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História Feelings - Capítulo 3


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Tradução: Como se fosse eu.

Capítulo 3 - As if it were me.


Fanfic / Fanfiction Feelings - Capítulo 3 - As if it were me.

"Cometi muitos erros, é melhor eu acertar dessa vez."


Pov. Jessie

Depois de alguns minutos conversando com o garoto novo, eu descobri seu nome. Tom Jones.

Ele veio de San Diego, lá ele morava com a mãe e aqui ele mora com alguns amigos. Pelo o que eu entendi, ele tem uma banda.

Convenci ele a ir comigo na lanchonete e quando chegamos na mesma, Klaus já olhou para Jones com cara de poucos amigos. Apresentei Tom a todos, mas quando percebi a presença das duas figuras na mesa, não contive o sorriso.

- Yaara e Medd?

- Você tá maravilhosa! – Yaara se levanta e me abraça.

- Você fica mais bonita a cada dia! - Medd diz me abraçando e eu vejo Klaus revirar os olhos.

- O que vocês estão fazendo aqui? – Franzi o cenho.

- Consegui passar pela prova. - Yaara diz animada.

- Bem, eu dei meu jeitinho. - Medd diz sorrindo. Certeza que ele pagou alguém pra fazer sua prova.

Parece que o meu passado realmente está virando presente. Medd e Yaara são parte do meu grupo de amigos do passado, conheci eles por causa de Katherine. Medd e Katherine são amigos de infância e conheceram Yaara com 8 anos.

Yaara foi morar em Los Angeles com os avós quando criança, já que os pais não tinham como sustentar ela. De todos os riquinhos na minha volta, incluindo eu mesma, Yaara é uma das mais tranquilas. Acho que é por isso que eu me dou tão bem com ela.

- Então, você vai na festa amanhã? - Medd me pergunta.

- Qual festa? – Pergunto e logo escuto as risadas de todos na mesa.

- A do seu amigo. - Katherine diz apontando para Tom, como se fosse óbvio.

- Eu disse que todo mundo ia. – Tom me fitou, sorrindo.

•••

O restante das aulas foi tranquilo, apesar de eu ter tido duas aulas com Klaus, ele mal falou comigo. Isso não me preocupou, pelo contrario eu amei.

O quintal da casa dos Mikaelsons estão cheios de familiares e conhecidos. Os pais de Rebekah amaram me reencontrar, eu nunca vou entender o carinho que eles tem por mim. Rebekah e Klaus conversam com alguns amigos de seus pais. Eu estou sentada ao lado de Tom, em volta do pessoal. Rebekah convidou todos, até porque ela odeia que não tenha ninguém pra ela se distrair desse almoço. Sinto Klaus me olhar a cada dois minutos, me deixando incomodada, e por isso eu peço licença e me retiro do quintal indo até a casa, caminho pelos corredores e acabo achando o meu quarto, o quarto que eu fiquei quando meus pais viajaram por alguns dias.

Toda vez que eu entro aqui é como se fosse a primeira vez, a cabeceira da cama decorada com os pombos que eu fiz, o armário com alguns brinquedos que Rebekah nunca quis doar, pois significa muito pra ela. E o meu favorito, o mural de fotos com vários momentos, e que foram muito especiais. Esse quarto sempre foi muito especial pra mim.

Os Mikaelsons sempre tiveram essa casa e a primeira vez que eu vim aqui, foi quando meus pais fizeram essa viagem. Dês de então, essa casa virou um lar pra mim.

Escuto o barulho da porta e me desvio dos pensamentos, olho para trás e vejo Klaus adentrando.

- Estava te procurando - Ele diz olhando ao redor.

- Achou. – Sorri ironicamente e ele revira os olhos.

- Você tá tendo alguma coisa com aquele garoto? - Ele pergunta sério, cruzando os braços. Soltei uma gargalhada.

- Qual a graça? - Ele estala.

- Você aí querendo saber da minha vida, me poupe Klaus. - Digo caminhando até a porta, mas ele me impede. Com um movimento rápido, ele me imprensa contra a parede. Tento me soltar mas, ele é muito mais forte.

- Klaus, me solta! - Cerro os dentes.

- Responda o que eu perguntei, e você estará livre. - Ele diz com um sorriso sinico.

- Tudo bem, eu não estou tendo nada com ele. - Digo ironicamente. - Mas ainda vou ter.

Com essas últimas palavras, Klaus se aproximou ainda mais do meu corpo, fazendo minha respiração acelerar.

- Você nunca vai conseguir ter nada com ele. - Eu dou um sorrisinho irônico com o seu comentário. - Você vai sempre olhar pra ele, como se fosse eu. - Eu engulo um seco com as palavras de Klaus.

Antes de eu conseguir falar algo, ele diminui o pouco espaço que tinha entre nós e me beija. Tento recuar surpresa mais obviamente não consigo, e acabo correspondendo seu beijo com o mesmo desejo. Ele soltou meus braços como se agora tivesse a certeza que eu não iria fugir, e apertou minha cintura, colando os nossos quadris. E eu envolvo meus braços ao redor do seu pescoço, com nossas línguas dançando em perfeita sincronia. Quando o fôlego acaba nós nos encaramos por alguns segundos, eu me afasto e saio do quarto deixando a porta aberta, sem acreditar que isso realmente aconteceu.

Caminho rapidamente até o banheiro e fico me encarando por longos minutos no espelho. Depois de tantos anos, por que? Por que minhas mãos tremem? Por que meu coração bate tão rápido que eu consigo ouvi-lo? Eu tenho a intuição que ficar com ele não vai dar certo. A questão é, eu devo me arriscar ou não? Quando crio coragem eu saio do banheiro, eu vejo algumas pessoas na cozinha.

- Tudo bem querida? – Ester pergunta, aparecendo atrás de mim.

- Sim, Sra Mikaelson. - Eu digo sorrindo.

- Pare com isso de Sra. Eu vi você saindo do seu antigo quarto - Ela diz preocupada, obviamente ela viu Klaus saindo depois.

- Eu só queria ver se ele continuava igual. – Sorri.

- Tudo bem, seus amigos estavam procurando por você, eles estão perto da piscina. - Ela deposita um beijo em minha testa e se retira.

Vou até a parte da piscina, encontrando todos juntos, incluindo Klaus que não tirou os olhos de mim. Kol finalmente parou um pouco e ficou com a gente, todos iam dormir na casa dos Milkelson, e a noite só estava começando.

•••

Já era quase meia noite, e todos estavam juntos na sala vendo maratonas de séries. Eu não iria sair de perto do pessoal nem arrastada, eu sei que Klaus ia vir atrás. O resto da noite foi maravilhosa, Eu senti falta de passar esse tempo com Meed, Yaara e até mesmo o Kol.

Kath, Tom, Yaara e Meed já estavam dormindo, Bekah estava tombando a cabeça para trás e eu sei que ela vai acabar dormindo, Kol foi dormir no quarto ao contrário do pessoal que está atirado em cada canto dos sofás. Não fazia ideia de onde Klaus tinha se enfiado e aproveitei a chance para subir pro meu quarto. Acabo vendo ele na pequena varanda que tinha no corredor de cima, minha mente repete mil vezes "apenas continue andando até o quarto." Mas eu ignoro e ando bem devagar até a entrada da varanda.

- Pensei que você estava dormindo.

Klaus levou um susto com a minha voz e se virou. Me aproximei e fitei a vista.

- Eu estava indo fazer isso na verdade.

Eu sinto se olhar em mim por alguns segundos, mas nós não falamos uma palavra, só ficamos sentindo o vento frio passar pelos nossos cabelos.

- Eu gosto de você. - Ele diz quebrando o silêncio.

Meu coração acelerou em instantes e eu respirei fundo, sabendo que não posso fugir dessa conversa pra sempre.

- Klaus, você sabe que isso nunca vai acontecer. - Digo sem olhar nos seus olhos

- O que?

- Nós. - Faço um gesto entre mim e ele. - Eu nunca vou conseguir confiar em você!

Ele desvia o olhar e aperta a barreira do vidro com força. Trincando o maxilar

- Eu já pedi desculpas! - Ele estala.

- Mas isso não apaga o que você fez! - Digo aumentando o tom de voz.

- Caralho, o que você quer que eu faça? - Ele aumenta no mesmo tom.

- Nada! - Grito.

Saio da varanda o empurrando, e entro no quarto de Rebekah que era o mais próximo. Eu tranco a porta e vou para o banheiro já que Klaus não parava de bater na porta. Pedindo para conversar.



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