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História Favoritos da Morte - Capítulo 1


Escrita por: TsukiHime0713

Capítulo 1 - Capitulo único


Noite de 15 de fevereiro de 2012.

 

Mortes estranhas acontecem.

Eu e mais três amigas resolvemos investigar.

Vamos até uma biblioteca para tentar descobrir algo e encontro um jornal no chão falando exatamente do que procurávamos.

Falava sobre uma menina que aparecia de tempos em tempos, causando a morte de três pessoas a cada quatro anos. Menina esta que deveria estar morta.

Descobrimos o cemitério em que esta menina vivia e fomos todas juntas até lá.

O cemitério era sem muros, cercado por uma cerca baixa de ferro ornamentado, sendo possível visualizar toda a área interna sem problemas. Um gramado verde cheio de lápides.

Encontramos a garota sem precisar entrar no cemitério. Ela era baixa, magra, cabelo comprido liso e negro, pálida e de vestido branco longo.

Questionamos ela sobre o porquê dela matar pessoas. A menina nos explicou que ela apenas estava cumprindo uma tarefa que tinha recebido da Morte. Ela deveria tirar a vida de três inocentes de sangue para a Morte, caso contrário, ela morreria.

(A razão dessa tarefa, é que: a Morte escolhia de tempos em tempos, um inocente de sangue para ceifar no lugar dela outros três inocentes, onde o terceiro, além de ser ceifado pela própria Morte, também era o inocente que ela escolheu para a tarefa. Tudo isso para que a Morte obtivesse longevidade e juventude.)

Sabendo agora a razão que levava a menina-fantasma a matar, minhas amigas e eu conseguimos convencê-la de que ela já estava morta, considerando o lugar onde ela morava: um cemitério. Ao perceber isso finalmente, a menina parou de matar.

 

Encontro-me hipnotizada pela Morte, – já que havia sido escolhida como próxima “favorita” dela – estava afiando uma espada que eu usaria para ceifar a segunda vitima, quando o mesmo grupo de amigas que me acompanhou no começo me despertaram do transi.

Após isso, a Morte (uma criatura estranha de corpo humanoide negro como carvão, rosto semelhante a uma mascara branca sem muitos traços, e roupas escuras, feitas de trapo ou apenas extremamente velhas) tenta me capturar mesmo sem eu ter tirado a segunda vida para ela.

Na tentativa de fugir dela, entro em uma casa (que nunca vi na vida) e saio batendo as portas dos cômodos que eram interligados de maneira a formar um “corredor de cômodos”, com a Morte logo atrás de mim, amassando cada uma das portas fechadas. Dando-me assim um pouco mais de tempo para correr, e conseguindo sair da casa e trancar a última porta antes dela me alcançar.

Enquanto a Morte tenta forçar a porta pra sair e me pegar, um homem desconhecido se aproxima e me diz que quer entrar na casa. Tento convencê-lo de não entrar o avisando do perigo, mas ele me ignora e abre a porta mesmo assim. Sendo ele pego pela Morte em meu lugar.

Eu estava salva. Uma senhora aparece e começa a explicar: “Como a maioria dos inocentes escolhidos faz parte de nossa família, isto ficou como nossa tarefa. Mas, como o senhor foi pego no lugar dela, agora é a sua família que será encarregada desta tarefa.

Ao mesmo tempo em que ela dava essa explicação, a parede externa entre a entrada e saída da casa, cheia de pequenos azulejos que continham em cada um o desenho de um brasão que representava a minha família (sendo um azulejo para cada geração), em um efeito de onda (virando cada um dos azulejos) que partia da entrada da casa até a saída, alterava o desenho do brasão da minha família para o brasão representante da família do homem levado em meu lugar.

Alterado o último azulejo ao final da explicação da senhora. A caveira que era o centro da nova imagem se converte na empunhadura de uma espada de dois cumes que se divide em três, com cada uma assumindo uma cor diferente: bronze, ouro e prata. Sendo uma para cada inocente de sangue a ser ceifado.

O homem levado em meu lugar aparece empunhando uma das espadas e dirigindo-se à cavalo para uma batalha de uma possível guerra.

 

Me encaminho e entro em uma ruina de castelo com uma nascente dentro, onde também acho minha mãe sentada no gramado do morrinho acima da lagoa cristalina, cheia de algas e corais/pedras coloridos no fundo, formada pela nascente; meu primo JF ainda bebê e sem saber andar na beira da agua; e sua irmã MF um pouco mais afastada dele.

Estão todos tranquilos, até que eu vejo a Morte. Percebo o interesse dela no JF e me aproximo um pouco questionando-a sobre o porquê dela estar lá. E ao mesmo tempo, tento fazer com que MF afaste o irmão da beirada por gestos. Além da MF me dar trabalho para entender o que eu queria que ela fizesse, ela quase mata o irmão mais novo lhe apertando o tronco.

Percebendo isso a Morte, ela arranca o JF da MF e mergulha no lago o abraçando. Corro e pulo na agua para salvá-lo, mas não enxergo nada. Subo para tomar ar e mergulho novamente com a visão clara dessa vez, indo direto até o fundo da lagoa onde a Morte segura o JF. Tiro-o dela jogando a Morte longe e subo a superfície a tempo de salvar o meu primo mandando-o respirar.

Antes de alcançar a margem, a Morte me puxa pra debaixo da agua com o JF ainda em meus braços, mas consigo escapar novamente e entrego o JF pra minha mãe que estava me aguardando ainda em cima do morro que beirava a agua.

A Morte, ao sair da agua, vendo que o JF estava com a minha mãe, – e que graças a dois abortos que ela havia cometido no passado, deixou de ser uma inocente de sangue – não quis tocá-la enquanto ela abraçava o JF por inteiro (e este tentava amamentar-se na minha mãe).

O rio da nascente seguia por um túnel do castelo com um portão de aço em sua entrada que só permitia a passagem da agua e mais nada, independente dele estar aberto ou fechado.

Resolvo então pegar a Morte e trancar-lhe do outro lado. Ela, agora quase tão transparente quanto a agua, resiste aos meus esforços, mas mesmo assim consigo empurrá-la até o outro lado da patente do portão aberto e, ao mesmo tempo, alguém que não pude ver direito se era o meu irmão ou uma garota, fechava os portões, tendo agora como única dificuldade empurrar a mão da Morte pro outro lado do portão.

Trancado finalmente o portão, a Morte, por raiva, bate tão forte contra o portão que deixa um amasso com o formato da cabeça. Afasto-me devagar do portão e saio da agua.

 

Depois disso, vejo o B., marido de minha prima K1, junto de um outro homem conversando apoiados em uma parede acortinada, onde sob a forma de brisa, vejo a Morte passar próximo à eles e ir embora.

Vou para uma pequena sala onde vejo minha prima K2 sentada em frente ao namorado dela (ou alguém parecido), em sofás separados. Me sento junto dela e começamos a conversar. No decorrer da conversa, ela me conta que também já havia sido uma “favorita” da Morte e, assim como eu, escapou de suas garras ansiosas, deixando de ser uma inocente de sangue.

Ouço um barulho e então me afasto deles. Enquanto caminho, avisto uma das espadas criadas pela Morte cravada no chão de terra de um morro sem qualquer vegetação. Corri me afastando da espada.

 

Acordei transtornada...


Notas Finais


TT_TT Peço um pouquinho de paciência à todos. Prometo que até o final de semana tudo voltará a estar disponível. Pena que não é possível reaver todos os comentários carinhosos... TT_TT


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