História Feel the Love - Capítulo 2


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Lee Min-ho
Tags Angst, Banginho, Fluffy, Lemon, Minchan, Straykids
Visualizações 87
Palavras 1.011
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi ocorreram imprevistos do tipo 1. mudei completamente minha ideia inicial e 2. colegio ta mais difícil do q eu esperava kk sofroh

also foi muito dificil escrever isso pq to acostumada a ler em ingles entao se tiver qualquer coisa que n pareça muito natural ou esteja muito apressada desculpa 🥺

Capítulo 2 - !end


"Minho, eu... eu venho querendo perguntar isso há um tempinho, mas agora eu não sei nem como formar uma frase coerente, droga...", disse o híbrido com suas orelhas baixas, "você... aceita namorar comigo?"


Aquilo parecia ter ocorrido há anos.
Os dois estavam namorando já faziam 7 meses, e pode-se dizer que o relacionamento apenas aflorava.

No meio tempo, Christopher começou seu pequeno negócio próprio vendendo alguns de seus trabalhos e fazendo pedidos, ainda que seus favoritos fossem sempre os que fazia do mais novo. "É que você é naturalmente bonito, eu não preciso fazer muita coisa", respondia quando era questionado.

E agora estavam morando juntos, o que significava que podiam se ver e trocar carícias a praticamente todo momento.

Até mesmo quando Minho ia ao trabalho as vezes era acompanhado por seu namorado, que jurava que não iria atrapalhar. Eles ficavam de beijos nos fundos, mas isso não é importante.

Entre tantas divergências entre si, eles se combinavam acima de tudo. Chega a ser cômico, um felino e um canino, supostos inimigos por natureza, agora com um laço tão forte que nunca deu o menor indício de se romper.

O amor dos dois era tão doce, os olhares carregados de calor e afeto que qualquer um podia sentir. Ninguém sabia o quanto eles iriam durar, mas se fosse para dar um chute, para sempre é pouquíssimo tempo.

O amor que se provava a cada dia, por cada ato. Um segurar de mãos, uma leve abanada de rabo, o sorriso ao ouvir a voz e as orelhas em pé. Não precisavam de palavras para demonstrar nada. Eles apenas sabiam o quão importantes eram um para o outro e liam todos os pequenos sinais corporais.

Bom, foi assim que Chris percebeu que Minho estava se sentindo mal. Esse não disse uma única palavra, não queria causar preocupação alguma. Mas seus sinais não enganam, seu cheiro não engana.

Foi tudo em uma sexta.

Logo que acordou, Chan sabia que algo estava diferente. Desejou mil vezes que seu olfato estivesse enganado, mas aquele odor impregnado no quarto era impossível de não reconhecer. O cheiro de hormônios a flor da pele, Minho estava entrando no cio.

Apesar de já terem conversado sobre isso antes, nunca havia de fato ocorrido, dado que era comum o uso de supressores.

Pode ouvir o barulho do chuveiro sendo ligado e ficou um pouco mais calmo. Ele deve saber o que fazer, certo?

— Min? Tudo bem? — perguntou batendo na porta.
Houve um breve momento de silêncio antes de um "sim!" vir abafado pela água.

Okay. É melhor eu dar a ele privacidade...

Mais fácil dito do que feito. O cheiro, unido aos sons sufocados vindos do menor, o estavam deixando tonto. Jamais faria algo sem permissão, porém ficava difícil de se controlar.

Ainda mais quando o Lee saiu apenas com uma bermuda velha e os cabelos pingando. Suas bochechas estavam coradas e os lábios numa situação não muito diferente.

Por estar no começo desse período, estava, tanto quanto possível, confortável. E os cuidados do mais velho deixavam tudo extremamente melhor.

Isso foi até quando estavam deitados no sofá, Chris sendo cauteloso por saber que o outro estava em um momento sensível. Mas mesmo assim, os instintos de Minho gritavam dentro de si.

De repente, ele ficou muito ciente da proximidade dos corpos. Da respiração em sua nuca e das mãos grandes em suas coxas. As apertou, em um incentivo, deixando escapar um suspiro também.

Ao receber uma arqueada de sobrancelha, não pode evitar o súbito constrangimento.

— Chris, d-desculpa...
— Shh, Min. Tá tudo bem. Eu vou cuidar de você, okay?

Dito isso, direcionou suas mãos à cintura dele no intuito de o virar, deixando-o de costas na superfície macia. Minho sentiu beijos molhados em seu pescoço, tendo o virado para dar mais acesso.

Seguiram-se muitos beijos cada vez com mais vontade, o clima esquentando e mãos passeando por ambos os corpos.

Sem separar as suas bocas, o Bang deu um jeito de levantar-se e carregar o outro até o quarto. De forma meio selvagem o soltou na cama, tendo um gemido como resposta.

Voltou com os beijos no maxilar, no pomo de adão e continuou descendo. Ainda por cima da camisa, brincou com os mamilos de Minho, tendo o menor a se contorcer por baixo pela sua sensibilidade.

Logo, haviam blusas voando pelo quarto. Barulhos obscenos, que os dois nem se importavam mais se alguém estivesse ouvindo. O baixo farfalhar do colchão e cobertores.

E os barulhos apenas aumentavam. Gemidos altos e o nome do mais velho sendo dito entre eles.

— C-Chan... por favor...
— Hm? Seja específico, Min.

Com suas bochechas de alguma forma ainda mais vermelhas, Minho proferiu, junto de um leve arranhão no braço do outro:
— Só me fode logo!
— Como quiser, meu amor — lhe deu um beijo na ponta do nariz.

Começou devagar, ignorando os choramingos por algo mais forte vindos do menor. Chris estava sendo doce como sempre fora.

— Pode falar se quiser que eu pare.
— Christopher Bang, não há nada que eu queria mais agora, só continua.

Então, assim se fez.

O som de pele contra pele; o rangido da cama; os grunhidos de ambas as partes. Todos estes sons deixavam a atmosfera ainda mais propícia, mais sensual.

Minho se sentia nas nuvens, derretendo nos braços de seu namorado. Finalmente obtivera o alívio que precisava, e estava sendo perfeito.

Suas pequenas mãos procuravam por qualquer apoio que encontrasse. Agarrava o lençol, os cabelos de Chan. Enquanto chegava ao seu orgasmo (e continuava sendo estimulado), enrolou seu rabo pela perna do canino e soltou um "eu te amo" sôfrego pelos seus lábios inchados.

Após terem recuperado o fôlego, se viraram de frente um para o outro.
Novamente, podiam ver todo o amor envolvido naquela simples troca de olhares.

Um beijo na testa, uma risada leve, carícias pelo rosto pequeno e mãos sendo seguradas.

— Você é meu tudo, Min, sabia disso?

Minho tinha o companheiro perfeito para aquela longa noite e pelos dias que ainda viriam.


Notas Finais


thats all folks, xx


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