História Fear And Passion - Capítulo 61


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Categorias Elle Fanning, Justin Bieber
Personagens Elle Fanning, Justin Bieber
Tags Assassinos, Justin Bieber, Romance Policial, Sequestro
Visualizações 287
Palavras 1.181
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Policial, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 61 - Justin - This is me


Eu sabia que precisaria ter paciência, eu nem sabia de onde eu estava tirando tanta paciência! Ela me deu um tapa e eu não fiz nada! Eu nem soube como consegui me controlar para não revidar, acho que foi ver que ela ficou mais amedrontada e chorosa, também porque não queria machucar ela e lhe dar mais motivos para ela me odiar e também se machucar.

Eu fiquei tão sem reação quando a vi chorar, dava para ver o quanto ela estava frustada, o quanto se sentia confusa. Eu tinha que aceitar, a culpa é minha. Eu que fui uma pessoa completamente horrível com ela e depois me aproximei como se nada tivesse acontecido. O que estava acontecendo era um tanto confuso, mas não só pra ela.

Ela ainda estava em meus braços chorando, doía meu coração, doía vê-la deste modo. Parecia tão frágil e tão vulnerável deste modo. Isso me fazia pensar no quanto eu queria proteger ela de qualquer coisa, me fazia refletir o quanto eu era preocupado e protetor em relação a ela. Isso porque eu tinha a consciência de quanto ela sofreu, o quanto EU a fiz sofrer. Não queria que eu, nem mais ninguém magoasse ela.

Nos afastamos e eu a olhei, tentando decifrar o que ela pensava, mas sua feição era indecifrável, ela não transparecia nada. Não dava nem para saber se ela estava triste, com raiva ou qualquer outra emoção. Ela também me olhava, talvez tentando decifrar minha expressão também. Ambos estávamos trocando olhares a procura de qualquer resquícios de um sentimento ou emoção.

Ela deixou uma lágrima solitária cair, mas a enxuguei rapidamente. Assim eu soube, ou melhor, tive a certeza, ela estava triste, mas não queria demonstrar.

Fomos os dois para cama, nos sentamos um ao lado do outro, ela fitava o chão enquanto eu olhava pra ela procurando um modo de lhe consolar.

— Está triste, mas eu não gosto que fique assim. Por favor, não fica assim, pensa nas coisas boas que te aconteceram. — Eu sou um ótimo para consolar, eu sei. Só que não. — Me deixa muito pior te ver assim, Stephanie.

— Ah é, Justin? Porque não era você que estava naquela situação... — a mesma resmungou.

— Eu sei, mas eu já pedi desculpa.

— Não acredito que tu acha que essas simples palavras resolvem tudo. — falou irritada, se levantando e me olhando.

— O que quer que eu faça, então? 

— Eu não sei, Justin. Que tal mudar? Olha, seria uma boa pra humanidade! — falou sarcástica. 

— Tá, eu estou tentando, ok? — falei bem sério. 

Um silêncio reinou entre nós. Ambos pensativos. No meu caso, eu não parava de pensar em como conseguiria seu perdão. 

— Justin. — Stephanie falou me fazendo a olhar. — Eu peço desculpa pelo tapa que te dei, sério, foi puro impulso. 

— Ah, tudo bem. — falei me levantando. 

E eu tive a idéia maravilhosa de ir para a área externa da casa, lá estaria um pôr do sol extraordinário.

— Vem comigo. Vamos ver o pôr do sol.

Eu sabia que ela adorava aquela parte da casa, principalmente no pôr do sol. Eu via ela por lá quase sempre.

Ela não disse nada, apenas me seguiu. E quando chegamos lá, ela ficou tão deslumbrada com a vista, era perfeito o reflexo do sol na piscina. Sua expressão até dava transparecer que era a primeira vez que via aquela tão bela paisagem.

Quando tirei a blusa ela me olhou surpresa, logo depois desviando o olhar.

—O que tá fazendo? — perguntou sem me olhar.

— Não vou entrar na piscina com blusa. — falei logo em seguida me jogando na piscina.

Ela ficou me olhando sem dizer nada, apenas me olhando. Mas também não deixei de olhar para ela, eu não cansava de admirar sua beleza.

Ela não enxergava o quanto era bonita, tudo nela parecia ser tão perfeito, do seu modo de andar até seu jeito de agir. Madura, mas ainda uma menina, tanto na feição como em algumas ações. Frágil e meiga, mas tão forte e corajosa, mesmo que ela não soubesse, ela era. Ela via as coisas de um jeito diferente, não era como eu olhava as coisas, isso me fazia a admirar ainda mais. Ela já teve seus momentos de fraqueza como todo mundo, mas ainda sim, foi corajosa. Pra mim era tão especial como ninguém foi. Mas ela nunca enxergou nada disso.

— Não vai entrar? — falei depois de um tempo.

— Não, eu... Eu não quero.

— Certeza? — ela assentiu.

Então fui nadar, sozinho, apenas aproveitando daquele momento tão relaxante. Algo precioso pra mim.

Senti alguém pular na piscina, então voltei a superfície, e a vi. Ela estava sem a camisa, o que deixou ela bem envergonhada.

— Para de me olhar assim! — reclamou me jogando água.

Comecei a rir por não ter percebido que já a fitava ela a bastante tempo. E nem percebi o modo que lhe olhava. Ela já estava bem corada por causa da vergonha. Isso a deixava bem mais bonita e fofa, e esse seu sorriso torto só "piorava" tudo, porque a deixava ainda bem mais bonita.

Fui me aproximando dela, ela fez o mesmo, nossos olhares estavam presos um ao outro, estava impossível para nos afastarmos. Já era tarde, já estávamos conectados um ao outro. Eu tentava raciocinar e me afastar dela, mas quanto mais ela se aproximava, mais parecia difícil negar que eu queria sentir novamente o gosto maravilhoso da boca dela, já estava em um ponto onde não podia se negar que eu queria ter ela.

Então ela tomou a iniciativa e começou a me beijar, me beijar de forma tão urgente, nada calmo, só desejo e mais desejo. Isso me fazia querer ela ainda mais. Ela não ajudava. Sua mão que até então estava no meu pescoço, foi logo retirada de lá, então só senti ela se afastar rapidamente e me olhar surpresa.

— O que foi? — perguntei por ela ter feito isso tão rapidamente.

— Desculpa, mas eu não posso fazer isso. — ela falou saindo muito rápido da piscina. 

— Do que esta falando, Stephanie? — perguntei ainda mais confuso.

— Isso! Não podemos ter esse tipo de aproximação, Justin. Eu sei quem você é de verdade.

Não demorou muito para eu logo perceber que ela estava com medo. Até então, para ela eu era aquele monstro que fez coisas horríveis com ela. Então ela não queria se aproximar de um monstro, de alguém que a qualquer momento poderia estar fazendo qualquer coisa que ela não quisesse. Aliás, eu já tinha feito. Isso tornava tudo mais difícil.

— Não, você não sabe.

Com meus braços me apoiei na borda da piscina e fiquei lhe olhando.

— É claro que sei! O verdadeiro Justin é aquele que a um tempo atrás estava me maltratando e que dizia coisas horríveis de mim.

— Esse não sou eu de verdade.

— Tudo bem, então diga-me quem é você de verdade! — falou cruzando os braços após vestir sua camisa. 



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