História Favorite Songs - Capítulo 4


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Categorias EXO, Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chanyeol, Jaemin, Jeno, Jisung
Tags Exo, Nct, Nomin
Visualizações 164
Palavras 1.206
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 4 - The One that may Kill


Fanfic / Fanfiction Favorite Songs - Capítulo 4 - The One that may Kill

Do que você tem mais medo?


Quando eu era pequeno, tinha medo de perder as pessoas que mais amava. O tempo passou e eu descobri que eu não devia amar ninguém, assim quando elas morressem, eu não precisaria ficar de luto para eles. 


Bem, talvez algumas vezes eu chore, mas nunca é por causa de amores. Entendo quem ama, é difícil não ter sentimentos. Eles te atingem como um milhão de facas, Jaemin Na.


Procuro o melhor método de te matar, sabia? Eu poderia te esfaquear diversas vezes e te deixar sangrando na cama. Ou simplesmente eu poderia te sufocar. Qual você iria preferir? Eu não faço a mínima idéia.


Apesar de tudo, ainda tenho semanas para fazer isso tudo. Tenho um bom tempo para decidir qual método irei usar para te destruir, como sua mãe fez com meu pai. Talvez eu saiba que meu pai não devia ter a estuprado, mas eu ainda o vingarei. É meu pai.


É isso que o amor deixa em você. O sentimento doloroso de querer vingança a todo custo. E eu não irei parar, até conseguir a minha.



Eu precisava fazer algo. Eu sabia que ele podia estar ao meu lado naquele momento, mas eu não me importava. Peguei o notebook que havia ganhado de um tio, aquela velharia vagabunda. Ele morava numa casa isolada de todo mundo, acho que entre as colinas que cercavam nossa cidade. Ninguém nunca ousaria ir para lá.


Peguei meu caderninho de anotações e passei a marcar. Fiz diversas anotações sobre casos reais de pessoas que foram perseguidas e as semelhanças entre esses casos.


A xícara de café que eu havia feito anteriormente já havia esfriado. Ela ficaria ali por muitos dias, já que aquele simples líquido ainda salvaria minha vida.


Quando eu fui me levantar para ir dormir, eu o encontrei. Não o olhei nos olhos, pois sabia que seu rosto estava coberto.


Senti uma leve pancada na cabeça, na hora. Ao levar as mãos até meus fios e olhar para os dedos, apenas vi sangue.


Depois disso, não me recordo de mais nada até acordar.



Ao abrir os olhos, soube que não estava em casa. Minhas pálpebras pesavam mais que o normal e para me levantar foi um grande esforço. Quando consegui, fui caminhar em direção à escada porém foi em vão, acabei colidindo contra o chão. Estava preso à uma mesa.


— É inútil fazer isso, JaeJae. Eu já tentei um milhão de vezes. — naquele momento, eu encontrei um garoto de cabelos negros, aparentando estar cansado pelas olheiras em seu rosto. Seus olhos se conectaram com os meus, como havia feito antes. — Eu não aguento mais ficar aqui. Ele vem todos os dias e me dá comida, mas eu sinto saudades de casa.


Renjun. Era por isso que ele não estava indo às aulas. Eu devia ter pensado nisso antes, claro. Eu era o melhor aluno no colégio em que estudávamos. Acho que depois do estrago que causamos ali, nunca vão nos deixar estudar de novo.


— Ren... Me desculpa. Eu não sei mais o que fazer. Eu acabei de descobrir que tem um homem morando embaixo da minha cama e querendo me matar. Eu não sei o que está acontecendo.


Bem, eu não disse tão formalmente, mas, acho que é melhor editar isso para as crianças que estão lendo, certo? A versão que eu e Renjun sabemos é bem mais “Caralho, meu irmão. Tem um maníaco querendo me matar e eu acho que ele é um pedófilo maníaco que quer praticar necrofilia comigo”. 


— Eu sei, Jaemin. É bom ter alguém pra conversar aqui, sabia? Não sabia que ia ser meu ex, mas quando “ele” te jogou aqui, todo ensanguentado, fiquei feliz de saber que era você. Digo, não feliz, já que eu tive que cuidar dos seus ferimentos, mesmo sem saber muita coisa.


É, esse era o Renjun que eu conhecia. Sempre falando mais que a boca. Eu gostava desse detalhe nele.


— Onde estamos? Você tem alguma idéia? Digo, podemos estar em uma floresta, dado pelo silêncio.


— Estamos em baixo da escola, Jae. Em baixo da porra do nosso colégio.


A única coisa que veio na minha mente era “Que filho da puta!”. Eu sabia que era lá onde Renjun e Chenle se encontravam todos os dias depois da aula, por ter sido desse jeito que descobri o relacionamento de ambos.


— Me desculpa por ter deixado você daquele jeito. — o mesmo começou. — Eu não sei porque estou com o Zhong, eu não sinto nada além de amizade por ele e...


— Renjun, pode me fazer o favor de calar a boca? Estamos presos nessa porra de mesa, eu estou sendo ameaçado de morte e você quer falar de sentimentos como se isso fosse um filme ruim? Renjun, acorde. Meu nome não é Emma e não tem um Ghostface. Tem um tipo de serial killer embaixo da minha cama me ameaçando por áudio e você realmente quer falar sobre eu ter pegado o Zhong te beijando no dia em que terminamos? Vai se foder, por favor, eu vou tentar dar o fora.


Enquanto ele fazia um discurso sobre as vezes que ele tentou sair, observei cada local do porão onde estávamos. Isso parecia ser um arsenal. Haviam diversas armas de todos os tamanhos possíveis ali. Eu precisava dar um jeito de sair.


Quando ele começou a falar sobre o quanto estava feliz por estar ali comigo nos próximos dias, o cortei, me deitando no piso mal feito e chutando o pé da mesa, observando a mesma cair. Nosso corpo se levantou com o impacto, porém deu para eu puxar a algema para baixo, correr até uma das armas e atirar contra a fechadura, vendo a mesma cair.


— É, eu não havia pensado nisso. — Renjun disse. Repeti o gesto na algema dele.


O mesmo pareceu animado por conseguir sair daquele local que parecia ser um inferno para ele.


Subimos a escada lado a lado, porém apenas eu segurava uma arma entre minhas mãos. Nunca havia feito aquilo antes, mas o garoto havia me dito que era uma simples pistola. Bem, não era roubo se eu não estava parando a pessoa e pedindo pra ela passar a arma.


— Vai pra casa, Renjun. Descanse bem. — disse, encarando os corredores vazios e escuros. — Falte na escola e fuja pro mais longe possível.


— Mas e você, JaeJae? Não posso te deixar aqui correndo risco de vida. — o mesmo se aproximou de mim.


— Eu tenho assuntos pendentes com alguém, vai embora.


Renjun se aproximou e beijou meus lábios, pela primeira vez em meses. Não tive reação, já que Chenle era meu amigo. Porém ele parecia gratificado por ter o feito.


— Eu promrto que vou ser o cara perfeito pra você. — terminou.


— Romanticozinho do caralho, tem como você me obedecer? — tive de mostrar mais autoridade. Não podia me derreter naquele momento.


O garoto saiu correndo para fora do colégio, longe do pesadelo de dias. Senti pena dele, por dentro. Mas agora, eu não podia.


— Você quer tirar tudo de mim, mas eu ainda tenho algo. Tenho minha coragem. — vociferei, sabendo que ele me escutaria. — Pode vir, Escondido. Eu não tenho medo de você.


Jaemin morre de medo do escondido. Porém eu não tinha medo.


— Venha se conseguir me enfrentar, seu monstro. Ou eu, Jaeseok, te mostro o que é medo.


Notas Finais


Foi um esforço escrever esse capítulo, já que não estava inspirado. Mas sinto que foi um bom capítulo pra história, já que marcou o primeiro "duelo" entre o jaemin/seok e o escondido.

Xoxo, Ari.


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