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História Feelings - Capítulo 2


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Notas do Autor


O link do trailer vai estar nas notas finais.

Comentem e compartilhem o máximo que der, ajuda muito. ❤

Tradução do capítulo: O cara novo.

Boa leitura;)

Capítulo 2 - The new guy.


Fanfic / Fanfiction Feelings - Capítulo 2 - The new guy.

"Talvez devêssemos apenas tentar."

Pov. Jessie

Faz 5 minutos que estamos sentados nessa mesa na lanchonete, em silêncio. Rebekah dividi o olhar entre mim e Klaus o tempo todo, enquanto eu como algumas batatas fritas para disfarçar.

Por que estamos aqui? Eu sinceramente não sei. Eu fui dá uma de empoderada em querer vir atrás dele e agora deu nisso, silêncio total. Sinto o olhar de Klaus em mim e me ajeito na cadeira, visivelmente desconfortável. É claro que ele não parou de me olhar então eu quebrei o silêncio.

- O Kol também voltou? - Pergunto olhando para Rebekah.

- Você não deveria perguntar isso pra mim? - Klaus diz com ironia e eu reviro os olhos.

- Não tô muito afim.

- Para de ignorância, Love. - Argh! Como eu odeio esses apelidos dele.

Quando eu estava prestes a responder, meu celular vibra, informando que Katherine tinha enviado uma mensagem.

- Meu celular descarregou! Descobri agora sobre Niklaus, está tudo bem? - Respiro fundo antes de responder. Não Katherine não está nada bem.

Respondo um simples "sim" e digo pra Rebekah que tenho que ir embora, e pra minha surpresa Klaus permaneceu quieto.

•••

Quando abro a porta da minha casa, reparo algumas luzes asezas, mas logo já penso em Katherine. Coloquei minha mochila no sofá e fui em direção ao meu quarto e quando eu entro no mesmo, não consigo conter meu sorriso e travo na mesma hora.

- Como vai aquela Universidade com riquinhos nojentos? - Matt se levanta sorrindo e eu volto pra realidade.

- Maninho! - Grito correndo e pulando em seus braços.

Como eu tinha saudades dele, e como eu tinha saudades de chamar ele de maninho. Tudo bem que ele é 5 anos mais velho que eu, mas sempre gostei de chamar ele assim, dês de pequena. Eu me sentia superior a ele quando o chamava assim antigamente.

- Olha como você tá lindo! - Digo o apertando mais.

- Isso eu sempre fui. - Ele pisca para mim e eu reviro os olhos, rindo.

Voltamos para a sala ainda abraçados enquanto eu contava tudo sobre a faculdade e como tem sido as coisas em New York. Matt já foi para o meu mini bar e encheu duas taças com vinho, me entregando uma.

- Você só não ia vir amanhã? - Pergunto me sentando no sofá.

- Prefiri adiantar as coisas, já que não tinha muito oque fazer por lá. - Deu de ombros.

- Imagino que Sr. Hobart queria você na empresa todos os dias. - Disse com ironia.

- Nem me fale. - Matt riu. - Papai sempre me quis naquela empresa.

- Todos nós. - Me refiro a mim e Vanessa. - Ainda bem que eu saí de lá a tempo.

- E como estão as amizades na Universidade?

- Me surpreendendo eu diria. - Dou um sorriso sarcástico.

- Oque aconteceu? - Matt pergunta com o cenho franzido.

- Os irmãos Milkenson estão de volta. - Digo tomando o resto do meu vinho de uma vez.

- Você nunca superou ele não é? - Matt arqueou a sobrancelha.

- Claro que sim! Isso é passado. - Esbravejo.

- Tudo bem. - Ele levanta as mãos, já desistindo do assunto.

- Essa história está no passado.

- Jess, com um passado mal resolvido ninguém consegue um bom futuro. - Matt aperta levemente meu ombro e se levanta.

- Vai aonde?

- Vou me arrumar. - Ele diz animado.

- Por que? - O fitei confusa.

- Eu acabei de voltar, preciso de uma balada.

•••

Levanto e tomo um susto vendo que já estava de noite, olho para o relógio no criado mudo que marcava dez horas da noite. Me levantei e fui até o banheiro, não enrolei muito, tomei um banho rápido e fui para o meu closet.

Coloquei um pijama de cetim preto e fiz um rabo de cavalo, com os meus cabelos secos. Quando voltei para o quarto sou surpreendida pela companhia tocando. Matt já voltou?

Caminho rápido até a porta e abri a mesma, minha boca foi no chão e uma mistura de sentimentos me invadiu.

- O que faz aqui Niklaus? - Pergunto mantendo a postura.

- Não vai me convidar para entrar? - Ele diz com um sorrisinho e eu dou passagem pra ele entrar.

- Gostei da casa. - Ele olha ao redor.

- Fala logo oque você quer. - Digo irritada.

- Algo para beber. - Ele se aproxima.

- Que tal veneno? - Provoco e num passe de mágica ele me puxa pra ele. Fazendo eu ficar cara a cara com ele, e olhar no fundo dos seus olhos.

- So se for o seu, Love. - Ele sussurra e eu não contive o meu sorriso. Mas quando lembro da realidade, me solto dos seus braços e caminho até a cozinha.

Pego duas cervejas que tinham na geladeira e volto para sala, encontrando Klaus vendo algumas das minhas fotografias.

- Pega. - lhe entrego a cerveja.

- Kol também veio, se é que você realmente queria saber disso pela manhã. - Ele dá uma golada na cerveja e eu apenas afirmo com a cabeça.

- Kol é uma pessoa maneira, senti falta dele.

- Você sabe que ele também era do grupo da aposta né? - Klaus pergunta inconformado, me fazendo rir.

- Eu sei exatamente quem foram as pessoas. - Digo e ele desvia o olhar. - Rebekah te expulsou já na primeira noite? - Pergunto mudando de assunto. Ele afirma com a cabeça.

- Por isso você veio? - Insisto.

- Na verdade, eu vim pra pedir desculpas. - Ele diz com a voz baixa.

- Você já me pediu anos atrás, e eu já perdoei. - Digo calmamente.

- Mas eu não me sinto assim.

- Porque você ainda se sente culpado por ter me magoado, Klaus. - Dou uma golada na minha cerveja.

- Eu me sinto assim por ter me deixado levar pela influência das pessoas, eu gosto de vo...

- Por favor, não continua. - O interrompo e ele apenas afirma com a cabeça.

O silêncio domina a sala e depois de alguns minutos desconfortáveis, ele pega o controle que estava ao seu lado e coloca em um filme de ação. Esse foi o fim do meu dia, passei a madrugada vendo filme com klaus.

•••

Acordo num pulo e observo oque tinha acontecido. Cervejas e vasilhas com pipocas espalhadas pelo chão da minha sala. Klaus dormia calmamente e eu parei até um pouco pra reparar nele. Mesmo com a cara amassada ele era bonito.

Reviro os olhos com o meu pensamento e levanto devagar para não acordar Klaus, mas quando a porta da sala se abre ele acorda no susto.

- E eu achando que vocês iam demorar pra se pegar de novo. - Matt disse quando viu Klaus no sofá.

- Não viaja! - Bufei e saí o mais rápido possível dali.

- Sem vergonha, Love. - Escutei Klaus dizer antes de eu entrar no meu quarto.

Ainda eram 06:30, então eu tomei um banho calmo fiquei por volta de vinte minutos debaixo do chuveiro. Quando saí do mesmo e fui até o meu closet, coloquei uma calça jeans escura e um body preto simples. Enquanto eu colocava minhas botas de cano alto, escutei batidas na porta. Gritei um "entra" e escutei a mesma abrir, quando olhei para cima, Klaus estava escorado na parede do lado da porta fechada.

- Você vai me levar com você né?- Ele pergunta meio confuso.

Ri com o fato dele pensar que eu deixaria ele aqui. Eu nunca ia deixar ele aqui, é mais fácil eu levar ele e largar em qualquer lugar em New York, menos na minha casa.

- Infelizmente. - Digo com ironia e ele finge ter ficado ofendido.

- Bom saber que temos 2 aulas juntos. - Ele diz saindo do quarto, me deixando de boca aberta.

Saio do quarto tentando transparecer que o fato de eu ter aula com Klaus não me afeta. E realmente não me afeta, eu sabia que ele ia fazer faculdade na mesma área que eu, mas ele ter escolhido duas matérias iguais as minhas é muita falta de sorte.

Entro na cozinha vendo Matt cantando uma música aleatória enquanto faz panquecas.

- Diz que ele foi pra casa. - Digo me sentando no banco de frente pra Matt.

- Já me expulsando, Love? Não sei o que que você e minha irmã tem. - Klaus aparece atrás de mim.

- Imagina! É um prazer ter sua presença na minha casa. - Disse ironicamente.

- Pode ser o melhor prazer que você imaginar. - Ele sussura no meu ouvido.

Meu corpo se arrepiou e ele percebeu, já que sorriu sacana. Me afastei e peguei minha panqueca, indo comer bem longe dele.

•••

Quando saio do carro com Klaus, eu recebo mais olhares do que o normal. Nicklaus Milkenson acaba de voltar e já está saindo do meu carro? Que maravilha. Outro motivo para o meu nome viver na boca das pessoas.

- Você é a abelha rainha. - Klaus sussura no meu ouvido.

- Ninguém aqui me considera rainha, Klaus. - Reviro os olhos

- Tenho que discordar. - Ele sorri.

- Vai pra aula vai.

- Nos vemos na segunda e última aula. - Ele pisca pra mim e anda a caminho do bloco C.

Continuo em direção ao bloco B, já irritada com todos os olhares em mim. Quando um vulto loiro me puxa para dentro de uma sala vazia.

- Que susto Rebekah! - Grito e ela revira os olhos.

- Ele dormiu na sua casa? - Katherine surge de Nárnia.

- Ele foi lá e tudo que eu perguntava ele desviava o assunto. - Disse e elas me olharam torto. - Ele falou que Rebekah tinha expulsado ele e depois veio falar que queria pedir desculpas.

- Desculpas? De novo? - Katherine pergunta.

- Sim. - Dei de ombros.

Solto um ar que eu nem sabia que estava segurando e caminho até uma mesa, me sentando.

- Vocês vão ter que ir lá em casa hoje. - Rebekah diz vindo até mim

- Por que? - Eu e Katherine perguntamos ao mesmo tempo, com todas rindo em seguida.

- Almoço em família. - Rebekah diz revirando os olhos.

Ela sempre odiou esse negócio de almoço em família, e por isso arrastava eu e Kath junto. Normalmente quando esses almoços acontecem, os pais de Rebekah vem para cidade. Mas apenas por dois dias no máximo, eles sempre foram muito ocupados em Los Angeles.

- Merda! - Penso alto.

- Oque foi? - As meninas perguntam.

- Seus pais vão estar aí? - Fito Rebeckah.

- Sim, Kol pegou eles no aeroporto hoje de manhã.

- Eles sempre insistem para eu dormir lá, e amanhã não tem aula. - Digo me levantando, andando de um lado pro outro.

- Relaxa, são apenas dois dias aturando o Klaus. - Katherine ironiza.

- Vai dar certo. - Rebekah lança um olhar para Katherine e segura minha mão.

Depois de alguns minutos de debate, aonde eu inventei todas as desculpas possíveis para não ir. Fui para minha sala e me surpreendi com apenas o "garoto do grupinho novo" na sala.

- O professor passou mal e não teve a primeira aula. - Ele diz antes de eu perguntar.

- Por que você está aqui sozinho? - Pergunto sentando na frente dele, cruzando os braços.

- As vezes eu gosto de ficar sozinho. - Ele dá de ombros.

- Você não é "Popular"? - Pergunto fazendo aspas.

- Você também, e está aqui falando com o garoto que você chutou. - Ele diz rindo e eu acabo rindo também.

- Foi mal por isso.

- Tudo bem, todos temos dias ruins em que chutamos caras abusados. - Ele diz de uma maneira engraçada. - Mas saiba que você pode desabafar com um estranho, as vezes é melhor.

Dou um sorriso involuntário e ele pisca pra mim, se levantando e indo até a porta.

- Espera. - O chamo e ele vira. - Gostei de você.


Notas Finais




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