História Feelings - Clarick. - Capítulo 2


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Categorias Amor à Vida
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Clara Tavares, Clarick, O Outro Lado Do Paraíso, Patrick Junqueira
Visualizações 104
Palavras 952
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Dois.


Fanfic / Fanfiction Feelings - Clarick. - Capítulo 2 - Dois.

                   Clara:

 Acordei feliz, feliz  da vida, seria por causa do Patrick? Bom, não sei dizer pois só quando me lembrava de ontem, dos seus olhos.. Clara! Que droga, eu não sei o que está acontecendo comigo.. Eu estaria.. Não, tá tudo bem. Desci as escadas e encontrei Patrick sentado no sofá lendo pela milésima vez aquele bendito livro "O que é de Mim sem Você?" e notei o sorriso que surgiu em seu rosto. 

 Patrick: Bom dia Clara. - Ele sorri. -Eu tenho uma notícia pra você. 

 Clara: Conta! 

 Patrick: Lembra quando eu disse que tinha um cliente em pleno Carnaval ontem? 

 Clara: Lembro, mas,o que tem haver?                             

FLASHBACK ON:

 Patrick: Aura. 

 Aura: Patrick. Prazer. 

 Patrick: Prazer, acho que já nos conhecemos não? 

 Aura: Acho que já nos esbarramos uma vez, mas não se falamos. Bom, eu soube que você cuidou do processo pela guarda do Tomáz, filho da Clara. 

 Patrick: Isso mesmo, Clara não ganhou a guarda, mas algum dia ela irá ganhar, eu tenho certeza.

 Aura: E se ela ganhar ela tem direito as esmeraldas, que estão no nome do filho dela, certo? 

Patrick ri. 

 Patrick: Sim, as esmeraldas estão em nome do filho agora e as minas estão sendo administradas pela Sophia, avó do menino, mas, por quê? 

 Aura: Patrick, eu quero que você seja meu advogado.

 Patrick: Eu entendi a proposta, mas, não entendi a causa. - Ele ri.

 Aura: Eu vou provar, que sou a verdadeira herdeira das minas de esmeraldas. 

 Derrepente, Patrick congela sem saber como reagir a essa informação.                          FLASHBACK OFF.   

Patrick: Aura afirma que é a legítima herdeira das minas de esmeraldas.

Patrick: Ela diz que seu pai era caminhoneiro, e que ele morreu por causa daquelas minas de esmeraldas, e que sua mãe sempre falava dele, por isso veio para Palmas.

Clara: Bom, então acho que devo falar com ela não?

- Mais uma?

Eu e Patrick nos viramos rapidamente para ver quem era, e nos deparamos com Renato. Senti que o olhar de Patrick vendo Renato não soava bem.

Renato: Quero dizer, bom dia Clara.

Clara: Bom dia Renato.

Depois de nós três termos conversado por alguns minutos Beth desce ás escadas.

Beth: Bom dia Clara.

Clara: Bom dia mãe, senta pra tomar um café.

Beth: Eu estou sem fome, eu e Patrick vamos a Pedra Santa.

Patrick: Estava até me esquecendo. - Diz ele limpando a boca com um guardanapo. - Vamos Beth?

Clara: Vão fazer o que em Pedra Santa?

Patrick: Beth irá visitar o bordel.

Clara:  Posso pegar uma carona? Ainda vou visitar a Dona Mercedes.

Renato: Pode ir comigo Clara, estou indo ver o meu consultório em Pedra Santa.

Clara: Tudo bem então, vamos?

                Patrick:

Eu não estava muito confortável com a presença de Renato na casa, e ainda mais que ele levaria Clara para Pedra Santa. Quando entrei no carro, Beth percebeu que eu estava nervoso.

Beth: É o Renato, não é?

Patrick: O quê?

Beth: Patrick, eu notei o seu incómodo quando Renato estava com Clara, me diga, você gosta da Clara, não é?

Naquele momento minha garganta secou. 

Patrick: Eu gosto muito da Clara, por mais que ela me veja apenas como um amigo, eu vou aceitando isso, pois eu quero estar ao lado dela e ficar com ela, por mais que ela não me veja com os mesmos olhos.

Beth ficou calada por alguns minutos, olhando fixamente para frente.

Beth: O que foi falado aqui, fica aqui. - Ela sorri.

Quando descemos do carro, Clara vinha no carro de Renato e se despede do mesmo.

Quando chegamos ao bordel, Beth dá um abraço em Leandra e nas outras meninas, que a recebem calorosamente.

Leandra: Boa tarde Dr. Patrick.. Podemos ajudá-lo em algo? - Ela faz um expressão provocante.

                Narradora:

Clara estava enchendo-se de ciúmes e as palavras se transformavam em longos suspiros, mas ela não sabia o motivo daquele cíume. 

Caetana: Você de novo aqui? E vejo que trouxe sua namorada.

Ele fica vermelho.

Patrick: Não, não nós somos apenas amigos.

Caetana: "Amigos" por enquanto, desse poço aqui, você vai tirar muita água meu rapaz. - Ela aponta pra mim e todos riem, coloco a mão na testa e fico vermelha.

- Se frequentasse isso aqui, eu faria de graça. - Clara ouve de uma das meninas que ficam  sussurrando.

- Ser apenas amiga de um homem desses devia ser considerado crime. 

Beth: Eu vou ficar aqui, tudo bem? Daqui á pouco venham me buscar. 

Patrick: Ok, vamos Clara?

Clara: Vamos.

Eu estava ficando nervosa e Patrick estava começando a notar isso.

Patrick: Clara? Você está bem? - Fala ele rindo.

Clara: Eu? Tô ótima, por que não estaria? - Falo cruzando os braços.

Patrick: As meninas de lá são muito simpáticas, não? - Ele queria me provocar pois já sabia o motivo de eu estar quase gritando as quatro cantos do mundo sobre eu estar com ciúmes.

Clara: Foram simpáticas demais não acha? Patrick, você está me provocando e isso é uma falta de respeito comigo.

Patrick: De onde isso pode ser uma falta de respeito Clara? Porque até onde eu sei, somos amigos não?

Eu me viro para a janela, e fico quieta pensando até a ida á casa de Dona Mercedes. 

Patrick: Está entregue, ao seu destino.

Clara: Não vai descer?

Patrick: Vou ficar por aqui, te esperando.

Não consigo disfarçar o riso quando desço do carro.

Clara: Ôh de casa? 

Josafá: Clara! Ôh minha neta, o que veio fazer aqui minha filha? Trouxe o Tomáz?

Clara: Não vô.. O Tomáz só pode ficar uma vez na semana comigo, e na companhia de uma assistente social. Eu vim falar com a Dona Mercedes.

Josafá: Ela está orando, pode deixar que eu chamo ela.

Alguns segundos depois Dona Mercedes aparece na sala e me dá um abraço.

Dona Mercedes: Clara, o que você quer falar comigo minha filha?

Clara: Sobre uma coisa que está mexendo muito comigo Dona Mercedes, eu sei que a senhora poderá me ajudar.

Dona Mercedes: Venha cá comigo.


Notas Finais


Eai? Paro ou continuo?🎈


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