História Fé no Pai que Agora Vai - Jinhwi - Capítulo 3


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Categorias Wanna One
Personagens Daehwi, Guanlin, Jaehwan, Jihoon, Jinyoung, Jisung, Kang Daniel, Minhyun, Seongwoo, Sungwoon, Woojin
Tags 2parklin, 2sung, Jinhwi, Minhwan, Ongniel
Visualizações 100
Palavras 1.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aiai, cada dia mais tarte... Mas é a vida :v

Boa leitura!

Capítulo 3 - Sobre comida de cachorro


Fanfic / Fanfiction Fé no Pai que Agora Vai - Jinhwi - Capítulo 3 - Sobre comida de cachorro

[ J I N Y O U N G ]

 

Enquanto Sungwoon surtava ao meu lado, quase que eu caía de sono naquela mesa de madeira cara. Estávamos no meio de uma reunião “super importante” do conselho estudantil e, cara, nada passava de uma grande perda de tempo.

Aquilo provavelmente fora convocado para acertarmos o baile de outono e eu nem precisava prestar atenção para saber que seria idêntico ao do ano passado, e ao do ano retrasado, e do outro também. Sempre era a mesma coisa, pra quê trancar os membros mais influentes de todos os clubes em uma sala abafada para conversar sobre algo já pré resolvido? Cha.to.

Lai Guanlin estava se sentindo o máximo como sempre. Sendo o presidente, era ele que dava a última palavra e tinha aquele martelinho que fazia um barulho do cão. Hunpf, nem queria mesmo. Vez ou outra alguém falava algo sobre as festas antigas e como não passavam de algumas músicas bregas e ponche de frutas com gosto de meia usada – não sei nem como e nem o porquê disso, mas relevemos. Foi naquele ambiente de total tédio que resolvi abrir minha boca.

Deus, perdoai-me, eu não sabia o que fazia.

– E se fizéssemos uma feira? – quase senti o vento quando todas as cabeças viraram pra mim ao mesmo tempo.

Por que, cá entre nós, quem espera que um cara do clube de jogos falaria algo em qualquer que fosse a pauta da reunião? Mas por algum motivo não aparente, o Lai pareceu se interessar e tive que ir lá pra frente expor melhor minha ideia. São nesses momentos que eu queria ter mais controle sobre minha boca grande. Eu podia ter ficado calado, mas nããão, tinha que estender aquilo mais do que já estava sendo uma pedra no sapato. Só espero não cometer nenhuma gafe aqui que se não já tô me retirando da vida.

– Então... É só uma coisa que veio na minha mente bem do nada, então não é tão importante assim – tentei abaixar as expectativas mas os sorrisinhos esperançosos permaneciam irredutíveis.

Deve ser porque nunca falei nada por aqui e quase ninguém me conhece, então ouvir minha voz deve ser novidade o suficiente pra todo mundo prestar atenção mesmo.

– Prossiga Jinyoung, estamos ansiosos! – o projetinho de naja do Guanlin resolveu incentivar.

Na verdade nem sei porque não gosto dele. Não tinha chegado nem fazia dois anos direito e até tentou puxar assunto comigo no primeiro dia de aula, mas o sinal bateu e tivemos que nos separar, obviamente, o menino era do nono ano. Acabou que ele se aproximou do Jihoon e eu desencanei de tentar me enturmar com o gigante. Por ele o que eu sinto é realmente ódio gratuito.

– Bem... Tinha pensado em uma feira e- fui interrompido por um aluno aleatório do clube de animes.

– Com barraquinhas e jogos ficaria bem legal! – depois descobri que seu nome era Daniel, acabaria me esbarrando mais do que o suficiente nele no futuro.

– Comidas diversas e um palco com música ao vivo, podemos até chamar algum grupo pra se apresentar! – parecia real que o povo tava se animando, porque não entendia nem quem tava falando agora.

E a conversa fluiu tanto que no final acabaríamos fazendo uma “Casa Aberta” até aos pais dos alunos e interessados no evento que acabou virando atração da cidade. Mas é claro que algo tinha que dar errado.

– Jinyoung, como a ideia foi sua, acho que não se importa de organizar tudo junto ao clube de eventos, certo? – na verdade até não seria problema.

Isso se o presidente do clube em questão não fosse Lee Daehwi, ser que me encarava com um sorriso tão psicopata que não sabia se mijava nas calças ou saía correndo.

No final acabamos indo juntos para minha casa.

 

 

[ D A E H W I ]

 

ERA ESSA A CHANCE QUE EU TAVA ESPERANDO ZEUS, amem. Depois tenho que lembrar de agradecer ao Linnie, aquele lindinho do meu amigo, coisa bela do papai.

O caminho para a casa do crush foi muito quieto pro meu gosto, mas nada pude fazer já que ele andava a pelo menos meio metro de mim e estava de fone de ouvido. Quase que o dito cujo é atropelado se eu não tivesse visto pela tela do celular – nem tava tirando mais fotos para meu painel não – e puxado antes de não existir mais Baejin.

– Valeu. – disse, seco como sempre.

Mas eu não deixaria isso impune.

– Eu acabo de salvar sua vida e você ainda é grosso? – forço um biquinho e ele me olha com cara de quem comeu e não gostou – Vem, vai me pagar um sorvete só por ser tão frio com alguém que só quer seu bem!

Puxei o corpo quase sem reação dele até uma sorveteria que gostava bastante e o deixei sentado em uma das mesas, logo indo fazer meu pedido. Voltei com uma casquinha de chocolate pra mim e um milk-shake de menta para ele.

– É o quê? – me encarou incrédulo por eu saber seu sabor favorito mesmo não tendo trocado uma dúzia de palavras com ele desde que cheguei.

Abanei a cabeça como se dissesse que não responderia e tratei de lamber aquele pedacinho do céu e quase engasguei ao ver os olhos do arroba vidrados em meus lábios.

Nem resolvi provocar, nem.

 

 

[ J I N Y O U N G ]

 

Depois do incidente estranho na sorveteria, voltamos a andar para minha casa e, por mais que parecesse estranho, já não me sentia mais tão incomodado ao seu lado. A verdade é que depois de quase comê-lo com os olhos – porque Lee Daehwi com a boca lambuzada de sorvete branco não fez bem ao meu psicológico – não podia mais ignorar que passaríamos algum tempo de nossas vidas juntos e teria que aprender a suportar aquela carinha prepotentemente linda, porque nem eu que sou eu posso negar que ele daria um belo Boyfriend Material.

Chegamos à minha residência e pude perceber que ele olhava para cada canto admirado. Não pude achar aquilo mais creepy, mas whatever. Joguei meus sapatos de qualquer jeito ao entrar, observando-o organizar os dele. Disse para que se sentisse em casa, bem de praxe mesmo, e caminhei até a cozinha, logo encontrando Fifi – desculpa, nunca fui uma criança muito criativa –, minha poodle, dormindo calmamente em sua caminha.

Coloquei comida para ela, como sempre, e tomei um susto com um ser humano me encarando da porta da cozinha.

– Caralho, mata não! – respiro profundamente, me recuperando aos poucos.

– Desculpa, é que você parecia tão concentrado que não quis atrapalhar. – fez uma pausa mas logo riu – Estava comendo comida de cachorro? – se aproximou mais do que o saudável a duas pessoas que se odeiam e tirou algo de meu rosto.

– Deve ter grudado quando... – queria dizer que fui forte o suficiente para terminar a frase.

Mas infelizmente tenho que dizer que aquela foi a primeira das vezes que me perdi nos olhos de Daehwi.


Notas Finais


eITA.

Gente, a relação do Jinnie com o Woojin será melhor explicada durante os capítulos, nesse não teve nada porque nenhum dos personagens nem lembrou da existência do bichinho,

Kissus da Kitti


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