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História Feelings Explosion - Imagine Katsuki Bakugou - Capítulo 4


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Notas do Autor


oii genteee
VOCÊS PODEM ME MATAR, EU SEI Q FIQUEI UM MÊS SEM ATUALIZAR, podem me matar, eu deixo ok
primeiramente, hoje a gente conseguiu chegar a FUCKIN >>>>100<<<< FAVORITOS, foi a minha fanfic mais rápida em relação à essa meta, meu Deus
vocês q lutem pq a partir do próximo ep o enredo de verdade vai começar sim ok hshshsjlajks aiai

fiquem com o capítulo, até as notas finais!

Capítulo 4 - Chapter Three - Um bom casal.


Fanfic / Fanfiction Feelings Explosion - Imagine Katsuki Bakugou - Capítulo 4 - Chapter Three - Um bom casal.

Já havia se passado dois dias desde que S/n e Katsuo haviam entrado na U.A, e o pessoal ainda estava aprendendo a conviver com os gêmeos. Era a tão aclamada sexta-feira. No momento, eles estavam tendo uma aula de Aiwaza, a qual o sensei pediria uma atividade depois.

–O mais importante no desenvolvimento das suas individualidade são vocês mesmos... Refiro-me a obter uma Realidade Pessoal. Hoje veremos isso e vocês farão uma prova mais tarde. A Realidade Pessoal é uma realidade apenas sua. Para entender isso, não podemos apenas ignorar a teoria quântica baseada no princípio da incerteza de Heisenberg. A Realidade Pessoal e a teoria quântica... - falava, mas S/n não prestava muita atenção. A garota encarava o chão, com as mãos sobre o colo, ela parecia estar passando mal. O sensei logo percebeu que a menina não estava prestando atenção na aula.

–Kisirangi-san, está se sentindo bem? - ele perguntou e a garota arregalou os olhos, levantando a cabeça revelando seu rosto pálido, e vendo os olhares preocupados dos seus novos amigos direcionados a si.

–Ah, gomennasai... Estou sim, sensei, desculpe por atrapalhar. - disse, piscando algumas vezes.

–Sua pressão parece estar baixa. Vá até a enfermaria. - S/n suspirou, se levantando.

–Tudo bem então sensei, mais uma vez me desculpe por atrapalhar a aula. - se encontrou com o olhar do irmão, que a encarava com preocupação; S/n não tinha um histórico de passar mal ou qualquer coisa do tipo em sala de aula, isso era intrigante e perturbador.

A garota apenas abaixou a cabeça, suspirando, enquanto saia da sala, sentindo os olhares perfurarem suas costas.

–Olá? - entrou na enfermaria, olhando ao redor, mas não vendo nada. –Tem alguém aqui?

–Estou aqui. - uma voz disse, e S/n arregalou os olhos levemente, olhando para os lados, não encontrando nada. –Aqui em baixo! - S/n olhou para baixo um pouco à sua frente, vendo a heroína Recovery Girl. 

–Oh, olá... Eu sou Kisiragi S/n, a nova aluna no 1° A. O Aizawa-sensei me pediu para vir aqui conferir a minha pressão, ele acha que eu estava passando mal. - coçou a nuca.

–Oh, entendo! - sorriu. –Sente-se aqui onegai, vamos fazer seu checape. - concluiu, sorrindo. Enquanto a senhora fazia o checape em S/n, a garota fixou a atenção para uma pequena televisão que estava ali, prestando total atenção no que passava ali.

–A onda de ataques da Skill-Out a usuários de habilidades vem acontecendo com bastante frequência. - a reportagem explanava o assunto. –A última vítima local afirma que ficou incapaz de usar a própria habilidade, e foi quando um rapaz com a identidade não identificada apareceu e...

–Bem, tudo parece ótimo! - a enfermeira concluiu, fazendo S/n desviar a atenção da reportagem. –Creio que você esteja apenas se adaptando com a mudança de um país para outro.

–Ah, sobre isso! - riu. –Eu sou japonesa, mas fui para Toronto por causa de alguns problemas pessoais.

–Oh, entendo! Bem que desconfiei que seu sotaque estava bom demais para uma americana. - deu uma piscadinha e S/n riu.

–Recovery Girl... O que você acha sobre os ataques da Skill-Out? - indagou, e a senhora espremeu os olhos.

–Se alguém usa violência, e não é super-herói, da Anti-Skill ou Judgment, é considerado um criminoso qualquer. - concluiu, mas aquilo não tranquilizou nem um pouco S/n. 

"O que esses meliantes tem na cabeça?"


[...]


Depois, eles haviam feito um teste sobre Realidade Pessoal, e eles ficaram liberados à tarde. S/n havia resolvido que ia sair sozinha, para esquecer dessa coisa de Skill-Out. Ela já havia ajudado uma menininha a procurar uma mochila, acabou se machucando um pouco, mas tudo acabou bem.

Nesse momento, ela estava no shopping, em uma loja de roupas, vendo se algo a interessava, mas a menina parou de andar ao ver... Bakugou? É, o loiro estava em uma seção infantil, com as mãos enfiadas no bolso. S/n foi correndo até lá.

–O que está fazendo, Kacchan? - perguntou com as mãos na cintura, de maneira nada delicada. Ele arregalou os olhos por um momento, mas logo rangeu os dentes.

–O que faz aqui?! - indagou, apontando para ela.

–Não posso vir aqui?

–Onii-chan! - uma menininha de maria-chiquinhas correu em direção a ele, sorrindo. Ela olhou para S/n meio confusa, mas logo seu sorriso aumentou. –Ah! Você está com a onee-chan do parquinho! - era a garotinha da mochila.

–Oi! - S/n sorriu, mas logo arregalou os olhos. –Onii-chan?! Ela é sua irmã?! Você tem uma irmã e não me contou, Kacchan?! Que maldade. - S/n cruzou os braços e o loiro bufou, enfiando as mãos nos bolsos e virando a cara.

–Ela não é minha irmã. Ela me disse que estava em busca de uma loja de roupas, por isso eu a trouxe aqui. - rosnou.

–O onii-chan me trouxe aqui! - exclamou animada. –Vou me vestir bem, como as pessoas da televisão. - ela disse com as bochechas levemente coradas, dando um giro, enquanto falava com S/n.

–Entendo. - a garota sorriu, se ajoelhando para ficar na altura dela. –Mas você já é lindinha o bastante! - afagou os cabelos dela. –Ao contrário de alguém que tem olhos vermelhos e cabelos loiros. - murmurou para a menininha e ambas riram. Katsuki olhou-a irritado.

–O que foi?! Quer lutar?! - rugiu. –É uma boa oportunidade para um duelo!

–Você só pensa nisso, Kacchan? - S/n perguntou se levantando, colocando as mãos na cintura, mas logo dando um sorriso. –Realmente vai querer lutar em meio a tanta gente? - questionou, olhando ao redor. O menino bufou, cruzando os braços.

–Oh, entendo! - a menininha exclamou, juntando as mãos. –O onii-chan e a onee-chan são um casal! - concluiu, e os dois fizeram uma careta pior que a outra.

–Não diga isso nem de brincadeira! - ele rugiu. –Ela é uma praga!

–Ei! - a menina proferiu, indignada. –Se é assim, eu também não estou disposta nem a ser sua amiga! Nem sei como o Kirishima-kun e o resto te aguentam! - cruzou os braços, praguejando. Os dois trocaram um olhar mortal, até que a menininha puxou a camisa de Katsuki levemente, apontando para fora da loja.

–Ei! Ei! Quero ir tomar aquele sorvete, onii-chan!

–Entendido. - ele murmurou, começando a andar para fora dali.

–Não! - a menininha parou de andar. –É para a onee-chan ir também. - disse, vendo o garoto arregalar os olhos e S/n suspirar.


[...]


Depois deles terem escolhido os sorvetes que queriam, Bakugou procurava o dinheiro certo na carteira, mas S/n acabou pagando mais rápido.

–Eu ia pagar. - o loiro fuzilou-a.

–Fui mais rápida. - deu uma piscadinha.

–Você tem tanta sorte de ter uma namorada tão linda para tomar conta de você e pagar por suas coisas. - a atendente comentou, enquanto preparava o sorvete dos três.

NÃO somos um casal! - Bakugou rugiu, com raiva.

–Oh, sinto muito em ouvir isso. - a atendente se lamentou.

–Bem, certamente não é por falta de esforço da minha parte. - S/n explicou, vendo Katsuki arregalar os olhos, incrédulo.

–Entendo. Bem, não desista. Ele parece valer o seu esforço. - a atendente a incentivou.

–Oh, se vale. - respondeu com ironia, escondendo uma expressão entediada.

–Só para constar, eu acho que vocês formam um belo casal. - a atendente proferiu.

Eu também! - abraçou o antebraço do loiro, encostando a cabeça em seu ombro.

–Espero que tenham um passeio maravilhoso.

–Todo passeio com ele é uma maravilha. Eu sinto muito que você tenha esperado tanto pelo dinheiro. - S/n lamentou.

–Não se preocupem com isso! Tenham uma boa tarde. - se despediu, e assim que eles estavam a uma distância da loja, Bakugou agarrou S/n (que estava chorando de rir) com força pelos ombros, forçando-a a olhar para ele. O rosto dele estava vermelho, e o dela também, a diferença é que um era de constrangimento e o outro por falta de ar.

–O QUE FOI TUDO ISSO?! - rugiu, incrédulo. Aquela garota sabia bem como tirar ele do sério. Era algo fora do normal.

–Foi hilário! - disse entre lágrimas. –O jeito que você reage as coisas! - ria freneticamente. –Foi tão divertido brincar com você. - falou, se engasgando de tanto que ria, apoiando a mão no joelho. 

–A onee-chan e o onii-chan formam um casal e tanto! - a menininha exclamou, com estrelas nos olhos. 

–Você sabe que é mentira, 'né. - S/n olhou para a menininha, e ela fez um biquinho, frustrada. –Você também, Kacchan. - deu uma risada amargurada. –Não pense que eu seja capaz de desenvolver sentimentos amorosos em relação a você. - colocou a mão na boca, começando a rir. Ela parou aos poucos quando ouviu o som de explosões, e olhou para Bakugo. Eram das mãos dele, e ele estava vermelho. Ela só conseguiu rir mais. 

MORRA! 


[...]


S/n caminhava sozinha de volta para a U.A, quando alguém puxou seu pulso, e deu de cara com um homem com uma roupa estranha, cabelos pretos e barba da mesma cor.

–Hahahahahahahaha!! Consegui!! Finalmente!!

–O que é que você quer? - S/n arqueou uma sobrancelha.

–Isso é um sequestro, você foi sequestrada. - respondeu, meio confuso. Era óbvio que ele era um pateta. E S/n amava se aproveitar de patetas. Ela esboçou um sorriso maldoso.

–Sequestrada, é?...


[...]


–Esse é tão gostoso! - S/n exclamou, enquanto enchia a boca de comida. –E esse é tão bom!

–Idiota! Aquela não é a menina que eu mandei você pegar! - um homem dentro de um carro reclamava com o bandido que havia "sequestrado" ela. –Você é um imbecil mesmo!

–Ora, nem tudo está perdido. Parece que essa menina também vem de uma família bem rica, além de ser uma aluna da U.A. - disse, estendendo o indicador.

–O QUÊ?! - exclamou demostrando surpresa.

–É, parece que foi por recomendação ou sei lá o quê.

–Hm... Eu tinha ouvido falar que chegou o casal de gêmeos, os filhos daquela heroína lá que eu esqueci o nome.

–Filha de heroína?! Então, acho que ela deve custar uma grana e tanto, parceiro. Essa menina é muito lerda e... HÃ?! - ele mesmo se interrompeu, gritando assustado ao ver a mesa de S/n, e o tanto de pratos vazios de doces que ela havia comido na padaria.

–Ai! Como eu comi! - a menina exclamou, satisfeita.

–Vinte e sete, vinte e oito, vinte e nove... - o homem contava os pratos, chocado. –Trinta e dois, trinta e três, trinta e quatro... Eu tenho que pagar logo isso! - resmungou, indo para o caixa, e a C/C se levantou, indo atrás dele.

–Deu 700,000 ienes, senhor. - a moça do caixa disse amigavelmente. O homem olhou para o próprio cartão e suspirou.

–Hm, será que poderia dividir em umas 72 vezes? - questionou.

–Certo, como quiser.


[...]


–Passe o número da sua mãe, garota. - o homem que estava no volante ordenou para S/n, que estava entretida olhando para fora do carro. Ela se virou e arqueou uma sobrancelha, deu uma risada nasal, pegou o celular dele e discou um número, dando para o homem que estava no passageiro, que começou a falar no celular no mesmo instante.

–Escuta bem, sequestramos sua filha. Ou melhor, por enquanto!

–Minha filha? Como assim? - Yukiko perguntou do outro lado da linha, sem entender nada.

–A gêmea, chamada S/n! Não tente se fazer de boba, senhora. - ele disse.

–Ah, a S/n-chan? - ela perguntou, em um tom desinteressado.

–O que tem minha filha? - Keiko, que estava ao lado dela, questionou. A mulher de cabelos loiros suspirou, balançando a cabeça negativamente. Ela colocou a chamada no silencioso e olhou a irmã.

–A S/n está fazendo aquilo novamente. E ela ainda deu o número errado de propósito. - comentou.

–"Aquilo"?

–Sim, se fazendo de idiota com bandidos. - ela disse, revirando os olhos. A mãe dos gêmeos suspirou, colocando a mão na testa.

–Alô?! ALÔ?!

–'Tô ouvindo. - a loira disse de imediato. –Ai, sério, não brinca, vai me dizer que ela se perdeu na rua. - disse segurando a risada, enquanto Keiko a encarava com uma gota na cabeça.

–SENHORA!! PRESTA ATENÇÃO NO QUE ELE ESTÁ DIZENDO! - o motorista gritou, fazendo S/n e o outro homem taparem os ouvidos. –SE QUER VER A SUA FILHA DE NOVO... - parou de falar quando viu que a mulher havia desligado a chamada.

–Deve ter caído. - a C/C disse, segurando a risada. –Me dá aí, deixa eu colocar outro número com uma pessoa mais eficaz. - ela disse. –Aliás não, primeiro vocês vão ter que me levar naquele parque de diversões que inaugurou há um mês. - ela disse cruzando os braços e fechando os olhos, dando um sorriso malvado. Touché.

–Não, isso não! - o motorista rugiu.

–Ah é?...


[...]


–EBAAA!! - S/n gritou animada enquanto estava na montanha russa, levantando os braços e dando risada.

–AAAAAAAAAAAAAHHH!!!!! PARA COM ISSO, MEU DEUS!!! - o "sequestrador" ao lado dela gritava, chorando, enquanto se apertava ao carrinho. –EU QUERO DESCER, EU QUERO DESCER!!! –EU TÔ MORRENDO DE MEDO, AAAH, AAAH, AAAHHH!! MEU DEUS!! EU VOU MORRER! EU VOU MORRER! EU VOU MORRER! PARA ESSA COISAAAA!!! - gritava.

Enquanto S/n se divertia e um dos ladrões se desesperava, o outro tentava arranjar o "resgate".

–Estamos com a sua irmã chamada S/n, e não pense que isso é uma brincadeira. - ele disse com uma voz perversa, enquanto falava no celular. –Avise a sua família que se querem vê-la viva novamente, devem preparar cinco milhões de dólares. - disse.

–Hã? Estão com a mana? - Katsuo perguntou com uma voz rouca e sonolenta, pois havia acabado de acordar.

–Vocês são milionários, essa grana não vai fazer a menor diferença! - o ladrão comentou. –Mas caso se atreverem a chamar a polícia ou a nos atacar, a garota sofrerá as consequências agora mesmo! - disse.

Katsuo revirou os olhos, não era a primeira vez que isso acontecia. Não que ele também não fizesse essas coisas, mas ODIAVA com todas as suas forças quando S/n fazia e ele tinha que se envolver nisso.

–Foda-se. Faça o que quiser, você não tem força para isso. Tchau. - disse de forma curta, desligando o celular em seguida, e indo dormir novamente.

O homem do outro lado da linha estava chocado. A família da garota estava cagando para ela.

–Oi, voltamos! - S/n exclamou enquanto andava até o homem, com a boca cheia de algodão doce.

O outro homem estava acabado.


[...]


E assim o dia se passou. S/n se fazendo de boba, e chantageando os caras para ganhar as coisas que queria. Eles levaram-a para uma loja de doces, rodaram de carro por Musutafu, e mais um monte de coisas. O sol já estava quase se pondo, e S/n começou a ficar entediada, ela estava no carro há mais de meia hora e não tinha mais o que fazer, já que havia deixado o celular no dormitório.

–Puxa, vocês são bem legais. - ela comentou pensativa, colocando a mão no queixo.

–Acha mesmo? - o ladrão no banco do passageiro questionou, emocionado.

–Lógico. - a menina disse de forma "óbvia", cruzando os braços. –Mas sério, vocês não tem mais o que fazer não, hein?

–Não não, não era por isso, é que queríamos conseguir alguma coisa. - o mesmo respondeu, dando uma risada sem graça.

–EU JÁ ENJOEI DE TUDO ISSO! VAMOS PEGAR O DINHEIRO A FORÇA! - o motorista gritou, fazendo S/n tapar os ouvidos novamente. A C/C revirou os olhos.

Darlings, eu preciso voltar para o colégio. Porque senão, não vou poder voltar mais. - ela disse, fechando o punho.

–É-É mesmo? Daqui a pouco a gente vai te levar para lá! - o motorista disse, de forma desesperada. –Fica só mais um pouquinho com a gente! Vamos ao shopping, fazer compras! Vai ser divertido!

–Por favor parceiro, deixa eu descansar um pouquinho. - o outro homem disse, juntando as mãos e implorando.

–CALA ESSA BOCA!

–Nossa, ele parece o Kacchan, a cada palavra um berro. - S/n murmurou para si mesma, cerrando os olhos.

–Falou alguma coisa?

–Não, nada não. - a menina negou de forma simples, revirando os olhos. –Mas sabe o que é? Eu não posso mesmo me atrasar.

–Fica com a gente! Só precisamos falar no telefone! Fica com a gente! - o motorista disse, parando o carro, e começando a mexer no celular. –Que droga, está sem crédito! - resmungou. –Um telefone, precisamos de um telefone... Não tem nenhum. - ele murmurou.

–Você precisa usar um telefone? - S/n questionou, se apoiando no banco.

–Preciso. - ele respondeu.

–'Tá legal, eu vou buscar um! - a menina exclamou animada, dando um empurrão na porta do carro e saindo de lá, o que fez a peça voar para longe, fazendo os bandidos olharem para trás assustados, eles arregalaram os olhos. A menina coçou a nuca.

–Não foi por querer... Vou dar um jeito, calma. - ela disse, indo até a porta do carro, pegando-a com uma mão, e indo até o carro, segurando-o por baixo e o erguendo com muita facilidade, e tentando encaixar a porta do carro novamente.

–AAAAAAAAAAAAHHHHHH!!!!!! - eles gritaram aterrorizados, assustando um pouco S/n, o que fez a garota largar o carro.

–QUE GAROTA LOUCA!!

–PISA FUNDO, RÁPIDO! - um deles rugiu, e o carro saiu dali rapidamente, deixando S/n com uma cara de paisagem, olhando para o nada.

–Nossa... Eu vou ter que voltar com a areia, que falta de educação a deles. Tinha que ser homens mesmo. - bufou. 


[...]


Quando entrou no dormitório, a primeira coisa que S/n fez foi apenas trocar de roupa e se jogar na cama.

–Droga... - S/n murmurou, olhando para a tela quebrada do celular. –Eu sei que eu não precisava ter feito aquilo... Mas por que eles não pagaram o concerto? - se indignou.

Acabou resolvendo ir dormir, o dia havia sido cansativo.


Notas Finais


beem, foi issoo!
espero que tenham gostado, caso sim, favoritem e comentem o que acharam, e bla bla bla
até o próximo capítulooo skhsksnajshs


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