História Fear And Passion - Capítulo 59


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Categorias Elle Fanning, Justin Bieber
Personagens Elle Fanning, Justin Bieber
Tags Assassinos, Justin Bieber, Romance Policial, Sequestro
Visualizações 291
Palavras 1.490
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Policial, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 59 - Justin - I don't want to lose her.



Ela se foi, sem nem dizer para onde. Eu nem poderia saber onde nosso filho ia nascer ou crescer, mas, me confortava saber que era para o bem dos dois, eu aceitava isso e sabia que devia proteger eles o máximo possível.

Depois que ela foi, a Stacy saiu toda cabisbaixa e a Scarlett foi pro quarto. Eu ia sair pra beber, mas pensei melhor e nem isso eu estava afim, então preferi mesmo ir pro quarto para pensar melhor em tudo que estava acontecendo. E como estava acontecendo.

Primeiro: nunca imaginei que ela fosse ficar grávida de mim, nunca tinha me imaginado sendo pai, eu só pensava que se um dia eu fosse, que eu seria um pai horrível, tudo isso depois da Natalie, é claro. Depois dela, tirei todas as esperanças em ser pai. Segundo: estar convivendo com uma vítima e ainda gostar dessa convivência? O quê? Eu jamais pensaria nisso, em momento algum eu imaginava que iria querer ela ao meu lado, até porque, até a alguns meses, eu a "odiava". Terceiro e último: que droga era essa de querer o perdão dela? Eu não tinha pedido desculpa a ninguém que não fosse ela, eu não tinha desejado o perdão de ninguém até ela chegar. Isso foi só uma das mudanças que ela causou em mim. Mas quem diria, ela nem me perdoou, e eu só queria ouvir da boca dela, ela dizer que me desculpa. Mas porra, eu fiz tanto pra ela me odiar e tão pouco para ela me perdoar e ganhar minha confiança. Confiança, algo difícil de ganhar dela. Até impossível. Mas não custava tentar, mas daquele jeito era impossível, já que ela se foi.

Seria bom se tivéssemos uma convivência boa, se a gente se gostasse, quer dizer, eu gostava dela, mas eu não sabia se ela gostava de mim, porque não era o que parecia sempre. Mas, sabe, ela tem total razão em me odiar; eu matei o pai dela, estuprei ela, torturei ela, mandei a mãe dela para um lugar horrível onde a tratariam horrível, tratei ela da pior forma possível, tirei a liberdade dela, fiz ela se prostituir, entre outras coisas. Acho isso motivo bastante pra ela me odiar.

Quando me lembro das torturas que fazia com ela, das torturas que Paul também fez com ela, de quando a violentei, isso me faz me odiar cada vez mais. Como pude? Como pude tocar alguém como ela? Eu era tão cruel a esse ponto, eu nem conseguia acreditar, tinha vezes que ouvia os gritos dela, não saiam da minha cabeça, ecoavam cada vez mais frequente. E o seu perdão talvez melhorasse isso.

"— Me solta, por favor! Me solta! Eu nunca te fiz nada! — Ela gritava, desesperada, se debatendo." Lembro da primeira vez que a estuprei e tirei sua virgindade. Que ódio, eu não podia só simplesmente ter transado com a garota que estava comigo. Por que caralha eu fui fazer aquela merda?

Lembro também de uma vez que ela iria se matar, eu me via no dever de impedir. Mas eu só pensava que eu queria salvar ela por pensar que era porque só eu podia tirar a vida dela. Mas com o tempo eu fui vendo que não era só isso, era porque na verdade eu não queria perde-la, pra ser sincero, nunca quis. E quando eu estava perdendo, eu senti a dor igual senti como quando foi com a minha mãe. Também comecei a pensar em coisas que poderia ter poupado a Stephanie de ter sentido e coisas muito melhores que poderia ter feito por ela.

Scarlett me assustou entrando desesperada no quarto.

— Vamos, Justin. A Stephanie tá em perigo no aeroporto, precisamos ir pra lá! — Falou rápido.

— O quê? Claro que não, está falando coisa com coisa. — falei incrédulo.

— Meu amigo "segurança" do aeroporto estava lá e viu uma gangue inimiga nossa e me contou, e aí eu perguntei se a Stéphanie estava lá. Mandei uma foto dela pra ele, então ele disse que sim e que estavam de olho nela. Então logo depois eu fui checar as mensagens e vi que eles me mandaram uma mensagem sobre pegar ela ou que já pegaram ela. Mas ela ainda ta no aeroporto, da tempo de ajudar ela.

Parei perplexo para olha-la para poder digerir que podiam pegá-la de novo. Não gostava nem de lembrar da última vez que isso havia ocorrido. Mas tudo bem, dessa vez daria tempo de salva-la. Eu creio.

Peguei minha moto que seria mais rápido e Scarlett pegou o carro dela, então seguimos sem nem ligar para sinais ou nada dessas coisas que se encontra na rua para obedecer, as famosas lei de trânsito. Eu tava pouco me fudendo para as leis naquele momento.

Cheguei ao aeroporto super rápido, parei bem ao portão principal, junto da Scarlett que parou ao meu lado, com o vidro do carro aberto para que pudéssemos nos comunicar. Então ela me passou o número da Stephanie e aí eu liguei para a mesma.

— Stephanie, por favor, me escuta. — pedi cauteloso. — Precisa vir para o portão principal do aeroporto, venha agora!

Ela continuou calada, eu não sabia como explicar para ela o que estava acontecendo.

— Por quê? — ela finalmente falou algo depois de um tempo.

Por um lado foi ótimo ouvir sua voz, tão calma, tão doce. Adorava ouvir a voz dela, era muito bonita.

Logo avistei ela e três pessoas da gangue que reconheci.

— Esta vendo essa moça com roupas escuras, de óculos escuros? Esta vendo também dois rapazes com uma mochila azul e calça jeans clara e o outro com uma bolsa de viagem vermelhas com a blusa combinando?

— Estou vendo, o que é que tem eles? São pessoas normais!

— Não, são de uma gangue e querem te pegar! Por favor, vem logo.

Ela ia falar que sim, que estava vindo, nas foi interrompida por sua mãe que apareceu lá.

— Justin, eu não posso. E nem acredito nisso.

A mulher da gangue que se aproximava dela parou também para olhar a mãe dela.

Stephanie devia estar quebrando minhas regras na qual uma delas seria não ir falar com a mãe dela, não sei nem como ela tem o endereço da mesma. Eu sabia que seria perigoso para as duas estarem se vendo, mas eu avisei, não escutou e obedeceu porque não quis.

— A sua mãe... Ela vai com a Scarlett. — falei. — Mas agora vem, a mulher está se aproximando.

Falei vendo cada um de seus passos para se aproximar dela. Stephanie pegou a mãe dela e veio andando apressada para o portão onde eu estava, mas assim que me viu e percebeu que corriam atrás dela, ela também começou a correr em minha direção. Logo que conseguiu chegar até a gente, só fez jogar a mãe dela no carro da Scarlett e vir subir na minha belíssima moto.

Ela ficou em silêncio, eu também. Só fiz arrancar rumo a nossa casa, mas logo vi que estava sendo perseguido pela moto e Scarlett por dois carros, onde previ ser os dois rapazes e a mulher na moto.

Comecei a dibrar a mulher, e cada vez que ia mais rápido, percebia a Stephanie apertar mais minha cintura, estava ela com medo. Então acabei entrando em um beco e a Scarlett no outro, pelo tanto de automóveis que tinha na rua que ela nem percebeu que passou direto por nós. Parei a moto e desci da mesma, Stephanie fez o mesmo. Ela se encostou na parede do beco e me olhou, ambos não sabíamos o que dizer. Só parei e fiquei olhando para ela.

Em pensar que não veria mais ela, em pensar nas merdas que fiz que poderia afasta-la e a magoou tanto. Eu queria saber de onde vinha essa coragem de ter machucado tanto ela, até onde eu sabia, eu não passava de um covarde. Eu era só um babaca, já ela, era muito, mais muito mais que eu. E fui mesmo assim capaz de bater em uma menina que não fez nada pra mim, alguém tão meiga e frágil.

Eu estava indo a loucura e para completar, fiz outra loucura em me aproximar dela e a beijar. Um beijo com urgência mesmo, queria mostrar para ela o quanto necessitava dela. No começo ela ficou estática, surpresa, mas depois cedeu e colocou o braço em volta do seu pescoço e eu da sua cintura. Então o beijo começou a ficar lento e comecei a explorar sua boca, sentir cada detalhe da boca dela e ela o mesmo da minha. Foi aí que ela começou a acelerar mais e fazer nossas línguas iniciarem uma dança maravilhosa, uma dentro da boca do outro. Mas foi que ambos ficamos sem ar e nos separamos, sem saber o que dizer. Só segui para a moto, ela fez o mesmo, mas desta vez com a cabeça no meu ombro. 



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