorosa e delicada que ambos esperaram tempo demais para reencenar. Enzo beijava cada centímetro da pele dela com ardor, em um emaranhado de membros e respiração pesada.

— Bonnie, Bonnie... — gemia ele, acariciando aquele corpo maravilhoso, ouvindo os barulhinhos que ela fazia em seu ouvido, acariciando os cabelos negros e brilhantes de seu amor.

Em um movimento fluido, Enzo usou seus lábios para percorrer o corpo dela, barriga, quadris, até abrir suas pernas, colocando-se entre elas. Bem ali, onde a desejara. Onde sonhara tê-la. Quantas vezes acordou excitado, alterado com essa imagem, desejando provar o gosto dela novamente, ansiando por acariciar até que ela fizesse de seu nome uma oração, até que, pronta, implorasse por ele?

— Você é tudo de que eu me lembro Bonnie, e ainda mais.

Ela tremeu ante o olhar dele e houve um instante de absoluta calma, como se estivessem juntos na borda de um vulcão prestes a entrar em erupção.

Bonnie se rendeu ao desejo que fazia todo o seu corpo vibrar, entregando-se completamente a Enzo, à fome avassaladora com que a boca dele a tomava, cada batida de sua pulsação ecoando por seus ossos, marcando um ritmo ancestral de desejo, de paixão. Puxando Bonnie para si, Enzo mergulhou a língua dentro dela, uma perversa e deliciosa tortura, seus dedos enterrando-se em sua pele quando ele apertou seus quadris para mantê-la parada. Enzo a fez sentir como se um vaso de cristal se estilhaçasse em seu peito de novo e de novo.

— Você é incrível, sabe disso? — disse ele, observando-a quando ela abriu os olhos para olhar para seu corpo, para ele, ainda zonza com a força do clímax, com o nome dele ainda em seus lábios.

— Enzo... — Ela agarrou seu cabelo, seu queixo, arrastou-o para cima dela.

Ele se livrou de seu jeans da forma que pôde, murmurando o nome dela, enquanto ela o ajudava com botões e elásticos e o encontrava intumescido, pronto, quente ao toque. Ela acariciou sua masculinidade, fazendo-o gemer alto. Enzo precisava tê-la. Precisava explodir de prazer dentro dela, e logo. Esticando a mão para o jeans recém- desprezado, ele alcançou o bolso de sua calça e pegou uma embalagem de sua carteira, que abriu com seus dentes.

Bonnie teve um momento de pânico. Eles nunca haviam usado preservativo, ela não tomava pílula. O que seria dela se ele a engravidasse novamente? Enzo notou a dúvida em seus olhos, apesar de nem sequer sonhar com a gravidez que ela tivera, tantos anos atrás. Ele sentiu o momento em que ela tentou se afastar dele. Passou a mão suavemente por seu rosto.

— Está tudo bem, amor. O que quer que esteja pensando, não pense. Nada de mal irá acontecer, eu prometo, meu amor. — Sua mão deslizou gentilmente pelo pescoço dela. — Preciso de você esta noite. Desejei fazer isso com você desde aquele primeiro dia em seu quarto.

Em resposta, Bonnie entreabriu os lábios para o beijo dele, sentindo enquanto Enzo deslizava para dentro dela tornando-a completa e arqueando o corpo para encontrá-lo.

Ela o esperara tanto, por tanto tempo, ela o quisera tanto, desejara aquele encontro, aquela entrega, aquela emoção. Juntos encontraram o ritmo de seu prazer e nada poderia ser melhor do que aquilo.

— Fique comigo, bon — pedia ele, como se temesse perdê-la, como se temesse que aquilo acabasse.

Mantendo seus olhos nos de Enzo, ela o recebeu como se tivesse nascido para ser dele e apenas dele, golpe a golpe, mais rápido, mais rápido até que a razão desapareceu e qualquer pensamento tornou-se impossível, e tudo o que importava eram os corpos deles tornando-se um só.

Horas depois Bonnie acordou vagarosamente com o calor não familiar de outro corpo ao lado do seu. Abriu os olhos para vê-lo dormir. Relaxado, como um deus satisfeito por ter exercido seus deveres divinos.

Na noite anterior, haviam lanchado qualquer coisa que encontraram na geladeira, antes que voltassem para a cama para fazer amor novamente. E, nas primeiras horas da madrugada, ele a acordara, cheio de desejo, mais uma vez. Bonnie tinha a impressão de que jamais se cansaria do corpo dele, que jamais deixaria de querê-lo.

— Bom dia — disse ele, com a voz rouca. — Eu ganho um beijo?

— Depende... — disse ela se aproximando, apenas para sentir que, Deus do céu, ele estava pronto para ela mais uma vez — ...do que você está oferecendo como café da manhã.

— O que você tem em mente?

Bonnie sabia, apenas por sentir o olhar sensual que ele lançou a ela, que Enzo estava oferecendo a si mesmo como parte do cardápio, e pressionou seus lábios abertos sobre os dele.

— Hum... — Outro beijo na curva quente do pescoço dele. — Preciso de alguma sustância antes de irmos para outro round. Café fresco, morangos... e pãezinhos quentes.

Ele piscou.

— Que tal dois de três?

— Hum... — Ela desceu os lábios sobre o ombro dele, mordiscou-lhe o lóbulo da orelha e riu quando ele gemeu. — Farei um trato com você. Preparo o café e lavo os morangos se você for buscar os pães. Vi um minimercado ontem perto daqui com uma padaria.

Uma expressão dolorosa cruzou o rosto dele.

— Você tem certeza de que quer comer primeiro?

Como resposta, ela se arqueou por cima dele, esfregando-se nele, provocando e excitando-se no processo.

— Chame isso de suborno.

— Alguns diriam que isso é ilegal, amor. — Rápida como um chicote para alguém que tinha acabado de acordar, a mão dele desceu por entre as pernas dela. — Você ainda quer pãezinhos primeiro? — Ele mergulhou um dedo dentro dela, bem fundo, depois o retirou, deslizando-o pelo botão inchado e úmido.

Foi a vez de Bonnie gemer.

— Sim... — A palavra saiu em um suspiro e não soou nem um pouco convincente.

Dois dedos. Três. Mergulhando e retirando, oh, tão devagar, fazendo preguiçosos círculos e criando uma quente e úmida fricção que prometia fielmente levá-la para o paraíso...

— De açúcar e canela ou com cobertura?

Suas coxas se abriram, e ela se arqueou sob a mão dele.

— Açú... car... Oh... Você... Não... Joga... Limpo.

— Certo. Eu admito que isso não é justo. — Ele parou repentinamente de acariciá-la e, sorrindo, apoiou-se no cotovelo, o canalha, quando se inclinou para puxar um mamilo entre os dentes.

Aquele era um homem mau.

— Acho que vou caminhar, então - disse ele com um sorriso, pegando sua calça -, fazer algum exercício.

— Você não presta, Enzo!

— Volto já, querida. Faça o café.

Quando ela ouviu a porta da frente se fechar, sentou-se, jogou as pernas para fora da cama, respirou fundo três vezes e ordenou a si mesma esfriar sua excitação temporariamente. Faça café.

Com preguiça de ir procurar suas roupas na sala, onde aquela noite deliciosa começara, Bonnie inspecionou o guarda-roupa de Enzo, escolhendo uma grossa camisa de flanela para vestir. Foi até a cozinha e colocou a cafeteira para funcionar. Enzo chegou assim que o café ficou pronto. Ele colocou uma caixa cheirosa de pãezinhos sobre a mesa e guardou seu celular no bolso.

— Bem a tempo.

— Para quê? — respondeu ele, sua voz cheia de significados.

Enzo se colocou atrás dela enquanto ela servia café, deslizando as mãos por sua barriga e seus seios.

— Hum... Você cheira bem.

— Estou usando sua camisa — pontuou ela.

Ele subiu a parte de trás da camisa e ela ajeitou seu traseiro nu contra a ereção coberta pelo jeans. A sensação da pele nua contra o tecido era incrivelmente excitante.

Deu a ele um olhar sexy por cima do ombro.

— Venha, vamos para a mesa. Eu preciso comer homem de Deus!

Ele sorriu e beijou sua mão.

— Meus pais ligaram. Eles voltaram de viajem ontem e não entenderam por que meu telefone estava desligado.

— Como está seu pai?

— Bem melhor.

— O que você disse a eles? Sobre o telefone desligado, digo.

— Que estive atado a uma mulher nua a noite toda e que ela não me deixou usar o telefone. — Deu-lhe um alegre beijinho no rosto. — Eu me encontrarei com eles para um café em uma hora.

Bonnie colocou açúcar no café de Enzo, concentrando-se em esconder um desapontamento que não tinha direito de sentir, e então se afastou para pegar a manteiga.

— Então é melhor que eu vá embora.

— Não. Não, Bonnie, de jeito nenhum — disse ele, como se considerando suas palavras. — Se bem que eles provavelmente vão querer vir em algum momento para ver o apartamento...

— E você não me quer aqui. — Nem ela queria estar ali. Sorriu, mas pareceu tão frágil como vidro. — Tudo bem, Enzo. Sério, não desejo exibir meu traseiro nu para seus pais.

— Ei... — Ele afastou o cabelo do rosto dela. — Lamento, esse foi o melhor encontro de todos.

A noite deles tinha acabado.

— Tudo bem, preciso de um tempo de inatividade e também dormir um pouco, tomar banho. Você tem que ver seus pais, Enzo. Eu entendo. Sério — assegurou, vendo a dúvida nos olhos dele.

— Fique para o café — ele pediu, suas mãos ainda no cabelo dela.

— Obrigada, mas não, obrigada. — Ela sorriu novamente, e aquele sorriso a rasgou por dentro; obviamente, Enzo nem ao menos havia considerado apresentá-la para a família dele. — Tenho certeza de que você vai querer arrumar o apartamento antes de sair... — Fazer a cama, arejar o quarto, jogar fora as embalagens de preservativo. — Por isso vou embora assim que me vestir.

Encare isso, Bonnie, disse a si mesma. Não há compromisso nisto, é só um relacionamento sexual. Você não quer se envolver com a família dele. A família dele sempre virá antes de você.


Notas Finais


Coração partido aqui 💔
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